Na Inglaterra, dois vampiros bissexuais britânicos tentam libertar Demônio. O detetive Lutz, do Departamento de Polícia de Los Angeles, e o Bureau 17 da Interpol tentam pegá-los.
Um mago de um culto a Satanás é preso pela polícia Londrina. A detetive Lutz, de Los Angeles, é chamada, pois ele é suspeito de diversos crimes ritualísticos em L.A. Antes que possa interrogá-lo, uma gangue de vampiras invade a delegacia e salva o mago. Ele é salvo para que possa interpretar um livro antigo, de uma língua que as vampiras não conseguem entender, para que seus Deus (segundo elas mais poderoso que Satanás) lhes dê poderes inimagináveis. Porém, para evitar que isso aconteça, a detetive Lutz se junta a Celeste, uma investigadora da Interpol que também é uma bruxa.
Décima e pior seqüência da série. A única ligação com os outros filmes é a detetive Lutz, que também é o único destaque feminino, interpretada por Stephanie Beaton. Neste, ao invés de Willian Spanner, colocaram outro mago, no caso uma bruxa, Celeste, que protagoniza, junto com as vampiras, as cenas mais ridículas do filme. Nem as cenas de sexo softcore são aproveitáveis. Tudo é tão mal encenado e mal feito que nem sei por onde começar a contar sobre os defeitos do filme. Vamos enumerar:
1° As vampiras. Elas são algo tão ridículo, que fazem frente ao “vampiro-purpurina” de “Crepúsculo”. Primeiro o caminhar delas. É algo caricato, feito em danças, que só serve para mostrar mais as curvas das atrizes. E quando elas falam, é mais caricato ainda, forçando timbre de voz, numa mistura que fica sem sentido. Aliás, o filme todo é sem sentido.
2° As cenas de luta. Nenhuma, mas nenhuma mesmo precisava aparecer no filme. Elas são tão mal encenadas que é impossível descrever, só mesmo vendo o filme. Mas uma é destaque...
3° ...em um beco, um bêbado (que caminhando mais parece uma bicha velha) encontra uma moeda e é cercado por duas vampiras. Elas lhe sugam o sangue e então aparece a bruxa boazinha, Celeste, que desafia as vampiras para uma luta. Um delas, interpretada por Emily Boufantte, se apresenta para a luta. A seqüência onde ela “mostra” seus dotes marciais é tão ridícula, mas tão ridícula, que eu não faço idéia como o diretor do filme deixou esta merda passar e ficar na película. Mas não termina por aí. Celeste desenvolve um novo estilo de luta: ela fica de braços cruzados esperando sua adversária investir contra ela e, de braços cruzados, desferindo golpes de cotovelo, ela consegue vencer a adversária, para depois lhe fincar uma estaca no peito.
4° Não sei por que, mas alguns dos mortos simplesmente desaparecem de cena. Por exemplo, na cena da libertação do mago Hyde, da delegacia, uma das vampiras é morta com uma estaca. Na cena seguinte, ela simplesmente desaparece, deixando apenas um dos policiais morto. E este policial, que foi morto pelas vampiras, não se transforma em vampiro, quando todos os outros da delegacia, durante o filme inteiro, quando mordidos, se transformam.
5° No “clímax” do filme, numa das cenas de sacrifício, um dos subalternos (na realidade o único) do mago Hyde, corta a garganta da vítima do FOGO. Só que ao invés do sangue jorrar pela garganta, ele jorra por todas as outras partes possíveis, menos de onde ele está sendo cortado.
Enfim, o filme todo é uma seqüência de cenas mal feitas, péssimos atores que não sabem interpretar texto algum, locais dos mais esdrúxulos possíveis, as explicações sem pé nem cabeça e um final, com uma morte totalmente fora de propósitos. O pior de toda a série sem sombra de dúvidas. Já comecei a sentir saudades dos filmes onde o personagem principal era Willian Spanner. Faltam mais 3...
Um mago de um culto a Satanás é preso pela polícia Londrina. A detetive Lutz, de Los Angeles, é chamada, pois ele é suspeito de diversos crimes ritualísticos em L.A. Antes que possa interrogá-lo, uma gangue de vampiras invade a delegacia e salva o mago. Ele é salvo para que possa interpretar um livro antigo, de uma língua que as vampiras não conseguem entender, para que seus Deus (segundo elas mais poderoso que Satanás) lhes dê poderes inimagináveis. Porém, para evitar que isso aconteça, a detetive Lutz se junta a Celeste, uma investigadora da Interpol que também é uma bruxa.
Décima e pior seqüência da série. A única ligação com os outros filmes é a detetive Lutz, que também é o único destaque feminino, interpretada por Stephanie Beaton. Neste, ao invés de Willian Spanner, colocaram outro mago, no caso uma bruxa, Celeste, que protagoniza, junto com as vampiras, as cenas mais ridículas do filme. Nem as cenas de sexo softcore são aproveitáveis. Tudo é tão mal encenado e mal feito que nem sei por onde começar a contar sobre os defeitos do filme. Vamos enumerar:
1° As vampiras. Elas são algo tão ridículo, que fazem frente ao “vampiro-purpurina” de “Crepúsculo”. Primeiro o caminhar delas. É algo caricato, feito em danças, que só serve para mostrar mais as curvas das atrizes. E quando elas falam, é mais caricato ainda, forçando timbre de voz, numa mistura que fica sem sentido. Aliás, o filme todo é sem sentido.
2° As cenas de luta. Nenhuma, mas nenhuma mesmo precisava aparecer no filme. Elas são tão mal encenadas que é impossível descrever, só mesmo vendo o filme. Mas uma é destaque...
3° ...em um beco, um bêbado (que caminhando mais parece uma bicha velha) encontra uma moeda e é cercado por duas vampiras. Elas lhe sugam o sangue e então aparece a bruxa boazinha, Celeste, que desafia as vampiras para uma luta. Um delas, interpretada por Emily Boufantte, se apresenta para a luta. A seqüência onde ela “mostra” seus dotes marciais é tão ridícula, mas tão ridícula, que eu não faço idéia como o diretor do filme deixou esta merda passar e ficar na película. Mas não termina por aí. Celeste desenvolve um novo estilo de luta: ela fica de braços cruzados esperando sua adversária investir contra ela e, de braços cruzados, desferindo golpes de cotovelo, ela consegue vencer a adversária, para depois lhe fincar uma estaca no peito.
4° Não sei por que, mas alguns dos mortos simplesmente desaparecem de cena. Por exemplo, na cena da libertação do mago Hyde, da delegacia, uma das vampiras é morta com uma estaca. Na cena seguinte, ela simplesmente desaparece, deixando apenas um dos policiais morto. E este policial, que foi morto pelas vampiras, não se transforma em vampiro, quando todos os outros da delegacia, durante o filme inteiro, quando mordidos, se transformam.
5° No “clímax” do filme, numa das cenas de sacrifício, um dos subalternos (na realidade o único) do mago Hyde, corta a garganta da vítima do FOGO. Só que ao invés do sangue jorrar pela garganta, ele jorra por todas as outras partes possíveis, menos de onde ele está sendo cortado.
Enfim, o filme todo é uma seqüência de cenas mal feitas, péssimos atores que não sabem interpretar texto algum, locais dos mais esdrúxulos possíveis, as explicações sem pé nem cabeça e um final, com uma morte totalmente fora de propósitos. O pior de toda a série sem sombra de dúvidas. Já comecei a sentir saudades dos filmes onde o personagem principal era Willian Spanner. Faltam mais 3...