Ainda vi pouquíssima coisa do Santiago Alvarez, que crime! Quando um amigo mui querido recomendou-me este filme, mais cedo, nada sabia sobre ele. Logo de início, fiquei um tanto intimidado, por conta de seu tom hagiográfico, beatífico. Mas logo me rendi a esta louvação justa ao Ho Cgi Minh: a montagem é soberba, a direção é magistral. Amei, amei, amei! <3 (WPC>)
Curta-documentário de meia-hora produzido pelo Instituto Cubano del Arte e Industria Cinematográficos (ICAIC, que conheci pessoalmente em 2015) sobre a vida e o legado do líder vietnamita Ho Chi Minh, pouco após a morte deste. Quase todo narrado com imagens de arquivo da cinemateca de Hanói (com uma ou outra frase de José Martí e do próprio Minh), acaba surpreendentemente partindo de uma estética lisérgica bem anos 1960, com direito a letreiros do tipo "flower power" e música idem.
Felizmente, graças à habilidade de edição do ICAIC, que estava no auge artístico naquela época, o que poderia ser uma bizarrice estranhíssima virou uma peça de cinema bastante interessante e forte, com poucos exageros e muito impacto, além de uma justa e merecida homenagem a um grande revolucionário, ainda antes da vitória do Vietnã contra os EUA em 1975.
"Sem o inverno glacial, sem o duelo e a morte; Primavera, quem poderia apreciar sua glória? A tristeza em meu espírito, é como puro aço que forja meu coração. Nada é mais precioso que a liberdade e a independência."
Ainda vi pouquíssima coisa do Santiago Alvarez, que crime! Quando um amigo mui querido recomendou-me este filme, mais cedo, nada sabia sobre ele. Logo de início, fiquei um tanto intimidado, por conta de seu tom hagiográfico, beatífico. Mas logo me rendi a esta louvação justa ao Ho Cgi Minh: a montagem é soberba, a direção é magistral. Amei, amei, amei! <3 (WPC>)
Curta-documentário de meia-hora produzido pelo Instituto Cubano del Arte e Industria Cinematográficos (ICAIC, que conheci pessoalmente em 2015) sobre a vida e o legado do líder vietnamita Ho Chi Minh, pouco após a morte deste. Quase todo narrado com imagens de arquivo da cinemateca de Hanói (com uma ou outra frase de José Martí e do próprio Minh), acaba surpreendentemente partindo de uma estética lisérgica bem anos 1960, com direito a letreiros do tipo "flower power" e música idem.
Felizmente, graças à habilidade de edição do ICAIC, que estava no auge artístico naquela época, o que poderia ser uma bizarrice estranhíssima virou uma peça de cinema bastante interessante e forte, com poucos exageros e muito impacto, além de uma justa e merecida homenagem a um grande revolucionário, ainda antes da vitória do Vietnã contra os EUA em 1975.
"É a hora de matar para vencer. É a hora de matar porque não pode vencer"
Youtube - Parte 1 http://www.youtube.com/watch?v=kcZFkWk9nZg
Parte 2- http://www.youtube.com/watch?v=HRKBROjxQhc&feature=related
"Sem o inverno glacial, sem o duelo e a morte;
Primavera, quem poderia apreciar sua glória?
A tristeza em meu espírito, é como puro aço que forja meu coração.
Nada é mais precioso que a liberdade e a independência."
Excelente filme!!!!!!!