Reassisti ao filme porque fazem 12 anos que assisti e não lembrava que tinha assistido. A nota que dei naquela época seria a mesma que daria hoje e o comentário que fiz ainda simboliza o que achei do filme. _____________________________________
É um filme incrível, que dialoga muito no silêncio e nos mostra que, muitas vezes, ele fala muita coisa.
Uma das cenas mais impactantes do filme, para mim, é quando a Preciosa descobre que é HIV positivo e consegue finalmente 'contar' tudo o que aconteceu com ela, mas a cena em que ela fala que o "amor nunca fez nada por ela, o amor machucou, estuprou, chamou de animal, fez se sentir inútil e a deixou doente"
Essa passagem mostra como somos condicionados a acreditar que algumas coisas são de um determinado jeito, ou seja, ela acreditou a vida inteira que o amor era daquela forma porque foi a referência que ela tinha de amor. E isso é a explicação do motivo que muitas pessoas seguem em ciclos de violência.
Acho o primeiro filme um CLÁSSICO, o segundo é assistível, mas esse terceiro é um DESASTRE, ele é ruim com MUITA, mas MUITA força. ____________________________________________
Eu já reclamo da troca de atores do filme 1 para o 2 e isso aconteceu novamente no 3º, o que é um grande problema, principalmente pq nem se parecem com os do filme antigo.
Mas o problema aqui vai muito além disso, a descaracterização dos personagens animados é ainda pior. Eles tiraram aquele brilho mágico e fantasioso dos personagens e criaram fantoches caricatos, que além de terem o visual modificado para algo que beira o fantoche circense (nada contra o circo), ainda destruíram a personalidade deles.
Falkor saiu de um dragão da sorte sábio para um dragão abestalhado. E o Mr. Rock perdeu a imponência dos outros dois filmes para se tornar um projeto patético de família dinossauro. ____________________________________________
Sobre a história:
PÉSSIMA de mais, totalmente fora do universo que construíram nos filmes 1 e 2. Além disso, adicionaram personagens que não acrescentaram em nada na narrativa, como a família nova do Bastian, principalmente a Nicoli, totalmente descartável o personagem.
Outro ponto que me incomodou nisso foi o pai do Bastian, que parece ter esquecido que ele vivenciou uma experiência com fantasia no filme 2, ou o diretor que não assistiu, vai saber...
Os vilões caricatos, forçados e patéticos. ____________________________________________
O sentimento é que tentaram pegar uma marca forte dos anos 80/90, que era o filme "uma história sem fim" e tentaram aplicar os moldes "besteiróis" da época, com esse aspecto de vilãozinho badboy que faz o que quiser e fica nessa perseguição infinita.
Além disso, também parecem ter deixado toda aquela mística, fantasiosa e reflexiva história de lado e tentaram abraçar a comédia pastelão, MUITO RUIM, diga-se de passagem. ____________________________________________
Esse é um filme ruim não por ser antigo, mas pq destrói toda a essência da obra que tentaram utilizar como base, é um desrespeito a História sem Fim.
Esse segundo filme é realmente bem inferior ao primeiro pq acompanha muitos erros bobos. ____________________________
Entendo que trabalhar com adolescente é complicado, pq está bem no momento de várias mudanças corporais, mas mudar TODOS os atores foi um erro muito grande, pq descontextualizou a história inicial e tira todas as lembrança e ligações com o primeiro filme, pq você não tem a sensação de estar assistindo a uma continuação.
O ator que fez o Atreyu tinha 13 no primeiro filme e 19 no segundo, já o Bastian tinha 11 no primeiro e 17 no segundo. Compreendo que é um espaçamento muito grande de um filme para o outro, mas poderiam ter usado isso a favor deles, se escorando na ideia de que quando você começa a crescer, você deixa de sonhar, etc. Para justificar um Bastian mais velho.
Caso isso fosse um problema, poderiam pelo menos ter achado atores mais parecidos com os do primeiro filme e/ou abraçado a ideia desse filme como uma continuação em um tempo diferente, com um outro Bastian, etc. ____________________________
A história é bonitinha, tem mensagens fofinhas e segue muito a linha do primeiro filme, sobre essa busca por deixar viva essa magia da fantasia, as memórias, etc.
Mas o filme não empolga muito, tem um roteiro fraco, atuações bem ruins e a falta de sentimento com o primeiro filme acaba deixando ele meio "a deriva". ____________________________
Quando o Bastian apareceu a primeira vez, eu achei que era uma menina e que ela seria colega de aventura do Bastian, tanto pela aparência quanto pela dublagem, que ficou bem fora colocando uma mulher.
Além disso, o Jonathan Brandis estava a cara da Leticia Colin nessa cena inicial.
Esse era o meu filme favorito quando criança, tinha algo místico nele que me prendia muito, eu amava o Falkor e sonhava em voar nele kkkk.
Resolvi revisitá-lo pq não sabia que era uma trilogia, então queria ver novamente para assistir ao terceiro. _______________________________________
O filme continua me encantando muito pela sutileza e pela mensagem que passa, mesmo compreendendo hoje algumas coisas que não compreendia e estando bem mais crítico em relação a algumas questões nas produções.
Ao mesmo tempo que gosto da mensagem que passam sobre o sonhar, também gosto da passagem do Atreyu, que, para mim, fica claro a composição de uma história que busca ensinar que nem sempre a realidade é como queremos ou esperamos. _______________________________________
No mais, obviamente que hoje eu estaria mais crítico do que na época, mas precisamos ser coerentes com a época, um filme dos anos 80 vai refletir os formatos e possibilidades da época e, ao meu ver, ele faz muito bem o seu trabalho.
O Makoto tem muita maestria em criar ambientes com profundidade e complexidade, visto que os filmes dele são muito conhecidos por isso, mas o problema é que alguns filmes acabam ficando só nisso. ________________________________________
Não acho Tenki no Ko um filme ruim, mas é performático e espetaculoso, um acumulo de cenas de ambiente, que são lindas, diga-se de passagem, mas que comprimem a história e simplificam de mais a narrativa.
Sinto que faltou muito contexto da história do Hodaka para conseguir simpatizar e torcer por ele, além de também terem ignorado completamente as consequências pós confusão. Você só sabe que ele foi preso, mas a história da Hina e do irmão não são explicadas, visto o medo que tinham de serem separados, etc.
Digo isso pq sei que você pode supor coisas, mas você só supõe mesmo. ________________________________________
Eu compreendo a necessidade da narrativa de criar ação, mas eu não entendi muito a pegada da policia em relação ao Hodaka, que foi tratado como bandido desde o início, sendo que ele estava sendo procurado como DESAPARECIDO e um possível SEQUESTRADO, com uma foto em posse de uma arma, sem que soubessem de absolutamente NADA.
Desde o início, antes mesmo da passagem final, eles trataram o Honaka como se ele fizesse parte da Yakuza. ________________________________________
No geral, não acho um filme ruim, só acho meio sem personalidade, uma história genérica em quadros muito bonitos e bem animados, com personagens meio apáticos, sem muita expressão e desinteressantes. Além disso, também tem uns dramas bem simples, mas com um exagero narrativo cansativo.
Eu resolvi assistir esse filme pq usei aquele prompt de IA sobre qual personagem se parece comigo a partir das experiências que tivemos e o Chatgpt me respondeu o Will Hunting. _________________________________________________
Eu realmente gostei muito do filme e acho que deveria ser um daqueles sempre indicados em faculdades de psicologia, não somente pelo personagem a ser analisado, mas pela conduta dos profissionais que trabalharam com o Will.
Obviamente que se analisa a época em que o filme se passou, o que condiz muito com o perfil da maioria dos profissionais, mas é importante ressaltar a conduta um tanto quanto invasiva e, até certo ponto, desrespeitosa com que o trataram.
Por mais que o Sean tenha sido um profissional um pouco mais aberto, dando bastante margem para transferência e contratransferência, é importante de mais ver que o Will só conseguiu se abrir devido a forma como o Sean possibilitou a vinculação.
Digo isso pq existe dentro da psicologia essa reflexão sobre a forma como trabalhar com o paciente, o que pode e o que não pode ser feito, ser dito, comportamentos, ações, etc. Para muitos, a conduta do Sean é péssima, tanto dentro quanto fora da psicologia, mas para outros, podem compreender que esse foi o gatilho que o Will precisava para se abrir.
A ideia aqui não é pontuar se o Sean estava certo ou errado, mas compreender o posicionamento dele frente a situação que tinha, que se constrói muito bem com uma frase que é dita em uma das primeiras sessões deles, em que o Sean fala que ele não tem todas as respostas e não sabe como agir, e esse é o ponto central da Psicoterapia, cada paciente é diferente do outro e a forma como a vinculação ocorre é diferente, podendo as vezes ser mais flexível e outras mais rígidas, depende do olhar terapêutico.
Outro ponto que me agradou bastante nesse filme é mostrar que o impacto de uma psicoterapia não ocorre apenas no paciente, mas também no psicoterapeuta, que vivencia juntamente com o paciente cada etapa do processo, ouvindo e observando de um outro lugar, mas que permite também uma reflexão sobre a sua própria vida. _________________________________________________
Em relação ao filme em si, gosto muito de boa parte do filme, mas a reta final me cansou um pouco.
Compreendo a necessidade e importância de trabalhar o relacionamento com a Skylar, mas confessor que tenho um pouco de preguiça quando colocam relacionamentos amorosos em filmes com temática mais psicológica e complexa, pq sinto que não trabalham isso direito e fica meio avulso na narrativa.
Nessa situação, para mim pareceu que a conversa com o amigo lá na construção teve muito mais peso do que todas as cenas com a Skylar, mesmo compreendendo o fato de que ele percebeu os motivos pelos quais estava "fugindo" dela. _________________________________________________
Ao mesmo tempo que eu gosto que não focaram a história inteira desse filme apenas na inteligência do Will e na matemática, sinto também que isso ficou bem apagado durante o filme, tendo sido apenas o start e ficado lá pelo início mesmo.
Digo isso pq eu sinto que poderiam ter explorado essa questão um pouco mais do que tornar apenas uma queda de braço com o Prof. Lambeau. No fim, a questão do "gênio" virou mero coadjuvante na narrativa, mesmo ele ficando incomodado com o fato de achar tudo muito fácil, etc. Poderiam ter explorado um pouco essa questão de se encontrar no mundo, pq no o filme te direciona a um final que dá a entende que tudo se resolve com amor.
Compreendo que não existe a possibilidade de apresentar um processo terapêutico completo e acho que conseguiram fazer até uma boa finalização com os personagens, o problema, para mim, é que esse direcionamento final não me pareceu muito bem fechado em relação ao Will e os problemas reais dele, foi bonitinho e hollywoodiano, mas muitas questões em aberto para resolver. _________________________________________________
Eu acho esses filmes dos anos 90 que falam de diabo meio canastrões. ___________________________________
É um filme que passei longe de gostar, não por ser ruim, mas por falta de qualquer mínima atração que me prendesse, achei um roteiro bem básico e até meio bobo e infantil a forma como retrataram algumas questões de religião.
