Assisti no YouTube. Achei a animação bem diferente de tudo que já assisti até hoje nos meus 48 anos. Uma animação bem adulta. Aborda assuntos bem complexo. Como: suicídio, traição, rejeição e homicídio. Somente um tenta ir para um caminho sensato, porém acaba se fracassado no caminho, por falta de incentivo.
foi do garotinho, ele se esforçou tanto para juntar moedas no cofrinho, tomando leite, que no final, ele se apegou mais no cofrinho (porquinho) do que no seu objetivo, que era o jogador Jack.
$9.99 vai além da animação convencional, mesmo que não desenvolva seu roteiro para além do básico o resultado final é uma exótico trama com personagens e situações que te deixaram vidrados em tela. O mais notável aspecto da animação é sua estética que ao invés de causar estranheza acaba o dando sua personalidade. A trama consegue atiçar logos nos primeiros minutos com uma facilidade como poucas outras animações fora do firmado estilo desse gênero conseguem, porém se consegue esse efeito, não consegue o manter por toda sua duração. A criatividade é notável em alguns momentos, mas em outros o roteiro se beneficia com a proposta e inseri cenas vazias que podem parecer que é para o desenvolvimento da trama, mas no final é uma encheção de linguiça e nada mais.
Por fim, é uma animação que vale sim muito a pena a assistida, pois mesmo entregando apenas o básico ainda é um bom entretenimento.
"Qual o sentido da sua existência?" É em certas similaridades com Magnólia e uma oferta de catálogo por $9.99 para responder tal pergunta que a animação de Tatia se dispõe a contar as conexões (ou desconexões por falta de comunicação, melhor dizendo) humanas (e talvez divinas) ocorridas entre os moradores de um prédio. Estes que têm algo a mais em comum: as perdas. Um perdeu a esposa atropelada por um trem, e vive numa solidão palpável (tentando conversar até com uma Atendente de Telemarketing), sem se divertir; outro depressivo pela esposa ter morrido e por seus dois filhos estarem desempregados ou solteiros (além de trabalhar num lugar sem janelas há 30 anos e não ouvi-los); um mendigo que também perdeu seu amor,
se matando e virando um “anjo fumante” (ou um “mentiroso com asas”),
cambaleando nas ruas e corredores; um garoto sem mãe, jogando bola sozinho e juntando moedas, dadas por seu pai “para não virar um criminoso, num porquinho sorridente (com o qual se afeiçoa) a fim de comprar um boneco que dá voleios; e, por fim, um casal de noivos que descobre uma gravidez a indesejada: um se afunda em amigos imaginários em miniaturas e cerveja, e a outra vai dar aulas.
Dave, um dos moradores, compra o livro ofertado e descobre que há 6 sentidos na existência: uma nova perspectiva que tenta compartilhar, mas ninguém o ouve. Ele compra outro livro para ser ouvido, mas lhe mandam um que ensina a nadar como um golfinho. Ele quer que os livros o ensinem a se encaixar, mas entende no fim que ele precisa primeiro dar sentido à vida. Mesmo que
seja nadando com seu pai no lago ao lado do porquinho Kweller, deixado pelo garoto ao descobrir não precisar do boneco para ser feliz, vendo seu irmão fazer diversos sacrifícios (bem curiosos, devo dizer) por um amor, vendo o senhor, antes solitário, ir se divertir num resort pela primeira vez em anos, ou não ouvindo mais as brigas e tentativas da professora em forçar o relacionamento com seu noivo.
O longa australiano tem histórias bastante interpretativas e estranhas a princípio, mas também tem profundidade o suficiente nessas buscas de necessidades e significação pra valer sua 1h20.
Eu não entendi uma coisa no filme: o mendigo. No começo do filme ele da um tiro na cabeça e se mata. Depois ele aparece como um anjo com asas e no final quando o idoso empurra ele do topo de predio para ve-lo voar, ele cai do predio e morre. Ele morre de novo ? Ele era mesmo um anjo ou não ?
Assisti no YouTube.
Achei a animação bem diferente de tudo que já assisti até hoje nos meus 48 anos.
Uma animação bem adulta.
Aborda assuntos bem complexo.
Como: suicídio, traição, rejeição e homicídio.
Somente um tenta ir para um caminho sensato, porém acaba se fracassado no caminho, por falta de incentivo.
A cena que mais me marcou,
foi do garotinho, ele se esforçou tanto para juntar moedas no cofrinho, tomando leite, que no final, ele se apegou mais no cofrinho (porquinho) do que no seu objetivo, que era o jogador Jack.
Nota 3,0. Bom 😀
$9.99 vai além da animação convencional, mesmo que não desenvolva seu roteiro para além do básico o resultado final é uma exótico trama com personagens e situações que te deixaram vidrados em tela. O mais notável aspecto da animação é sua estética que ao invés de causar estranheza acaba o dando sua personalidade. A trama consegue atiçar logos nos primeiros minutos com uma facilidade como poucas outras animações fora do firmado estilo desse gênero conseguem, porém se consegue esse efeito, não consegue o manter por toda sua duração. A criatividade é notável em alguns momentos, mas em outros o roteiro se beneficia com a proposta e inseri cenas vazias que podem parecer que é para o desenvolvimento da trama, mas no final é uma encheção de linguiça e nada mais.
Por fim, é uma animação que vale sim muito a pena a assistida, pois mesmo entregando apenas o básico ainda é um bom entretenimento.
"Qual o sentido da sua existência?" É em certas similaridades com Magnólia e uma oferta de catálogo por $9.99 para responder tal pergunta que a animação de Tatia se dispõe a contar as conexões (ou desconexões por falta de comunicação, melhor dizendo) humanas (e talvez divinas) ocorridas entre os moradores de um prédio. Estes que têm algo a mais em comum: as perdas. Um perdeu a esposa atropelada por um trem, e vive numa solidão palpável (tentando conversar até com uma Atendente de Telemarketing), sem se divertir; outro depressivo pela esposa ter morrido e por seus dois filhos estarem desempregados ou solteiros (além de trabalhar num lugar sem janelas há 30 anos e não ouvi-los); um mendigo que também perdeu seu amor,
se matando e virando um “anjo fumante” (ou um “mentiroso com asas”),
Dave, um dos moradores, compra o livro ofertado e descobre que há 6 sentidos na existência: uma nova perspectiva que tenta compartilhar, mas ninguém o ouve. Ele compra outro livro para ser ouvido, mas lhe mandam um que ensina a nadar como um golfinho. Ele quer que os livros o ensinem a se encaixar, mas entende no fim que ele precisa primeiro dar sentido à vida. Mesmo que
seja nadando com seu pai no lago ao lado do porquinho Kweller, deixado pelo garoto ao descobrir não precisar do boneco para ser feliz, vendo seu irmão fazer diversos sacrifícios (bem curiosos, devo dizer) por um amor, vendo o senhor, antes solitário, ir se divertir num resort pela primeira vez em anos, ou não ouvindo mais as brigas e tentativas da professora em forçar o relacionamento com seu noivo.
O longa australiano tem histórias bastante interpretativas e estranhas a princípio, mas também tem profundidade o suficiente nessas buscas de necessidades e significação pra valer sua 1h20.
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Eu não entendi uma coisa no filme: o mendigo. No começo do filme ele da um tiro na cabeça e se mata. Depois ele aparece como um anjo com asas e no final quando o idoso empurra ele do topo de predio para ve-lo voar, ele cai do predio e morre. Ele morre de novo ? Ele era mesmo um anjo ou não ?
Boa animação mas... ...