Um jovem psiquiatra se aventura numa jornada solitária para lutar contra sua depressão. No mar, ele grava histórias de pessoas que partiram deste mundo prematuramente. O que o aguarda no litoral é a grande ironia da vida.
O enredo explora temas universais como depressão e o suicídio,e explorando a nudez de uma forma exagerada, o que achei um pouco desnecessário...mas não chega a ser um filme bizarro, é um filme psicológico...+18
Caso o diretor, roteirista e produtor Scud investisse uma pequena fração de seu ego em sua antologia de história relacionadas à morte, creio que o resultado seria sensivelmente superior do que este Voyage. Ao menos isto nos privaria da constrangedora refeição envenenada que antecede os créditos iniciais - vergonha alheia define! - e da necessidade que demonstra de fazer-se presente por meio do seu alter-ego Ryo (Ryo van Kooten), psicólogo que revela histórias como terapia para curar sua própria depressão ou abraçá-la de uma vez por todas.
É também esse o propósito de Scud, conferindo uma dimensão pessoal ao projeto na introdução de entes queridos falecidos através de histórias, curtas na verdade, narrados com sensibilidade, simbolismo e... nudez frontal gratuita que prova a imaturidade do duretir. Individualmente, determinados elementos funcionam - o triste curta da mãe mediúnica e do filho e a divertida recriação de um Tom Cruise oriental movido pela cientologia a voar (!) -; entretanto, unidos em conjunto pelo roteiro esquemático, fácil e indisciplinado, revelam-se apenas um projeto de vaidade descartável.
O enredo explora temas universais como depressão e o suicídio,e explorando a nudez de uma forma exagerada, o que achei um pouco desnecessário...mas não chega a ser um filme bizarro, é um filme psicológico...+18
Scud sendo Scud. Sua fixação pelo o surrealismo, depressão e morte.
Gente pelada, gente pelada, gente pelada, gente pelada.....
Caso o diretor, roteirista e produtor Scud investisse uma pequena fração de seu ego em sua antologia de história relacionadas à morte, creio que o resultado seria sensivelmente superior do que este Voyage. Ao menos isto nos privaria da constrangedora refeição envenenada que antecede os créditos iniciais - vergonha alheia define! - e da necessidade que demonstra de fazer-se presente por meio do seu alter-ego Ryo (Ryo van Kooten), psicólogo que revela histórias como terapia para curar sua própria depressão ou abraçá-la de uma vez por todas.
É também esse o propósito de Scud, conferindo uma dimensão pessoal ao projeto na introdução de entes queridos falecidos através de histórias, curtas na verdade, narrados com sensibilidade, simbolismo e... nudez frontal gratuita que prova a imaturidade do duretir. Individualmente, determinados elementos funcionam - o triste curta da mãe mediúnica e do filho e a divertida recriação de um Tom Cruise oriental movido pela cientologia a voar (!) -; entretanto, unidos em conjunto pelo roteiro esquemático, fácil e indisciplinado, revelam-se apenas um projeto de vaidade descartável.