O filme é desnecessariamente grande, o que o torna vem cansativo de assistir.
A base do filme é a vaidade e isso fica explicito durante o filme inteiro, mas me senti muito conversando com um coach quântico de autoajuda soltando milhares de frase de efeito... No fim, é aquele típico filme que é interessante pra época em que foi feito, mas para os dias de hoje, achei caricato. ___________________________________
A cena em que retratam uma atividade religiosa com a morte de uma cabra e como as coisas foram conduzidas durante o julgamento, com um forte direcionamento para um "feitiço" para o promotor e uma clara menção de que aquela religião era mais próxima ao diabo...
Outra coisa que me incomodou nesse filme foram as cenas de nudez frontal, pq né, sempre o corpo feminino sendo explorado no cinema, principalmente quando utilizam-se de temas em que exigem uma sexualização exagerada, como no caso do diabo e da luxuria. ___________________________________
Achei o filme grande de mais, apático, com uma história sem graça, mas o Keanu Reeves estava muito bonito como o filhotinho do diabo.
É um filme que está longe de ser 'ruim', mas eu não gostei de absolutamente NADA dele. ________________________________
Esse é aquele tipo de filme que o ritmo vai acelerando e o caos só vai aumentado, o que eu não curto muito, além disso, tem momentos que a cena se torna um amontoado de barulhos e fica extremamente irritante de assistir.
Eu fui assistir ao filme achando que era uma biografia, mas acabei descobrindo que não era, aí continuei assistindo esperando algo sobre o ping-pong, mas o foco é outro, confesso que acabou se tornando extremamente desinteressante. ________________________________
O filme tem questões técnicas bem boas, mas é um filme que não tem uma história interessante, os personagens são ruins, os plots sem graça e nada no fim é justificável.
E o negócio ainda piora quando a gente compreende parte do marketing desse filme.
Timothée aprendeu a jogar ping-pong pro filme: Não precisava. Primeiro que esse nem é o foco do filme e segundo que isso só é interessante para os norte americanos limitados, pq no Brasil todo ator de novela aprende qualquer coisa pra interpretar um papel. ________________________________
Como mencionei, o filme não é ruim, mas passa longe de ser algo que me agrade assistir.
1. O Mouse é um cara escroto, que é escroto o filme inteiro e com todo mundo, e aí no final ele fica bom e é isso. 2. Os acontecimentos são extremamente aleatórios e conduzidos pra gerar caos infinito sem consequências reais com uma pitada de insanidade: "corra atrás dos seu sonhos, mesmo que você precise matar, roubar e abandonar sua família". 3. O plot final ter sido uma partida amistosa comprada é BIZARRO, simplesmente obliteraram o esporte do filme.
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Esse filme me soou bem canastrão, um filme exagerado e medíocre, sem muito conteúdo interessante e sem profundidade, apenas conduzido para tentar potencializar a atuação do protagonista e lutar por um OSCAR.
É meio que deixar a história como coadjuvante do personagem, em que ele surfa em um ambiente sem consistência apenas intensificar o papel que ele está representando.
Para mim, torna tudo bem pequeno, não pq a atuação é ruim, mas pq tudo em volta dela é descartável. ________________________________
Além disso, acho a atuação do Timothée boa, mas não acho que seja tudo isso que estão tentando pintar nessa corrida pelo OSCAR.
E acho que o filme em si acaba quebrando muito do potencial do personagem. ________________________________
No geral, o filme tem uma boa direção e boas atuações, mas todo o resto é um saco, a história não é boa, os personagens não são interessantes de acompanhar (principalmente pelo sistema hollywoodiano de proteção), a biografia não existe e o ping-pong é adereço.
Basicamente, tem coisas positivas, mas achei o filme bem ruim e custei conseguir terminar de assistir.
São sentimentos conflituosos os que sinto após assistir ao filme, pois, ao mesmo tempo em que foi interessante assisti-lo, sinto que faltou algo durante a apresentação da história. __________________________________
O filme tem um direcionamento simples, apresentando o dilema do abandono, da solidão e da falta de pertença, e como a ausência desse pai gerou traumas profundos nas filhas.
Gosto que o filme nos mostra que existe um ciclo que perpetua geração após geração, que as ações são sempre passadas de pai pra filho e assim gerando um emaranhado de problemas que se tornam quase uma cultura familiar. Mas me incomoda bastante a falta de um direcionamento sobre a quebra do ciclo. __________________________________
Compreendo a proposta do filme quando se trata de não deixar algumas coisas explicitas, mas não gosto de como muitas coisas são simplesmente apresentadas de forma ao telespectador refletir e chegar em suas próprias conclusões, pois, ao meu ver, isso dá margem para a não aproximação com os personagens e a falta de compreensão, empatia e importância com os sentimentos deles.
Além disso, sinto que faltou uma pessoa reativa nessa história, alguém que iria expor e se expor. Mesmo entendendo que a proposta era deixar uma interpretação pessoal de cada pessoa, a falta de resolução torna a história apenas um amontoado de tristeza que vai se acumulando nas 2h de filme e não consegue chegar em lugar algum. __________________________________
E até certo ponto, me irritou um pouco a aparente tentativa de minimizar a culpa da ausência do pai, como se o filme tentar o tempo inteiro te fazer tentar entender que o pai também tinha problemas e o que houve foi uma consequência de uma ação feita anteriormente.
Digo isso, pois, mesmo existindo a cena (muito bonita, diga-se de passagem) das irmãs, o filme tenta te explicar constantemente sobre o passado do pai enquanto as filhas são meros adereços narrativos.
E esse final fica claro a busca por pertencimento na vida do pai, enquanto a reciprocidade do sentimento não parece ser muito clara, inclusive, para que está bem longe disso. __________________________________
A cena final também me remeteu a uma reflexão sobre a forma como a vida não é algo que temos controle e acabamos por nos obrigar a seguir da forma como conseguimos.
No início do filme o Gustav disse que queria fazer o filme na casa deles e com um plano sequencia, tendo a filha como papel principal e o neto como filho dela, porém, conseguiu apenas os dois, a casa foi cenográfica e o plano sequencia foi quebrado com o corte na cena.
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Acredito que tenha entendi a proposta do filme, só não sei se gostei dela. É um bom filme, não sei se ao nível de ter tanto destaque em indicações, mas é interessante.
Se tirasse uma hora ele seria até que bem bom, pq foi bastante tempo pra pouco desenvolvimento e profundidade.
Como esse filme é ruim PQP, como pode esse filme ter decaído TANTO em relação ao primeiro? é bizarro de mais.
Tudo nesse filme soa artificial e canastrão, a história, os cenários, as atuações, as musicas, tudo é muito besta, forçado, sem graça, sem tempero.
Sei lá, parece que do primeiro filme para o segundo, tudo foi feito de má vontade. _____________________________________________
Me incomoda de mais o fato de que é um filme inteiro direcionado a acompanhar um bando de personagens oportunistas que ascenderam com a desgraça da Elphaba.
O Feiticeiro e a Madame Morrible finalizando bem, foi péssimo, além de também não terem apresentado nenhuma resistência, principalmente a Morrible, que parecia ser bem forte.
E a Glinda me irritou MUITO nesse filme, ela não merecia esse final. Ela foi uma das maiores vilãs dessa história, pq diferente de todos os outros, ela era AMIGA da Elphaba.
E digo mais, a Elphaba é uma imbecil, a mulher sendo sarrafada em dois filmes e fica nessa de "ai, vou conversar com o feiticeiro, aquele bobinho precisa dizer que mentiu". E depois ainda finaliza o filme fingindo a sua morte como uma forma de "GRAN FINALE".
Falta ÓDIO na Elphaba, falta uma Daenerys com 2 dragões pra explodir OZ.
Ela é uma songa monga. _____________________________________________
Ai, sei lá, achei esse filme muito ruim, com uma história bem fraca, um roteiro cansado, fraco e anêmico.
Esse é um dos melhores filmes que eu já assisti. Não conhecia a história de Hamnet e algumas coisas me surpreenderam de uma forma muito positiva. _____________________________
Chloé Zhao fez um trabalho fenomenal nesse filme, é tudo muito bem encaixado, a fotografia é muito bonita, principalmente nas cenas da floresta. Além disso, aquela câmera do quarto, que só vira pro lado, é MUITO, mas muito interessante para a estrutura das cenas em que ela foi colocada.
E o que falar da Jessie Buckley... Que atuação FENOMENAL. O mesmo menciono sobre Jacobi Jupe, que fez um Hamnet sensacional. Já o Paul Mescal, não achei uma atuação ruim, mas achei bem abaixo de tudo o que foi mostrado pelos outros atores. _____________________________
O filme tem uma história muito interessante e, para mim, direciona para um ponto e te leva para outro sem esperar muito, mesmo sabendo o que pode acontecer.
No início do filme fica aquele sentimento "qual dos dois vai morrer?", até que você entende que vai ser um dos filhos e se pergunta, "quando?", até que o Hamnet é o escolhido e você, mesmo esperando, se rende ao luto.
Além disso, é encanta de mais a construção dos personagens e os sentimentos que foram expressos por eles ao decorrer de toda a narrativa. Isso falando de TODOS os personagens. O amor, a alegria, o desespero, o ciúme, o luto, a raiva, tudo muito bem encaixado sem que se tornasse excessivo e fora de contexto ou até mesmo o 'não conseguir compreender o sentimento que aquela pessoa está tendo'. _____________________________
Existem duas cenas que, para mim, são o ápice desse filme.
Toda a construção da morte do Hamnet, que inicia com Judith, é SENSACIONAL, você vivencia o desespero em uma sensação profunda, principalmente quando ele "engana" a morte. A atuação de todos os envolvidos é de um primor inexplicável
E a outra cena que é fascinante, para mim, é a cena final do teatro, com uma construção brilhante de cenário, em que você se incorpora ao ambiente, até a vivencia com a Agnes, que vive a montanha russa de sentimentos enquanto compreende o que de fato está sendo contado.
E isso é algo que me fez pensar muito durante os conflitos entre a Agnes e o Will, pós morte do Hamnet, pois, todos entendemos a dor da mãe com a morte do filho, mas o luto paterno, principalmente nessa época, era silenciado de uma forma violenta, pois ele também havia perdido um filho.
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Um ponto que me chamou muita atenção ao decorrer do filme, foi a forma interessante em como a Chloé não se prende em coisas pequenas e que não tem relevância para a história central, tudo é realmente direcionado aquilo que interessa.
Digo isso pq eu realmente pensei que haveria um conflito com a família do Will no pós casamento, mas isso é simplesmente ignorado, visto que o ponto principal da história estava em outro ponto. _____________________________
Esse é, indiscutivelmente, o melhor filme da temporada do OSCAR e um dos melhores filmes que já assisti, desde a direção, passando pelo roteiro, figurino, fotografia, até a atuação INCRÍVEL dos atores.
