Mesmo não gostando consegue ser melhor que Jogos Vorazes.
Um grupo de estudantes japoneses foi mandado para uma ilha deserta por um governo fascista. Munidos de provisões, armas e mapas, eles são dispersados pela ilha e têm de encontrar uns aos outros em três dias. Cada um tem de usar um colar que explode em caso de quebra das regras.
Assim que terminei de assistir fui conversar com um amigo e olha a surpresa: o filme foi baseado em um mangá. O traço não me agradou mas a história é bem explicada. Recomendo para quem quiser entender melhor esse filme.
As partes mais toscas, são as melhores. A ideia do filme me remeteu um poco a Videodrome. Vale a pena assistir num sábado a noite se você ficar em casa.
Não achei tão melhor que The Hunger Games, ambos possuem suas qualidades e defeitos. Battle Royale é tão inverossímil e e cheio de absurdos que não consegui levar à sério
as pessoas eram atingidas por 50 tiros e conseguiam dizer suas últimas palavras antes de morrer???
É, infelizmente eles poderiam ter um melhor filme se o público alvo não fossem jovens. Mas o filme me surpreendeu (THG) pelo fato de eu esperar uma merda, já que anunciavam como o novo Crepúsculo, e eu encontrar um filme que me agradou bastante, me lembrando de fatos trazidos do 1984 que é um dos meus livros preferidos.
melhor que jogos vorazes
na verdade existem muitos filmes com esse tema que são superiores ao jogos vorazes
aqui ele consegue cumprir a sua proposta com maestria
claro que as atuações não são tão boas
mas você realmente sente pena dos protagonistas
em algumas partes da até vontade de chorar
coisa que o jogos vorazes não consegue passar para o publico
um grande filme
pretendo comprar em dvd se eu encontrar
Realmente, The Hunger Games se influenciou demaaais por esse filme. Mas mesmo sem os efeitos americanos, sem excelentes atuações e sem ir a fundo na história de cada personagem, Battle Royale me provocou um sentimento que The Hunger Games não conseguiu: tristeza (na morte de ALGUNS dos personagens).
Um Hunger Games que não foi diluído para adolescentes, Battle Royale é um espetáculo sangrento e devastador que guarda abaixo de toda a sua crueza, brutalidade e interpretações histriônicas uma crítica severa ao sistema educacional japonês e uma poderosa metáfora aos conflitos de gerações entre jovens e adultos.
Jogos Vorazes é muito mais político que Battle Royale, mas é uma história divida em três filmes/livros, por isso infelizmente não ficou tão claro no primeiro filme.
Mas apesar de serem premissas MUITO parecidas, não dá pra comprar: são culturas diferentes.
Realmente, acho que os dois filmes tem propostas diferentes, não é algo comparável. Além de que Jogos Vorazes é um filme um tanto quanto limitado, porém não o torna horrível.
Esse recado foi MODERADO.
Motivo: Infração dos Termos de Uso. Divulgação de links com conteúdo ilegal.
Equipe Filmow.comIdéia muito daora! Uma pena que as atuações não foram tão espetaculares assim, mas o contexto é muito foda!
MUITO BOM, violento, rápido, brutal e bem realizado, Battle Royale é um dos filmes mais interessantes provenientes do oriente. A história é bastante original e com certeza influenciou bastante "The Hunger Games". Muito bom mesmo.
Acho que o sucesso de Hunger Games se deve ao fato de ter romance e temática adolescente, logo atraindo maior público. Ou você acha que um filme violento e com temática mais pesada com BR entraria em cartaz e encheria cinemas pelo mundo afora?
Beijação e romance água-com-açúcar sempre vende muito.
Não é à toa que esse é um dos filmes mais amados por Quentin Tarantino.
Confesso que até agora to tentando descobrir quem é quem e quem era apaixonado por quem (eita confusão em!). Achei o filme espetacular. Na verdade, a ideia do filme. Minha unica critica é a falta de uma proximidade com todos os estudantes, queria tanto saber mais sobre a historia de cada um!
