Paula (Paola Oliveira) é uma jovem atraente e Roberto (Reynaldo Gianecchini) é um cara encantador. Os dois se conhecem em uma balada e sem trocar muitas palavras, se beijam freneticamente, transformando aquela que seria mais uma noitada, em algo diferente. O clima entre os dois é intenso, quente e delicioso. E a cada minuto que passam juntos é possível conhecer um pouco mais do que pensam e muitas vezes do que gostariam de esconder... a curiosidade aos poucos dá lugar a um envolvimento profundo mas ao mesmo tempo sem compromisso. Ninguém imaginaria que o melhor lugar para se conhecer alguém fosse numa cama...
Entre Lençóis
(2008)Título Original:
Entre Lençóis
Sinopse
Estado: Em DVD
Direção:
Roteiro:
Elenco:
Reynaldo Gianecchini (Roberto)Paola Oliveira (Paula)
País de Origem: Brasil
Estreia Mundial: 2008
Duração: 88 minutos
Trailer
Fotos
Adorei... O casal ficou perfeito :D
roteiro e filme muito bons. acredito que a ideia de intimidade a dois no quarto correspondeu bem às expectativas. ademais, filme de baixo orçamento.
Existe a versão - acho que argentina - "Na Cama",muito melhor!
Eu dormi vendo (literalmente), acordei de madrugada com a TV ligada. Era melhor ter visto o filme do Pelé!
É filme pra se assistir sozinho e ainda sim ficar constrangido e com vergonha.
Não vi esse filme com um olhar crítico, talvez se eu o visse de novo não tivesse gostado, mas é notável, independente do olhar que se adota, que a trama é bonita e os diálogos são envolventes.
adoro esse filme. muito gostosinho de ver.
Achei muito interessante a proposta do filme. Mostra um pouco a realidade sobre sexo casual até sexo com amor, algo muito complexo e até chato. Mas desde o primeiro ato até o último os atores demonstraram total realidade e convicção do que tavam fazendo, tanto que nem pareciam personagens. As cenas de nudismo e sexo foram muito naturais e diretas, sem cortes nem pegadas rápidas. Gostei da proposta, como disse, gostei do enredo e até do final com uma eterna reticiências que se demonstrou ser na última cena. E ah, e é óbvio que a beleza do casal é atrativa.
Por que o sexo casual é algo tão evidente na sociedade atual? O que torna o sexo mais prazeroso entre seres humanos desconhecidos? É compreensível a necessidade de a cinematografia tentar desvendar as situações que envolvem as relações da humanidade através da sexualidade, do envolvimento casual sem amarras e do instinto libidinal que faz com que a concepção de sentimento seja algo secundário. Várias abordagens já souberam explorar posicionamentos sobre relações que se desenvolvem através de transas aparentemente efêmeras ou mesmo o “sexo de uma noite” que acaba por provocar um sentimento gradual afetando essa relação que demonstrava se restringir ao coito, ao prazer imoderado. Baseado no “Entre Sabanas” do mesmo diretor colombiano Gustavo Nieto Roa, Entre Lençóis é uma tentativa frustrada de mostrar o encontro de dois indivíduos em busca de sexo num motel qualquer. Este frágil longa-metragem tem semelhanças nítidas com duas produções estrangeiras, “Um Quarto em Roma” de Julio Medem (que coloca duas mulheres lésbicas perdidamente fascinadas pelo sexo num quarto luxuoso) e “Na Cama”, produção chilena de Matias Bize. Reynaldo Gianecchini e Paola Oliveira personificam o típico casal que se conhece por acaso numa noite qualquer — uma boate no coração boêmio do Rio de Janeiro —, e logo partem para um encontro íntimo num motel em busca de sexo. E é dentro desse ambiente que a narrativa se desenvolve.
