Irene tem um trabalho que lhe proporciona grandes prazeres: ela viaja para inspecionar hotéis luxuosos, sozinha e em segredo. Ela aproveita muito, mas um dia sente que não tem nada e acredita que é o momento de fazer uma viagem por si mesma.
Filme que não tem nada de mais, não é comédia nem drama, a protagonista não tem muitos conflitos nem o roteiros muitos acontecimentos, mas o clima e charme do cinema italiano é suficiente para dar prender até o fim e gerar uma boa experiência.
Foi me conquistando aos pouquinhos e me provocou sentimentos que eu precisava sentir mas que, definitivamente, não esperava sentir com esse filme. Me emocionei muito quando Irene corre no carro para falar com a moça grávida, e ela, ao final da fala de Irene fica olhando-a por alguns segundos em silêncio. E então, apenas a abraça. No final, esperei um desfecho dramático, como já de costume. Achei que estava acontecendo quando Irene ia de despedindo se sua irmã dizendo que havia abandonado o emprego. Mas o filme é lindo porque demonstra o quanto experiência singelas e introspectivas podem nos mudar de tal maneira, mas sem que essa seja uma mudança tão radical. Irene segue sua rotina, mas com certeza nunca mais foi a mesma.
"Agora que você está prestes a sair do ambiente onde você já passou algum tempo, tome alguns segundos para avaliar sua experiência. Ela correspondeu as suas expectativas? Você a recomendaria para outras pessoas? Mesmo que você tenha se sentido, por vezes, desconfortável ou solitário? Você ainda tem tempo de escolher no futuro uma solução mais confortável e segura. Talvez mais adequados as necessidades de uma família. É bom ter em mente, no entanto, que a felicidade e o bem estar são conceitos estritamente pessoais: para algumas pessoas, a sensação de liberdade e aventura é uma parte essencial da experiência. CONFIE EM SEU INSTINTO! ESSA JORNADA É SUA! O CAMINHO QUE ESCOLHER É COM VOCÊ! FAÇA UMA BOA VIAGEM!".
As escolhas que fazemos ao longo da vida são definidoras daquilo que acabamos nos tornando. Mas teríamos realmente alguma escolha? Qual o lugar daquilo que comumente chamamos essência? "Viagem Solitária" da diretora Maria Sole Tognazzi é um filme muito simples, que pouco a pouco, ganha profundidade e até comove. Irene, a protagonista, é uma mulher independente, que tem um emprego aparentemente dos sonhos. Ela trabalha para uma revista inspecionando hotéis de luxo. Sua função é viajar o mundo, se hospedar em hotéis 5 estrelas e avalia-los. Algo bastante solitário, mas com o qual ela já se acostumou. Irene tem poucos amigos. Entre eles, um ex-namorado com o qual ainda mantêm uma relação bastante próxima. Ele está num novo relacionamento e a garota está grávida. Irene tem pouco tempo para fazer a manutenção de suas amizades e certo dia, numa de suas viagens, conhece uma antropóloga que mexe com sua visão de mundo. Haveria ainda tempo para alguma mudança? Por onde começar? Na realidade, tudo é muito simples e é a gente mesmo que complica tudo. A felicidade e a alegria apesar de serem conceitos subjetivos, são em sua essência muito simples. São feitos de pequenos gestos, demonstrações de afeto e importância. A beleza do filme reside nessa tomada de decisão de Irene. Não é preciso grandes mudanças de personalidade. Apenas uma pequena epifania: devemos valorizar mais as pessoas que estão ao nosso lado.
Gostei do filme, não é extraordinário, mas também não é de todo ruim. Felicidade um conceito extramente subjetivo.... o problema não é a gente e sim os outros, eu queria receber para ficar em hotéis cinco estrelas rs
Filme que não tem nada de mais, não é comédia nem drama, a protagonista não tem muitos conflitos nem o roteiros muitos acontecimentos, mas o clima e charme do cinema italiano é suficiente para dar prender até o fim e gerar uma boa experiência.
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Foi me conquistando aos pouquinhos e me provocou sentimentos que eu precisava sentir mas que, definitivamente, não esperava sentir com esse filme. Me emocionei muito quando Irene corre no carro para falar com a moça grávida, e ela, ao final da fala de Irene fica olhando-a por alguns segundos em silêncio. E então, apenas a abraça. No final, esperei um desfecho dramático, como já de costume. Achei que estava acontecendo quando Irene ia de despedindo se sua irmã dizendo que havia abandonado o emprego. Mas o filme é lindo porque demonstra o quanto experiência singelas e introspectivas podem nos mudar de tal maneira, mas sem que essa seja uma mudança tão radical. Irene segue sua rotina, mas com certeza nunca mais foi a mesma.
"Agora que você está prestes a sair do ambiente onde você já passou algum tempo, tome alguns segundos para avaliar sua experiência. Ela correspondeu as suas expectativas? Você a recomendaria para outras pessoas? Mesmo que você tenha se sentido, por vezes, desconfortável ou solitário? Você ainda tem tempo de escolher no futuro uma solução mais confortável e segura. Talvez mais adequados as necessidades de uma família. É bom ter em mente, no entanto, que a felicidade e o bem estar são conceitos estritamente pessoais: para algumas pessoas, a sensação de liberdade e aventura é uma parte essencial da experiência. CONFIE EM SEU INSTINTO! ESSA JORNADA É SUA! O CAMINHO QUE ESCOLHER É COM VOCÊ! FAÇA UMA BOA VIAGEM!".
"Não me odeie. Isso é uma ordem."
As escolhas que fazemos ao longo da vida são definidoras daquilo que acabamos nos tornando. Mas teríamos realmente alguma escolha? Qual o lugar daquilo que comumente chamamos essência? "Viagem Solitária" da diretora Maria Sole Tognazzi é um filme muito simples, que pouco a pouco, ganha profundidade e até comove. Irene, a protagonista, é uma mulher independente, que tem um emprego aparentemente dos sonhos. Ela trabalha para uma revista inspecionando hotéis de luxo. Sua função é viajar o mundo, se hospedar em hotéis 5 estrelas e avalia-los. Algo bastante solitário, mas com o qual ela já se acostumou. Irene tem poucos amigos. Entre eles, um ex-namorado com o qual ainda mantêm uma relação bastante próxima. Ele está num novo relacionamento e a garota está grávida. Irene tem pouco tempo para fazer a manutenção de suas amizades e certo dia, numa de suas viagens, conhece uma antropóloga que mexe com sua visão de mundo. Haveria ainda tempo para alguma mudança? Por onde começar? Na realidade, tudo é muito simples e é a gente mesmo que complica tudo. A felicidade e a alegria apesar de serem conceitos subjetivos, são em sua essência muito simples. São feitos de pequenos gestos, demonstrações de afeto e importância. A beleza do filme reside nessa tomada de decisão de Irene. Não é preciso grandes mudanças de personalidade. Apenas uma pequena epifania: devemos valorizar mais as pessoas que estão ao nosso lado.
Gostei do filme, não é extraordinário, mas também não é de todo ruim. Felicidade um conceito extramente subjetivo.... o problema não é a gente e sim os outros, eu queria receber para ficar em hotéis cinco estrelas rs