Oi fernanda! Obrigada pela dica. Depois que vi o filme já fui em busca do mangá :)
Bom, acompanhando os comentários anteriores, nem sei se faço a comparação com Jogos Vorazes com medo de ser crucificado (ainda que seja impossível não comparar a semelhança dos roteiros). Mas aí também teria que citar Btooom!, Os Condenados e outros tantos que saíram bem após essa história... As atuações são muito fracas em relação aos personagens do mangá. Tentei ver como um filme à parte sem fazer comparações com a história original, mas como entretenimento é bem divertido. Litros de sangue e balas infinitas. Ponto alto do filme fica pela Chiaki Kuriyama (a Go go de Kill Bill) sendo que ela foi cogitada pro papel da personagem pela atuação em BR.
Fudido. Tarantino disse que esse é melhor filme desde que ele se tornou diretor de cinema.
A atriz que faz a Gogo no filme Kill Bill foi cogitada ao papel da personagem na atuação desse filme. Acho que é um dos motivos dele gostar tanto...
Ah, e por favor!!!
Um monte de japoneses vestidos de farda??
Quem era quem?????? kkkkkkkkkk
Pode parecer brincadeira, mas foi exatamente assim até 1 hora e pouco de filme rs
Mas não é brincadeira! O tempo todo ficávamos em dúvida...
Na realidade, só distingui os principais, e depois de um certo tempo!! kkkkkkkkkkkk
Mas o filme é show!
Hahahahahaha. Ah, mas tirando esse porém, hehe, o filme é bacanão mesmo ! bem autêntico rs só faltou um finalzinho melhor...
Gostei muito do filme! Claro que é um filme japonês!
às vezes as mortes são tão exageradas que chegam a ser engraçadas...
Mas não gostei do final, faltou alguma coisa!
Gosto bastante do clima que esse filme causa, a ideia dele é foda pra caralho, MAS é claro que tem aquelas mortes bem WTF como muita gente já comentou. O roteiro cai bastante no final, algumas atuações histéricas ou sei lá do que posso chamar. Mas é um filme bom no final, uma ideia foda, gosto bastante mesmo.
Aquele cara que se inscreveu pra entrar: as balas dele não acabavam nunca? tipo??
E aquelas meninas do farol? gente quanta gritaria... sadqsaud
Mas no final é um bom filme, original... :)
Estava ansiosa para assistir a esse filme, li apenas alguns mangás a muito tempo atrás e acabei abandonando. Criei grande expectativa e tal não foi correspondida, pra mim o filme tinha tudo pra dar certo mas não deu, o roteiro foi mal aproveitado e que atuações horríveis. É claro que não vou comparar com o mangá pois sei que é injusto.
Não vi nenhuma cena absurda como algumas pessoas citaram a baixo, na verdade creio que isso foi uma das coisas que senti falta.
Putz, que filme! Eu gostei. A história é muito interessante, a trilha sonora é belíssima, e a batalha pela sobrevivência é demais. O filme pode ter alguns problemas: como a limitação dos jovens atores, o excesso de violência, e algumas cenas absurdas. Mas, para mim funcionou.
Eu curti, e fiquei na expectativa para ver como esse "jogo" ia acontecer. Um ótimo filme.
P. S: Estranho ler que Suzanne Collins não conhecia isso, antes de criar sua trilogia Jogos Vorazes? Nem é parecido, né? kkkk
Diz que gosta de Jogos Vorazes... mas não sabe que é um plágio hollywoodiano desse original que é mil vezes melhor.
cinema japones é tosqueira pura hhauhauah e isso fica engraçado, mas o mangá é melhor.
Submeter pessoas à lutarem até a morte em arenas existe desde a Roma Antiga, kkkkk
Devo citar gladiador como o original aqui? ¬¬' Temática diferente amigo.
Bom, o tema de Jogos Vorazes, Battle Royale, Gladiador (assim como muitos outros filmes, como Os Condenados, Gamer e Corrida Mortal) são completamente diferentes. Os assuntos abordados em cada um dos filmes engloba um universo diferente sem tem relação alguma uns com os outros, o que é bem perceptível no "background" de cada. Podemos dizer que apenas o "cenário" em que os filmes acontecem são semelhantes. Como exemplo, vou estabelecer alguns parâmetros usando estes três filmes citados.
