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Data de lançamento
15 Jan. 2021Duração
Após os eventos de "Vingadores: Ultimato" (2019), Wanda Maximoff e Visão se esforçam para levar uma vida normal no subúrbio e esconder seus poderes. Mas a dupla de super-heróis logo começa a suspeitar que nem tudo está tão certo assim. Eles se encontram, na verdade, dentro de uma constante sitcom, que vai desde a década de 50 até os dias de hoje. Conforme o tempo passa, Wanda e Visão perdem o controle da situação, sem saber mais o que é real e o que é ficção. Eles ficam presos em um eterno vai e vem: da Era de Ouro da TV nos EUA, com imagens em preto e branco, ao presente - e vice-versa.
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"Mas o que é o luto, senão o amor que perdura?"<br/>Vi um edit no insta, mandei para meu psi e trocamos umas ideias na sessão. Ele é incrível e manja muito do universo de quadrinhos, séries... (inclusive já me indicou outras personagens pra eu trabalhar questões)<br/>Dá para entender o que ela fez? Óbvio. Justificar? Não necessariamente. Mas Wanda é humana, demasiado humana (a mais de todas) e de coração bom. Não foi a única a bagunçar o multiverso e passo pano rosa com glitter para ela rs
Termino essa série pela terceira vez e ainda não consigo comentar a respeito
"What is grief, if not love persevering?"
Estou no penúltimo capítulo, só um pouquinho atrasado, considerando a data de lançamento hahaha. A série tem sido uma agradável surpresa, não imaginava que o MCU seria capaz de explorar de maneira tão criativa e autêntica a profundidade emocional dos personagens envolvidos! Carregados de simbolismo e subtexto, os comerciais dentro dos episódios têm sido um momento muito aguardado, fonte agridoce de pistas e (re)descobertas sobre o universo Marvel.
Já a frase dita pelo Visão foi a que mais me marcou até agora. Para mim, ela funciona como a síntese emocional e filosófica de WandaVision: condensa, em poucas palavras, o eixo central da série — o luto. Um processo nunca estático, mas vivo, caótico e multifacetado, que molda nossa percepção do mundo e as relações ao redor. A série o apresenta como uma força transformadora, capaz tanto de criar quanto de destruir, e como a origem de uma magia — literal e metafórica — que nasce de uma dor que insiste em existir porque o amor permaneceu.
Aliás, pode soar piegas, mas acredito que o amor — familiar, afetivo ou romântico — dure sim para sempre, apenas não da forma a que estávamos acostumados.
Ademais, tem sido ainda um belo estudo de personagem e de temas secundários da obra, como identidade e aprisionamento emocional. Agora só resta torcer para que o final esteja no mínimo à altura!
Wandavision claramente poderia substituir Caça Talentos ou TV Globinho.
Amei, muito bom. Sensacional. A Marvel tinha me decepcionado, por isso não tinha visto mais nada há muito tempo, mas essa série ficou boa demais e me deu vontade de voltar a ver novamente os filmes da Marvel.
~-7/8/25