Confesso eu quando vi esse filme eu já fui pensando, um filme de F1 e com o Brad Pitt? vou odiar. O plot twist seria eu achando esses dois pontos, as melhores coisas desse filme. ______________________________
Esse está longe de ser um filme ruim, peca em vários pontos similares a outros filmes do Oscar, a mensagem superficial passada, o tempo exagerado e mal utilizado e todas as firulas hollywoodianas.
O filme acerta muito na F1 e no personagem do Brad Pitt, mas todo o resto é totalmente fora do contexto.
1. O JP não é um personagem atrativo e carismático para receber tanta atenção durante o filme, mesmo ele tendo um destaque que se incorpora a mensagem que tentaram passar, é superficial e mal aproveitado. 2. A narrativa não se sustenta, os draminhas são bobos, o desenvolvimento é escasso, mal aproveitado (levando em consideração o tempo de filme) e bem forçado e/ou jogado de qualquer jeito. 3. O romance é bobo e totalmente fora do tom, é só a necessidade de dizer que o protagonista ta pegando alguém. ______________________________
Quando vejo esse filme, me lembra muito as produções de esporte genéricas e básicas, o "bonzão" com experiência que chega em um lugar onde não é bem vindo, não é bem recebido pela juventude e mostra o poder da experiência adquirido em anos, vira o jogo e se torna o sensei.
A premissa é até interessante, a mensagem é legal, mas é apenas mais do mesmo, algo que já foi mostrando em outros milhares de filmes. ______________________________
Acredito que o grande problema aqui não é nem o filme em si, mas o fato de estar concorrendo ao OSCAR como melhor filme, pq assim, é assistivel, mas um dos melhores filmes de 2025? Forçaram a barra só pq tem o Brad Pitt.
Dos que eu já assisti, esse foi, para mim, o pior filme indicado ao OSCAR. _______________________________________________
Não sou fã de história original de Frankenstein e nunca nem vi um filme dele, o que me coloca distante de comparações com qualquer outro tipo de obra.
Esse filme me incomodou bastante do começo ao fim, pq por mais que tenha uma fotografia LINDA e figurinos maravilhoso, a coloração das roupas, principalmente da neta da atriz brasileira Maria Gladys, me soavam muito sintéticas.
Outra coisa que me incomodou foi o tempo do filme, que foi desnecessariamente longo e sem propósito algum, visto que coisas que precisavam, não tiveram desenvolvimento, enquanto coisas que não eram tão relevantes, eram estendidas. _______________________________________________
Como mencionei, tudo nesse filme me incomodou, a história não foi muito bem contada, o roteiro foi fraco, arrastado, sem profundidade e sem alma, as atuações não me agradaram, achei tudo bem meia boca e a caracterização "hot monster" do Elordi foi muito podre.
A história que poderia ter sido resumida de 1h, pq nada foi realmente desenvolvido, como o "romance" da Neta da atriz brasileira Maria Gladys com o Victor e com o monstro e o ódio do Victor com o monstro, que foi algo bem 'do nada'.
Sei lá, achei que o filme ficou girando em uma tentativa de gerar 'humanidade' no monstro e vilanizar o Victor, mas acabou não trazendo um desenvolvimento para nenhuma das duas coisas, foi apenas um excesso de situações meio sem propósito narrativo. _______________________________________________
Não sei, penso que talvez essa história seria melhor contada em uma série, com tempo para que pudesse desenvolver as tramas de forma que os acontecimentos e reações fizessem mais sentido.
Além disso, também me incomoda algumas situações hollywoodianas que nunca podem faltar nessas histórias, como o romance pelo monstro, o monstro sendo acusado de algo que não fez, etc. _______________________________________________
Difícil falar sobre esse filme, pq ele traz um peso tão grande na mensagem, que parece injusto criticá-lo. ________________________________________
Esse é um filme que fala sobre ciclos de vida, luto e sobre a solidão, e é algo que é até bem retratado em vários pontos da história, principalmente na atuação do Joel Edgerton.
A atuação do Joel me agradou bastante e, para mim, é o ponto alto do filme em vários momentos, em que fica perceptível o sentimento do personagem só de olhá-lo, você consegue ver a sua felicidade quando está em casa e a solidão quando está no trabalho, compreendendo ainda que, mesmo feliz em casa, existe um vazio não preenchido ali.
Outra questão que eleva MUITO o filme, é a fotografia, que é FENOMENAL, incluindo ainda os enquadramentos de algumas cenas e a coloração de algumas coisas que vão tomando a tela em algumas cenas, ________________________________________
Porém, sinto que o filme vai perdendo folego com o tempo, talvez pela falta de dinâmica na história e na amostra dos personagens, visto que você segue o Robert como se andasse em uma linha reta o tempo inteiro.
Além disso, o filme não consegue desenvolver um roteiro diferente do clichê das histórias desse tipo. Nada nesse filme é muito surpreendente, o que também não é a proposta, mas acaba empacando de mais a narrativa, que é lenta e óbvia.
É também algo que me chama um pouco de atenção a falta de profundidade no diálogo sobre os temas de solidão e luto, pois você apenas o acompanha durante essas vivencias, mas não existe uma progressão, apenas um caminhar linear.
Talvez esse seja o ponto central da minha critica, o filme é como se fosse uma 'LINHA RETA', sem a profundidade necessária para que essa linha ganhe movimento, camadas ou complexidade. ________________________________________
No geral, é um bom filme, visualmente MUITO bonito, com uma atuação primorosa do joel, mas sinto que ele não dialoga muito sobre o tema que se propõe e acaba se diminuindo na proposta e entrega.
Esse é aquele tipo de produção que tem uma proposta muito boa, com metáforas interessantes sobre o "vampirismo" sugando a cultura afro, além de uma critica social atual e bem colocada, mas a execução fica um pouco aquém do esperado. ______________________________________
Como mencionei, gosto da metáfora do vampiro e acho até interessante que isso fica bem claro quando eles são colocados em segundo plano na história, mas sinto que quando essa parte dos vampiros é anexada no filme, as coisas ficam performáticas de mais e falta algo que sustente a narrativa.
Outro ponto, sinto que o filme bebe de um assunto atual e desenvolve de uma forma que me soou bem familiar, mas não em um sentido bom, pois, ao assistir esse início de filme com Smoke e Stack querendo comprar um espaço para fazer um bar de Blues, me parecia que eu já havia assistido essa mesma história, com esse mesmo desenvolvimento. (até me questionei se já não havia visto esse filme e havia esquecido). ______________________________________
Acho o Michael B. Jordan um ator excelente, mas não vi necessidade de fazer irmãos gêmeos, podiam ter dado protagonismo para outro ator ou atriz e a história seguiria da mesma forma.
Digo isso, pois acho que não houve uma construção de personagem que exigisse muito dele para dizer "woow, ele fez gêmeos", foi basicamente o mesmo personagem dividido em dois. (mesmo tendo diferenças sutis, não foi como se fosse algo muito interessante) ______________________________________
Quando menciono que gosto da mensagem e proposta, mas não como um filme, digo que a narrativa soa bem genérica e com poucos acontecimentos empolgantes, um suspense pequeno e um final consideravelmente forçado e bem performático.
Todo o direcionamento da "luta" final me pareceu bem desperdiçado e com muita firula.
A cena em que o Remmick está sozinho na porta conversando, poderia ter sido o início da tentativa de matá-lo, pois o cara ficou ali dando palestra enquanto o grupo de imbecis ficou olhando.
A cena em que eles ficam presos dentro do bar e a Grace convida os vampiros para entrar é PATÉTICA, uma situação extremamente forçada para direcionar a um "gran finale", com a cena dos power rangers entrando em formação para lutar... Aquilo ficou bem ruim.
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Enfim, não acho que seja um filme ruim, muito longe disso, a parte inicial me prendeu bastante e a trilha sonora é FENOMENAL, é realmente o ponto alto do filme e engrandece DE MAIS as cenas, mesmo achando algumas cenas de "musical" meio wtf.
Acredito que as metáforas foram boas, mas poderiam ter sido trabalhadas de uma forma melhor, pois, para mim, a entrada dos vampiros me fez ficar um pouco desinteressado com a continuidade, principalmente pela falta de desenvolvimento. ______________________________________
É um filme que tenta ser intrigante e até certo ponto ele consegue, mas quando você assiste, ele segue um roteiro bem óbvio e, para mim, não me surpreendeu em nenhum dos plots apresentados. ___________________________________
O filme tem ótimas atuações e deixa uma sensação até consistente de questionamento 'ela é o chupa cu de Goianinha ou não?", sendo esse, para mim, o ponto alto do filme.
Mas com o tempo, vai ficando meio claro que ela é realmente uma alienígena e o rumo que as coisas vão tomar.
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Acredito que o filme acerta até 1h20min, mesmo tendo diálogos maçantes e repetitivos, trazendo sempre o mesmo direcionamento, ele consegue se sustentar, mas depois desse tempo, o filme já não consegue mais comportar diálogos e se torna um "então tá".
Os filmes 'padrão Oscar' tem uma construção bem similar, eles tem um excesso de tempo em cena que cansa um pouco, quase como se precisassem mostrar para a academia "olha como a gente consegue fazer 15 minutos de diálogo ininterruptos", o que, geralmente não se sustenta, fica chato e cansativo de assistir, principalmente quando o conteúdo é bem delulu.
Porém, gosto que depois de 1h20min o filme toma a guinada final, mas peca com um final bem aquém do esperado, pelo menos pra mim. ___________________________________
Assim, eu achei muito boa a proposta que o Paul Thomas Anderson traz para o filme, sobre os temas propostos para serem dialogados e tal, mas a execução, para mim, foi muito ruim. ______________________________________
Eu já venho reclamando faz um bom tempo do excesso de tempo em produções, seja de filme ou série, pois, dificilmente essas produções conseguem sustentar o tempo que propuseram fazer.
'Uma Batalha Após a Outra' é um bom exemplo disso, o filme possui 2 horas e 40 minutos, mas a história proposta não consegue segurar a narrativa esse tempo todo, se diminuíssem para 1h e 40 ou 50 minutos, talvez, PARA MIM, o filme funcionasse melhor.
Digo isso pelo excesso de tempo em algumas cenas, tal qual o filme ANORA, é uma demonstração óbvia de desespero por um OSCAR, é meio que "vamos mostrar que nós conseguimos sustentar 10 minutos de cena sequencial", mas no fim, fica cansativo, maçante e, muitas vezes, repetitivo. ______________________________________
Um ponto positivo ao filme foi trazer a realidade em como as coisas são propostas, nos fazer "cair na realidade" de como as estruturas de poder operam em forma de opressão para chegar a um resultado desejado e sem se importar com as consequências, e como estamos submissos as instituições que detêm essa força.
