Will Spanner, separado de seu corpo, encontra uma prostituta que pode ouvi-lo. Enquanto isso, os detectives Lutz e Garner investigam uma série de assassinatos aparentemente ligados ao antigo Egito.
William Spanner volta a atacar nesta seqüência. Agora como um fantasma que consegue se comunicar com uma prostituta. Juntamente com isso, os detetives Lutz e Garner estão tentando desvendar um caso de assassinato. O assassino mata mulheres jovens, arrancando seu coração e deixando, escrito em sangue, hieróglifos egípcios. Através da prostituta, Will faz a conexão entre os casos e o que está ocorrendo com sua namorada Keli, que está em perigo de morrer através do culto.
O que eu posso falar dessa seqüência... MEU DEUS!?!?!?!? Que coisa mais horrível.
No começo do filme é mostrado um resumo da morte de Willian Spanner, novamente interpretado por David Byrnes. Porém todo o resto do cast muda. Juntamente com um resumo da parte 7, eles ainda mostram o começo do primeiro filme, onde pessoas matam queimados dois bruxos, que seriam o pai e a sogra do primeiro filme. Mas é somente isso que liga os filmes. E é aí que começam a entrar os furos. Willian Spanner morre na parte 7 na mansão do vampiro, com uma estaca no coração. Neste, ele ressuscita em uma galeria de arte, com outro corpo ao seu lado, sem conexão alguma com o que aconteceu na parte 7. Então por que raios colocaram aquele resumo no começo do filme. Será que os roteiristas acreditam que quem assiste a softcores (sim, este é mais um exemplar do Cine Prive) é tão imbecil a ponto de ficar apenas olhando para as gostosas que eles exibem. Aliás, mudando um pouco de assunto, elas são a única parte interessante do filme. Desfilando sempre de mini saias, com decotes exorbitantes, as mulheres são o único interesse deste filme. Destaque para Sheila, a prostituta, interpretada por Landon Hall, com menção honrosa para Keli, interpretada por Leah Kourtne Ballantine. Mas que também, só servem para mostrar o corpo pois são péssimas atrizes.
Continuando com as falhas, Will sempre morou em mansões. Agora, ele mora em um condomínio (que é só dele, para parecer que é uma mansão). Só que segundo o próprio filme, só se passou um dia desde que Will morreu. Como ele consegue se mudar tão rapidamente (no caso sua namorada, Keli). Pra completar, quando a dupla de policiais, aos quais Will ajudou no último caso, quando entram na “nova” casa de Will, fazem um comentário: “Mas ele não morava em uma mansão em Beverlly Hills?” (referindo-se a parte 7), quando em resposta, a detetive Lutz fala: “Você já viu ele em algum caso recentemente?”. Porra, se o cara estava ajudando eles há um dia, e estava em uma mansão em Beverlly Hills, como se mudou tão rápido. E além do mais, como os dois detetives não sabem que Will está morto (é, os dois pensam que ele está vivo, mesmo tendo visto morrer na mansão do vampiro)? E agora vamos para a pior parte do filme, o final. O corpo de Will está possuído por um membro da seita egípcia. Mas como está ferido mortalmente, ele deseja trocar o corpo de Will pelo corpo de Keli. Ajudado por Kofu (que no final se revela como o cafetão de Sheila), ele está pronto para o sacrifício quando Sheila, com o espírito de Will, adentra na “nova” casa de Will e acaba com a festa. Nocauteando Will, Sheila fica na defensiva quando seu cafetão (o tal Kofu, mas que como cafetão se chamava Jack) coloca uma adaga no pescoço de Keli ameaçando matá-la. É aí que entram os dois detetives e Kofu se distrai. Sheila se arrasta por trás dele e acende, com uma vela, o saiote dele. Com uma pequena chama, Kofu se desespera e larga Keli, para morrer queimado em segundos (?!?!?!?). Do nada, o espírito de Will volta para o corpo dele e ele beija sua namorada e o filme acaba. Tá, mas e o que aconteceu com a prostituta, protagonista principal do filme??? Simplesmente desapareceu?
Outra coisa muito ridícula é a forma com Will tenta fazer contato físico com as pessoas. Como é etéreo e se tentasse encostar em alguém sua mão atravessaria o corpo, o diretor, por falta de dinheiro, pede que ele só aproxime a mão dos corpos. É tão ridículo que só assistindo. Além disso, numa tentativa de humor, quando Sheila invade a casa de Will, possuída por seu espírito, ela da uma “coçada de saco” para mostrar que é macha na entrada. Algo totalmente desnecessário e que ficou deveras ridículo. E somente para completar as barbáries feitas neste filme, em detrimento de qualquer cérebro dos espectadores que assistiram o resto da série, o roteirista quer que acreditemos que, em um dia, um culto se instalou dentro da casa de Will.
