Stella ñ é a mais inteligente, nem a mais bonita, mas é a mais cativante. Com sua espontaneidade lida com as adversidades q encontra tanto em casa como na escola... o filme ainda mostra q a escola é o melhor caminho para a evolução.
Stella é uma garota argentina de 11 anos de idade que acaba de iniciar um novo curso numa escola de Paris. Mas sua vida, mesmo, transcorre dentro de um bar cujos pais exilados são donos. Um refugio para a classe trabalhadora, que cai na bebida, faz apostas, fala de futebol e outras amenidades até o dia amanhecer. Para Stella, a escola é complicada. Mais do que os estudos, o que ela não suporta são as humilhações dos professores e amigos por causa de sua origem. É assim que começam a despertar na garota instintos mais violentos. Mas graças a sua única amiga, também filha de intelectuais argentinos exilados, Stella vai vislumbrar um mundo que não conhece: desde o primeiro amor até os perigos que cercam uma menina prestes a se tornar mulher.
Stella ñ é a mais inteligente, nem a mais bonita, mas é a mais cativante. Com sua espontaneidade lida com as adversidades q encontra tanto em casa como na escola... o filme ainda mostra q a escola é o melhor caminho para a evolução.
Bom filme! A menina Leóra conseguiu passar bem a indiferença pelo mundo das meninas de sua faixa etária, em virtude do ambiente em que vivia.
figurino do filme é espetacular a diretora manteve fiel todos os detalhes da época. filme questionador...até onde os pais devem ouvir ou não ouvir seus filhos ! foda ! adoreii
aquele tipo de filme "soco no estomago".
desde o primeiro minuto vc comeca a torcer e a se preocupar...
duro, como n deixa de ser a vida de muitas meninas nao mais criancas, ainda nao adultas.
O filme "Stella" mostra que, apesar das dificuldades, do caos familiar, você pode simplesmente inventar uma brincadeira de criança, jogar e esquecer, desligar! Mas não desligar tudo. não desligar de todos, na sua vida. Adorei e recomendo.
"Stella" deveria ser incluído como uma tarefa básica para candidatos a pais serem avaliados em banca examinadora de nível exigente, uma avaliação de capacitação para serem pais na vida. Fiquei em constante tensão, esperando que algum mal atingisse a pequena, e o filme não precisou explicitar uma necessidade de suspense para que eu chegasse a esse ponto. Só por isso já me conquistou de cara: não teve gangorra emocional para atrair a atenção do espectador. Filmes simples sempre me cativam! E esse tem uma trilha sonora bem especial.
fiquei na duvida, o cara acabou beijando ela ou algo a mais ou ela conseguiu escapar? Filme lindo!
spoiler!
com um minuto do filme essa frase ja pode ser interpretada.
Cotidiano de uma menina francesa, típica menina nascida na década de 70. O filme vai a mostrando como uma menina tão culta, que passa a ser burra na própria escola.
Lindo!!! Deveria ter uma continuação ou pelo menos ter durado mais.
No final fiquei triste por ter acabado tão cedo. A Stella nos convida a viver a vida dela... amei!
Pra' quem ainda não conseguiu ver... http://www.youtube.com/watch?v=WytwhSnpOc0
Filme muito bom!
A perda da inocência, típica da pré-adolescência, e a falta de esperança de uma menina que não tem um ambiente familiar adequado e se sente isolada da sociedade. E que encontra tudo isso em uma amiga.
O diálogo final é tocante ao extremo!!
Assisti o filme sem legenda ou aúdio dublado e Amei, mesmo sem entender uma palavra.
***** Atenção: contém SPOILER *****
Quando assisto um filme como esse vejo que a miséria humana também atinge as crianças e isso é muito triste. Não falo aqui da miséria enquanto falta de condições sócio-econômicas, mas falta de amor (e isso me lembra o filme ‘Não sou eu, eu juro!’). Stella vive num ambiente insalubre, com pais ausentes, carente de tudo, passa a ter medo do mundo, das pessoas e com isso acaba não aprendendo a viver e ser feliz.