Porém, ao mesmo tempo, me incomodou muito a mudança narrativa para o padrão hollywoodiano quando foi conveniente, como toda a parte final.
Quando a Willa é levada aos matadores de aluguel e o cara simplesmente decide 'se matar' para salvá-la, começa o 'caos' fantasioso, com a menina precisando do fator protagonismo, em que um personagem decide deliberadamente se matar para salvá-la, resultando na fuga dela, dirigindo um carro a toda velocidade, mesmo com as mãos presas (até aí a gente finge), com a cena da fuga e dela matando o outro cara, o Steven vivo, até finalizar com ela e o pai voltando para casa em um HAPPY END, com direito a vida feliz na mesma casa que a policia já sabe onde é, uma cartinha da mãe fugitiva e um "eu sou a nova guerrilheira".
No fim, parece que tentaram dialogar de forma real sobre um tema pertinente e atual, mas no final a gente finge pra não precisar refletir e criticar de mais... Ficou meio superficial o desenvolvimento até um final que não condiz com a 'realidade' que tentaram construir. ______________________________________
Também me incomodou MUITO o início do filme, pois foram 33 minutos de algo TODALMENTE desnecessário, que poderia ter sido colocado de uma outra forma no filme.
Nesse início foi apresentado um background que, ao meu ver, não acrescentou muita coisa interessante na história, principalmente pelos 33 minutos.
Foi uma forçação sexual exagerada. Umas situações conveniente para direcionar a narrativa, como as mulheres de cara limpa durante os ataques, com todo mundo vendo o rosto delas, entrando em espaços coletivos como se não fosse nada, sem seus rostos estampados como procuradas, etc. Tudo isso só pra forçar a narrativa do stalker do pau duro.
Posso estar completamente errado, mas sinto que se o filme começasse a partir da história da Willa, e a história dos pais, principalmente da mãe, nos fosse apresentada conforme a personagem fosse sabendo, ou seja, em um estilo 'Ponto de vista restrito', talvez teria tido uma dinâmica mais interessante.
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Eu entendi a proposta do filme, acredito que os temas propostos são bem pertinentes, mas não consegui gostar, sinto que ficou sufocante o desespero para agradar a crítica com essas sequencias de cenas longas, achei que a história acaba sendo superficial nos temas que tenta trabalhar, principalmente com o final que o diretor se propôs a fazer, trazendo até um tom um tanto quanto covarde.
É um filme visualmente bonito, com boas atuações, mas sem profundidade no desenvolvimento da história e dos personagens.
É basicamente um filme da tela quente extended version.
Acho que nunca vi um filme brasileiro em que me senti tão familiarizado com a brasilidade apresentada. O filme consegue construir uma atmosfera em que você pode enxergar sua história em tudo aquilo que está sendo apresentado, mesmo que nunca tenha de fato passado por algo como aquilo, mas apenas por memórias afetivas de uma cultura comum. _____________________________
O agente secreto é um filme belíssimo e que apresenta uma característica visual magnífica, além de também nos anexar a um sentimento nostálgico absurdo.
Enquanto assistia, uma das coisas que mais me chamou atenção nesse filme foi a magnitude das cenas e contextos, o cotidiano comum no meio da narrativa proposta, algo que vai além de um roteiro simples, mas que compreende um mundo para além da história contada, trazendo profundidade de contextos, memórias e vivencias e não necessariamente narrativa. _____________________________
O filme apresenta de forma brilhante o simbolismo da memória, que nos é apresentada quando o Fernando escreve na cara que está esquecendo a mãe, seguindo para as situações futuras e o incrível diálogo final.
No fim, para mim, é sobre isso, sobre a nostalgia de uma história que nunca foi recontada.
Esse é aquele típico filme "confort", é muito bonitinho e legalzinho de assistir, bem sessão da tarde, mas fica só nisso mesmo. ________________________________
Gostei do filme, mas sinto que ele poderia ter sido feito em 1h30min, aquela parte final foi totalmente desnecessária, pois, tudo já havia sido contado e nada mais era realmente importante.
Mesmo compreendendo que, em algum momento, ela iria receber o vestido vermelho, acredito que foi meio "forçado" ou "fantasioso" de mais toda aquela mobilização, principalmente pelo que houve para chegar até onde chegou.
Não curto muito personagens como a Ada, que são excessivamente "boas", pq isso não ta relacionado exatamente a bondade, mas a subserviência, se enquadrando bastante no que ela traz no filme sobre "mulheres invisíveis". Sei que isso é retratado no filme, mas não gosto da forma fantasiosa com que tudo é resolvido.
Filme ruim de mais, é um entulho de coisas aleatórias e que não fazem sentido algum. Compreendo que um filme de terror e que gira em torno de algo mais "místico" não tem uma coerência lógica, mas poderia ter uma coerência dentro daquilo que se propõe, mas isso não acontece, não existe um direcionamento para nada, as coisas são apenas jogadas e é isso.
Além disso, é o famosos filme de terror que se agarra no jumpscare pq não sustenta trama e tensão. __________________________
Entendo a vontade de criar algo interessante, pena que não conseguiram, roteiro vazio, meio perdido e que não tinha algo muito interessante para entregar, parece um entusiasta de terror com liberdade criativa que sai jogando todos os elementos que gostou em algum outro filme, nesse.
Não existe explicação sobre algumas coisas, parece que os caras se agarram na ideia de que "todo mundo que vai assistir ao filme conhece o jogo", sendo que não é bem assim que funciona, o que acaba deixando tudo muito aleatório e sem propósito.
Além disso, é um filme cansado de mais, em 30 minutos você já está revirando os olhos do abuso que é assisti-lo. __________________________
Os personagens são rasos de mais, não fazem diferença na narrativa, não tem carisma para que você sinta empatia, é são apenas NPCs colocados pra você acompanhar a história.
Demorei pra assistir pq não curto muito assistir produções hypadas em época de lançamento, pq a gente vai com expectativas e se frustra de mais. ____________________________________________
É aquele tipo de filme que visivelmente foi feito para criança, tem uma temática popular e atual, com personagens bonitinhos e carismáticos, uma pegada com uma comédia bem pastelão e musicas chicletes. Só acredito que nem eles imaginariam que o filme pegaria um publico maior, principalmente em relação as musicas.
É um filme simpático, tem personagens até que atrativos, mas a história é bem fraca, com um roteiro bem clichê, além de ser uma raso, sem desenvolvimento algum em qualquer área e momento.
O filme até tenta falar de algumas coisas, mas é tudo tão corrido e entupido de musicas que a história fica pra segundo plano e acabam não conseguindo explicar nada com o destaque que precisariam.
Além disso, também sinto que quiseram falar de MUITO coisa, trazer MUITO elementos pra conseguir localizar as pessoas no universo do filme, mas acabaram não dando conta de sustentar tudo. ____________________________________________
Como disse, é um filme simpático, com um formato para agradar um publico específico e pelo visto conseguiram, e é isso que importa para eles no final das contas.
Esse filme foi uma grata surpresa, acabei vendo um corte rolando na timeline e achei interessante e fui atrás de assisti-lo, confesso que não me arrependi, achei que iria odiar, visto que tinha 2h de filme, mas passou tão rápido que soou como se tivesse míseras 1h. _______________________________
Esse é um filme muito bom, com uma história envolvente e comovente, com o plus de ser uma biografia, o que da uma tração ainda mais interessante aos acontecimentos.
Se pudesse escolher algumas mudanças, eu intensificaria o drama um pouco mais, mas mesmo assim o filme não perde o brilho.
Brilho esse que se sustenta com a estupenda atuação de Sally Hawkins.
Eu fico meio reflexivo sobre esse filme, pq ele não é ruim, mas está longe de ter me agradado, tem um roteiro que, ao meu ver, soa muito bem em filmes de sessão da tarde (tirando os diálogos intermináveis sobre sexo), é apenas um gato e rato com o questionamento central de "quem é o traidor?", no mais, peca em profundidade. _________________________
De início o filme até coloca em questionamento sobre quem está traindo quem, se de fato o vilão é quem eles querem que pareça, mas ao decorrer do filme, fica tão forçado esse direcionamento para a pessoa, que torna-se obvio que o roteiro vai seguir pra outro lado.
Além disso, como mencionei, o filme peca muito em aprofundar coisas que seriam interessantes para absorver melhor o filme, como os personagens ou a história, pq soa muito como se você fosse jogado em um bonde andando e você tivesse que correr para compreender tudo o que está acontecendo, aí, quando você descobre, já não é mais tão interessante assim. _________________________
Eu fiquei o filme inteiro me perguntando quem era a Kathryn, pois sabia que conhecia de algum lugar, aí depois fui ver que era a Cate Blanchett.
O filme é ruim com muita força, sendo sincero, não consigo analisar nada de positivo que venha desse filme, Ele segue uma premissa batida do terror, com palhaço assassino, o roteiro é batido, clichê, bobo e quase beira a comédia pastelão de tão trash, a crítica que tentam fazer no filme é vazia e superficial e a atuação é penosa de mais. _______________________________
O filme não consegue construir uma atmosfera de filme de terror em nenhum momento, ele é superficial até o ultimo segundo que aparece em tela, não temos tempo de desenvolvimento dos personagens, o que faz com que nada do que aconteça seja minimamente relevante.
Ou seja, a amizade, as mortes e o plot gay são totalmente jogados na narrativa, pois, você não tem vínculos para achar interessante nada, além do plot gay ser totalmente jogado, parece militante de twitter enfiando a situação do nada... Digo isso pq eles joga isso no filme como um plot, não como algo natural, o que torna tudo bem aleatório e forçado.
As cenas de ação/fuga são desinteressantes, os palhaços aparecendo a exaustão são cansativos e o enredo que leva a todo o caos é PATÉTICO. _______________________________
No fim, parece um filme feito para a geração tiktok, tem um enredo de fácil absorção para não ser muito difícil de entender, com criticas infantis e superficiais, personagens sem complexidade, uma militada aqui e ali, mas nada com profundidade para não ser complexo de mais.
Preciosa: Uma História de Esperança
4.0 2,0K Assista AgoraReassisti ao filme porque fazem 12 anos que assisti e não lembrava que tinha assistido. A nota que dei naquela época seria a mesma que daria hoje e o comentário que fiz ainda simboliza o que achei do filme.
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É um filme incrível, que dialoga muito no silêncio e nos mostra que, muitas vezes, ele fala muita coisa.
Uma das cenas mais impactantes do filme, para mim, é quando a Preciosa descobre que é HIV positivo e consegue finalmente 'contar' tudo o que aconteceu com ela, mas a cena em que ela fala que o "amor nunca fez nada por ela, o amor machucou, estuprou, chamou de animal, fez se sentir inútil e a deixou doente"
Essa passagem mostra como somos condicionados a acreditar que algumas coisas são de um determinado jeito, ou seja, ela acreditou a vida inteira que o amor era daquela forma porque foi a referência que ela tinha de amor. E isso é a explicação do motivo que muitas pessoas seguem em ciclos de violência.