Todo articulado dentro do mesmo local, o filme mostra o encontro explosivo da libido deste casal. Roberto e Paula, ambos comprometidos e com vidas tão díspares. Ele, recém abalado por uma relação problemática com a esposa que vive há três anos. Ela, prestes a se casar com o homem aparentemente ideal. Logo no início, é visível a intenção do roteiro Renê Belmonte (Se Eu Fosse Você, Sexo com Amor?): apresentar essa condição sexual de ambos. Hormônios em ebulição, beijos calorosos, logo uma transa dotada de sensualidade, o casal não se preocupa em esconder a intenção maliciosa nos primeiros minutos do filme. Talvez aí resida o apelo da produção, já que traz os globais Reynaldo Gianecchini e Paola Oliveira despidos e em apelos mais libidinais, corpos nus e momentos onde a câmera pareça só se preocupar em destacar cada detalhe da beleza física desses dois atores.
Logo após o frisson inicial, o roteiro parte para a “busca da intimidade verborrágica” do casal. Concentram-se aí as fragilidades expostas, os anseios, cada um dialogando sobre suas vidas, é a forma de apresentar um pouco desses personagens ao público. Percebe-se que Roberto e Paula sustentam uma vida de insatisfações e logo demonstram que o ardor carnal é apenas o ponto de partida para um divã entre quatro paredes, sob as fronhas, dentro do quarto que é o terreno onde acabam por se descobrir e se relacionar. Mas, não pense que, ainda que com uma intenção interessante, o filme saiba se sustentar. Pelo contrário, após os vinte minutos iniciais, promovem-se aí diálogos bastante medíocres e que — além de não causar reflexões maiores ou que se aprofunde mais no caráter/personalidade de cada um deles — soam artificiais ao extremo. Visivelmente, o roteiro peca pelo excesso de tons exagerados e até na maneira um tanto precipitada que coloca o casal do sexo-tórrido ao devaneio-amoroso.
Ironicamente, faltam sensualidade e ousadia na estética da sexualidade imagética do filme. Ainda que os atores apareçam despidos e as cenas de beijo e transas sejam efetivas, visivelmente a direção de Gustavo Nieto Roa aborrece o público que procura algo mais fetichista, agressivo e que tenha um tom mais realista. Ora, se os atores aceitam expor o corpo de forma tão intensa e até apelativa, por que se privar em mostrar algo mais provocativo visualmente? A câmera percorre, mas aparenta receios. De tudo isso, destaca-se as discussões sobre carências eternas da humanidade, a forma como todo ser humano idealiza no desconhecido não só o sexo mais prazeroso como o sentimento mais perfeito, além de indagações sobre questões que envolvem fidelidade e sensos de sinceridade e sentidos da vida — mas esses elementos não tornam o aspecto cênico mais cativante.
A direção é apática e não tem coragem em expor o casal em algo mais libidinal, ou seja, falta “coreografia” nas cenas de sexo, tudo acaba sendo bem falso, sem pimenta e recatado. A sensação é de perceber cenas de sexo mecânicas, ensaiadas. Você enxerga que os atores ali se movimentam sem uma liberdade mais instintiva sexualmente. Há sequências isoladas que poderiam funcionar, mas são intragáveis, como, por exemplo, o momento onde Paula decide fazer um strip-tease pra Roberto — a intenção de proporcionar uma sensualidade escorre pelo ralo, o tom de humor é visível e a cena gera um desconforto. Até a primeira transa dos dois fragiliza mais ainda a noção de sensualidade, portanto a película nem deve ser classificada como soft-porn, seria mais fácil dizer que é um “filme assexuado”, sem erotismo.
A sensação é que o roteiro também é uma barreira, já que os diálogos não são equilibrados e enfraquecem o interesse do público da metade ao final. Há cenas que ambos os atores convencem, há uma química bem concreta, mas a artificialidade do roteiro faz com que o resultado seja bem comprometedor. Diálogos pobres, frases de efeito e excessos de closes nos atores são artifícios constantes. Problemas de direção são somados a uma péssima edição, fotografia e uma trilha sonora que manifesta um tom amador a tudo. O aspecto televisivo é visível. Infelizmente, o que poderia render uma jornada ao microcosmo da sexualidade, termina sendo um filme perecível e constrangedor.
tu jura que alguem vai ler!!
tu jura que alguem vai ler!!
eu leio!
que roteiro e trilha sonora terríveis, Deus do céu.
