Coisa linda ver esse lado do mestre, sua intimidade, as neuroses fora das telas, o amor ao jazz e ao cinema... A cena em que ele explica a descrença nos prêmios, sobretudo o Oscar, é brilhante. E acho que foi a primeira vez que vi a tão falada Soon-Yi Previn, gostei bastante dela, sensata, sempre apoiando o marido e dando boas sugestões (e ela não tinha visto Annie Hall! morto).