O documentário mantém certo suspense até o ultimo segundo, como se criasse um receio, uma apreensão de que o guia acabe por encontrar um corpo. O doc, por se tratar desse tema, já é mórbido, mas a floresta parece ter uma energia negativa. Como se você sentisse ou imaginasse tudo o que se passa lá: aquelas fitas todas penduradas, as pessoas que foram lá dentro e voltaram, as pessoas que foram e não voltaram, as motivações, as mensagens lá deixadas e toda essa carga sentimental obscura.
Gostei de uma frase: "You think tou die alone, but tha'ts not true. Nobody is alone in this world" Qualquer que seja a crença do suicida, ninguém morre sozinho. O cara que se mata por pensar ser "desprezado por todos" não morre sozinho. Depois, o guia (que parece ser um cara sensacional) diz "nós temos que coexistir, cuidar uns dos outros".
Outra coisa que me marcou foi a parte que ele se refere a tecnologia, da possibilidade de se manter online o dia inteiro. Acho que os humanos não tem como suportar essa substituição massiva do real pelo virtual.. Medo das consequências disso no futuro.
Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies.
Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade
Aokigahara - A Floresta dos Suicidas
4.0 23O documentário mantém certo suspense até o ultimo segundo, como se criasse um receio, uma apreensão de que o guia acabe por encontrar um corpo. O doc, por se tratar desse tema, já é mórbido, mas a floresta parece ter uma energia negativa. Como se você sentisse ou imaginasse tudo o que se passa lá: aquelas fitas todas penduradas, as pessoas que foram lá dentro e voltaram, as pessoas que foram e não voltaram, as motivações, as mensagens lá deixadas e toda essa carga sentimental obscura.
Gostei de uma frase:
"You think tou die alone, but tha'ts not true. Nobody is alone in this world"
Qualquer que seja a crença do suicida, ninguém morre sozinho. O cara que se mata por pensar ser "desprezado por todos" não morre sozinho.
Depois, o guia (que parece ser um cara sensacional) diz "nós temos que coexistir, cuidar uns dos outros".
Outra coisa que me marcou foi a parte que ele se refere a tecnologia, da possibilidade de se manter online o dia inteiro. Acho que os humanos não tem como suportar essa substituição massiva do real pelo virtual.. Medo das consequências disso no futuro.