Lionel, um viúvo, criou sozinho sua filha Josephine. Agora que ela cresceu, a vida a dois de pai e filha começa a se parecer com a de um casal. Eles cuidam um do outro como se o amanhã nunca fosse chegar.
Eu gosto de drama, mesmo que paradão, quase sem diálogos e mais intimista, mas esse bateu o recorde dos exageros. O filme acaba como começou, ou seja, uma estória vazia...
Um filme sobre olhares - de flertes, decepções, lamentações, admiração, desejo, medo, ciúme... E todos esses olhares se encontram na cena das danças no bar, uma dos melhores momentos do cinema dos últimos anos.
Provavelmente o melhor filme da década de 2000 (certamente um dos 10 melhores).
"Bom Trabalho" é o filme mais celebrado da Claire Denis. Mas "35 Doses de Rum" sempre vai mexer mais comigo. É como se eu fizesse parte daquilo tudo.
Uma grande surpresa,mesmo se tratando de Claire Denis na direção eu fui esperando algo mediano.Um dos grandes filmes de sua carreira.Drama de primeira e que aborda os vários problemas da vida real sem maquiar nada.
Não entendo como as pessoas gostaram disso. Roteiro e diálogos extremamente vazios. O filme termina sem sair da introdução. Quase nada do que é apresentado no começo é retomado. É praticamente um "reality show" ruim sobre uma família, mostrando-os andando de trem, de ônibus, comendo e tendo uns diálogos do tipo "Ela pintou a parede?" "Sim", ou, durante um almoço "Eu estava com fome" "Eu também", sem que esses diálogos tenham alguma substancia ou os assuntos tenham qualquer relevância ou provocação para o público ou para as personaagens. O filme termina e sabemos pouco sobre a menina. O único personagem interessante, o professor, é esquecido na fila do pão mais tarde, mesmo quando algo grave acontece com ele depois. O único real conflito do filme que provoca alguma mudança é uma ida frustrada a um concerto. E a cena prometida que entitula o filme de 35 doses de rum é muito qualquer coisa, fraca, sem argumento, só pra ter um título atrativo. As relações amorosas e como elas afetam Lionel são mal desenvolvidas. Talvez funcionasse em um curta de 25 minutos, no máximo.
Eu gosto de drama, mesmo que paradão, quase sem diálogos e mais intimista, mas esse bateu o recorde dos exageros. O filme acaba como começou, ou seja, uma estória vazia...
Um filme sobre olhares - de flertes, decepções, lamentações, admiração, desejo, medo, ciúme... E todos esses olhares se encontram na cena das danças no bar, uma dos melhores momentos do cinema dos últimos anos.
Provavelmente o melhor filme da década de 2000 (certamente um dos 10 melhores).
"Bom Trabalho" é o filme mais celebrado da Claire Denis. Mas "35 Doses de Rum" sempre vai mexer mais comigo. É como se eu fizesse parte daquilo tudo.
Uma grande surpresa,mesmo se tratando de Claire Denis na direção eu fui esperando algo mediano.Um dos grandes filmes de sua carreira.Drama de primeira e que aborda os vários problemas da vida real sem maquiar nada.
>Assistido em 10 de Junho de 2022
-Dou nota 8/10
Cinema Humanista, gosto muito!
Não entendo como as pessoas gostaram disso. Roteiro e diálogos extremamente vazios. O filme termina sem sair da introdução. Quase nada do que é apresentado no começo é retomado. É praticamente um "reality show" ruim sobre uma família, mostrando-os andando de trem, de ônibus, comendo e tendo uns diálogos do tipo "Ela pintou a parede?" "Sim", ou, durante um almoço "Eu estava com fome" "Eu também", sem que esses diálogos tenham alguma substancia ou os assuntos tenham qualquer relevância ou provocação para o público ou para as personaagens. O filme termina e sabemos pouco sobre a menina. O único personagem interessante, o professor, é esquecido na fila do pão mais tarde, mesmo quando algo grave acontece com ele depois. O único real conflito do filme que provoca alguma mudança é uma ida frustrada a um concerto. E a cena prometida que entitula o filme de 35 doses de rum é muito qualquer coisa, fraca, sem argumento, só pra ter um título atrativo. As relações amorosas e como elas afetam Lionel são mal desenvolvidas. Talvez funcionasse em um curta de 25 minutos, no máximo.