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Sinopse
Um homem de 30 anos retorna do exterior após uma estadia frustrada para retomar seu antigo trabalho e as amizades. Mas o tempo não parou e agora ‘o passado é uma roupa que não lhe cabe mais’, como diz a música de Belchior.
O filme tem um viés naturalista, mas que acaba expondo incômodos técnicos, como uma câmera tremida demais em cenas calmas, uma ligação telefônica sem sincronia, ou uma inexplicável luz verde. Apesar disso, consegue um bom engajamento com pequenos detalhes de mise-en-scène, como o posicionamento do advogado-chefe e do protagonista, ou de montagem, como vermos as portas do elevador fecharem logo após a conquista de um novo emprego “formal” do Rached, em uma contradição bacana de ser percebida.
A juventude paulista geração-MTV cresceu e se frustrou. Belchior segue com a razão do título: “no presente, a mente, o corpo é diferente e o passado é uma roupa que não nos serve mais.”. Pessoas mudam, destinos são traçados de forma diferentes e os planos… Bem, nunca dá pra ser fiel aos planos da juventude.
O filme tem um viés naturalista, mas que acaba expondo incômodos técnicos, como uma câmera tremida demais em cenas calmas, uma ligação telefônica sem sincronia, ou uma inexplicável luz verde. Apesar disso, consegue um bom engajamento com pequenos detalhes de mise-en-scène, como o posicionamento do advogado-chefe e do protagonista, ou de montagem, como vermos as portas do elevador fecharem logo após a conquista de um novo emprego “formal” do Rached, em uma contradição bacana de ser percebida.
A juventude paulista geração-MTV cresceu e se frustrou. Belchior segue com a razão do título: “no presente, a mente, o corpo é diferente e o passado é uma roupa que não nos serve mais.”. Pessoas mudam, destinos são traçados de forma diferentes e os planos… Bem, nunca dá pra ser fiel aos planos da juventude.