O curta resignifica tanto a morte quanto a vida, de forma poética e cômica ao mesmo tempo. Ainda nos presenteia, implicitamente, com uma questão: O que é vida? Ou, o que é morte?
Leve, poético e machista. Hum, não diria que essa foi a intenção do diretor levando em consideração à época. Porém, o curta evoca Platão a todo instante com seus amores platônicos e ideais. Mais uma vez lá está o mito do amor romântico e o sofrimento causado por ele. É cômico olhar de fora o desespero do personagem numa dúvida infantil, entre a volúpia e sentimento puro, imaculado. Esse curta me deixou a seguinte interrogação: Por que a volúpia e o amor não podem caminhar juntos? Por que essa divisão? Bem... cultura talvez. Gostei demais! Petrov foi bem sucedido na crítica.
"A percepção da vida, vem antes da vida em si" Acredito que durante todo o filme, essa é a mensagem que Dostoiévski tenta e consegue passar. O curta é tão denso, complexo e surreal que 20 minutos torna-se 2h, mas não se enganem, não é por ser cansativo, mas por te levar à um passeio por tantas percepções e ralidades distintas com tanta intensidade e informação, que te obriga a raciocinar aceleradamente. Um misto de sentimento e lógica, uma mistura de sonho e realidade que te leva a se questionar: "O que é mesmo um sonho?" "Importa se for um sonho?" (perguntas que se repetem continuamente no curta) Dostoiévski retrata fielmente o conceito de projeção. Esse curta vai de encontro com aquela frase bem clichê: "Quando você muda, o mundo muda com você." Uma pausa para a pintura impressionista, ficou espetacular.
Não gostei! O final é muito previsível. Daria uma estrela pela crítica à posição de espera e passividade, e ao destaque as reações e fases de desespero que a personagem perpassa quando se coloca nessa posição.
"Jack alegremente distribuía seu tipo de alegria" Como sempre Tim Burton não deixa a desejar nos seus contos de "terror" Não é de se admirar que seja mais um curta de grande esplendor.
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Dimensões do Diálogo
4.4 189"Profundo" é a palavra.
Hoje Não Estou
3.9 137Alguém tem o link?
A Senhora e a Morte
4.0 371O curta resignifica tanto a morte quanto a vida, de forma poética e cômica ao mesmo tempo.
Ainda nos presenteia, implicitamente, com uma questão: O que é vida?
Ou, o que é morte?
Supervenus
4.5 33Alguém teria o link? Não consigo achar. =/
Meu Amor
4.4 49Leve, poético e machista.
Hum, não diria que essa foi a intenção do diretor levando em consideração à época.
Porém, o curta evoca Platão a todo instante com seus amores platônicos e ideais. Mais uma vez lá está o mito do amor romântico e o sofrimento causado por ele.
É cômico olhar de fora o desespero do personagem numa dúvida infantil, entre a volúpia e sentimento puro, imaculado. Esse curta me deixou a seguinte interrogação: Por que a volúpia e o amor não podem caminhar juntos? Por que essa divisão?
Bem... cultura talvez.
Gostei demais! Petrov foi bem sucedido na crítica.
O Sonho de um Homem Ridículo
4.5 139"A percepção da vida, vem antes da vida em si"
Acredito que durante todo o filme, essa é a mensagem que Dostoiévski tenta e consegue passar.
O curta é tão denso, complexo e surreal que 20 minutos torna-se 2h, mas não se enganem, não é por ser cansativo, mas por te levar à um passeio por tantas percepções e ralidades distintas com tanta intensidade e informação, que te obriga a raciocinar aceleradamente.
Um misto de sentimento e lógica, uma mistura de sonho e realidade que te leva a se questionar: "O que é mesmo um sonho?"
"Importa se for um sonho?" (perguntas que se repetem continuamente no curta)
Dostoiévski retrata fielmente o conceito de projeção.
Esse curta vai de encontro com aquela frase bem clichê: "Quando você muda, o mundo muda com você."
Uma pausa para a pintura impressionista, ficou espetacular.
Most - A Ponte Entre o Agora e Sempre
4.3 55Conseguiu me emocionar.
É intenso!
Nem Uma Palavra de Amor
3.9 11Não gostei! O final é muito previsível.
Daria uma estrela pela crítica à posição de espera e passividade, e ao destaque as reações e fases de desespero que a personagem perpassa quando se coloca nessa posição.
Invenção do Amor
4.0 135Sem dizer uma palavra se quer, o autor faz uma crítica em alto estilo ao, famoso, mito do amor romântico. Fantástico!
Merece 5 estrelas.
O Estranho Mundo de Jack - O Poema Original
4.4 30"Jack alegremente distribuía seu tipo de alegria"
Como sempre Tim Burton não deixa a desejar nos seus contos de "terror"
Não é de se admirar que seja mais um curta de grande esplendor.