Porque não conhecem outra forma de viver.
A História Sem Fim 3
3.0 110Acho o primeiro filme um CLÁSSICO, o segundo é assistível, mas esse terceiro é um DESASTRE, ele é ruim com MUITA, mas MUITA força.
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Eu já reclamo da troca de atores do filme 1 para o 2 e isso aconteceu novamente no 3º, o que é um grande problema, principalmente pq nem se parecem com os do filme antigo.
Mas o problema aqui vai muito além disso, a descaracterização dos personagens animados é ainda pior. Eles tiraram aquele brilho mágico e fantasioso dos personagens e criaram fantoches caricatos, que além de terem o visual modificado para algo que beira o fantoche circense (nada contra o circo), ainda destruíram a personalidade deles.
Falkor saiu de um dragão da sorte sábio para um dragão abestalhado. E o Mr. Rock perdeu a imponência dos outros dois filmes para se tornar um projeto patético de família dinossauro.
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Sobre a história:
PÉSSIMA de mais, totalmente fora do universo que construíram nos filmes 1 e 2. Além disso, adicionaram personagens que não acrescentaram em nada na narrativa, como a família nova do Bastian, principalmente a Nicoli, totalmente descartável o personagem.
Outro ponto que me incomodou nisso foi o pai do Bastian, que parece ter esquecido que ele vivenciou uma experiência com fantasia no filme 2, ou o diretor que não assistiu, vai saber...
Os vilões caricatos, forçados e patéticos.
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O sentimento é que tentaram pegar uma marca forte dos anos 80/90, que era o filme "uma história sem fim" e tentaram aplicar os moldes "besteiróis" da época, com esse aspecto de vilãozinho badboy que faz o que quiser e fica nessa perseguição infinita.
Além disso, também parecem ter deixado toda aquela mística, fantasiosa e reflexiva história de lado e tentaram abraçar a comédia pastelão, MUITO RUIM, diga-se de passagem.
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Esse é um filme ruim não por ser antigo, mas pq destrói toda a essência da obra que tentaram utilizar como base, é um desrespeito a História sem Fim.
A História Sem Fim 2
3.4 182 Assista AgoraEsse segundo filme é realmente bem inferior ao primeiro pq acompanha muitos erros bobos.
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Entendo que trabalhar com adolescente é complicado, pq está bem no momento de várias mudanças corporais, mas mudar TODOS os atores foi um erro muito grande, pq descontextualizou a história inicial e tira todas as lembrança e ligações com o primeiro filme, pq você não tem a sensação de estar assistindo a uma continuação.
O ator que fez o Atreyu tinha 13 no primeiro filme e 19 no segundo, já o Bastian tinha 11 no primeiro e 17 no segundo. Compreendo que é um espaçamento muito grande de um filme para o outro, mas poderiam ter usado isso a favor deles, se escorando na ideia de que quando você começa a crescer, você deixa de sonhar, etc. Para justificar um Bastian mais velho.
Caso isso fosse um problema, poderiam pelo menos ter achado atores mais parecidos com os do primeiro filme e/ou abraçado a ideia desse filme como uma continuação em um tempo diferente, com um outro Bastian, etc.
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A história é bonitinha, tem mensagens fofinhas e segue muito a linha do primeiro filme, sobre essa busca por deixar viva essa magia da fantasia, as memórias, etc.
Mas o filme não empolga muito, tem um roteiro fraco, atuações bem ruins e a falta de sentimento com o primeiro filme acaba deixando ele meio "a deriva".
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Quando o Bastian apareceu a primeira vez, eu achei que era uma menina e que ela seria colega de aventura do Bastian, tanto pela aparência quanto pela dublagem, que ficou bem fora colocando uma mulher.
Além disso, o Jonathan Brandis estava a cara da Leticia Colin nessa cena inicial.
A História Sem Fim
3.8 985 Assista AgoraEsse era o meu filme favorito quando criança, tinha algo místico nele que me prendia muito, eu amava o Falkor e sonhava em voar nele kkkk.
Resolvi revisitá-lo pq não sabia que era uma trilogia, então queria ver novamente para assistir ao terceiro.
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O filme continua me encantando muito pela sutileza e pela mensagem que passa, mesmo compreendendo hoje algumas coisas que não compreendia e estando bem mais crítico em relação a algumas questões nas produções.
Ao mesmo tempo que gosto da mensagem que passam sobre o sonhar, também gosto da passagem do Atreyu, que, para mim, fica claro a composição de uma história que busca ensinar que nem sempre a realidade é como queremos ou esperamos.
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No mais, obviamente que hoje eu estaria mais crítico do que na época, mas precisamos ser coerentes com a época, um filme dos anos 80 vai refletir os formatos e possibilidades da época e, ao meu ver, ele faz muito bem o seu trabalho.
O Tempo com Você
3.9 152 Assista AgoraO Makoto tem muita maestria em criar ambientes com profundidade e complexidade, visto que os filmes dele são muito conhecidos por isso, mas o problema é que alguns filmes acabam ficando só nisso.
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Não acho Tenki no Ko um filme ruim, mas é performático e espetaculoso, um acumulo de cenas de ambiente, que são lindas, diga-se de passagem, mas que comprimem a história e simplificam de mais a narrativa.
Sinto que faltou muito contexto da história do Hodaka para conseguir simpatizar e torcer por ele, além de também terem ignorado completamente as consequências pós confusão. Você só sabe que ele foi preso, mas a história da Hina e do irmão não são explicadas, visto o medo que tinham de serem separados, etc.
Digo isso pq sei que você pode supor coisas, mas você só supõe mesmo.
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Eu compreendo a necessidade da narrativa de criar ação, mas eu não entendi muito a pegada da policia em relação ao Hodaka, que foi tratado como bandido desde o início, sendo que ele estava sendo procurado como DESAPARECIDO e um possível SEQUESTRADO, com uma foto em posse de uma arma, sem que soubessem de absolutamente NADA.
Desde o início, antes mesmo da passagem final, eles trataram o Honaka como se ele fizesse parte da Yakuza.
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No geral, não acho um filme ruim, só acho meio sem personalidade, uma história genérica em quadros muito bonitos e bem animados, com personagens meio apáticos, sem muita expressão e desinteressantes. Além disso, também tem uns dramas bem simples, mas com um exagero narrativo cansativo.
Gênio Indomável
4.2 1,3K Assista AgoraEu resolvi assistir esse filme pq usei aquele prompt de IA sobre qual personagem se parece comigo a partir das experiências que tivemos e o Chatgpt me respondeu o Will Hunting.
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Eu realmente gostei muito do filme e acho que deveria ser um daqueles sempre indicados em faculdades de psicologia, não somente pelo personagem a ser analisado, mas pela conduta dos profissionais que trabalharam com o Will.
Obviamente que se analisa a época em que o filme se passou, o que condiz muito com o perfil da maioria dos profissionais, mas é importante ressaltar a conduta um tanto quanto invasiva e, até certo ponto, desrespeitosa com que o trataram.
Por mais que o Sean tenha sido um profissional um pouco mais aberto, dando bastante margem para transferência e contratransferência, é importante de mais ver que o Will só conseguiu se abrir devido a forma como o Sean possibilitou a vinculação.
Digo isso pq existe dentro da psicologia essa reflexão sobre a forma como trabalhar com o paciente, o que pode e o que não pode ser feito, ser dito, comportamentos, ações, etc. Para muitos, a conduta do Sean é péssima, tanto dentro quanto fora da psicologia, mas para outros, podem compreender que esse foi o gatilho que o Will precisava para se abrir.
A ideia aqui não é pontuar se o Sean estava certo ou errado, mas compreender o posicionamento dele frente a situação que tinha, que se constrói muito bem com uma frase que é dita em uma das primeiras sessões deles, em que o Sean fala que ele não tem todas as respostas e não sabe como agir, e esse é o ponto central da Psicoterapia, cada paciente é diferente do outro e a forma como a vinculação ocorre é diferente, podendo as vezes ser mais flexível e outras mais rígidas, depende do olhar terapêutico.
Outro ponto que me agradou bastante nesse filme é mostrar que o impacto de uma psicoterapia não ocorre apenas no paciente, mas também no psicoterapeuta, que vivencia juntamente com o paciente cada etapa do processo, ouvindo e observando de um outro lugar, mas que permite também uma reflexão sobre a sua própria vida.
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Em relação ao filme em si, gosto muito de boa parte do filme, mas a reta final me cansou um pouco.
Compreendo a necessidade e importância de trabalhar o relacionamento com a Skylar, mas confessor que tenho um pouco de preguiça quando colocam relacionamentos amorosos em filmes com temática mais psicológica e complexa, pq sinto que não trabalham isso direito e fica meio avulso na narrativa.
Nessa situação, para mim pareceu que a conversa com o amigo lá na construção teve muito mais peso do que todas as cenas com a Skylar, mesmo compreendendo o fato de que ele percebeu os motivos pelos quais estava "fugindo" dela.
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Ao mesmo tempo que eu gosto que não focaram a história inteira desse filme apenas na inteligência do Will e na matemática, sinto também que isso ficou bem apagado durante o filme, tendo sido apenas o start e ficado lá pelo início mesmo.
Digo isso pq eu sinto que poderiam ter explorado essa questão um pouco mais do que tornar apenas uma queda de braço com o Prof. Lambeau. No fim, a questão do "gênio" virou mero coadjuvante na narrativa, mesmo ele ficando incomodado com o fato de achar tudo muito fácil, etc. Poderiam ter explorado um pouco essa questão de se encontrar no mundo, pq no o filme te direciona a um final que dá a entende que tudo se resolve com amor.
Compreendo que não existe a possibilidade de apresentar um processo terapêutico completo e acho que conseguiram fazer até uma boa finalização com os personagens, o problema, para mim, é que esse direcionamento final não me pareceu muito bem fechado em relação ao Will e os problemas reais dele, foi bonitinho e hollywoodiano, mas muitas questões em aberto para resolver.
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Enfim, é um filme muito bom.
Advogado do Diabo
4.0 1,5K Assista AgoraEu acho esses filmes dos anos 90 que falam de diabo meio canastrões.
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É um filme que passei longe de gostar, não por ser ruim, mas por falta de qualquer mínima atração que me prendesse, achei um roteiro bem básico e até meio bobo e infantil a forma como retrataram algumas questões de religião.
O filme é desnecessariamente grande, o que o torna vem cansativo de assistir.
A base do filme é a vaidade e isso fica explicito durante o filme inteiro, mas me senti muito conversando com um coach quântico de autoajuda soltando milhares de frase de efeito... No fim, é aquele típico filme que é interessante pra época em que foi feito, mas para os dias de hoje, achei caricato.
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Algumas coisas me incomodaram um pouco.