- Battle Royale: Trata-se de uma turma estudantil, que de acordo com as inimizades criadas durante meses de convivência influencia o pensamento de cada um na ilha.
- Jogos Vorazes: Mostra uma garota pobre que nutre um espírito amoroso por sua família e amigos, arriscando sua vida por eles enfrentando os desafios desconhecidos da Capital.
- Galdiador: Conta como era dura a vida de escravos, que era obrigados a lutarem até a morte em prol da diversão, enquanto sonhavam com dias livres e retornarem à suas antigas vidas.
Isso que você usou para chamar de "parâmetros" descreve as história em si, como a turma que tem que lutar pra sair da ilha, como a menina dos jogos vorazes que precisa sobreviver pra salvar a família. MAS É INEGÁVEL o quanto Jogos Vorazes é parecido, a começar por um casal ficando junto, a começar pelo aviso das mortes que aparecem na tela, os grupos que se formam, "os vencedores de outras edições", as regras do jogo, o começo do filme até MOSTRANDO PORQUE BATTLE ROYALE foi criado pra conter jovens, e em Jogos Vorazes é criado pra conter a população dos distritos. Eu li Jogos Vorazes e eu sei que é realmente parecida, com Battle, sem falar que a outra parte que não é igual a Battle é igual ao Império Romano, desde símbolos até "imperadores". Enfim...
Claro que Jogos Vorazes tem um ponto legal, que eu acho que é explorar a pobreza, e ter que lutar para ajudar a família e a personagem ser realmente determinada, e toda a coisa com reality show.
Bom, mas foi tudo muito corrido, fiquei confuso. Além de me confundir com esses Japoneses bem parecidos ;--; Acho que se fosse uma série seria melhor.
a idéia é otima, atuações fracas, algumas cenas forçadas pra caramba, mas gostei!
forçadas mas não do tipo nojentas do tipo que voce para e pensa tá, até parece
Para ser sincero eu não botava muita fé. Gosto da ideia do mangá, mas acho o desenvolvimento e os personagens muito (mas muito mesmo) ruins.
Os fãs do mangá que me perdoem, mas o filme é muito melhor.
O Shuya não fica chorando o tempo todo, Não tem poderzinho e afins.
O ponto negativo é como as pessoas são imunes a balas e só.
Alguns reclamam do desenvolvimento dos personagens, mas isso é uma adaptação. Como vão desenvolver a personalidade de tantos personagens em um filme de 2h? O mangá tem um espaço muito maior que um longa metragem. Os roteiristas fizeram um trabalho no minimo decente.
O mangá é muuuito melhor!!
Era isso que eu iria comentar.
O mangá desenvolve melhor o interior dos personagens. Até o psicopata foi desenvolvido no mangá.
E cada aquele lance do cara que manipulava o KI no mangá? Não vi isso no filme.
Um mangá de 15 volumes tem espaço e tempo para desenvolver tantos personagens, um filme não.
E serio que vc queria que tivesse aquela frescura de KI? Em uma obra de tiro não tem que ter poderzinho. Por essas e outras que o mangá é tão ruim. Começa como um seinen interessante e termina como um shonen forçado.
Sou infinitamente mais o filme.
Cara, concordo plenamente que o final de Battle Royale é muito fraco comparado com o começo e com o desenvolvimento da história. Mas dizer que o mangá é ruim é forçar demais a barra...
Boa, Cheesecake.
É chato lidar com pseudo-intelectual, que fica falando bobagem sobre esse e aquele mangá.
Filme brilhante, construído sobre uma ideia inovadora!
demorei pra assistir esse filme, não sei pq.
digamos que, Battle Royale é tudo que eu queria que Jogos Vorazes fosse.
agora é ler o mangá e comparar as diferenças !
O filme é maravilhoso. É do jeito que eu gosto, pois é cheio de mortes toscas. O ponto negativo fica pra algumas atuações e alguns diálogos desprezíveis, mas como se trata de um filme trash nem devo reclamar dessas coisas.
Nesse filme você nem pode se apegar à algum personagem, pois algumas cenas após ele irá morrer.
