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Ser assim no aranhaverso é muito perigoso, Miles, porque ninguém acredita em você. ‘Como é possível uma pessoa ser assim hoje em dia? Tudo é canônico e ele vem querer mudar o curso, alterar a história. Isso não existe mais, não é possível. Ele está mentindo para mim. Ele é falso, vamos prender ele’. Era o exato oposto disso. Era tudo verdade.
Mas a verdade também, Miles, é que você nunca esteve sozinho, em nenhum momento. E você nunca mais vai se sentir sozinho na sua vida. Isso quem está dizendo não sou eu, são os quase 1,1 bilhão em bilheteria ao redor do mundo. Miles Morales, você é um fenômeno. No palco montado pelo público, você nunca saiu do primeiro lugar. Você é o campão do aranhaverso, MILES!
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Mesmo não acertando em tudo, 'Através do Aranhaverso' é uma ótima continuação dessa história.
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A produção da uma patinada no início, com uma história bem clichêzona desse confronto familiar, que ocorre em todos os personagens adolescentes heroicos de qualquer universo. O que foi consideravelmente cansativo.
Mas quando o aranhaverso começa a se desenvolver, é aí que a história brilha.
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Gosto muito do Miles Morales como homem aranha. Ele tem um carisma que transborda na tela, além de ter umas sacadas muito boas, que destoam um pouco daquele heroísmo tóxico de muitos heróis.
Também me agradou bastante a entrada das novas aranhas. Além disso, foi muito legal a forma como eles usam animações diferentes para aranhas de tipos diferentes de mundo, ficou realmente sensacional.
Depois desse filme, se eu fosse o Miles nunca mais olharia na cara da Gwen e do Peter. Eles foram muito traíras com ele. E a Gwen só "voltou atrás" porque foi chutada do clubinho, porque se tivessem continuado com ela lá, não tenho certeza de que ela iria ajudá-lo. FALSOS.
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A animação desse filme é SURREAL de linda. Mas a trilha sonora eu sinto que deu uma caída em relação ao primeiro filme.
No geral, é um ótimo filme, peca nesse início meio clichêzão, mas engata muito do meio em diante e deixa um ótimo gancho para o próximo filme.
É um filme que surpreendeu positivamente, porque eu fui esperando o pior dos mundos e ele conseguiu me apresentar algumas coisas interessantes.
Mas é importante mencionar que não significa que eu tenha gostado do filme.
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A longa marcha é um filme pretencioso, levando em consideração que busca se sustentar apenas com a marcha de um punhado de jovens.
O filme, ao meu ver, não consegue bancar as quase 1h50min, mas consegue pegar tração a partir da primeira 1h, quando as coisas começam a ficar mais desesperadoras. Mas ainda assim, sinto que o filme peca em algo muito simples, que seria facilmente ajeitável e que talvez mudaria totalmente o rumo das coisas.
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Um dos meus pontos principais de crítica é a falta de contexto.
Eu adoro produções sobre distopias, mas não consegui me afeiçoar a esse elemento durante o filme porque me faltou informações para compreender esse universo que estávamos acompanhando. E essa falta de informações também limitou bastante a minha empatia com os personagens concorrentes.
Quando analisamos uma obra que parte de uma ideia similar, Jogos Vorazes, temos uma boa parte do início do primeiro filme direcionada a Katness, apresentando a personagem e o ambiente em que ela está inserida, com informações sobre tudo, até que a colheita de fato comece.
Em 'A Longa Marcha' eu sinto que falta justamente isso, algo que me faça compreender o universo, os personagens e os motivos que os levaram até lá. Mesmo que isso seja falado durante o filme, mais precisamente na reta final, já não existe mais tempo para criar a empatia e a afeição.
Com isso, você é jogado em uma história de um besta que vai para um lugar cheio de bestas fazer bestice.
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Mesmo compreendendo que ambientes tensos podem proporcionar uma aproximação mais fácil e/ou intensa, não me parecia muito crível a forma como eles interagiam desde o início da marcha, visto que TODOS estavam ali com pura consciência, sabiam que apenas um iria vencer e que não existiam regras específicas contra alguma forma de sabotagem a um concorrente.
Essa amizade me parece ainda mais fora da realidade quando analisamos que o filme se passa em um mundo distópico, pós-guerra e com vidas em extrema vulnerabilidade. Ambiente propício para o crescimento do egoísmo e, consequentemente, da falta de empatia.
Talvez isso seria aceitável, na minha perspectiva, se tivesse tido algum tipo de prévia sobre os personagens e o mundo, compreendendo exatamente o que os levaria a tal irmandade.
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Acredito que o fato deles saberem de tudo acaba tirando um pouco do peso das consequências, já que eles escolheram estar ali.
Talvez se eles não soubessem das mortes, aí poderia ser mais fácil de sentir empatia, chorar pelas mortes e criar laços.
Mas da forma como foi, sendo sincero? não me importei menos com cada uma das mortes.
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No geral, era óbvio qual seria o "top 10" e quem chegaria na final.
Não curti muito a morte dos 7 principais. Achei que alguns tiveram uns dramas bem forçados para tentar impactar o público, como o Jacob de Crepúsculo, o Hank e o Gary.
O único com um drama interessante foi o Billy.
No geral, as mortes dos 7 cavaleiros do apocalipse não foram nenhum pouco interessante e perderam completamente a força conforma a narrativa se estendia.
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Como mencionei, os personagens também eram chatos, pouco atrativos e muito cansativos de acompanhar.