Confesso que a história não me contagiou desde o início, achei a narrativa lenta e chata. Demorei até me colocar no lugar da Stella, mas quando me dei conta já estava sentindo o vazio e a carência que ela sentia, a falta de rumo e de boas referências familiares. Com o passar do filme o ritmo tornou-se mais interessante e me dei conta de que a monotonia e apatia que senti no começo do filme era exatamente o sentimento que tomava conta da vida dela. E se a intenção do diretor foi compartilhar essa sensação conosco ele conseguiu muito bem.
Stella parece não ter perspectivas na vida, não sonha, não tem amigos, nem sorri. Seus pais não lhe dão exemplos, não a acompanham nem lhe dão a atenção necessária. Ela vive cercada de bêbados vagabundos que gritam e aparentemente são felizes, mas na verdade carregam um imenso vazio no peito. Vazio, é esse o conceito que se repete em boa parte do filme, corações vazios, relações vazias, educação e instrução vazias. A relação dos pais com Stella é pobre de manifestações de amor, atenção, valores, e isso tudo influencia sobremaneira a formação dessa criança, tornando-a seca e infeliz, num mundo completamente preto-e-branco.
Mas que bom que o filme muda de ritmo, ela faz uma grande amiga chamada Gladys que se torna o símbolo da esperança, ela mostra uma luz no fim do túnel e apresenta um novo mundo à pequena Stella. Essa nova realidade é feliz, colorida, divertida, tem música, livros, e amigos escritores. A partir de então o mundo começa a oferecer aquilo que seus pais se ausentaram lhe dar e nesse ponto senti uma semelhança com a filosofia do filme ‘Preciosa’, no qual a alma da protagonista parece nascer diante de nossos olhos.
O momento que simbolizou esse despertar para uma nova vida pareceu-me mais evidente no momento em que ela escuta um disco emprestado pela Gladys e rasga o papel de parede infantil do quarto, como se quisesse romper com essa fase e tudo que ela representava. A menina tornava-se mulher, passava a ter desejos, descobriu a paixão, passou a gostar de ler e estudar, tinha sede de beber o mundo. Posteriormente ela menstrua, marco fisiológico da maturidade.
Em síntese o filme mostra a trajetória de uma criança ‘abandonada’ pelos pais apesar de viver com eles, que aprende a sonhar e virar-se sozinha na vida, inclusive defendendo-se dos seus perigos a exemplo do vizinho pedófilo. Essa foi uma cena que esperei, com medo, durante todo o filme. Era óbvio que em algum momento algum cara ia tentar abusá-la, afinal vivendo naquele ambiente com aqueles pais completamente ausentes alguma hora isso iria acontecer. E o vizinho desde sempre mostrou-se suspeito com tantos elogios e carinho, um nojento. Vale a pena assistir.
Fotografia,figurino e trilha bem legais!!O silêncio da Stella fala e o olhar grita!
"Na sala eu não presto atenção." Como prestar atenção na aula, na escola, quando fora dela, as aprendizagens são mais... mais... Onde foram parar os adjetivos?
Mesmo que o verbo discorde do sujeito determinado composto, o imperfeito pode ler a letra das músicas, jogar cartas na mesa do bar, conhecer as ruas na garupa de uma moto. Embora voz passiva, também tem acesso a romances de banca, armas, brigas e, a pessoas vazias de diplomas mas cheias... com suas próprias vidas. Cheias de símbolos e significados...
Ler o mundo e suas palavras contidas em conjuntos elementares, distrai. E qual o sentido de reescrever 'significando' no quadro negro?
Alguém sabe onde consigo encontrar o filme?
"Meu coração está grudado ao seu como cocô na bunda do cachorro."
Baixando por esse comentário! Achei genial vindo da boca de uma criança.
