Estou profundamente decepcionado com esse filme. Uma história tão bonita não deveria ter um final tão ruim quanto esse. _____________________________________
Heartstopper é uma série que eu aprendi a gostar e sempre a defenderei. Mesmo tento minhas críticas, acredito que é uma ótima produção e feita com muito amor.
Mas esse filme pareceu um 'adeus' feito por obrigação. Ao assisti-lo, sinto como se ninguém mais quisesse fazer parte dessa obra, mas devido ao apelo dos fãs, resolveram correr e fazer algo pra dizer que finalizaram direitinho.
O filme não parece ter tido o cuidado, carinho e amor depositado nas 3 temporadas. _____________________________________
A história em si nem é ruim, mas é batida e segue um drama bobo e que não acrescenta em nada no geral, principalmente quando analisamos que esse seria o FIM de tudo.
Talvez se fosse uma 4ª temporada da séria, essa parte da história fizesse um pouco mais de sentido, mas como um filme que fecha a história? aí não me convenceu, ficou bobo, meio corrido e cansativo.
Eles passaram por tanta coisa para terminar dessa forma que não parece muito crível. Sinto como se os dramas desse filme tivessem feito o casal retroceder um pouco de todo o desenvolvimento das temporadas anteriores.
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A série começa com uma estática própria e uma construção bem específica, mas sinto que esse filme meio que deixou isso de lado.
Sinto que ignoraram muito do diálogo e da realidade da transexualidade durante toda a série para vir com o diálogo da Elle nessa altura do campeonato.
Além disso, as interações do Nick e do Charlie sempre foram bem menos sexuais, parece que tudo o que foi construído até aqui foi esquecido. Nesse filme era falar sobre transar e transar o tempo inteiro.
"AAh! mas essa é a realidade em um relacionamento na adolescência, as pessoas são assim e bla bla bla".
Compreendo, mas não é como se essa série imprimisse a realidade como ela realmente é. Como não imprimiu nas três temporadas anteriores.
Sinto que esse filme descaracterizou um pouco dos personagens que foram construídos até agora. _____________________________________
Senti muita falta dos personagens secundários, que foram obliterados nesse filme.
Elle e Tao, além de não terem tido um desenvolvimento legal nesse filme, terminaram. É de cair o cu da bunda mesmo. _____________________________________
O final de Heartstopper deveria ter feito com que acompanhássemos o crescimento deles, a busca por um futuro e a construção de uma nova realidade (pós-escola), mas ficamos centralizados em um drama bobo, que não teve desenvolvimento e que acabou quando era conveniente para o roteiro.
"Aah! mas eles fizeram esse desenvolvimento durante esse filme".
É justamente isso, eles colocaram os elementos, mas não desenvolveram eles porque não havia tempo pra isso.
Além disso, algumas passagens do filme trazem um conceito, mas a mensagem fica só no imaginário mesmo, como no grupinho de apoio aos LGBTs do Charlie. É uma passagem legal, que poderia ter um desenvolvimento interessante, mas ficou naquela vibe de "quero criar um grupo - não vem ninguém omg - encheu".
Digo isso porque essa situação merecia um destaque com desenvolvimento, não apenas uns cupcakes e fim. _____________________________________
Inclusive, seria legal ter acompanhado o Nick e o Charlie estudando para o Nick entrar na faculdade, eles conhecendo apartamentos e dialogando sobre esses medos do futuro durante o processo, sem draminha bobo, sem finalização de relacionamento e sem festas intermináveis.
Como mencionei anteriormente.
Como série, acompanhando episódio por episódio e seguindo uma progressão mais lenta, talvez funcionasse melhor. Como filme, com a urgência e o ponto mais direto que ele precisa, talvez ficou meio vago. _____________________________________
O epílogo é algo que eu esperaria desse filme. Trazendo a sensação de crescimento, com novas realidades, novas vidas, etc.
Enfim, gosto de Heartstopper e curti as 3 temporadas que foram produzidas. Do filme eu realmente não gostei.
Mas uma coisa é certa, não me senti assistindo ao final de uma história.
Ser assim no aranhaverso é muito perigoso, Miles, porque ninguém acredita em você. ‘Como é possível uma pessoa ser assim hoje em dia? Tudo é canônico e ele vem querer mudar o curso, alterar a história. Isso não existe mais, não é possível. Ele está mentindo para mim. Ele é falso, vamos prender ele’. Era o exato oposto disso. Era tudo verdade.