A cena em que retratam uma atividade religiosa com a morte de uma cabra e como as coisas foram conduzidas durante o julgamento, com um forte direcionamento para um "feitiço" para o promotor e uma clara menção de que aquela religião era mais próxima ao diabo...
Outra coisa que me incomodou nesse filme foram as cenas de nudez frontal, pq né, sempre o corpo feminino sendo explorado no cinema, principalmente quando utilizam-se de temas em que exigem uma sexualização exagerada, como no caso do diabo e da luxuria.
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Achei o filme grande de mais, apático, com uma história sem graça, mas o Keanu Reeves estava muito bonito como o filhotinho do diabo.
Marty Supreme
3.6 361 Assista AgoraÉ um filme que está longe de ser 'ruim', mas eu não gostei de absolutamente NADA dele.
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Esse é aquele tipo de filme que o ritmo vai acelerando e o caos só vai aumentado, o que eu não curto muito, além disso, tem momentos que a cena se torna um amontoado de barulhos e fica extremamente irritante de assistir.
Eu fui assistir ao filme achando que era uma biografia, mas acabei descobrindo que não era, aí continuei assistindo esperando algo sobre o ping-pong, mas o foco é outro, confesso que acabou se tornando extremamente desinteressante.
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O filme tem questões técnicas bem boas, mas é um filme que não tem uma história interessante, os personagens são ruins, os plots sem graça e nada no fim é justificável.
E o negócio ainda piora quando a gente compreende parte do marketing desse filme.
Timothée aprendeu a jogar ping-pong pro filme: Não precisava. Primeiro que esse nem é o foco do filme e segundo que isso só é interessante para os norte americanos limitados, pq no Brasil todo ator de novela aprende qualquer coisa pra interpretar um papel.
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Como mencionei, o filme não é ruim, mas passa longe de ser algo que me agrade assistir.
1. O Mouse é um cara escroto, que é escroto o filme inteiro e com todo mundo, e aí no final ele fica bom e é isso.
2. Os acontecimentos são extremamente aleatórios e conduzidos pra gerar caos infinito sem consequências reais com uma pitada de insanidade: "corra atrás dos seu sonhos, mesmo que você precise matar, roubar e abandonar sua família".
3. O plot final ter sido uma partida amistosa comprada é BIZARRO, simplesmente obliteraram o esporte do filme.
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Esse filme me soou bem canastrão, um filme exagerado e medíocre, sem muito conteúdo interessante e sem profundidade, apenas conduzido para tentar potencializar a atuação do protagonista e lutar por um OSCAR.
É meio que deixar a história como coadjuvante do personagem, em que ele surfa em um ambiente sem consistência apenas intensificar o papel que ele está representando.
Para mim, torna tudo bem pequeno, não pq a atuação é ruim, mas pq tudo em volta dela é descartável.
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Além disso, acho a atuação do Timothée boa, mas não acho que seja tudo isso que estão tentando pintar nessa corrida pelo OSCAR.
E acho que o filme em si acaba quebrando muito do potencial do personagem.
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No geral, o filme tem uma boa direção e boas atuações, mas todo o resto é um saco, a história não é boa, os personagens não são interessantes de acompanhar (principalmente pelo sistema hollywoodiano de proteção), a biografia não existe e o ping-pong é adereço.
Basicamente, tem coisas positivas, mas achei o filme bem ruim e custei conseguir terminar de assistir.
Valor Sentimental
3.9 384 Assista AgoraSão sentimentos conflituosos os que sinto após assistir ao filme, pois, ao mesmo tempo em que foi interessante assisti-lo, sinto que faltou algo durante a apresentação da história.
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O filme tem um direcionamento simples, apresentando o dilema do abandono, da solidão e da falta de pertença, e como a ausência desse pai gerou traumas profundos nas filhas.
Gosto que o filme nos mostra que existe um ciclo que perpetua geração após geração, que as ações são sempre passadas de pai pra filho e assim gerando um emaranhado de problemas que se tornam quase uma cultura familiar. Mas me incomoda bastante a falta de um direcionamento sobre a quebra do ciclo.
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Compreendo a proposta do filme quando se trata de não deixar algumas coisas explicitas, mas não gosto de como muitas coisas são simplesmente apresentadas de forma ao telespectador refletir e chegar em suas próprias conclusões, pois, ao meu ver, isso dá margem para a não aproximação com os personagens e a falta de compreensão, empatia e importância com os sentimentos deles.
Além disso, sinto que faltou uma pessoa reativa nessa história, alguém que iria expor e se expor. Mesmo entendendo que a proposta era deixar uma interpretação pessoal de cada pessoa, a falta de resolução torna a história apenas um amontoado de tristeza que vai se acumulando nas 2h de filme e não consegue chegar em lugar algum.
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E até certo ponto, me irritou um pouco a aparente tentativa de minimizar a culpa da ausência do pai, como se o filme tentar o tempo inteiro te fazer tentar entender que o pai também tinha problemas e o que houve foi uma consequência de uma ação feita anteriormente.
Digo isso, pois, mesmo existindo a cena (muito bonita, diga-se de passagem) das irmãs, o filme tenta te explicar constantemente sobre o passado do pai enquanto as filhas são meros adereços narrativos.
E esse final fica claro a busca por pertencimento na vida do pai, enquanto a reciprocidade do sentimento não parece ser muito clara, inclusive, para que está bem longe disso.
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A cena final também me remeteu a uma reflexão sobre a forma como a vida não é algo que temos controle e acabamos por nos obrigar a seguir da forma como conseguimos.
No início do filme o Gustav disse que queria fazer o filme na casa deles e com um plano sequencia, tendo a filha como papel principal e o neto como filho dela, porém, conseguiu apenas os dois, a casa foi cenográfica e o plano sequencia foi quebrado com o corte na cena.
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Acredito que tenha entendi a proposta do filme, só não sei se gostei dela. É um bom filme, não sei se ao nível de ter tanto destaque em indicações, mas é interessante.
Se tirasse uma hora ele seria até que bem bom, pq foi bastante tempo pra pouco desenvolvimento e profundidade.
Wicked: Parte 2
3.4 156 Assista AgoraComo esse filme é ruim PQP, como pode esse filme ter decaído TANTO em relação ao primeiro? é bizarro de mais.
Tudo nesse filme soa artificial e canastrão, a história, os cenários, as atuações, as musicas, tudo é muito besta, forçado, sem graça, sem tempero.
Sei lá, parece que do primeiro filme para o segundo, tudo foi feito de má vontade.
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Me incomoda de mais o fato de que é um filme inteiro direcionado a acompanhar um bando de personagens oportunistas que ascenderam com a desgraça da Elphaba.
E principalmente irritante saber que NENHUM dos reais vilões pagaram pelo que fizeram, apenas os mocinhos.
E sendo sincero? eu não acho que exista desculpas para a Glinda, ela se faz de sonsa de mais para as atrocidades que causou nesse filme.
A morte da irmã da Elphaba teve um belo de um empurrãozinho da Glinda. O Fiyero virar espantalho também. Ela merecia a morte.
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O Feiticeiro e a Madame Morrible finalizando bem, foi péssimo, além de também não terem apresentado nenhuma resistência, principalmente a Morrible, que parecia ser bem forte.
E a Glinda me irritou MUITO nesse filme, ela não merecia esse final. Ela foi uma das maiores vilãs dessa história, pq diferente de todos os outros, ela era AMIGA da Elphaba.
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E digo mais, a Elphaba é uma imbecil, a mulher sendo sarrafada em dois filmes e fica nessa de "ai, vou conversar com o feiticeiro, aquele bobinho precisa dizer que mentiu". E depois ainda finaliza o filme fingindo a sua morte como uma forma de "GRAN FINALE".
Falta ÓDIO na Elphaba, falta uma Daenerys com 2 dragões pra explodir OZ.
Ela é uma songa monga.
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Ai, sei lá, achei esse filme muito ruim, com uma história bem fraca, um roteiro cansado, fraco e anêmico.
É um filme insosso, sem personalidade e sem vida.
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
4.1 430 Assista AgoraEsse é um dos melhores filmes que eu já assisti. Não conhecia a história de Hamnet e algumas coisas me surpreenderam de uma forma muito positiva.
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Chloé Zhao fez um trabalho fenomenal nesse filme, é tudo muito bem encaixado, a fotografia é muito bonita, principalmente nas cenas da floresta. Além disso, aquela câmera do quarto, que só vira pro lado, é MUITO, mas muito interessante para a estrutura das cenas em que ela foi colocada.
E o que falar da Jessie Buckley... Que atuação FENOMENAL. O mesmo menciono sobre Jacobi Jupe, que fez um Hamnet sensacional. Já o Paul Mescal, não achei uma atuação ruim, mas achei bem abaixo de tudo o que foi mostrado pelos outros atores.
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O filme tem uma história muito interessante e, para mim, direciona para um ponto e te leva para outro sem esperar muito, mesmo sabendo o que pode acontecer.
No início do filme fica aquele sentimento "qual dos dois vai morrer?", até que você entende que vai ser um dos filhos e se pergunta, "quando?", até que o Hamnet é o escolhido e você, mesmo esperando, se rende ao luto.
Além disso, é encanta de mais a construção dos personagens e os sentimentos que foram expressos por eles ao decorrer de toda a narrativa. Isso falando de TODOS os personagens. O amor, a alegria, o desespero, o ciúme, o luto, a raiva, tudo muito bem encaixado sem que se tornasse excessivo e fora de contexto ou até mesmo o 'não conseguir compreender o sentimento que aquela pessoa está tendo'.
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Existem duas cenas que, para mim, são o ápice desse filme.
Toda a construção da morte do Hamnet, que inicia com Judith, é SENSACIONAL, você vivencia o desespero em uma sensação profunda, principalmente quando ele "engana" a morte. A atuação de todos os envolvidos é de um primor inexplicável
E a outra cena que é fascinante, para mim, é a cena final do teatro, com uma construção brilhante de cenário, em que você se incorpora ao ambiente, até a vivencia com a Agnes, que vive a montanha russa de sentimentos enquanto compreende o que de fato está sendo contado.
E isso é algo que me fez pensar muito durante os conflitos entre a Agnes e o Will, pós morte do Hamnet, pois, todos entendemos a dor da mãe com a morte do filho, mas o luto paterno, principalmente nessa época, era silenciado de uma forma violenta, pois ele também havia perdido um filho.
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Um ponto que me chamou muita atenção ao decorrer do filme, foi a forma interessante em como a Chloé não se prende em coisas pequenas e que não tem relevância para a história central, tudo é realmente direcionado aquilo que interessa.
Digo isso pq eu realmente pensei que haveria um conflito com a família do Will no pós casamento, mas isso é simplesmente ignorado, visto que o ponto principal da história estava em outro ponto.
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Esse é, indiscutivelmente, o melhor filme da temporada do OSCAR e um dos melhores filmes que já assisti, desde a direção, passando pelo roteiro, figurino, fotografia, até a atuação INCRÍVEL dos atores.