Stella é uma menina nada comum! Apaixonei-me por esse filme!!!!!
um dos melhores filmes do gênero "pequenos demais para serem adultos e grandes demais para serem crianças.
Totalmente 5 estrelas. Um Belíssimo filme.
Que maravilha a cena da menina enfrentando o cara com uma espingarda na mão.
Que filminho bacana!
P.S.: Quero uma amiga como a Gladys!
P.P.S.: Stella é uma delinquente cativante!
Ótimo! Me fez lembrar de sentimentos e pensamentos da minha infância/adolescência que já havia esquecido. Tantas coisas que nos parecem tolas, mas que são vividas com tanta intensidade nessa época. Mostra também como as crianças podem facilmente se tornar um reflexo de seus pais.Ótimas atuações, das crianças principalmente, fotografia, trilha sonora, tudo muito bom.
A única parte que achei que poderia ser retirada do filme é a que o Bubu tenta abusar da Stella. Fiquei com medo de isso acontecer o filme inteiro, e quando finalmente sosseguei, aconteceu. Desnecessário, já há tanta maldade na vida, o filme deveria prender-se a mostrar o universo da infância/pré-adolescência, e esquecer esse detalhe que já tá virando clichê em filmes que falam de crianças.
Trilha sonora linda do final: http://www.youtube.com/watch?v=ijg8pttrbQo&feature=re...
Também achei esse lance do abuso aí. Se não tivesse rolado, seria uma proposta super "original", sem tentar justificar o comportamento da Stella, apesar daquela família louca e o lugar que ela vive.
Ah, quale'.
Uma das cenas mais foda!
Nao fosse ela, nao ficaria tao claro o papel cumprido pelos adultos: nao so de omissao.
Com o que mais se poderia contrapor -de forma dura, como e' a realidade- a inocencia do primeiro amor de Stella?
Fotografia linda e atuação perfeita da Léora Barbara, mas o roteiro deixa um pouco a desejar. Durante boa parte do filme não acontece nada de muito relevante, e no final atropelam tudo. Mas no todo, o filme é super válido.
Achei hiper tragicômico quando Stella comenta que não sabe nada das matérias da escola, mas sabe fazer coquetéis e entende de poker, bilhar e fliperama.
E poxa, uma menina de 11 anos lendo Balzac? Quero uma filha assim!
Um belo filme, que reforça muito a ideia que tenho de que, apesar de uma vida conturbada, o ambiente escolar (e amigos) pode representar a redenção de uma pessoa
Acho muito perigoso julgar essa obra como uma proximidade da realidade. Stella é um filme com uma história única, não um retrato de algum tema universal. Você deve assistir ao filme conectado ao psicológico dos personagens e principalmente ao da narradora que tem um crescimento, um amadurecimento diante dos acontecimentos que se desenrolam em sua vida, extremamente assustador. Você trazer a vida dela para uma comparação de fatos reais pode ser possível, mas em minha opinião equivocado, é interessante assistir esse filme na tentativa de conhecer essa Stella única, que é uma menina frágil e forte, triste e alegre, inteligente e medrosa, essa Stella que sente e guarda, que sente e explode, que mesmo se auto afirmando, se contradiz. Ela é uma garota em estado de aprendizado, não escolar, mas aprendizado de como viver a vida, que possuía todos os quesitos para seguir um caminho, mas que aproveita apenas um que surgiu para modificar e construir uma nova trajetória, ainda com muitos obstáculos
como o estado dos seus pais, o ambiente em que vive e não tem escolha de mudar, o trauma do abuso que sofreu, e ainda alguns dos seus professores
Incrível essa semelhança do Biolay com o Del Toro! Sempre confundo! haha
Apaixonante! Meu coração apertou em muitos momentos de introspecção. A narração e as cenas me lembraram "Duas ou três coisas que sei Dela" do Godard. Léora Barbara é uma linda e a trilha sonora é maravilhosa.