Tá na cara q a proposta foi essa.
Um qrto, um casal e... NADA MAIS.
Então ñ reclamem por isso...
Reclamem pela fraca atuação(Gianecchini), fraca trilha sonora, fotografia, direção...
Os diálogos salvam mesmo o filme. Agora imaginem se todo o resto tb fosse bom...
Teríamos um belíssimo filme.
Mesmo assim vale a pena ver. Mesmo!
Edição de movie maker, trilha sonora de novela da Televisa... Legal a forma como o relacionamento vai se desenvolvendo, isso é perceptível; mas os diálogos são dignos da trilha.
cama... sexo... corpos nus aparecendo... onde esta o enredo desse filme mesmo? (*.*)
Esperava um filme tão fraquinho, mas consegui chegar ao final sem bocejar!!!
Táh!
O filme não é de todo ruim. O problema é se desenrolar praticamente todo em apenas um ambiente.
Nunca a trilha sonora de um filme me irritou tanto... Até que começou bem, e a beleza do casal é um atrativo, mas definitivamente, não funcionou.
Filme mais sem ação que já vi. Era melhor terem feito um curta! (E olhe lá!). Já vi filmes bons onde duas pessoas ficam num mesmo ambiente, acho que não colou...
Uma tentativa frustrada de imitar "Na Cama" que eu também nem acho lá essas coisas. Ruim.
Eles passam a noite num quarto de motel e no outro dia ela vai embora se casar com outro ¬¬'. Um dos piores filmes que eu já assisti.
O filme é ruim porque não teve o final que você queria? Fala sério!
As cenas são bonitas, mas o enredo do filme é péssimo.
paola estava otima fez a sua parte, porem esse rapaz que se diz ator.... afff
não gostei do filme e não recomendaria nem pro meu pior inimigo.
A grande sacada do filme é justamente essa: 1 cenário e 2 personagens. Diálogos muito reais. Gostei bastante do filme. Bem executado. Além do que Paola Oliveira é a mulher mais bonita do Brasil.
chaaaaaaato, monóóótono.. valeu pelo Giane pagando bundinha. Tá, tem uns diálogos bacaninhas tb.
tudo bem que a qualidade dos atores estragaria até uma obra de arte, mas achei o diálogo até bem bacaninha. Fora isso, a trilha sonora realmente é dispensável, assim como o romantismo exacerbado...
Duas estrelas e meia pela gostosura do casal principal, o filme é decepcionante e não chega a lugar algum.
Já começa ruim pela capa que está nas locadoras: Giane e Paola sorrindo na cama com cara de 'olha, nós vamos transar nesse filme!'. Concordo com a Briena, poderia dar certo e não deu. Mas pior do que a falta de paixão e dos diálogos piegas é a trilha. Conseguiu estragar muito o filme. Um casal sensualizando na cama e toca uma musiquinha com cara de sessão da tarde?!
Hahahaha!
Ainda bem que eu não vi esse filme.
Deve ser muito ruim mesmo.
"Giane e Paola sorrindo na cama com cara de 'olha, nós vamos transar nesse filme!"
vou rir eternamente disso!
O filme torna-se bom pelo diálogo. Amei as cenas calientes! kkkk
Eu não vi a versão original, mas não gostei muito desse.
Tinha tudo para ser uma história envolvente e interessante, só que não conseguiram ir para frente. Me pareceu vazio, sem paixão.
O legal é ver comentários do tipo: só tem sexo, típoco do cinema nacional. Ignorância manda beijo hein.
Vale cada segundo só pela Paola Oliveira :)
AFF, TIRANDO OS 25 MIN INICIAIS DO FILME SER SEXO(TIPICO DE FILME BRASILEIRO) DIGAMOS QUE O FILME É MÉDIO.TIPOW... TEM COISAS QUE SÓ ACONTECEM EM FILMES!!
Rpz não é o melhor filme do mundo, mais conseguiu me prender até o fim
eu tbm!
