Maïté é casada com Vincent que acaba de ser condenado a 7 anos de prisão. O falatório agora é seu único espaço de intimidade. Duas vezes por semana, ela pega a roupa suja, lava, passa e traz de volta. Um ritual que executa com afinco e precisão. Um dia, um desconhecido a encontra ao sair da prisão. Ele se chama Jean, e a seduz. Ele se torna seu amante, mas ela não o deixará entrar em casa. Um dia, ela descobre que Jean é guarda na prisão e que Vincent é seu protegido. Entre a vontade e a culpa, entre o prazer e o dever, ela se sente aprisionada em um jogo a três do qual ninguém conhece as regras.
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sinceramente achei o filme bem cansativo
peitinhos, como todo bom filme francês.
ah, e um filme pseudo-intelectual também não pode faltar!
Interesse que o termo "falatório" contido na sinopse de forma descritivo-objetal sirva também para decsrever o maior problema deste filme: a verborragia cara ao cinema típico francês, que desperdiça um interessnate ponto de partida enredístico e chafurda as atuações num moralismo sexual não-condizente com a força do tema... Seduz, mas não tanto quando poderia... O ator que vivifica o policial dá nos nervos 9entendam como quiser - risos) - WPC>
O encontro de três seres que delegam poder demais aqueles que amam, fazendo com que isso os afete e machuque imensamente. Cinema simples e que funciona bem, mas que não deixa de ser cheio de estranhismos. Nele, o corte está diretamente conectado ao ritmo do filme e conduz a uma rotina asfixiante. Perde, por precipitar as interpretações que podem surgir, escancarando com profundidade as relações humanas e as complicações inerentes a elas, inviabilizando uma identificação do espectador com a trama.