Um jovem encontra um jardim mágico que lhe permite viajar pelo tempo e conhecer seus parentes de diferentes épocas, com orientação de sua irmã mais nova do futuro.
Que inferno. Filme altamente anticoncepcional. Assisti dublado. A dublagem do menino birrento foi tão bem feita que dava vontade de partir pra agres.são do dublador kkkkkk vida real em excesso. Pai banana, mãe chata e menino abusado. Assisti até o final, mas a que custo?
Mirai aborda a importância de se ter uma família. Entre a fantasia e realidade, Kun-chan em seu processo de amadurecimento aprende que o amor não é egoísta ou ciumento, pois o amor só faz sentido quando é compartilhado. Animação leve e agitada como um choro de um neném.
Entendo ele não ter sido tão bem recebido quanto os filmes anteriores de Hosoda. É mais infantil, sendo um coming of age do início da infância para... bom, uma infância um pouco mais amadurecida kkkk Também tem o detalhe de boa parte do filme ser birra e choros de criança, coisa que nem quem é pai e mãe aguenta ouvir. O roteiro segue uma estrutura bem formulaica também, sem grandes reviravoltas e ficando repetitivo com o passar dos minutos.
Mas gostei tanto do tema. É uma reflexão tão simples mas tão essencial sobre vida, família e crescimento, sobre como estamos todos conectados ao mesmo tempo que propagamos nossos próprios ramos e raízes. Isso não é exatamente novidade para Hosoda, uma das maiores marcas autorais dele é justamente a forma em que utiliza o fantástico para falar sobre temas humanos. Em Guerras de Verão, temos uma visão ampla sobre a complexidade das relações familiares. Em Crianças Lobo, temos os desafios da maternidade solo. Aqui, temos uma criança descobrindo sua própria família ao mesmo tempo que descobre a si mesmo.
Visto em 07/10/2023. É sempre bom ver uma família funcional, apesar de algumas dificuldades. Os designs são bonitos e animação é muito boa, Kun é meio irritante as vezes mas é compreensível. Acho que assistir com uma criança seria uma melhor experiência.
Que inferno. Filme altamente anticoncepcional. Assisti dublado. A dublagem do menino birrento foi tão bem feita que dava vontade de partir pra agres.são do dublador kkkkkk vida real em excesso. Pai banana, mãe chata e menino abusado. Assisti até o final, mas a que custo?
Mirai aborda a importância de se ter uma família. Entre a fantasia e realidade, Kun-chan em seu processo de amadurecimento aprende que o amor não é egoísta ou ciumento, pois o amor só faz sentido quando é compartilhado.
Animação leve e agitada como um choro de um neném.
Entendo ele não ter sido tão bem recebido quanto os filmes anteriores de Hosoda. É mais infantil, sendo um coming of age do início da infância para... bom, uma infância um pouco mais amadurecida kkkk Também tem o detalhe de boa parte do filme ser birra e choros de criança, coisa que nem quem é pai e mãe aguenta ouvir. O roteiro segue uma estrutura bem formulaica também, sem grandes reviravoltas e ficando repetitivo com o passar dos minutos.
Mas gostei tanto do tema. É uma reflexão tão simples mas tão essencial sobre vida, família e crescimento, sobre como estamos todos conectados ao mesmo tempo que propagamos nossos próprios ramos e raízes. Isso não é exatamente novidade para Hosoda, uma das maiores marcas autorais dele é justamente a forma em que utiliza o fantástico para falar sobre temas humanos. Em Guerras de Verão, temos uma visão ampla sobre a complexidade das relações familiares. Em Crianças Lobo, temos os desafios da maternidade solo. Aqui, temos uma criança descobrindo sua própria família ao mesmo tempo que descobre a si mesmo.
Visto em 07/10/2023.
É sempre bom ver uma família funcional, apesar de algumas dificuldades. Os designs são bonitos e animação é muito boa, Kun é meio irritante as vezes mas é compreensível. Acho que assistir com uma criança seria uma melhor experiência.
22-05-2022