Tem muitos méritos, como um protagonista fofinho e carismático, família legal e um ritmo ágil, vc não vê o tempo passar. Porém, como autista eu cansei dessa visão leve e engraçadinha do espectro, no estilo "anjos azuis". Outra coisa que me deu ódio foi a psicóloga, que profissionalzinha medíocre, parece que nem escuta o garoto. Ah, o amigo "machista inofensivo" me irritou também. Não terminei de ver e provavelmente nem irei.
Meu irmão... Que pedrada. O quarto episódio foi um soco em todos os meus órgãos. O protagonista é tonto, ingênuo, passivo (esse último foi resultado de um trauma), e sinceramente dá vontade de puxar ele da tela e dar um abraço. Os números de comédia são de uma vergonha alheia tremenda, mas dá pra aguentar pq a intenção da série é justamente essa. A ironia é que o Donny consegue ser adorável e até engraçado com o jeito tímido dele, mas foi justamente a ingenuidade que o fez optar por ser comediante. E a Martha... Uma mulher bonita, mas ofuscada pela própria loucura e pela obesidade (que infelizmente é vista como uma característica ruim e talvez isso nunca mude), que por falta de atenção, terapia e psicotrópicos se torna um ser repulsivo e digno de pena. Temos também a mãe da ex, que faz uma transferência afetiva quase bizarra com o Donny por conta do filho, o Darrien que é interpretado por um ator foda, consegue expressar só no olhar o que já sabemos o que ia acontecer, não é qualquer um que consegue. E por último, no meio desse hospício sem paredes, tem a única pessoa sã: a maravilhosa Teri, que carrega suas dores com muita alegria e dignidade, um dos melhores interesses românticos de protagonistas que eu já vi. É com ela que a gente respira e descobre que mesmo carregando uma dor maior que o mundo, é possível ser bem resolvido e feliz.
Eu estou TÃO feliz com o sucesso de One Piece, porque na hora que vi o trailer eu simpatizei com tudo, principalmente com o ator principal, aí fiquei sabendo que tavam detonando a série, e me deu um desânimo pq a entrega dos envolvidos era evidente. Quando vi o primeiro episódio tive certeza de que era boa e mesmo se flopasse, continuaria boa. Agora aqui estamos, vendo as notas lá em cima e a perspectiva de uma segunda temporada :) Gostaria de destacar positivamente a "dessexualização" da Nami, isso mostra um respeito não só pela figura feminina como pela própria atriz.
a criatura alada. Era um doente que ficou tempo demais se alimentando de sangue? Nasceu daquele jeito?
. Talvez eu não tenha captado alguma coisa. No entanto, o texto é incrível e a Kate Siege é o único caso de nepotismo que eu aprovo, atua bem demais. Também gosto como esse diretor sempre aborda o amor de várias formas, sendo o romântico apenas uma ramificação dele, presente mas não acima dos outros.
Atypical (1ª Temporada)
4.3 495 Assista AgoraTem muitos méritos, como um protagonista fofinho e carismático, família legal e um ritmo ágil, vc não vê o tempo passar. Porém, como autista eu cansei dessa visão leve e engraçadinha do espectro, no estilo "anjos azuis". Outra coisa que me deu ódio foi a psicóloga, que profissionalzinha medíocre, parece que nem escuta o garoto. Ah, o amigo "machista inofensivo" me irritou também. Não terminei de ver e provavelmente nem irei.
Bebê Rena
4.0 633 Assista AgoraMeu irmão... Que pedrada. O quarto episódio foi um soco em todos os meus órgãos. O protagonista é tonto, ingênuo, passivo (esse último foi resultado de um trauma), e sinceramente dá vontade de puxar ele da tela e dar um abraço. Os números de comédia são de uma vergonha alheia tremenda, mas dá pra aguentar pq a intenção da série é justamente essa. A ironia é que o Donny consegue ser adorável e até engraçado com o jeito tímido dele, mas foi justamente a ingenuidade que o fez optar por ser comediante. E a Martha... Uma mulher bonita, mas ofuscada pela própria loucura e pela obesidade (que infelizmente é vista como uma característica ruim e talvez isso nunca mude), que por falta de atenção, terapia e psicotrópicos se torna um ser repulsivo e digno de pena. Temos também a mãe da ex, que faz uma transferência afetiva quase bizarra com o Donny por conta do filho, o Darrien que é interpretado por um ator foda, consegue expressar só no olhar o que já sabemos o que ia acontecer, não é qualquer um que consegue. E por último, no meio desse hospício sem paredes, tem a única pessoa sã: a maravilhosa Teri, que carrega suas dores com muita alegria e dignidade, um dos melhores interesses românticos de protagonistas que eu já vi. É com ela que a gente respira e descobre que mesmo carregando uma dor maior que o mundo, é possível ser bem resolvido e feliz.
One Piece: A Série (1ª Temporada)
4.2 282 Assista AgoraEu estou TÃO feliz com o sucesso de One Piece, porque na hora que vi o trailer eu simpatizei com tudo, principalmente com o ator principal, aí fiquei sabendo que tavam detonando a série, e me deu um desânimo pq a entrega dos envolvidos era evidente. Quando vi o primeiro episódio tive certeza de que era boa e mesmo se flopasse, continuaria boa. Agora aqui estamos, vendo as notas lá em cima e a perspectiva de uma segunda temporada :)
Gostaria de destacar positivamente a "dessexualização" da Nami, isso mostra um respeito não só pela figura feminina como pela própria atriz.
Wandinha (1ª Temporada)
4.0 712 Assista AgoraBem produzido, porém mais do mesmo. Em outras palavras, série superestimada.
Missa da Meia-Noite
3.9 756Eu queria TANTO dar 5 estrelas, mas esse final... Até a edição ficou estranha em alguns momentos. Senti muita falta de uma explicação sobre
a criatura alada. Era um doente que ficou tempo demais se alimentando de sangue? Nasceu daquele jeito?
Também gosto como esse diretor sempre aborda o amor de várias formas, sendo o romântico apenas uma ramificação dele, presente mas não acima dos outros.
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Eu Vi (1ª Temporada)
2.4 114 Assista AgoraVi dois episódios e valeu só pela atuação da atriz idosa que fez a possuída.