Justamente o personagem que mais gostei (o que conseguiu hackear o sistema do Kitano), morre um pouco antes do final. Achei que por ele ter invadido o sistema, conseguiria escapar junto com seus amigos e com Kawada, Noriko e Shuya. Infelizmente só esses dois últimos sobrevivem. (Sim, achei que esses 6 teriam um final feliz)
Algumas cenas você não aguenta e acaba rindo, das quais posso citar:
I – A menina que entrou na 'barraca' que a Mitsuko estava escondida; a menina ficou com a arma apontada pra ela, ficou falando durante horas e não matou a Mitsuko. Bem feito que morreu. Odeio esses personagens burros;
II – A cena que mostra a infância da Mitsuko, na qual ela empurra o pedófilo da escada é de chorar de rir;
III – A melhor cena do filme pra mim: Quando o Shuya é resgatado pela Utsumi e uma das amigas dela coloca veneno na comida pra matar o Shuya, mas uma menina do grupo que come, morre e logo após começa o tiroteio sem fim.
Meus olhos brilharam nessa cena hehe
IV – as várias pessoas que levam tiros de metralhadora e escopeta no meio do filme e que ainda continuam vivas.
Só rindo mesmo.
Enfim, eu aconselho o filmes para todos aqueles que curtam trash e muito sangue. Com certeza amarão o filme.
Agora só me tirem uma dúvida:
Depois que o Battle Royale acaba, Shuya e Noriko voltam pra cidade, mas um pouco antes é mostrado um cartaz de procurado deles.
A minha dúvida é: eles fugiram da cidade pra começar uma nova vida ou foram viver do crime?
No mangá, eles vão viver refugiados na casa de uma senhora que os mantém escondidos...que eu me lembre
Obrigado pela dica. Um amigo meu tem os 15 volumes do mangá. Vou pegar emprestado com ele então. Obrigado ^^
Embora a ideia seja válida achei uma grande porcaria. Talvez não seja maior fã do gênero Trash, mas não entendo todas as reviews positivas.
Confesso que a indicação do Tarantino foi o principal motivo para que assistisse a este filme. E não me arrependi! A história é boa, com boas tomadas, peca em algumas atuações e principalmente na verossimilidade de algumas situações. Mas vale muito a pena ser assistido!
Premissa ótima, discussão social atual e interessante mas o filme é muito comprometido por um roteiro fraco e atuações fraquíssimas.
Ótima premissa, relativa fidelidade ao formato original, notável crítica social e em última análise, excelente estudo das nuances psico-antropológicas inerentes ás sociedades. A história em si, obviamente sorve de elementos literários clássicos, que foram inteligentemente condensados e compactados para os moldes modernos, fazendo com que assim, pudesse dialogar com as novas gerações, falando de um obscuro passado não muito distante.
Interessante é que a história em si, parece ter sido convenientemente criada para Fukusatsu, que aos 15 anos, viveu a realidade dos bombardeios e perdas na II GM, muitos de seus amigos e familiares morreram e ele, a partir de então, passou a nutrir um forte sentimento de aversão e vingança contra os adultos ao descobrir que a propaganda de guerra mentia quanto a realidade do Japão no conflito. Décadas depois, descobriu a história de Takami Koushun, que parecia metaforizar de forma excepcional sua própria frustração juvenil, fazendo uma forte alusão ao embates entre movimentos anarquistas e o parlamentarismo com traços fascistas do Japão no pós-guerra, sobretudo na década de 60. Sendo também, um assombro retrato da sociedade japonesa moderna, com uma juventude cada vez mais violenta.
O mais interessante sobre Battle Royale, é que é uma obra essencialmente (ou estritamente) japonesa. Possui fortes características fundamentadas no senso estético e narrativo tradicional daquele país, e isso o torna um filme muito difícil de ser analisado com os instrumentos que estamos acostumados a usar para analisar e rotular obras ocidentais. É uma história obviamente ficcional, mas está inserida em um contexto muito realista para ser ignorado, além de geralmente fugir de opções mais convencionais, e de, certamente, abusar da violência em termos visuais, o que, para quem conhece cinema japonês, é extremamente comum, tanto que na maioria dos países, a classificação da faixa etária é de 18 anos, no Japão, é de 14.