Não achei tão péssimo assim. Gostei do diálogo.
Uma estrela pelo strip da Paola. +1
Trilha sonora horrivel.
Olha, o filme realmente não é lá grande coisa, mas acho que não é tão ruim a ponto de viver figurando lado a lado de Cinderela Baiana na lista de piores filmes nacionais... o.O'
Eu acho que o filme tem seus méritos. Muito corajoso fazer um filme inteiro em um só ambiente. O problema é que os diálogos são tãããããão soninho...
gente, quase me escondi atrás do travesseiro quando eles começaram aquela conversinha 'totalmente sincera'... sério, morri de vergonha alheia com tamanha conversa chata e clichê... se a intenção era parecer isso mesmo, parabéns vcs conseguiram!
Mas como eu disse no inicio do comentário, não é nenhum absurdo de filme... não merece figurar na lista dos piores, já que só com filmes by Xuxa e Didi nós podemos completar a lista tranquilamente.
A estória é bastante sensível... Mostra entre outros assuntos, a fragilidade das relações mal construídas e força inexplicável das paixões. Paola e Gianecchini belíssimos sem contestação! De certo se fossem outros atores, com mais experiência e qualidade nas suas interpretações, uma edição melhor do filme e tals, tudo teria sido bem melhor mas...
Paola salva esse elenco.
eu gostei. haha
Uma estrela pelo strip da Paola.
Eu adorei! Teve suas cenas "amorosas" mas nada tão pesado. Eu gostei mto. E tb por causa do meu lindo Reynaldo. Ele atuou mto bem na minha opinião.
Li diversas críticas acerca da atuação do Gianecchini nesse filme.
Sinceramente, não consegui prestar atenção na interpretação pois estava maravilhada com a beleza dele. É encantador, memorável!!! Ainda que não tenha assistido o final...
se for escolher um filme pra passar o tempo, não escolha esse.
#EU RI
Melhor do que imaginava. Em alguns aspectos técnicos, como fotografia, por exemplo, deixa muito a desejar. Mas o filme sobrevive até à fraca atuação do Gianecchini devido ao bom roteiro (baseado em uma peça teatral).
FANTÁSTICO!
Pornôzinho Leve
Fraquinho!
Eu sei que muita gente não gostou, mas pra mim, é um filme de uma sensibilidade sem tamanho. O modo como as coisas acontecem, como os personagens se apaixonam mesmo sem haver nenhuma intenção, como compartilham coisas das suas intimidades, mesmo não conhecendo um ao outro. Merece as 5 estrelas =)
Quem já viveu a situação (e eu já vivi) certamente vai gostar.
tb concordo com vc bruna.
mas vejo pelo lado técnico tb...
a fotografia poderia ser mto melhor, a trilha nem se fala...
a paola engoliu o seu par em cena...
então o q sobra? os diálogos!
esses sim, na minha opinião, fizeram a diferença no final.
Não gosto da atriz, não sou fã do Gianecchini, a história é muito fraca mas eu gostei dos diálogos e da forma como essa parte foi filmada . A ideia do casal compartilhar coisas que, normalmente, não são conversadas na relação me fez continuar a assistir o filme, tanto que quis ver uma 2a vez. O final foi melhor ser assim, em aberto pois dá asas a imaginação. Rasoável seria meu parecer final
Eu deixei uma analise do filme e do dvd no meu blospot e se pudesse dar uma conferida, eu agradeceria. http://molungus.blogspot.com/2012/01/entre-lencois-2008.html
Final sem noção
Nem é tão sem noção assim.
Não é porque você conhece uma pessoa super-legal que você deve, necessariamente terminar com ela não. E se for o fato do cartão dele, que ela pegou, é completamente explicável... vai que um dia ela precise de um fotógrafo, ou porque não de uma recaída... '--'
Superou minha expectativas, as capa parece mostrar um filme semi-pornô, mas Entre Lençóis é muito mais que isso, é um filme que tem um ótimo roteiro com um fim intrigante e com divida na atuação do elenco de personagens.