Data de lançamento
18 Dez. 2021Duração
Neste documentário, a polícia enfrenta escrutínio enquanto os americanos exigem justiça depois que a violência policial tira várias vidas de negros em Cleveland.
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Revoltante demais.
Um documentário chocante que aponta o despreparo policial e a perseguida comunidade negra. Esta, que é o principal alvo daqueles que se dizem protetores da sociedade, é vítima da crueldade e falta de justiça. É revoltante ver as autoridades se eximirem da culpa e saírem impunes.
A brutalidade policial é um tema recorrente da produção documental norte-americana, tantos são os crimes cometidos de farda contra, em particular, a comunidade negra, na prova cabal de racismo sistêmico.
Este documentário convida o espectador a conhecer dois casos, ambos em Cleveland. O primeiro, que é a linha mestre da narrativa, o de duas pessoas negras, desarmadas, assassinadas com 137 tiros, por 13 policiais depois de serem perseguidores por mais de 60 viaturas. Coisa boa não devem ter feito, já começa a questionar o tiozão do WhatsApp. O que eles fizeram foram ter um carro com escapamento defeituoso, cujo som parecia com o disparo de uma arma de fogo. Além deste, o assassinato de um garoto de 12 anos que brincava com uma pistola de ar comprimido no parque público.
A narrativa recorda as circunstâncias do caso, a partir do ponto de vista dos familiares das vítimas, dos promotores, do sindicato que representa a polícia, do julgamento e da opinião pública a partir do programa de rádio do recém falecido ativista Mansfield Frazier. É o documentário que ferve o sangue de quem assiste, enxerga onde começa e termina a verdade e que muito deve ser reformado na polícia americana para que volte a ser (já foi?) mais justa e digna.
É mais uma triste história previsível
(independente da questão racial) em que os policiais parece não ter o mínimo de treinamento, que não existe procedimento para resolver problemas previsíveis e corriqueiros (abordagens, conflitos , perseguição,......), pois todos os policiais só sabem dizer que estão morrendo de medo e tal (fica evidente que quem permitiu essas pessoas serem policiais estavam terrivelmente enganados e deveriam ser corresponsável por tamanho equivoco) . No fim o policiais que atuam nas ruas irão ser boi de piranha (eles não são inocentes -pois assumiu por algum motivo o cargo de servir, mas não são responsáveis sozinhos), agora o que mais ocorrer mesmo é culpar as vitimas. ISSO não faz sentido a policia tem que atuar com inteligência e diligência e não como se estivesse jogando GTA
Ele não foi absolvido, mas despedido. Desde a absolvição de Brelo, ele foi demitido da força policial de Cleveland. Outros cinco policiais foram demitidos e seis suspensos. Um oficial envolvido aposentado. Ele permanece fora da força de acordo com os últimos relatórios.