Mas a verdade também, Miles, é que você nunca esteve sozinho, em nenhum momento. E você nunca mais vai se sentir sozinho na sua vida. Isso quem está dizendo não sou eu, são os quase 1,1 bilhão em bilheteria ao redor do mundo. Miles Morales, você é um fenômeno. No palco montado pelo público, você nunca saiu do primeiro lugar. Você é o campão do aranhaverso, MILES! ___________________________________
Mesmo não acertando em tudo, 'Através do Aranhaverso' é uma ótima continuação dessa história. ____________________________
A produção da uma patinada no início, com uma história bem clichêzona desse confronto familiar, que ocorre em todos os personagens adolescentes heroicos de qualquer universo. O que foi consideravelmente cansativo.
Mas quando o aranhaverso começa a se desenvolver, é aí que a história brilha. ____________________________
Gosto muito do Miles Morales como homem aranha. Ele tem um carisma que transborda na tela, além de ter umas sacadas muito boas, que destoam um pouco daquele heroísmo tóxico de muitos heróis.
Também me agradou bastante a entrada das novas aranhas. Além disso, foi muito legal a forma como eles usam animações diferentes para aranhas de tipos diferentes de mundo, ficou realmente sensacional.
Depois desse filme, se eu fosse o Miles nunca mais olharia na cara da Gwen e do Peter. Eles foram muito traíras com ele. E a Gwen só "voltou atrás" porque foi chutada do clubinho, porque se tivessem continuado com ela lá, não tenho certeza de que ela iria ajudá-lo. FALSOS.
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A animação desse filme é SURREAL de linda. Mas a trilha sonora eu sinto que deu uma caída em relação ao primeiro filme.
No geral, é um ótimo filme, peca nesse início meio clichêzão, mas engata muito do meio em diante e deixa um ótimo gancho para o próximo filme.
É um filme que surpreendeu positivamente, porque eu fui esperando o pior dos mundos e ele conseguiu me apresentar algumas coisas interessantes.
Mas é importante mencionar que não significa que eu tenha gostado do filme. ______________________________________
A longa marcha é um filme pretencioso, levando em consideração que busca se sustentar apenas com a marcha de um punhado de jovens.
O filme, ao meu ver, não consegue bancar as quase 1h50min, mas consegue pegar tração a partir da primeira 1h, quando as coisas começam a ficar mais desesperadoras. Mas ainda assim, sinto que o filme peca em algo muito simples, que seria facilmente ajeitável e que talvez mudaria totalmente o rumo das coisas. ______________________________________
Um dos meus pontos principais de crítica é a falta de contexto.
Eu adoro produções sobre distopias, mas não consegui me afeiçoar a esse elemento durante o filme porque me faltou informações para compreender esse universo que estávamos acompanhando. E essa falta de informações também limitou bastante a minha empatia com os personagens concorrentes.
Quando analisamos uma obra que parte de uma ideia similar, Jogos Vorazes, temos uma boa parte do início do primeiro filme direcionada a Katness, apresentando a personagem e o ambiente em que ela está inserida, com informações sobre tudo, até que a colheita de fato comece.
Em 'A Longa Marcha' eu sinto que falta justamente isso, algo que me faça compreender o universo, os personagens e os motivos que os levaram até lá. Mesmo que isso seja falado durante o filme, mais precisamente na reta final, já não existe mais tempo para criar a empatia e a afeição.
Com isso, você é jogado em uma história de um besta que vai para um lugar cheio de bestas fazer bestice. ______________________________________
Mesmo compreendendo que ambientes tensos podem proporcionar uma aproximação mais fácil e/ou intensa, não me parecia muito crível a forma como eles interagiam desde o início da marcha, visto que TODOS estavam ali com pura consciência, sabiam que apenas um iria vencer e que não existiam regras específicas contra alguma forma de sabotagem a um concorrente.
Essa amizade me parece ainda mais fora da realidade quando analisamos que o filme se passa em um mundo distópico, pós-guerra e com vidas em extrema vulnerabilidade. Ambiente propício para o crescimento do egoísmo e, consequentemente, da falta de empatia.
Talvez isso seria aceitável, na minha perspectiva, se tivesse tido algum tipo de prévia sobre os personagens e o mundo, compreendendo exatamente o que os levaria a tal irmandade. ______________________________________
Acredito que o fato deles saberem de tudo acaba tirando um pouco do peso das consequências, já que eles escolheram estar ali.
Talvez se eles não soubessem das mortes, aí poderia ser mais fácil de sentir empatia, chorar pelas mortes e criar laços.
Mas da forma como foi, sendo sincero? não me importei menos com cada uma das mortes. ______________________________________
No geral, era óbvio qual seria o "top 10" e quem chegaria na final.
Não curti muito a morte dos 7 principais. Achei que alguns tiveram uns dramas bem forçados para tentar impactar o público, como o Jacob de Crepúsculo, o Hank e o Gary.
No geral, as mortes dos 7 cavaleiros do apocalipse não foram nenhum pouco interessante e perderam completamente a força conforma a narrativa se estendia.
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Como mencionei, os personagens também eram chatos, pouco atrativos e muito cansativos de acompanhar.
