Últimas opiniões enviadas
Eu resolvi assistir esse filme pq usei aquele prompt de IA sobre qual personagem se parece comigo a partir das experiências que tivemos e o Chatgpt me respondeu o Will Hunting.
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Eu realmente gostei muito do filme e acho que deveria ser um daqueles sempre indicados em faculdades de psicologia, não somente pelo personagem a ser analisado, mas pela conduta dos profissionais que trabalharam com o Will.
Obviamente que se analisa a época em que o filme se passou, o que condiz muito com o perfil da maioria dos profissionais, mas é importante ressaltar a conduta um tanto quanto invasiva e, até certo ponto, desrespeitosa com que o trataram.
Por mais que o Sean tenha sido um profissional um pouco mais aberto, dando bastante margem para transferência e contratransferência, é importante de mais ver que o Will só conseguiu se abrir devido a forma como o Sean possibilitou a vinculação.
Digo isso pq existe dentro da psicologia essa reflexão sobre a forma como trabalhar com o paciente, o que pode e o que não pode ser feito, ser dito, comportamentos, ações, etc. Para muitos, a conduta do Sean é péssima, tanto dentro quanto fora da psicologia, mas para outros, podem compreender que esse foi o gatilho que o Will precisava para se abrir.
A ideia aqui não é pontuar se o Sean estava certo ou errado, mas compreender o posicionamento dele frente a situação que tinha, que se constrói muito bem com uma frase que é dita em uma das primeiras sessões deles, em que o Sean fala que ele não tem todas as respostas e não sabe como agir, e esse é o ponto central da Psicoterapia, cada paciente é diferente do outro e a forma como a vinculação ocorre é diferente, podendo as vezes ser mais flexível e outras mais rígidas, depende do olhar terapêutico.
Outro ponto que me agradou bastante nesse filme é mostrar que o impacto de uma psicoterapia não ocorre apenas no paciente, mas também no psicoterapeuta, que vivencia juntamente com o paciente cada etapa do processo, ouvindo e observando de um outro lugar, mas que permite também uma reflexão sobre a sua própria vida.
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Em relação ao filme em si, gosto muito de boa parte do filme, mas a reta final me cansou um pouco.
Compreendo a necessidade e importância de trabalhar o relacionamento com a Skylar, mas confessor que tenho um pouco de preguiça quando colocam relacionamentos amorosos em filmes com temática mais psicológica e complexa, pq sinto que não trabalham isso direito e fica meio avulso na narrativa.
Nessa situação, para mim pareceu que a conversa com o amigo lá na construção teve muito mais peso do que todas as cenas com a Skylar, mesmo compreendendo o fato de que ele percebeu os motivos pelos quais estava "fugindo" dela.
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Ao mesmo tempo que eu gosto que não focaram a história inteira desse filme apenas na inteligência do Will e na matemática, sinto também que isso ficou bem apagado durante o filme, tendo sido apenas o start e ficado lá pelo início mesmo.
Digo isso pq eu sinto que poderiam ter explorado essa questão um pouco mais do que tornar apenas uma queda de braço com o Prof. Lambeau. No fim, a questão do "gênio" virou mero coadjuvante na narrativa, mesmo ele ficando incomodado com o fato de achar tudo muito fácil, etc. Poderiam ter explorado um pouco essa questão de se encontrar no mundo, pq no o filme te direciona a um final que dá a entende que tudo se resolve com amor.
Compreendo que não existe a possibilidade de apresentar um processo terapêutico completo e acho que conseguiram fazer até uma boa finalização com os personagens, o problema, para mim, é que esse direcionamento final não me pareceu muito bem fechado em relação ao Will e os problemas reais dele, foi bonitinho e hollywoodiano, mas muitas questões em aberto para resolver.
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Enfim, é um filme muito bom.
Eu acho esses filmes dos anos 90 que falam de diabo meio canastrões.
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É um filme que passei longe de gostar, não por ser ruim, mas por falta de qualquer mínima atração que me prendesse, achei um roteiro bem básico e até meio bobo e infantil a forma como retrataram algumas questões de religião.
O filme é desnecessariamente grande, o que o torna vem cansativo de assistir.
A base do filme é a vaidade e isso fica explicito durante o filme inteiro, mas me senti muito conversando com um coach quântico de autoajuda soltando milhares de frase de efeito... No fim, é aquele típico filme que é interessante pra época em que foi feito, mas para os dias de hoje, achei caricato.
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Algumas coisas me incomodaram um pouco.
A cena em que retratam uma atividade religiosa com a morte de uma cabra e como as coisas foram conduzidas durante o julgamento, com um forte direcionamento para um "feitiço" para o promotor e uma clara menção de que aquela religião era mais próxima ao diabo...
Outra coisa que me incomodou nesse filme foram as cenas de nudez frontal, pq né, sempre o corpo feminino sendo explorado no cinema, principalmente quando utilizam-se de temas em que exigem uma sexualização exagerada, como no caso do diabo e da luxuria.
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Achei o filme grande de mais, apático, com uma história sem graça, mas o Keanu Reeves estava muito bonito como o filhotinho do diabo.
É uma série legalzinha de assistir, com um bom tempo por episódio, não tornando cansativo, mas apenas isso mesmo, nada aqui me chamou tanta atenção.
Gosto dos personagens principais, são simpáticos, engraçadinhos, mas a história deles não me ganhou tanto assim. Digo isso, pq sinto que faltou bastante desenvolvimento, logo que eles se juntaram o caos já se instaura e desanda tudo, não da tanto tempo para você acompanhá-los.
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Me choca bastante assistir as coisas dos Targaryens, pq é realmente complexo ver o quanto eles eram ruins, é sempre um pior que o outro, parece que competiam dentro da própria família sobre quem seria o pior da linhagem.
Danerys e Rhaenyra sempre serão as maiorais mesmo.
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No geral, gosto de como eles trabalham sobre essa ideia de que sempre existe uma hierarquia e os conceitos de certo e errado são definidos por quem detém o poder e funcionam apenas para aqueles que não os tem, pois aqueles que tem, fazem o que quiserem e só resta aceitar.
Além disso, acho interessante em como é bem fácil de visualizar a cascata de problemas por conta de uma decisão de um nobre, o negócio escalonou de forma absurda, o que mostra nossa impotência diante dos detentores do poder.
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É isso, uma série acompanhável.
Nota: 7.1/10