Muito bom ver o registro e notar nomes e sobrenomes de origem indígena nos créditos, reafirmando a evolução de um cinema burguês que se torna popular. Em tempos de embate dentro do cinema a cerca da representação dos grupos de minoria, a auto-representação de índios na sétima arte é de dar orgulho ao Brasil.
É maravilhoso ver e ouvir cada frase de empoderamento, politização, esperança e, acima de tudo, luta dessas mulheres. As reflexões sobre o protagonismo feminino e indígena se torna ainda mais necessário num momento como este, no Brasil. Sem contar na esperança renovadora que Alice Maciel transmite, com muita desenvoltura, quando se declara atuante da luta enquanto jovem e mulher. Parabéns pela produção!
Muito bom ver o registro e notar nomes e sobrenomes de origem indígena nos créditos, reafirmando a evolução de um cinema burguês que se torna popular. Em tempos de embate dentro do cinema a cerca da representação dos grupos de minoria, a auto-representação de índios na sétima arte é de dar orgulho ao Brasil.
É maravilhoso ver e ouvir cada frase de empoderamento, politização, esperança e, acima de tudo, luta dessas mulheres. As reflexões sobre o protagonismo feminino e indígena se torna ainda mais necessário num momento como este, no Brasil. Sem contar na esperança renovadora que Alice Maciel transmite, com muita desenvoltura, quando se declara atuante da luta enquanto jovem e mulher. Parabéns pela produção!