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Data de lançamento
19 Julho 2023Duração
Na Barbielândia - o mundo mágico das Barbies - todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, a Barbie Estereotipada (Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, ela vai parar no mundo real.
Forçada a viver ali, Barbie precisa lutar com as dificuldades de não ser mais apenas uma boneca. Pelo menos, a moça está acompanhada de seu fiel e amado Ken (Ryan Gosling), que, ao contrário dela, parece cada vez mais fascinado pela vida no novo mundo.
Filme: Barbie
País: EUA
Ano: 2023
Diretor: Greta Gerwig // Visto no dia 24/08/2023
Assisti esse filme em família, só minha mãe e minha irmã fez assisti esse filme. Assim nada contra a Barbie, muito pelo contrário: amo as animações, gosto dos desenhos, da proposta, independente se a Barbie é do mundo infantil feminino.
Primeiro, não queria ver por causa do hype exagerado que esse filme teve: coisa muito popular não me fisga. Não gosto de modinhas, não gosto de entrar na onda do 'hype'. Mesmo mexendo com redes sociais, não gosto: preferir esfriar um pouco a onda e ver o filme. Fiz bem: iria receber spoiler, comentários desnecessários no momento do lançamento e que iria frustrar a minha experiência e de minha família. Vimos semanas depois do lançamento.
O filme em si, como imaginei, poderia ser nada demais, realmente não é uma coisa 'extraordinária' que estavam vendendo por ai: tem elementos comuns, previsíveis e chatos. Mas tem coisas legais. Pontos positivos: deboche sobre o papel social do homem e da mulher é interessante: estereótipos de cada gênero, o que um gosta e outro não. Coisas que são determinadas como masculino e outras como feminino. Deboche do patriarcado, desses símbolos, dessas marcas é bem sarcástico, irônico, reflexivo, são cenas que valem a pena. Barbieland foi bem caracterizada, mostrando que as 'bonecas' que mandam e conectam muito com a realidade, as críticas debochadas, como falei, funcionam em muitas partes. Margot Robbie fez um grande trabalho, como Ryan Gosling se esforçou mesmo em um personagem insuportável, vazio. Como Ken é: superficial, fresco e vazio. Gosto da diretora, fez um bom filme. As cores, cenários são lindos, bem caracterizados. Porém como nem tudo são flores, o filme com o tempo, para mim, se torna cansativo, o seu tom, mesmo com critica debochada funcionando em algumas vezes, é um tom infantil, exagerado, bobo que enjoa, cansa, perde credibilidade. Se torna algo enfadonho com o tempo, forçado em algumas ocasiões. Fiquei exausto com piadinhas e palhaçadas bestas, com cores e ver aqueles cenários várias vezes, tom infantil, forçado de algumas cenas. Não curtir. Acho que pode ter pesado um pouco a mão sobre em como adaptou o homem no filme: bobo, raso, idiota. Eu entendo a crítica, ironia, deboche mas para mim em certos pontos, foi exagerado e forçado. A Barbie no mundo real não funcionou muito bem: para mim foi mais um enaltecimento da empresa Mattel, do que qualquer outra coisa, a realidade poderia ter sido melhor adaptada, não preencheu com as minhas expectativas. Enfim concluindo: É um filme para adultos, Barbie para adultos. Teve gente que vive no mundo da lua, falando que a Barbie é para criança, ou que deveria ser para criança, mas Greta Gerwig já disse anteriormente que iria repaginar o conceito da Barbie como uma visão moderna, contemporânea, dizendo contradições, conflitos, identidade de gênero masculino e feminino, brincando e trabalhando nesses dois polos para ironia e deboche. Filme para adultos. E além de que esse filme promoveu e muito a empresa Mattel para vender as suas bonecas famosas. Um filme institucional que busca mostrar as dores da marca, compartilhar essa dor e comparar essa dor com a do consumidor, com a memória afetiva de quem já teve a Barbie, que cresceu, constituiu família e hoje é pai e mãe e tem mais de 30 anos de idade. O filme se conecta com esse público. Humanização da marca em colocar equivalente com a dor do consumidor da Barbie.
Filme ganhou muita grana com bilheteria, fez sucesso nas redes, gerou discussões bobas também sobre gêneros e seus estereótipos que a diretora trabalhou bem esses elementos. Evento Barbienheimer foi um fenômeno cultural global onde teve lançamentos simultâneos dos dois filmes em 20 de julho de 2023. Isso criou um hype absurdo, uma bilheteria gigante para os dois estúdios, onde essa estratégia de o público interagir e falar e brincar com os dois universos cinematográficos distintos deu muito certo, estourou nas redes sociais, marketing, publicidade, propaganda estouraram. Capitalismo no talo. E última coisa para falar: achei brega, cafona, meio patético as pessoas fantasiadas de Barbie para verem o filme: como se muita gente esperasse um filme infantil, mas que na verdade é um filme com propostas e temáticas para adulto. Muita gente agindo como criança até na estética, com ideias precipitadas sobre o filme. Adultos infantilizados continua em forte no cinema infelizmente, é um público consumidor muito forte para a indústria, que obviamente enaltece esse tipo de comportamento para lucrar. Enfim, muito hype, superestimado, inteligente, críticas pontuais mas irritante, bobo, besta, institucional em vários aspectos citados. Muito marketing para algo dentro do comum mas que teve uma abordagem criativa e nada mais. É isso.
Nota: 7,0
Eu ameiii!!!! Irônico, debochado, sarcástico, engraçado, progressista, reflexivo. Eu amei a estética! assisti muito Barbie quando era criança e amei que conseguiram trazê-lo de forma crítica e lúdica. 🩷 não é um filme bestinha e superficial não, mas poderia ser. Fizeram da forma mais inteligente possível, Mas qualquer idade consegue assistir e gostar.
Confesso que queria ter gostado mais do filme, mas não veio aí.
Acredito que para a proposta que a Greta Gerwig tinha, ela fez um ótimo trabalho, mas está longe de ser um estilo de produção que me agrade.
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A história contada nesse filme não me agrada tanto, achei tudo meio bobo, infantil e excesso de palhaçada, quase como um verdadeiro besteirol estadunidense.
A parte do Ken...
Quando o Ken assume o patriarcado com cavalos e toma a Barbieland, eu achei um saco, bem vergonha alheia em várias cenas.
Mas a crítica que ela apresenta é realmente MUITO boa e feita de uma forma sensacional, adoro como ela praticamente "desenha" as coisas em um tom de deboche tão certeiro, que não tem como as pessoas não entenderem do que o filme se trata.
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Além disso, a base sintética do filme foi interessante na primeira meia hora, mas conforme ele foi passando, tudo foi se tornando meio exaustivo de acompanhar, o universo da barbie, o excesso de cor, as palhaçadinhas dos personagens, etc. Foi se tornando cansativo de assistir.
É aquilo, não acho que seja um filme ruim, ele só não é um perfil de filme que me agrade, mas para o público alvo, acredito que deva ser uma experiência incrível.
Maravilhoso, foi uma outros visão da barbie, incrível
Revi ontem e até aumentei um pouquinho a minha nota, pois achei mais divertido, sarcástico e reflexivo do que da primeira vez que assisti. Gosto muito das atuações e estética do filme.