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Alguém sabe onde tem para Download?
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http://thepiratebay.se/torrent/4065903/Zabriskie_Point_-_...
Não sei onde tem legenda em português, mas esse torrent já vem com legenda em inglês.
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Só uma pequena correção na sinopse: tem três músicas do Pink Floyd no filme, mas só duas foram escritas para o filme. A música "Come In Number 51, Your Time Is Up", que toca na cena final, nada mais é do que a música "Careful With That Axe, Eugene" re-titulada, que já havia sido lançada no fim de 1968.
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Uau, que final fantástico!
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/Desafio dos 100 filmes
69. Um filme gravado em um lugar exótico -
uma das obras máximas do cinema na minha opinião. e olha que o filme foi de certa forma censurado, pois retiraram algumas das cenas que Antonioni planejava, acusando-o de ser anti-americano.
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Ei Marcus! Tou fazendo uma resenha sobre o Zabriskie. Por acaso você tem fontes sobre esse caso de censura? Valeu!
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"Você está disposto a morrer? Não de tédio." - Assim começa Zabriskie Point. Hoje, nada de niilistas ou hipócritas sentimentais. No lugar, muito ativismo, amor no deserto e um desfecho tão fulminante que deixaria até Mythbusters com inveja. Acachapante do início ao fim.
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Algumas curiosidades sobre Zabriskie Point:
Os atores protagonistas Mark Frechette e Daria Halprin nunca tinham atuado antes.
Harrison Ford tem um pequeno papel sem créditos como um dos estudantes da demonstração no posto de polícia.
Depois de terem feito o filme, Mark Frechette e Daria Halprin mudaram-se para a mesma comuna da Califórnia. Halprin casou-se com Dennis Hopper em 1972. Em 1973, Frechette participou de um assalto a banco no qual um de seus cúmplices, Christopher Thien, foi morto. Ele foi condenado a quinze anos de prisão, e morreu na prisão sob circunstâncias suspeitas.Fonte: Wikipédia
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Filme viagem, altas cenas que são verdadeiras obras de arte, o cineasta Antonioni faz cinema utilizando de varios recursos inovadores que ainda hoje não vejo, um filme memorável!!! Um história de amor sem igual!!!
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Só pela trilha sonora já me interessei...Fui ver a sinopse e... "Por que ainda não vi esse filme?" haha
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Zabriskie Point é um ótimo filme do Antonioni.
Se em Blow-Up temos um retrato de toda a efervescência dos anos 1960 no Reino Unido, Zabriskie Point é um retrato da turbulência da virada dos anos 60/70 nos Estados Unidos, a cena vivida pelos Baby Boomers na época.
Cada filme que vejo do Antonioni e reafirmo com mais certeza que é o meu diretor italiano favorito. E aquela sequência final é hipnotizante. Ótimo filme.
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Filme muito conhecido pelos fãs do Pink Floyd, pois foi o grupo que compôs
a trilha sonora. Com ótima direção de Michelangelo Antonioni, o enredo
trata da contracultura, drogas mas parece que foi um fracasso de
bilheteria, valendo-se mais pela qualidade da trilha sonora, que conta
ainda com Grateful Dead, Rolling Stones e Jerry Garcia. Vale pela
curiosidade!! -
"There's a thousand sides to everything - not just heroes and villains. So anyway... so anyway... so anyway... so anyway ought to be one word. Like a place or a river. 'So Anyway River'."
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De longe, o mais genial filme de Antonioni. Bate os três filmes da trilogia da incomunicabilidade brincando. Cada cena é mais genial que a outra, a fotografia é inebriante e a montagem e edição, coisas inenarráveis. Sem mencionar a trilha sonora da maior banda de todos os tempos, Pink Floyd - muito bem utilizada por Michelangelo, que acaba transformando o final naturalmente belo em algo esplendoroso e inesquecível. Confesso que me emocionei tamanha a beleza e genialidade dos minutos de encerramento.
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qual o nome da musica que toca no final?
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"Careful With That Axe, Eugene" do Pink Floyd. Mas ganhou outro nome na trilha do filme.
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Obrigado pessoal mais e essa mesmo do Roy Orbison "so young" e a que toca depois que a casa explode e a garota entra no carro e vai embora.
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Um filme belíssimo, extremamente político, com discussões típica de uma época onde a liberdade, assim como o ar era algo importantíssimo e urgente para os jovens, sejam eles do grupo que “viajavam” com a maconha ou dos que preferiam “viajar” na realidade. Mais o que impressiona é a fotografia, o cenário exuberante, as cenas no deserto são de encher os olhos. Um trabalho tão significativo que só poderia ser feito por um grande mestre.
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Um deleite visual. Deslumbrante é pouco... Contracultura, Anti-conservadorismo, Pink Floyd e Idealismo magistralmente fundidos por Antonioni.
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Mais um filme sobre a contracultura no ocidente dificil de ser compreendido a partir da influência conservadora anticomunista dos dias de hoje. Como essa influência não é total ainda há quem o compreenda bem. A rebelião da juventude é mostrada em seu sentido próprio, ou seja o do conflito com as autoridades, que é, inclusive, armado. A rebelião desta periodo é, às vezes, mal entendida por cínicos de direta como um "modismo" de época. Mas e os mortos? As vítimas da repressão da direita estavam na rebelião por "moda"? Arriscando suas vidas por um deleite? Uma juventude que lia mais e, portanto, menos influenciada pela mídia conservadora, não estaria na rebelião por mero modismo. Por isto considero este filme bem melhor do que Hair, nele a rebelião é uma guerra e não uma festa. Antonioni foi um destes diretores que sacou o momento único que foram os anos 60 e resolveu dar seu testemunho honesto sobre a época. A trilha sonora é perfeita. A cena final com a música do Floyd é inesquecível.
