Acho que já seria óbvio que não existiria uma linha do tempo fiel aos fatos, senão não teria como o enredo se desenrolar com todo mundo junto, a série por mais que seja baseada em fatos, ainda é uma série, coisas são criadas para melhor desenrolar da história e melhor entretenimento ao público, não é um documentário.
Pois bem, nos trailers a série passou a entender que seria um drama mais cru, mas beira mais para um drama imensamente juvenil com putaria excessiva e romantização de crimes e criminosos, achei desnecessário tanta cena de pegação, quando poderiam mostrar melhor a história de outros detentos, como a Dadá, conhecida também como Cangaceira, a história dela é bem interessante, foi a primeira mulher a usar um fuzil do bonde do Lampião, e isso sequer foi retratado(?) Muito drama desnecessário e mais uma vez, beirando ao juvenil e certas vezes até beirando a uma certa comicidade, como a
Celine falando na cara da mãe que tem fetiche em presidiário, mas que lindo a romantização de criminosos
, que aliás é o que a série faz muito bem. Vou aproveitar logo pra falar da sofrível e fatídica trilha sonora, algumas músicas simplesmente acabavam com a cena.
A atuação da Marina Ruy Barbosa foi de total maestria, há quem diga que faltou um pouco mais de psicopatia no olhar da personagem. Gente, vcs acham que a Suzane andava por aí com uma cara de poucos amigos sempre? Ela era simpática, ela sorria, ela sabia encenar um olhar meigo, feliz, o que fosse conveniente a ela, e a Marina deu um show de atuação.
A atuação da Carol Garcia como Elize Matsunaga também curti bastante, a Sandrão também não deixou a desejar, apesar que foi explorado de maneira bem rasa sobre o crime que ela cometeu. Só quem leu o livro do Ulisses Campbell, ou conhece a história da Sandra vai conseguir se situar melhor quando a história dela é contada, visto que tudo é jogado na tela de maneira meio desarranjada. Bom, no geral, tirando essas atuações citadas, as demais são bem medianas, algumas chegam a ser sofríveis.
Agora o Cristian Cravinhos e a sua calcinha me pegou bastante, eu até curti as cenas e tal, mas não foi nenhum pouco relevante na série, uma cena falando melhor sobre crimes de algum outro detento agregaria mais, porém é aquela coisa né, quanto mais putaria maior a repercussão. A parte masculina do presídio é um verdadeiro show de tortura cinematográfica, mais uma vez as atuações sofríveis e cada história tão entediante. E claro, mais putaria e sodomia, e o caos que ocorre dentro de um presídio masculino?
Mal chegou perto de ser mostrado, retrataram foi uma grande farra entre os presos em uma sodoma e gomorra regada de muita maria louca e SÓ.
Poderiam ter explorado tantas coisas, ainda estou incrédula que não teve um episódio sequer dedicado ao caso Eloá, se o Lindemberg aparece em dois episódios é muito, sendo que foi um dos casos mais emblemáticos do país.
E a minha conclusão final, é que, a série não é isso tudo que parece ser, e se analisar sob um olhar político veremos as nuances do progressismo passeando pela série, nada contra. Poderia ter sido melhor? Sim, poderia. O final foi decepcionante? Bastante. Mas é isso, sou apaixonada em todos os casos da série, então pra mim até que valeu experiência.
interessante e um tanto engraçada, houve alguns momentos forçados demais da conta para ser engraçado, mas relevamos, notei que a protagonista lembra um pouco a Raven de As visões da raven no quesito trapalhadas e certas expressões. Agora, a parte que eu vou problematizar, não achei muito bacana a forma como se acentua na série uma suposta "feiura" da protagonista, isso é notável em vários momentos, e aquele velho clichê da menina "feia" que tem a amiga bonita, mas cá entre nós, parece ser essa uma das, se não, a graça da série.
ok, só eu gostei da Sophia? a única graça que vi na série foi justamente na protagonista ser uma p*rra louca, caso contrário ficaria ainda mais zzzz. é tolerável, pelo menos a trilha sonora é digna.
