LEI e WONG chegam clandestinamente ao Equador a caminho da cidade portuária de Guayaquil. A partir daí, LEI planeja continuar sua jornada para Nova York, mas CHANG, um mafioso bipolar, decidirá seu destino por si mesmo. WONG involuntariamente se envolve na rede de corrupção que opera a usurpação de imigrantes chineses. Seu único objetivo é trazer seu filho de 12 anos da China. CHANG se apaixona por LEI, enquanto toma consciência de que seu “sonho chinês” de chegar a Nova York está em perigo. VICTOR, um jovem local, torna-se uma possível fuga. O Sr. LU, um calígrafo mais velho, ajuda os jovens imigrantes. A rejeição de LEI a CHANG revela sua personalidade implacável. Quando um esquema de contrabando coloca LEI e WONG em uma encruzilhada, eles só podem contar um com o outro para perseguir sua liberdade. “Vacío” narra a angústia do imigrante, quando as emoções profundas estão sujeitas às relações de poder masculinas e onde os indivíduos lutam para salvar a sua dignidade.
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É curioso como a direção consegue captar a expressão ameaçadora do olhar do ator de forma poderosa em certos momentos (vide a cena de conversa entre Chang e Lei no restaurante), mas peca muito ao tentar fazer com que o personagem tenha uma fisicalidade desnecessária. Quando Chang avança pra cima de Wong, não há intimidação nenhuma e isso se deve em muito pela falta de inventividade e insistência nos planos longos.
Crítica completa no site Canal Claquete.