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é até meio legal, mas é monótono demais
algumas cenas bem pontuais têm algo de brilhante -
As cenas filmadas no próprio Zabriskie Point são deslumbrantes, mas as cenas finais... impagáveis, que show de imagens.
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muito muito lindo, é a primeira coisa que me vem à cabeça quando penso nele, as partes consideradas "lentas" tem que ser assim mesmo, é o ritmo dele, combina assim.
mas falaram tanto da trilha sonora, eu não ouvi tanta música assim, só em algumas cenas, que caíram muito bem por sinal, né pink floyd, mas senti falta de mais músicas em outras cenas, ou fui eu que pus expectativa demais nisso -
Muito bom!
Não vou nem comentar a trilha sonora por motivos óbvios... kkkk
A cena final tbm é fantástica! -
O notável Michelangelo Antonioni, apóstolo do existencialismo no cinema, registra aqui suas impressões sobre a erupção do movimento de contracultura nos EUA sem deixar de incorrer no preconceito vigente na classe de intelectuais da época, isto é, o de captar uma mentalidade impregnando-a de embelezamento, suscetível de sensibilizar espectadores desavisados propensos a divagações lunáticas.
A protagonista do filme – bonitinha porém ordinária – absorta numa sensação de deslocamento - de origem insondável e por isso mesmo inexprimível - deseja ver implodir uma sociedade juntamente com seus valores, personificada pela figura do patrão no seu afã empresarial. Ora, a perversidade latente no espírito dessa geração não poderia ser melhor ilustrada. Que opressão impinge ele afinal? Nenhuma. Ele a protege, é indulgente e dispõe tudo aquilo que uma vida sem preocupações materiais mais almeja.
Combater a alienação, eis o mandamento supremo. Entretanto, os alienados da estirpe mais asquerosa são os próprios “jovens revolucionários”. “Uma geração de fedelhos mimados, entediados e potencialmente perigosos”, proclamava o sábio Russell Kirk a respeito. Um rapaz orgulhoso de querer fazer da universidade sede privilegiada para a realização de surubas, uma garota que apreende desse elevado projeto de mundo um sex appeal comparável a de um viril gladiador romano e uma turba de moleques presunçosos protestando contra o autoritarismo das instituições americanas ao mesmo tempo em que confessam admiração por tiranos sanguinários como Lênin e Fidel Castro constituem o sumário que assegura a precisão do diagnóstico supracitado.
O cinema de Antonioni não revela inclinações ideológicas facilmente identificáveis. Se algum dia esse grande artista nutriu alguma simpatia pelo que retratou nesse filme, espero que tenha percebido, mesmo que tardiamente, toda a podridão e malícia que o corresponde.
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A cena no deserto é muito foda, literalmente. HAHA
Confesso que no final eu fiquei meio surpresa com aquelas cenas de explosão xD
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Meu primeiro do Antonioni. Na verdade, já faz algum tempo que eu descobri essa preciosidade. E cometi o erro de demorar para contemplá-la.
Fabulosamente, é a essência da liberdade da época.
Ótima fotografia, ótima trilha sonora (Floyd, Stones, Grateful Dead e Garcia) e essa temática perfeita, da qual eu admiro.PS: Cuidado com alguns comentários abaixo, que contém spoilers.
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Traz muito do sonho da liberdade que vamos em busca com cenas memoráveis e vibrantes, ... e a cena final!!
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excelente fotografia, trilha sonora então, puuutz!!! \m/
um filme inesquecível... o/ -
Que obra-prima. É um filme simplesmente inacreditável. As cenas em Zabriskie Point (o lugar) são tão puras, tão surreais, tão inimagináveis que fiquei bom tempo de boca aberta. A fotografia delirante, a temática política. Enfim, e aquele final épico que mais parece uma homenagem ao Blow-up... Faz realmente acreditar no mundo, na vida e no rock.
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Conheço pouco da obra de Antonioni, mas sempre tive como característica de seu estilo, filmes lentos, poucos diálogos, versando quase sempre sobre a incomunicabilidade. Através da indicação de uma pessoa com extremo bom gosto resolvi assistir a esse Zabriskie Point. Logo no início já percebi que se tratava de algo bem diferente da imagem que eu tinha sobre os filmes do diretor italiano, todo aquele discurso político de contracultura inicial despertou muito a minha atenção, e quando achava que Antonioni iria pelo caminho pulsante e verborrágico, percebo que me enganei mais uma vez, o filme aos poucos vai enveredando para um estagio de contemplação visual na qual ele deixa de lado o discurso e evidencia a prática de todo aquele furor idealista juvenil e é neste ponto que ele cria uma obra-prima do cinema. É difícil não se repetir nos elogios de algumas concepções criadas por ele, das representações caricatas e não menos criticas da ode ao capital à exuberância da antológica cena da orgia no deserto, culminando na genialmente catártica da cena final das explosões. Favoritando imediatamente!
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A incrível paisagem lunar e surreal do Vale da Morte na Califórnia, aquela bela máquina cor de chumbo deslizando silenciosa sobre o asfalto quente, mormacento e desértico, bons rocks na trilha sonora com direito ao auxílio luxuoso de Pink Floyd fazem de Zabriskie Point um filme explosivamente inesquecível.
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Sabe aqueles filmes, que te fazem(des)Acreditar na vida? bem esse é um deles.. é bem diferente do esilo Antonioni do cinema italiano, mais mesmo assim é arrebatador! a cena de sexo coletivo, a explosão final, e todo o cinismo crítico durante as cenas iniciais é algo que fica marcado no espírito!