O Kit Connor da Shopee é um ótimo ator, mas o personagem era chato de mais. Nos presenteou com aquele heroísmo e coleguismo que só personagem masculino de obras como essa podem nos proporcionar.
O Pantera Negra também é um ótimo ator, mas é outro personagem chato. O cara ficou falando a caminhada inteira, não calava a porra da boca em nenhum momento.
Era óbvio que seriam os dois os finalistas e que o Kit Connor venceria, mas para tentar gerar um plot twist o diretor mudou o vencedor, mas não o final.
Vi relatos de que aparentemente o Pantera Negra se apaixona pelo Kit Connor no livro, algo que justificaria algumas coisas no filme se fosse abordado, mas é óbvio que deixariam de lado.
O final eu acredito que ele matou o major e foi morto pelo exército. Ele andando e indo embora simboliza a partida dele, referência a fala de "eu estou andando a vida toda".
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"Aah, mas o filme critica isso, aquilo, porque quando o fulano escreveu e bla bla bla...."
Compreendo os motivos que levaram o Stephen King a escrever o livro e entendo algumas questões, mas sendo sincero? parece que o filme foi feito para quem conhece as obras dele e, principalmente, o livro em questão.
É como se não conhecer o universo do Stephen te tornasse um intruso.
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Existem obras que ficam melhores em um tipo específico de mídia, esse aqui deve ser um ótimo livro, mas como filme ele fica devendo.
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Bons filmes!
Equipe Filmow
Estou profundamente decepcionado com esse filme. Uma história tão bonita não deveria ter um final tão ruim quanto esse.
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Heartstopper é uma série que eu aprendi a gostar e sempre a defenderei. Mesmo tento minhas críticas, acredito que é uma ótima produção e feita com muito amor.
Mas esse filme pareceu um 'adeus' feito por obrigação. Ao assisti-lo, sinto como se ninguém mais quisesse fazer parte dessa obra, mas devido ao apelo dos fãs, resolveram correr e fazer algo pra dizer que finalizaram direitinho.
O filme não parece ter tido o cuidado, carinho e amor depositado nas 3 temporadas.
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A história em si nem é ruim, mas é batida e segue um drama bobo e que não acrescenta em nada no geral, principalmente quando analisamos que esse seria o FIM de tudo.
Talvez se fosse uma 4ª temporada da séria, essa parte da história fizesse um pouco mais de sentido, mas como um filme que fecha a história? aí não me convenceu, ficou bobo, meio corrido e cansativo.
Eles passaram por tanta coisa para terminar dessa forma que não parece muito crível. Sinto como se os dramas desse filme tivessem feito o casal retroceder um pouco de todo o desenvolvimento das temporadas anteriores.
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A série começa com uma estática própria e uma construção bem específica, mas sinto que esse filme meio que deixou isso de lado.
Sinto que ignoraram muito do diálogo e da realidade da transexualidade durante toda a série para vir com o diálogo da Elle nessa altura do campeonato.
Além disso, as interações do Nick e do Charlie sempre foram bem menos sexuais, parece que tudo o que foi construído até aqui foi esquecido. Nesse filme era falar sobre transar e transar o tempo inteiro.
"AAh! mas essa é a realidade em um relacionamento na adolescência, as pessoas são assim e bla bla bla".
Compreendo, mas não é como se essa série imprimisse a realidade como ela realmente é. Como não imprimiu nas três temporadas anteriores.
Sinto que esse filme descaracterizou um pouco dos personagens que foram construídos até agora.
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Senti muita falta dos personagens secundários, que foram obliterados nesse filme.
Elle e Tao, além de não terem tido um desenvolvimento legal nesse filme, terminaram. É de cair o cu da bunda mesmo.
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O final de Heartstopper deveria ter feito com que acompanhássemos o crescimento deles, a busca por um futuro e a construção de uma nova realidade (pós-escola), mas ficamos centralizados em um drama bobo, que não teve desenvolvimento e que acabou quando era conveniente para o roteiro.
"Aah! mas eles fizeram esse desenvolvimento durante esse filme".
É justamente isso, eles colocaram os elementos, mas não desenvolveram eles porque não havia tempo pra isso.
Além disso, algumas passagens do filme trazem um conceito, mas a mensagem fica só no imaginário mesmo, como no grupinho de apoio aos LGBTs do Charlie. É uma passagem legal, que poderia ter um desenvolvimento interessante, mas ficou naquela vibe de "quero criar um grupo - não vem ninguém omg - encheu".
Digo isso porque essa situação merecia um destaque com desenvolvimento, não apenas uns cupcakes e fim.
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Inclusive, seria legal ter acompanhado o Nick e o Charlie estudando para o Nick entrar na faculdade, eles conhecendo apartamentos e dialogando sobre esses medos do futuro durante o processo, sem draminha bobo, sem finalização de relacionamento e sem festas intermináveis.
Como mencionei anteriormente.
Como série, acompanhando episódio por episódio e seguindo uma progressão mais lenta, talvez funcionasse melhor. Como filme, com a urgência e o ponto mais direto que ele precisa, talvez ficou meio vago.
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O epílogo é algo que eu esperaria desse filme. Trazendo a sensação de crescimento, com novas realidades, novas vidas, etc.
Enfim, gosto de Heartstopper e curti as 3 temporadas que foram produzidas. Do filme eu realmente não gostei.
Mas uma coisa é certa, não me senti assistindo ao final de uma história.