Lee Young Joon é vice-presidente da empresa de sua família, o Grupo Yoomyung. Ele é tão narcisista que não presta atenção no que a secretária de sua confiança, Kim Mi So, tenta dizer a ele a maior parte do tempo. Depois de nove anos cuidando da reputação de Young Joon e massageando seu grande ego, Min So decide pedir demissão. Será que Young Joon vai aceitar o fato de que Mi So não quer mais trabalhar para ele ou ele vai ficar com a ideia errada?
Emissora: tvN • Episódios: 16 • Duração: 70 min.
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Tão bobinho mas tão gostosinho de assistir.
Apaixonada pelos dois protagonistas lindíssimos.
só uma obs.: a história mais tosca e desnecessária que eu já vi foi a do cara do terno, mas foi fofinho o final dele.
Achei o prota extremamente chato, só melhora nos últimos episódios quando ele deixa a arrogância de lado e começa a se comportar como uma pessoa normal. As cenas dele com o sogro são muito boas.
A secretária Kim é perfeita, Park Min Young maravilhosa.
Amei que foi o primeiro dorama que vi com uma família riquíssima, mas que não era tóxica nem maltratava os filhos em busca de algo relacionado aos negócios . A mãe do Young Joon é muito fofa.
A família da Mi So tbm é muito fofa, apesar de terem explorado muito ela, se tratam com muito amor e consideração.
Os coadjuvantes são ok.
Eu tô assistindo novamente porque foi um dorama que amei. Ao vê-lo novamente percebo que deveria ter sido apenas 12 episódios e não 16. Apesar de ser 16 e a gente ver o que a gente pede nos demais doramas, o casal sendo desenvolvido, pedidos de casamentos e coisas triviais. Gostamos mas aqui ficou demais. 12 seria suficiente. Continua sendo um dos meus doramas fav.
Como eu sempre digo, não sabem quando é a hora de terminar um dorama e isso sempre acaba estragando os finais. Pra mim, esse só precisava de 12 episódios, no máximo. O suficiente pra desenvolver e encerrar o suspense envolvendo os protagonistas e o tal sequestro de quando eram crianças, porque os últimos quatro episódios (ou 6, nem lembro), não tem mais o que contar. O casal é um casal, com diálogos e cenas repetitivas, terminei de ver só pra ver os outros casais. O irmão mais velho (que não convence ninguém que ele é mais velho que o outro) perde qualquer relevância logo que ele entra, os diálogos do YoungJoon são todos os mesmos falando sobre a secretária Kim e os dela a mesma coisa. Enfim, dá pra rir bastante, mas decepciona bastante na reta final.
A única coisa errada é esses dois demorarem tanto para formarem um casal. Senhorita Kim perfeita, parece uma boneca. E vice-presidente Lee perfeito também (mas não conta pra ele, porque seu ego já é grande demais 🤫).
Amei os primeiros episódios, achei hilário o ego inflado do Young Joon. Ele é mais exagerado no início, mas dá uma bela reduzida no decorrer da série. O casal é muito bom, tanto na relação de trabalho quanto como namorados. Gostei também que eles foram o primeiro casal que vi beijando com mais empolgação do que geralmente vemos em doramas. Entretanto, todavia, não consegui me divertir tanto quanto eu esperava. Achei a trama — com exceção da com relação ao casal — extremamente mal roteirizada, e nunca me importei com os coadjuvantes. Nenhum deles. Principalmente o chato do terno e sua obsessão em manter seu segredo estúpido que foi usado como justificativa para uni-lo com seu par. Que traminha mais bleh.
Além do desenvolvimento do casal, existe um mistério que não é bem mistério. Ele me deixou bem curiosa, pois não fazia sentido, e fez menos sentido ainda quando foi concluído.
Sempre foi óbvio qual irmão foi sequestrado. O mistério envolvia saber a razão do escritor vir com a história de ter sido abandonado e sequestrado, e ninguém contestá-lo. Gente... Que família merda é essa? O Young Joon é sequestrado por uma doida aleatória, fica refém por 4 dias, volta cheio de traumas e cicatrizes, mas é o Sung Yeon que vira o coitado? E a família deixa?! Não me pareceu por remorso, mas inveja da atenção. Eu sabia que era ilógico o CEO Lee ter abandonado o irmão, já que ele havia dito que o irmão era o pior quando se tratava do bullying que ele sofria. O Lee pode ser um tanto egocêntrico (um narcisista de verdade não teria se preocupado em cuidar da família e não se importaria com ninguém além de si mesmo), mas ele nunca faz mal por querer. Claramente, ele não tem noção de quando está sendo maldoso. A família achou mais justo deixar o filho que de fato sofreu carregar o peso da culpa e deixar o mimado se tornar a vítima. Isso é ridículo.
A trama do escritor Morpheu é esquecida no momento que ele surge na história. Os traumas do CEO são todos curados com um beijo. O amigo do Lee só fica choramingando pela ex e fazendo caras e bocas. Nada tem uma uma boa resolução, o que me deixou com um tanto de má vontade para continuar vendo. Não foi ruim. Me diverti com os protagonistas, e os episódios passam rápido. Porém, sempre ficava um sentimento de que podia ser bem melhor. E podia mesmo.