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Tremembé (1ª Temporada)
3.3 228 Assista AgoraAcho que já seria óbvio que não existiria uma linha do tempo fiel aos fatos, senão não teria como o enredo se desenrolar com todo mundo junto, a série por mais que seja baseada em fatos, ainda é uma série, coisas são criadas para melhor desenrolar da história e melhor entretenimento ao público, não é um documentário.
Pois bem, nos trailers a série passou a entender que seria um drama mais cru, mas beira mais para um drama imensamente juvenil com putaria excessiva e romantização de crimes e criminosos, achei desnecessário tanta cena de pegação, quando poderiam mostrar melhor a história de outros detentos, como a Dadá, conhecida também como Cangaceira, a história dela é bem interessante, foi a primeira mulher a usar um fuzil do bonde do Lampião, e isso sequer foi retratado(?) Muito drama desnecessário e mais uma vez, beirando ao juvenil e certas vezes até beirando a uma certa comicidade, como a
Celine falando na cara da mãe que tem fetiche em presidiário, mas que lindo a romantização de criminosos
A atuação da Marina Ruy Barbosa foi de total maestria, há quem diga que faltou um pouco mais de psicopatia no olhar da personagem. Gente, vcs acham que a Suzane andava por aí com uma cara de poucos amigos sempre? Ela era simpática, ela sorria, ela sabia encenar um olhar meigo, feliz, o que fosse conveniente a ela, e a Marina deu um show de atuação.
A atuação da Carol Garcia como Elize Matsunaga também curti bastante, a Sandrão também não deixou a desejar, apesar que foi explorado de maneira bem rasa sobre o crime que ela cometeu. Só quem leu o livro do Ulisses Campbell, ou conhece a história da Sandra vai conseguir se situar melhor quando a história dela é contada, visto que tudo é jogado na tela de maneira meio desarranjada. Bom, no geral, tirando essas atuações citadas, as demais são bem medianas, algumas chegam a ser sofríveis.
Agora o Cristian Cravinhos e a sua calcinha me pegou bastante, eu até curti as cenas e tal, mas não foi nenhum pouco relevante na série, uma cena falando melhor sobre crimes de algum outro detento agregaria mais, porém é aquela coisa né, quanto mais putaria maior a repercussão.
A parte masculina do presídio é um verdadeiro show de tortura cinematográfica, mais uma vez as atuações sofríveis e cada história tão entediante. E claro, mais putaria e sodomia, e o caos que ocorre dentro de um presídio masculino?
Mal chegou perto de ser mostrado, retrataram foi uma grande farra entre os presos em uma sodoma e gomorra regada de muita maria louca e SÓ.
E a minha conclusão final, é que, a série não é isso tudo que parece ser, e se analisar sob um olhar político veremos as nuances do progressismo passeando pela série, nada contra. Poderia ter sido melhor? Sim, poderia. O final foi decepcionante? Bastante. Mas é isso, sou apaixonada em todos os casos da série, então pra mim até que valeu experiência.
Chewing Gum (1ª Temporada)
4.1 250interessante e um tanto engraçada, houve alguns momentos forçados demais da conta para ser engraçado, mas relevamos, notei que a protagonista lembra um pouco a Raven de As visões da raven no quesito trapalhadas e certas expressões. Agora, a parte que eu vou problematizar, não achei muito bacana a forma como se acentua na série uma suposta "feiura" da protagonista, isso é notável em vários momentos, e aquele velho clichê da menina "feia" que tem a amiga bonita, mas cá entre nós, parece ser essa uma das, se não, a graça da série.
Bonnie & Clyde
4.0 108inferior ao original mas assistível, Clyde ta ainda mais babaca nessa versão, poderiam ter poupado o drama excessivo do início.
Dinastia (1ª Temporada)
3.9 140 Assista AgoraElizabeth Gillies, eu te venero.
Girlboss (1ª Temporada)
3.6 328 Assista Agoraok, só eu gostei da Sophia?
a única graça que vi na série foi justamente na protagonista ser uma p*rra louca, caso contrário ficaria ainda mais zzzz.
é tolerável, pelo menos a trilha sonora é digna.