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Últimas opiniões enviadas

  • Outra Página

    "Jean-Pierre Jeunet é desses diretores que gostam de enganar o espectador. Em todos os seus filmes, em absolutamente todos, o diretor insere armadilhas e truques para que o teor dos enredos com os quais trabalha sejam mais amenos. Às vezes essas artimanhas estão interligadas a concepção visual do longa, outras vezes na mudanças abruptas de direção e temática que suas estórias tomam.

    Uma Viagem Extraordinária (L’Extravagant Voyage Du Jeune Et Prodigieux T.S. Spivet, 2013) une essas duas características e as transforma numa coisa só. Isso porque ele Jeunet maqueia os contornos sombrios do longa – que fala, entre outras coisas, sobre morte, luto e culpa – com entusiasmo, cor, e estranheza; e só revela as reais intenções do que conta (mesmo dando pistas durante toda a projeção) no final."

    Crítica completa aqui: http://www.outrapagina.com/blog/uma-viagem-extraordinaria/

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  • Outra Página

    Se você jogar Gravidade (Gravity, 2013) no Google, conversar com alguém que viu o filme ou pegar qualquer publicação impressa que fale sobre ele, é bem provável que encontre críticas calorosas, comentários animadores e uma porção de gente dizendo o quanto o longa é fantástico e como ele é, de longe, o melhor do ano.

    Longe de ser alvo de um mero surto coletivo, Gravidade é tudo o que andam dizendo. E mais um pouco.

    Contando a história de Ryan (Sandra Bullock), uma pesquisadora que “se perde” no espaço, Alfonso Cuarón, o diretor, alcança a perfeição e o sublime. Controlando o filme com uma precisão absoluta, o realizador faz sua câmera flutuar, coreografa o desespero, tira o melhor de suas imagens, usa a música como complemento intrínseco ao que mostra, entende o pavor de suas personagens e arranca de seus atores atuações esplendorosas, além de criar algumas das sequências mais tensas da história do cinema e entregar um final arrebatador – em todos os sentidos da palavra.

    Sem medo de ousar (ou de errar), Cuarón leva sua protagonista e a si mesmo ao extremo. Em longos takes onde a câmera dança e com uma abordagem nada convencional (a maneira com que ele mostra a sensação de claustrofobia de Ryan, em um close que gruda no capacete e delimita o que ela sente e o que ela vê, por exemplo, é inventiva e extremamente funcional), o diretor ultrapassa seu próprio nível de excelência ao criar sequências (e planos sequências) incríveis. Tão incrível quanto é a maneira com que ele monta cada cena e distribui em meio a ação momentos que reveladores sobre a mulher que está solta no espaço.

    Continue lendo em: http://www.outrapagina.com/blog/gravidade/

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  • Outra Página

    Quando assisti As Vantagens de Ser Invisível (The Perks Of Being A Walflower, 2012) no cinema, a seção estava repleta de pessoas que pareciam mais interessadas em qualquer outra coisa do que no filme em si. Três meninas que conversavam sem cessar – e permaneceram assim por um bom tempo mesmo após o começo do filme; um casal que só queria se pegar; um tiozinho que demorou trinta anos pra conseguir abrir um pacote de Baconzitos. Do outro lado da sala, um rapaz solitário que parecia ser o único a prestar atenção no filme.

    Em determinado ponto, não deu pra não notar: eu olhei para os lados, e estava todo mundo tão vidrado que nem mesmo parecia a sala de um tempinho atrás. As Vantagens de Ser Invisível é assim (e vale lembrar, é um mérito também do livro que o originou): tem esse poder de imersão muito maior do que qualquer um pode pensar num primeiro contato.

    Principalmente porque Stephen Chbosky (autor do livro e diretor do longa) se aproxima tanto do espectador com a história do garoto Charlie (Logan Lerman) – que aos 15 anos vê sua vida sofrer as reviravoltas típicas da idade, mas com alguns traumas a mais – que a gente quase se sente parte de sua turma de outsiders, como se tivesse essa idade outra vez. Ou se recorda de ter vivido situações semelhantes à aquelas pelas quais ele passou.

    Tudo que é mostrado na tela é muito vivo – e vibrante mesmo em seus momentos mais tristes. Talvez porque haja carinho pela trajetória dos jovens que protagonizam o filme; há a preocupação de que tudo seja contado sem pressa, sem atropelar os detalhes que fazem a gente compreender e sentir o que rola; e uma tensão muito espontânea que permeia todos os acontecimentos. Não me refiro à “tensão hollywoodiana”, que existe para criar um clima de susto ou terror, mas quela apreensão natural da vida, que surge em momentos bons e ruins, quando a gente se pergunta qual será o futuro das coisas.

    Leia mais em: http://www.outrapagina.com/blog/vantagens-invisivel/

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  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

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