Elsa vive de bico e tenta conseguir um verdadeiro emprego para obter a guarda do filho. Mathieu, seu vizinho, coleciona as entrevistas de emprego. Os dois persistem em levantar num mundo que não parece feito para eles. “Sete vezes ao chão, oito vezes de pé” ?
O tema é bom, poderia ser bem melhor conduzido. A trama é curta, mas se torna chata e superficial.
Um filme simples e realista, vele muito a pena.
É a simplicidade e a forte capacidade do telespectador de infiltrar-se
dentro do universo difícil dos personagens , que "8 vezes de pé"
acaba se transformando numa gratificante experiência cinematográfica
ainda que simplória o que talvez tenha sido o maior defeito do longa .
Elsa é uma bagunça total: desempregada, tem dificuldade em se relacionar, vive a toa e sem esperança.
Não consegue se adaptar à vida adulta plena de responsabilidades, afazeres, preparação acadêmica e empregos. Há força de vontade, mas a limitação psicológica persiste e é imensa.
O filme inteiro é um ótimo retrato fiel desse tipo de gente que existe, está por aí aos montes cotidianamente enfrentando um mundo que nem sempre sorri.
Interessante trilha sonora que casa perfeitamente ao clima urbano do filme.
Muitas vezes me sinto como nesse filme...