Bom, o filme só vale pelas mulheres peladas. Estou penando para assistir a todos, mas vamos continuar, agora só faltam mais 4 filmes para chegarmos ao final.
William Spanner volta a atacar nesta seqüência. Agora como um fantasma que consegue se comunicar com uma prostituta. Juntamente com isso, os detetives Lutz e Garner estão tentando desvendar um caso de assassinato. O assassino mata mulheres jovens, arrancando seu coração e deixando, escrito em sangue, hieróglifos egípcios. Através da prostituta, Will faz a conexão entre os casos e o que está ocorrendo com sua namorada Keli, que está em perigo de morrer através do culto.
O que eu posso falar dessa seqüência... MEU DEUS!?!?!?!? Que coisa mais horrível.
No começo do filme é mostrado um resumo da morte de Willian Spanner, novamente interpretado por David Byrnes. Porém todo o resto do cast muda. Juntamente com um resumo da parte 7, eles ainda mostram o começo do primeiro filme, onde pessoas matam queimados dois bruxos, que seriam o pai e a sogra do primeiro filme. Mas é somente isso que liga os filmes. E é aí que começam a entrar os furos. Willian Spanner morre na parte 7 na mansão do vampiro, com uma estaca no coração. Neste, ele ressuscita em uma galeria de arte, com outro corpo ao seu lado, sem conexão alguma com o que aconteceu na parte 7. Então por que raios colocaram aquele resumo no começo do filme. Será que os roteiristas acreditam que quem assiste a softcores (sim, este é mais um exemplar do Cine Prive) é tão imbecil a ponto de ficar apenas olhando para as gostosas que eles exibem. Aliás, mudando um pouco de assunto, elas são a única parte interessante do filme. Desfilando sempre de mini saias, com decotes exorbitantes, as mulheres são o único interesse deste filme. Destaque para Sheila, a prostituta, interpretada por Landon Hall, com menção honrosa para Keli, interpretada por Leah Kourtne Ballantine. Mas que também, só servem para mostrar o corpo pois são péssimas atrizes.
Continuando com as falhas, Will sempre morou em mansões. Agora, ele mora em um condomínio (que é só dele, para parecer que é uma mansão). Só que segundo o próprio filme, só se passou um dia desde que Will morreu. Como ele consegue se mudar tão rapidamente (no caso sua namorada, Keli). Pra completar, quando a dupla de policiais, aos quais Will ajudou no último caso, quando entram na “nova” casa de Will, fazem um comentário: “Mas ele não morava em uma mansão em Beverlly Hills?” (referindo-se a parte 7), quando em resposta, a detetive Lutz fala: “Você já viu ele em algum caso recentemente?”. Porra, se o cara estava ajudando eles há um dia, e estava em uma mansão em Beverlly Hills, como se mudou tão rápido. E além do mais, como os dois detetives não sabem que Will está morto (é, os dois pensam que ele está vivo, mesmo tendo visto morrer na mansão do vampiro)? E agora vamos para a pior parte do filme, o final. O corpo de Will está possuído por um membro da seita egípcia. Mas como está ferido mortalmente, ele deseja trocar o corpo de Will pelo corpo de Keli. Ajudado por Kofu (que no final se revela como o cafetão de Sheila), ele está pronto para o sacrifício quando Sheila, com o espírito de Will, adentra na “nova” casa de Will e acaba com a festa. Nocauteando Will, Sheila fica na defensiva quando seu cafetão (o tal Kofu, mas que como cafetão se chamava Jack) coloca uma adaga no pescoço de Keli ameaçando matá-la. É aí que entram os dois detetives e Kofu se distrai. Sheila se arrasta por trás dele e acende, com uma vela, o saiote dele. Com uma pequena chama, Kofu se desespera e larga Keli, para morrer queimado em segundos (?!?!?!?). Do nada, o espírito de Will volta para o corpo dele e ele beija sua namorada e o filme acaba. Tá, mas e o que aconteceu com a prostituta, protagonista principal do filme??? Simplesmente desapareceu?
Outra coisa muito ridícula é a forma com Will tenta fazer contato físico com as pessoas. Como é etéreo e se tentasse encostar em alguém sua mão atravessaria o corpo, o diretor, por falta de dinheiro, pede que ele só aproxime a mão dos corpos. É tão ridículo que só assistindo. Além disso, numa tentativa de humor, quando Sheila invade a casa de Will, possuída por seu espírito, ela da uma “coçada de saco” para mostrar que é macha na entrada. Algo totalmente desnecessário e que ficou deveras ridículo. E somente para completar as barbáries feitas neste filme, em detrimento de qualquer cérebro dos espectadores que assistiram o resto da série, o roteirista quer que acreditemos que, em um dia, um culto se instalou dentro da casa de Will.
Bom, o filme só vale pelas mulheres peladas. Estou penando para assistir a todos, mas vamos continuar, agora só faltam mais 4 filmes para chegarmos ao final.