F1: O Filme
3.7 442 Assista AgoraConfesso eu quando vi esse filme eu já fui pensando, um filme de F1 e com o Brad Pitt? vou odiar. O plot twist seria eu achando esses dois pontos, as melhores coisas desse filme.
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Esse está longe de ser um filme ruim, peca em vários pontos similares a outros filmes do Oscar, a mensagem superficial passada, o tempo exagerado e mal utilizado e todas as firulas hollywoodianas.
O filme acerta muito na F1 e no personagem do Brad Pitt, mas todo o resto é totalmente fora do contexto.
1. O JP não é um personagem atrativo e carismático para receber tanta atenção durante o filme, mesmo ele tendo um destaque que se incorpora a mensagem que tentaram passar, é superficial e mal aproveitado.
2. A narrativa não se sustenta, os draminhas são bobos, o desenvolvimento é escasso, mal aproveitado (levando em consideração o tempo de filme) e bem forçado e/ou jogado de qualquer jeito.
3. O romance é bobo e totalmente fora do tom, é só a necessidade de dizer que o protagonista ta pegando alguém.
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Quando vejo esse filme, me lembra muito as produções de esporte genéricas e básicas, o "bonzão" com experiência que chega em um lugar onde não é bem vindo, não é bem recebido pela juventude e mostra o poder da experiência adquirido em anos, vira o jogo e se torna o sensei.
A premissa é até interessante, a mensagem é legal, mas é apenas mais do mesmo, algo que já foi mostrando em outros milhares de filmes.
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Acredito que o grande problema aqui não é nem o filme em si, mas o fato de estar concorrendo ao OSCAR como melhor filme, pq assim, é assistivel, mas um dos melhores filmes de 2025? Forçaram a barra só pq tem o Brad Pitt.
Frankenstein
3.7 600 Assista AgoraDos que eu já assisti, esse foi, para mim, o pior filme indicado ao OSCAR.
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Não sou fã de história original de Frankenstein e nunca nem vi um filme dele, o que me coloca distante de comparações com qualquer outro tipo de obra.
Esse filme me incomodou bastante do começo ao fim, pq por mais que tenha uma fotografia LINDA e figurinos maravilhoso, a coloração das roupas, principalmente da neta da atriz brasileira Maria Gladys, me soavam muito sintéticas.
Outra coisa que me incomodou foi o tempo do filme, que foi desnecessariamente longo e sem propósito algum, visto que coisas que precisavam, não tiveram desenvolvimento, enquanto coisas que não eram tão relevantes, eram estendidas.
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Como mencionei, tudo nesse filme me incomodou, a história não foi muito bem contada, o roteiro foi fraco, arrastado, sem profundidade e sem alma, as atuações não me agradaram, achei tudo bem meia boca e a caracterização "hot monster" do Elordi foi muito podre.
A história que poderia ter sido resumida de 1h, pq nada foi realmente desenvolvido, como o "romance" da Neta da atriz brasileira Maria Gladys com o Victor e com o monstro e o ódio do Victor com o monstro, que foi algo bem 'do nada'.
Sei lá, achei que o filme ficou girando em uma tentativa de gerar 'humanidade' no monstro e vilanizar o Victor, mas acabou não trazendo um desenvolvimento para nenhuma das duas coisas, foi apenas um excesso de situações meio sem propósito narrativo.
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Não sei, penso que talvez essa história seria melhor contada em uma série, com tempo para que pudesse desenvolver as tramas de forma que os acontecimentos e reações fizessem mais sentido.
Além disso, também me incomoda algumas situações hollywoodianas que nunca podem faltar nessas histórias, como o romance pelo monstro, o monstro sendo acusado de algo que não fez, etc.
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É aquilo, um filme esquecível.
Sonhos de Trem
3.7 351 Assista AgoraDifícil falar sobre esse filme, pq ele traz um peso tão grande na mensagem, que parece injusto criticá-lo.
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Esse é um filme que fala sobre ciclos de vida, luto e sobre a solidão, e é algo que é até bem retratado em vários pontos da história, principalmente na atuação do Joel Edgerton.
A atuação do Joel me agradou bastante e, para mim, é o ponto alto do filme em vários momentos, em que fica perceptível o sentimento do personagem só de olhá-lo, você consegue ver a sua felicidade quando está em casa e a solidão quando está no trabalho, compreendendo ainda que, mesmo feliz em casa, existe um vazio não preenchido ali.
Outra questão que eleva MUITO o filme, é a fotografia, que é FENOMENAL, incluindo ainda os enquadramentos de algumas cenas e a coloração de algumas coisas que vão tomando a tela em algumas cenas,
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Porém, sinto que o filme vai perdendo folego com o tempo, talvez pela falta de dinâmica na história e na amostra dos personagens, visto que você segue o Robert como se andasse em uma linha reta o tempo inteiro.
Além disso, o filme não consegue desenvolver um roteiro diferente do clichê das histórias desse tipo. Nada nesse filme é muito surpreendente, o que também não é a proposta, mas acaba empacando de mais a narrativa, que é lenta e óbvia.
É também algo que me chama um pouco de atenção a falta de profundidade no diálogo sobre os temas de solidão e luto, pois você apenas o acompanha durante essas vivencias, mas não existe uma progressão, apenas um caminhar linear.
Talvez esse seja o ponto central da minha critica, o filme é como se fosse uma 'LINHA RETA', sem a profundidade necessária para que essa linha ganhe movimento, camadas ou complexidade.
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No geral, é um bom filme, visualmente MUITO bonito, com uma atuação primorosa do joel, mas sinto que ele não dialoga muito sobre o tema que se propõe e acaba se diminuindo na proposta e entrega.
Pecadores
4.0 1,2K Assista AgoraEsse é aquele tipo de produção que tem uma proposta muito boa, com metáforas interessantes sobre o "vampirismo" sugando a cultura afro, além de uma critica social atual e bem colocada, mas a execução fica um pouco aquém do esperado.
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Como mencionei, gosto da metáfora do vampiro e acho até interessante que isso fica bem claro quando eles são colocados em segundo plano na história, mas sinto que quando essa parte dos vampiros é anexada no filme, as coisas ficam performáticas de mais e falta algo que sustente a narrativa.
Outro ponto, sinto que o filme bebe de um assunto atual e desenvolve de uma forma que me soou bem familiar, mas não em um sentido bom, pois, ao assistir esse início de filme com Smoke e Stack querendo comprar um espaço para fazer um bar de Blues, me parecia que eu já havia assistido essa mesma história, com esse mesmo desenvolvimento. (até me questionei se já não havia visto esse filme e havia esquecido).
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Acho o Michael B. Jordan um ator excelente, mas não vi necessidade de fazer irmãos gêmeos, podiam ter dado protagonismo para outro ator ou atriz e a história seguiria da mesma forma.
Digo isso, pois acho que não houve uma construção de personagem que exigisse muito dele para dizer "woow, ele fez gêmeos", foi basicamente o mesmo personagem dividido em dois. (mesmo tendo diferenças sutis, não foi como se fosse algo muito interessante)
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Quando menciono que gosto da mensagem e proposta, mas não como um filme, digo que a narrativa soa bem genérica e com poucos acontecimentos empolgantes, um suspense pequeno e um final consideravelmente forçado e bem performático.
Todo o direcionamento da "luta" final me pareceu bem desperdiçado e com muita firula.
A cena em que o Remmick está sozinho na porta conversando, poderia ter sido o início da tentativa de matá-lo, pois o cara ficou ali dando palestra enquanto o grupo de imbecis ficou olhando.
A cena em que eles ficam presos dentro do bar e a Grace convida os vampiros para entrar é PATÉTICA, uma situação extremamente forçada para direcionar a um "gran finale", com a cena dos power rangers entrando em formação para lutar... Aquilo ficou bem ruim.
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Enfim, não acho que seja um filme ruim, muito longe disso, a parte inicial me prendeu bastante e a trilha sonora é FENOMENAL, é realmente o ponto alto do filme e engrandece DE MAIS as cenas, mesmo achando algumas cenas de "musical" meio wtf.
Acredito que as metáforas foram boas, mas poderiam ter sido trabalhadas de uma forma melhor, pois, para mim, a entrada dos vampiros me fez ficar um pouco desinteressado com a continuidade, principalmente pela falta de desenvolvimento.
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É um bom filme, mas só isso.
Bugonia
3.6 449 Assista AgoraÉ um filme que tenta ser intrigante e até certo ponto ele consegue, mas quando você assiste, ele segue um roteiro bem óbvio e, para mim, não me surpreendeu em nenhum dos plots apresentados.
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O filme tem ótimas atuações e deixa uma sensação até consistente de questionamento 'ela é o chupa cu de Goianinha ou não?", sendo esse, para mim, o ponto alto do filme.
Mas com o tempo, vai ficando meio claro que ela é realmente uma alienígena e o rumo que as coisas vão tomar.
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Acredito que o filme acerta até 1h20min, mesmo tendo diálogos maçantes e repetitivos, trazendo sempre o mesmo direcionamento, ele consegue se sustentar, mas depois desse tempo, o filme já não consegue mais comportar diálogos e se torna um "então tá".
Os filmes 'padrão Oscar' tem uma construção bem similar, eles tem um excesso de tempo em cena que cansa um pouco, quase como se precisassem mostrar para a academia "olha como a gente consegue fazer 15 minutos de diálogo ininterruptos", o que, geralmente não se sustenta, fica chato e cansativo de assistir, principalmente quando o conteúdo é bem delulu.
Porém, gosto que depois de 1h20min o filme toma a guinada final, mas peca com um final bem aquém do esperado, pelo menos pra mim.
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É um filme passatempo, mas nada de mais.
Uma Batalha Após a Outra
3.7 665 Assista AgoraAssim, eu achei muito boa a proposta que o Paul Thomas Anderson traz para o filme, sobre os temas propostos para serem dialogados e tal, mas a execução, para mim, foi muito ruim.
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Eu já venho reclamando faz um bom tempo do excesso de tempo em produções, seja de filme ou série, pois, dificilmente essas produções conseguem sustentar o tempo que propuseram fazer.
'Uma Batalha Após a Outra' é um bom exemplo disso, o filme possui 2 horas e 40 minutos, mas a história proposta não consegue segurar a narrativa esse tempo todo, se diminuíssem para 1h e 40 ou 50 minutos, talvez, PARA MIM, o filme funcionasse melhor.
Digo isso pelo excesso de tempo em algumas cenas, tal qual o filme ANORA, é uma demonstração óbvia de desespero por um OSCAR, é meio que "vamos mostrar que nós conseguimos sustentar 10 minutos de cena sequencial", mas no fim, fica cansativo, maçante e, muitas vezes, repetitivo.
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Um ponto positivo ao filme foi trazer a realidade em como as coisas são propostas, nos fazer "cair na realidade" de como as estruturas de poder operam em forma de opressão para chegar a um resultado desejado e sem se importar com as consequências, e como estamos submissos as instituições que detêm essa força.
