As conexões tramáticas com HARMADA são impressionantes, de modo que, quando soube que também se baseava num livro do João Gilberto Noll, fiquei entusiasmado diante do brilhantismo e coerência autorais de seu autor. Pena que a Suzana Amaral não teve a mão tão firme para adaptar a história a seus interesses pessoais (como o Maurice Capovilla fez) e o protagonista desta obra é absolutamente insosso em comparação com o Paulo César Pereio. Afora isso, o modo como a trama evolui, as participações secundárias (Helena Ignez, um ótimo e rejuvenescido João Miguel) e a competência técnica da diretora engendram um filme agradabilíssimo! (WPC>)