lacazans
31 years

Usuário desde Outubro de 2019
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum


Carregando Publicidade...
Remover Anuncios

Últimas opiniões enviadas

  • lacazans
    2 anos atrás

    Eu sabia que a HQ existia e tinha vontade de ver, agora quero mais ainda. E AMEI a arte, quero mais filmes com artes bonitas assim. Alô Pixar, aprenda algo.

  • lacazans
    2 anos atrás

    Karl Marx que me perdoe, mas amei demais esse filme

  • lacazans
    2 anos atrás

    Acho que o final muda muito o sentimento de quem vê dependendo da sua visão de relacionamentos e monogamia.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Nem a Bobbi (que já havia questionado a monogamia mais de uma vez na série) e nem a Frances, queriam um relacionamento tradicional. Da mesma forma que o Nick não queria um relacionamento tradicional. Não significa que não tenha ciúme envolvido e que não seja complicado, MAS...

    O final pra mim foi extremamente feliz e satisfatório, porque quando a Frances propõe à Bobbi que elas continuem comprometidas uma com a outra, mas da forma que fizer sentido pra elas, do jeito que elas "criarem", isso é o puro suco da não-monogamia.

    Apesar de não vermos a reação final da Bobbi sobre o Nick retornar, a atriz que fez a Bobbi ficou indignada sobre isso e achou que a Frances perderia a Bobbi. Eu discordo, profundamente. É estranho pensar que a atriz não entendeu a visão de mundo da própria personagem (não querendo dizer que minha perspectiva seja a certa, só explorando possibilidades).

    Eu acredito que a Bobbi, por já ter expressado o desdém pelos moldes tradicionais monogâmicos, ficaria bem satisfeita sim com esse "molde"; da mesma forma que eu, como não-mono, achei muito bonitas todas as comunicações sendo transparentes e diretas no final, entre todos os envolvidos. Não-monogamia não é sobre p*taria, é sobre comunicação, respeito, consideração e exploração de novas possibilidades.

    Por fim, adoro como os personagens são complexos e bem escritos. Cada um com suas qualidades e defeitos; a escritora não tenta pintar mocinhos e bandidos e nem se render a clichés. O ritmo é, sim, lento e contemplativo, mas acho que qualquer pessoa introvertida, reflexiva ou "melancólica" não terá problema nenhum com isso. Pelo contrário, acho que esses espaços dão tempo de digerirmos as situações. Perfeito, perfeito, perfeito.

  • Nenhum recado para lacazans.