Como o clássico é talvez o melhor filme da história, é muito difícil evitar comparações, porém eu me esforcei bastante para me entregar à nova percepção da adaptação. A direção tem seus toques próprios, bem mais simples que a do anterior, menos poética, menos impactante, mas ainda transpõe a história de um bom jeito. E as mudanças de personagens, mudanças de diálogos, tudo funcionou muito bem de uma forma geralmente criativa.
Bem beeeeeeem inferior, porém entrega a ideia do seu jeito.
Filmaço! Tão bom quanto o de 1957. Apesar de eu ainda achar que o de 1957, por ser mais curto e ter toda a ambientação da época, tenha uma certa vantagem. Também acho o elenco melhor. Apesar de, aqui, termos peças importantes e de destaque, como o próprio Jack Lemmon, que está em um papel totalmente diferente dos que eu já vi até hoje. E, por sinal, muito bem nele. Mas ainda acho Henry Fonda melhor e mais convincente.
George C. Scott, Hume Cronyn, James Gandolfini e Ossie Davis estão todos muito bem, cada um com seus momentos de destaque, mesmo que uns mais e outros menos.
Vi filmes antigos com o Cronyn e, assim como o Lemmon, vê-los mais velhos, em filmes mais "atuais", é uma grande satisfação. São grandes do cinema que merecem reconhecimento.
Agora, o que para mim é perfeito é esse roteiro e o fato de ele se passar somente dentro de uma sala. O original é muito bom e, aqui, ele mantém o nível, com a atuação dos personagens e as teses e argumentos caindo um por um. No começo, todo mundo está meio que nem aí para tudo que está acontecendo, mas, aos poucos, vão entrando na discussão e se lembrando de fatos que, em certos momentos, passaram despercebidos.
Eu deveria ter visto esse filme quando vi o original de 1957; teria sido bem melhor. Mas, como eu vi o de 1957 já faz alguns anos, ficou meio complexo ligar os personagens de um com o outro e saber quem fazia quem, para poder ter mais poder de comparação.
Filme inteligentíssimo. Mostra como deveria ser um debate, uma discussão, uma argumentação etc.
Um filme igual o original , com pequenas mudanças .., o elenco de 57 , creio que seja um pouco melhor , o Henry Fonda está melhor que o Jack Lemmon , o inicio e o final do filme é melhor que o de 57.., ele é mais completo , mais didático e mais detalhista.., é muito difícil dizer qual o melhor ...,um empate técnico .., Os dois filmes são muito bons, roteiro fantástico, igual o original, mas ainda fico com a de 1957.
O filme de 57 é uma obra prima do cinema, mas o roteiro é tão perfeito que podem fazer trocentos remakes e se manterem os diálogos originais dificilmente estragarão, o que irá diferir será a atuação dos atores, aqui o elenco foi muito bem escolhido assim como no original, Jack Lemmon e George C. Scott são tão maravilhosos em seus embates e divergências que repetiram anos depois em ''O Vento Será sua Herança'' que foi outro remake sobre tribunal direto para tv. William Friedkin era um diretor bastante versátil.
Como o clássico é talvez o melhor filme da história, é muito difícil evitar comparações, porém eu me esforcei bastante para me entregar à nova percepção da adaptação. A direção tem seus toques próprios, bem mais simples que a do anterior, menos poética, menos impactante, mas ainda transpõe a história de um bom jeito. E as mudanças de personagens, mudanças de diálogos, tudo funcionou muito bem de uma forma geralmente criativa.
Bem beeeeeeem inferior, porém entrega a ideia do seu jeito.
Filmaço! Tão bom quanto o de 1957. Apesar de eu ainda achar que o de 1957, por ser mais curto e ter toda a ambientação da época, tenha uma certa vantagem. Também acho o elenco melhor. Apesar de, aqui, termos peças importantes e de destaque, como o próprio Jack Lemmon, que está em um papel totalmente diferente dos que eu já vi até hoje. E, por sinal, muito bem nele. Mas ainda acho Henry Fonda melhor e mais convincente.
George C. Scott, Hume Cronyn, James Gandolfini e Ossie Davis estão todos muito bem, cada um com seus momentos de destaque, mesmo que uns mais e outros menos.
Vi filmes antigos com o Cronyn e, assim como o Lemmon, vê-los mais velhos, em filmes mais "atuais", é uma grande satisfação. São grandes do cinema que merecem reconhecimento.
Agora, o que para mim é perfeito é esse roteiro e o fato de ele se passar somente dentro de uma sala. O original é muito bom e, aqui, ele mantém o nível, com a atuação dos personagens e as teses e argumentos caindo um por um. No começo, todo mundo está meio que nem aí para tudo que está acontecendo, mas, aos poucos, vão entrando na discussão e se lembrando de fatos que, em certos momentos, passaram despercebidos.
Eu deveria ter visto esse filme quando vi o original de 1957; teria sido bem melhor. Mas, como eu vi o de 1957 já faz alguns anos, ficou meio complexo ligar os personagens de um com o outro e saber quem fazia quem, para poder ter mais poder de comparação.
Filme inteligentíssimo. Mostra como deveria ser um debate, uma discussão, uma argumentação etc.
Assistido em 02/05/2025
Um filme igual o original , com pequenas mudanças .., o elenco de 57 , creio que seja um pouco melhor , o Henry Fonda está melhor que o Jack Lemmon , o inicio e o final do filme é melhor que o de 57.., ele é mais completo , mais didático e mais detalhista.., é muito difícil dizer qual o melhor ...,um empate técnico .., Os dois filmes são muito bons, roteiro fantástico, igual o original, mas ainda fico com a de 1957.
O filme de 57 é uma obra prima do cinema, mas o roteiro é tão perfeito que podem fazer trocentos remakes e se manterem os diálogos originais dificilmente estragarão, o que irá diferir será a atuação dos atores, aqui o elenco foi muito bem escolhido assim como no original, Jack Lemmon e George C. Scott são tão maravilhosos em seus embates e divergências que repetiram anos depois em ''O Vento Será sua Herança'' que foi outro remake sobre tribunal direto para tv. William Friedkin era um diretor bastante versátil.
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