Porém, ao mesmo tempo, me incomodou muito a mudança narrativa para o padrão hollywoodiano quando foi conveniente, como toda a parte final.
Quando a Willa é levada aos matadores de aluguel e o cara simplesmente decide 'se matar' para salvá-la, começa o 'caos' fantasioso, com a menina precisando do fator protagonismo, em que um personagem decide deliberadamente se matar para salvá-la, resultando na fuga dela, dirigindo um carro a toda velocidade, mesmo com as mãos presas (até aí a gente finge), com a cena da fuga e dela matando o outro cara, o Steven vivo, até finalizar com ela e o pai voltando para casa em um HAPPY END, com direito a vida feliz na mesma casa que a policia já sabe onde é, uma cartinha da mãe fugitiva e um "eu sou a nova guerrilheira".
No fim, parece que tentaram dialogar de forma real sobre um tema pertinente e atual, mas no final a gente finge pra não precisar refletir e criticar de mais... Ficou meio superficial o desenvolvimento até um final que não condiz com a 'realidade' que tentaram construir.
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Também me incomodou MUITO o início do filme, pois foram 33 minutos de algo TODALMENTE desnecessário, que poderia ter sido colocado de uma outra forma no filme.
Nesse início foi apresentado um background que, ao meu ver, não acrescentou muita coisa interessante na história, principalmente pelos 33 minutos.
Foi uma forçação sexual exagerada. Umas situações conveniente para direcionar a narrativa, como as mulheres de cara limpa durante os ataques, com todo mundo vendo o rosto delas, entrando em espaços coletivos como se não fosse nada, sem seus rostos estampados como procuradas, etc. Tudo isso só pra forçar a narrativa do stalker do pau duro.
Posso estar completamente errado, mas sinto que se o filme começasse a partir da história da Willa, e a história dos pais, principalmente da mãe, nos fosse apresentada conforme a personagem fosse sabendo, ou seja, em um estilo 'Ponto de vista restrito', talvez teria tido uma dinâmica mais interessante.
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Eu entendi a proposta do filme, acredito que os temas propostos são bem pertinentes, mas não consegui gostar, sinto que ficou sufocante o desespero para agradar a crítica com essas sequencias de cenas longas, achei que a história acaba sendo superficial nos temas que tenta trabalhar, principalmente com o final que o diretor se propôs a fazer, trazendo até um tom um tanto quanto covarde.
É um filme visualmente bonito, com boas atuações, mas sem profundidade no desenvolvimento da história e dos personagens.
É basicamente um filme da tela quente extended version.
O Agente Secreto
3.9 1,1K Assista AgoraAcho que nunca vi um filme brasileiro em que me senti tão familiarizado com a brasilidade apresentada. O filme consegue construir uma atmosfera em que você pode enxergar sua história em tudo aquilo que está sendo apresentado, mesmo que nunca tenha de fato passado por algo como aquilo, mas apenas por memórias afetivas de uma cultura comum.
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O agente secreto é um filme belíssimo e que apresenta uma característica visual magnífica, além de também nos anexar a um sentimento nostálgico absurdo.
Enquanto assistia, uma das coisas que mais me chamou atenção nesse filme foi a magnitude das cenas e contextos, o cotidiano comum no meio da narrativa proposta, algo que vai além de um roteiro simples, mas que compreende um mundo para além da história contada, trazendo profundidade de contextos, memórias e vivencias e não necessariamente narrativa.
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O filme apresenta de forma brilhante o simbolismo da memória, que nos é apresentada quando o Fernando escreve na cara que está esquecendo a mãe, seguindo para as situações futuras e o incrível diálogo final.
No fim, para mim, é sobre isso, sobre a nostalgia de uma história que nunca foi recontada.
Sra. Harris vai a Paris
3.6 136 Assista AgoraEsse é aquele típico filme "confort", é muito bonitinho e legalzinho de assistir, bem sessão da tarde, mas fica só nisso mesmo.
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Gostei do filme, mas sinto que ele poderia ter sido feito em 1h30min, aquela parte final foi totalmente desnecessária, pois, tudo já havia sido contado e nada mais era realmente importante.
Mesmo compreendendo que, em algum momento, ela iria receber o vestido vermelho, acredito que foi meio "forçado" ou "fantasioso" de mais toda aquela mobilização, principalmente pelo que houve para chegar até onde chegou.
Não curto muito personagens como a Ada, que são excessivamente "boas", pq isso não ta relacionado exatamente a bondade, mas a subserviência, se enquadrando bastante no que ela traz no filme sobre "mulheres invisíveis". Sei que isso é retratado no filme, mas não gosto da forma fantasiosa com que tudo é resolvido.
Você foi "boa" com todos, então o mundo será bom com você de volta... Sabemos que não funciona dessa forma.
Como a Ada indo falar com a mulher que a tratou mal e a humilhou o filme todo, indo lá ainda levantar a autoestima dela para voltar pra Dior...
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Como mencionei, esse é um ótimo filme passa tempo, pra assistir despretensiosamente, mas só isso mesmo.
Until Dawn: Noite de Terror
2.8 331 Assista AgoraFilme ruim de mais, é um entulho de coisas aleatórias e que não fazem sentido algum. Compreendo que um filme de terror e que gira em torno de algo mais "místico" não tem uma coerência lógica, mas poderia ter uma coerência dentro daquilo que se propõe, mas isso não acontece, não existe um direcionamento para nada, as coisas são apenas jogadas e é isso.
Além disso, é o famosos filme de terror que se agarra no jumpscare pq não sustenta trama e tensão.
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Entendo a vontade de criar algo interessante, pena que não conseguiram, roteiro vazio, meio perdido e que não tinha algo muito interessante para entregar, parece um entusiasta de terror com liberdade criativa que sai jogando todos os elementos que gostou em algum outro filme, nesse.
Não existe explicação sobre algumas coisas, parece que os caras se agarram na ideia de que "todo mundo que vai assistir ao filme conhece o jogo", sendo que não é bem assim que funciona, o que acaba deixando tudo muito aleatório e sem propósito.
Além disso, é um filme cansado de mais, em 30 minutos você já está revirando os olhos do abuso que é assisti-lo.
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Os personagens são rasos de mais, não fazem diferença na narrativa, não tem carisma para que você sinta empatia, é são apenas NPCs colocados pra você acompanhar a história.
E mano, sério que os caras levaram 13 noites para começar a fazer alguma coisa? deviam morrer todos.
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Nota: Dó.
Guerreiras do K-Pop
3.7 214 Assista AgoraDemorei pra assistir pq não curto muito assistir produções hypadas em época de lançamento, pq a gente vai com expectativas e se frustra de mais.
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É aquele tipo de filme que visivelmente foi feito para criança, tem uma temática popular e atual, com personagens bonitinhos e carismáticos, uma pegada com uma comédia bem pastelão e musicas chicletes. Só acredito que nem eles imaginariam que o filme pegaria um publico maior, principalmente em relação as musicas.
É um filme simpático, tem personagens até que atrativos, mas a história é bem fraca, com um roteiro bem clichê, além de ser uma raso, sem desenvolvimento algum em qualquer área e momento.
O filme até tenta falar de algumas coisas, mas é tudo tão corrido e entupido de musicas que a história fica pra segundo plano e acabam não conseguindo explicar nada com o destaque que precisariam.
Além disso, também sinto que quiseram falar de MUITO coisa, trazer MUITO elementos pra conseguir localizar as pessoas no universo do filme, mas acabaram não dando conta de sustentar tudo.
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Como disse, é um filme simpático, com um formato para agradar um publico específico e pelo visto conseguiram, e é isso que importa para eles no final das contas.
Maudie: Sua Vida e Sua Arte
4.1 207 Assista AgoraEsse filme foi uma grata surpresa, acabei vendo um corte rolando na timeline e achei interessante e fui atrás de assisti-lo, confesso que não me arrependi, achei que iria odiar, visto que tinha 2h de filme, mas passou tão rápido que soou como se tivesse míseras 1h.
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Esse é um filme muito bom, com uma história envolvente e comovente, com o plus de ser uma biografia, o que da uma tração ainda mais interessante aos acontecimentos.
Se pudesse escolher algumas mudanças, eu intensificaria o drama um pouco mais, mas mesmo assim o filme não perde o brilho.
Brilho esse que se sustenta com a estupenda atuação de Sally Hawkins.
Código Preto
3.1 120 Assista AgoraEu fico meio reflexivo sobre esse filme, pq ele não é ruim, mas está longe de ter me agradado, tem um roteiro que, ao meu ver, soa muito bem em filmes de sessão da tarde (tirando os diálogos intermináveis sobre sexo), é apenas um gato e rato com o questionamento central de "quem é o traidor?", no mais, peca em profundidade.
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De início o filme até coloca em questionamento sobre quem está traindo quem, se de fato o vilão é quem eles querem que pareça, mas ao decorrer do filme, fica tão forçado esse direcionamento para a pessoa, que torna-se obvio que o roteiro vai seguir pra outro lado.
Além disso, como mencionei, o filme peca muito em aprofundar coisas que seriam interessantes para absorver melhor o filme, como os personagens ou a história, pq soa muito como se você fosse jogado em um bonde andando e você tivesse que correr para compreender tudo o que está acontecendo, aí, quando você descobre, já não é mais tão interessante assim.
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Eu fiquei o filme inteiro me perguntando quem era a Kathryn, pois sabia que conhecia de algum lugar, aí depois fui ver que era a Cate Blanchett.
O Palhaço no Milharal
2.6 134 Assista AgoraO filme é ruim com muita força, sendo sincero, não consigo analisar nada de positivo que venha desse filme, Ele segue uma premissa batida do terror, com palhaço assassino, o roteiro é batido, clichê, bobo e quase beira a comédia pastelão de tão trash, a crítica que tentam fazer no filme é vazia e superficial e a atuação é penosa de mais.
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O filme não consegue construir uma atmosfera de filme de terror em nenhum momento, ele é superficial até o ultimo segundo que aparece em tela, não temos tempo de desenvolvimento dos personagens, o que faz com que nada do que aconteça seja minimamente relevante.
Ou seja, a amizade, as mortes e o plot gay são totalmente jogados na narrativa, pois, você não tem vínculos para achar interessante nada, além do plot gay ser totalmente jogado, parece militante de twitter enfiando a situação do nada... Digo isso pq eles joga isso no filme como um plot, não como algo natural, o que torna tudo bem aleatório e forçado.
As cenas de ação/fuga são desinteressantes, os palhaços aparecendo a exaustão são cansativos e o enredo que leva a todo o caos é PATÉTICO.
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No fim, parece um filme feito para a geração tiktok, tem um enredo de fácil absorção para não ser muito difícil de entender, com criticas infantis e superficiais, personagens sem complexidade, uma militada aqui e ali, mas nada com profundidade para não ser complexo de mais.
No geral, é um filme ruim.