Sendo assim, Battle Royale sintetiza muito da cultura japonesa, nos exageros e maneirismos de seus personagens, no modo de agir e pensar, nos “saltos” fora da realidade, mas mesmo assim, consegue ser em sua maior parte, extremamente crível. É claro que muitos de nós gostaríamos que os dramas pessoais fossem melhor desenvolvidos, mas isso provavelmente alongaria demais a história a ponto de tornar-la enfadonha, ou perder-se em um mar de críticas sociais e pecar por não chegar a lugar algum.
Junto a Suicide Club (2002), e Audition (2000), Battle Royale tornou-se decisivo para o cinema japonês, e esses 3 filmes juntos, sintetizam um ótimo momento de produções de ação inteligente e pouco óbvia. É, ainda hoje, um dos filmes japoneses mais influentes do novo século, estabelecendo os parâmetros de violência usados por Takashi Miike e Quentin Tarantino (inclusive algumas referências) e, por isso mesmo, uma ótima oportunidade de conhecer mais dos preceitos artísticos e estéticos recorrentes em filmes japoneses, o que para mim particularmente, é a mais proveitosa das propriedades que cinema oferece, é, através dessa faculdade que conseguimos aprender um pouco mais sobre o outro, sobre seu modo de agir e de pensar, livrando-nos de preconceitos, e amarras intelectuais. Ora, quão justo é julgar a atuação de um artista japonês, de uma matriz cultural completamente diferente da ocidental, pela perspectiva da tradição dramática greco-romana ? Ao invés disso, deveríamos poder ver como uma oportunidade de conhecer e apreciar as diferenças que esta abordagem estilística tem da nossa, pois no fim, é só uma maneira diferente, de chegar ao mesmo resultado.
Mais dificil que identificar os personagens é matar alguém a tiros
Pensei a mesma coisa! Não acredito que
em uma distância tão curta seja difícil matar alguém com uma metralhadora ou então que a pessoa possa andar normalmente depois de ser alvejado por uma rajada de balas e ainda partir pra cima dos outros.
Realmente. O Kitano é totalmente perfurado e quando o telefone começa a tocar ele levanta e atende como se não tivesse acontecido nada.
Outra cena estranha é aquele moleque com uma besta na mão e fica fugindo (e acaba morrendo) de uma mina com uma faquinha.
Sou só eu, ou muitos aqui já se imaginaram num Battle Royale, matando aqueles fdps da classe qu você sempre quis espancar?
Por favor, não me deixem sozinhos nesse... me sentirei psicopata demais, haha! Enfim, filme DO CARAI.
Eu imagino mais uma coisa tipo BBB. Já pensou que legal? O povo todo assiste aquela merda, brasileiro é vicário como norte americano. Iriam adorar.
Eu inclusive já to me preparando. Treino todo dia com minha katana de cabo de vassoura. Num futuro próximo, com recursos escassos, párias da sociedade como eu terão de lutar pra sobreviver em programas de "limpeza" governamentais.
Não tem a amplitude do mangá, que é dos melhores que li, mas ainda é do caralho.
Comparar com Jogos Vorazes é covardia.
Aproveitando o comentário abaixo: esse filme não dá nem pro cheiro perto do mangá.
Filmaço 4 robos gigantes de =) jogos vorazes não da nem pro cheiro, bem melhor o BR
Tirem esse poster lixo. Coloquem o clássico.
http://filmescomlegenda.tv/wp-content/uploads/2009/07/Bat...
Acho que muitos professores iriam aprovar o Programa BR para alguns (muitos) alunos.
É tão bom quanto o mangá?
Fukasaku dirigiu uma obra de arte do drama disfarçado de critica social e política. O filme deixa bem claro que a história contada é a história da turma. Cada morte é contextualizada e trabalhada em cada personagem seja contando sua história ou seja exagerando em sua dramaticidade pra deixar suas impressões na nossa cabeça, muito diferente do outro lá das Américas que só se interessa pelas mortes e como elas acontecem, aqui não temos conteúdo e muita ação juntos. Levando em conta essas características o filme é um filme muito bem executado e extremamente divertido.