O Kit Connor da Shopee é um ótimo ator, mas o personagem era chato de mais. Nos presenteou com aquele heroísmo e coleguismo que só personagem masculino de obras como essa podem nos proporcionar.
O Pantera Negra também é um ótimo ator, mas é outro personagem chato. O cara ficou falando a caminhada inteira, não calava a porra da boca em nenhum momento.
Era óbvio que seriam os dois os finalistas e que o Kit Connor venceria, mas para tentar gerar um plot twist o diretor mudou o vencedor, mas não o final.
Vi relatos de que aparentemente o Pantera Negra se apaixona pelo Kit Connor no livro, algo que justificaria algumas coisas no filme se fosse abordado, mas é óbvio que deixariam de lado.
O final eu acredito que ele matou o major e foi morto pelo exército. Ele andando e indo embora simboliza a partida dele, referência a fala de "eu estou andando a vida toda".
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"Aah, mas o filme critica isso, aquilo, porque quando o fulano escreveu e bla bla bla...."
Compreendo os motivos que levaram o Stephen King a escrever o livro e entendo algumas questões, mas sendo sincero? parece que o filme foi feito para quem conhece as obras dele e, principalmente, o livro em questão.
É como se não conhecer o universo do Stephen te tornasse um intruso. ______________________________________
Existem obras que ficam melhores em um tipo específico de mídia, esse aqui deve ser um ótimo livro, mas como filme ele fica devendo.
Que animação linda a desse filme, me lembrou muito o anime 'To Be Hero X'. _________________________________
Estou na saga Homem-Aranha e resolvi conhecer essa parte da franquia e confesso ter ficado muito contente com essa decisão.
Como no Homem aranha do Tom Holand, o Miles Morales entrega aquilo que me agrada em um super herói e justificada muito da característica e do comportamento deles, a juventude e adolescência.
Sempre faço críticas aos heróis porque é irritante e até meio vergonha alheia a forma como alguns deles são retratados, com aquela moral que inunda a personalidade deles como um tsunami e é despejada em todo mundo, uma ansiedade em ser um herói e, em geral, uma ingenuidade e bobeira que beiram a toxicidade.
Mas quando o super herói é um jovem adolescente, todas essas características, na minha perspectiva, se tornam aceitáveis, visto que são atitudes de alguém jovem, sem experiência e impulsivo. _________________________________
A história é meio mais do mesmo com o hiperfoco da Marvel em universo paralelo. Não curto alguns dramas da história e nem a forma como algumas coisas são apresentadas, mas no geral é muito bem contada.
Mas é inegável a forma INCRÍVEL com que eles construíram essa animação, é de uma beleza SURREAL.
Além disso, a trilha sonora é absurda e muito bem aproveitada no filme. _________________________________
Gosto do Miles Morales, acho que ele é um personagem bem cativante e que nos presenteou com um filme muito simpático.
Não esperava quase nada, mas me surpreendi, negativamente, com o que foi entregue. ____________________________________
Eu nem sei exatamente o que falar desse filme, porque ele é muito ruim em tudo o que se propõe. Acredito que esse é o problema de colocar um diretor sem experiência em um filme como esse, visto que o Travis Knight é basicamente diretor de animação e só dirigiu Bumblebee de live-action.
Entendo a dificuldade de conseguir imprimir um universo místico em algo mais real, mas existem vários filmes por aí que são bons exemplos disso. Masters of the Universe é um filme que grita CGI e, para mim, distancia o telespectador de algo real e de uma animação, ele fica no meio termo, aquela maçaroca que incomoda ao assistir. ____________________________________
O filme poderia ter sido algo brilhante e o diretor resolveu transformar em uma grande aventura dos trapalhões.
O He-man ter se transformado em um bobão é uma das maiores atrocidades desse filme. O personagem não tem profundidade e acaba distanciando o público dele, inclusive nos momentos mais tristes.
E também me irritou muito eles tentarem vender a ideia de que o Nicholas é um menininho magrelo e fraquinho, como aparece na primeira vez que ele se transforma e durante algumas várias cenas dele falando sobre força, supino, etc. Sendo que esse homem é um armário de tão grande.
Além disso, fica nítido durante o filme todo, tanto pelos braços quanto pelas coxas dele explodindo nas roupas... ME POUPE.
Poderiam ter usado um CGI, colocado a cabeça dele em alguém mais magro, tipo o Capitão América. ____________________________________
Além disso, o filme apresenta um excesso de piadas irritante. Você é entulhado de passagens "cômicas" que te sufocam e acabam suprimindo a narrativa, deixando ela chata e exaustiva.
Soma o personagem bobão com uma narrativa entupida de piadinhas bobas, tanto faladas quanto em situações, que nós temos um Loucademia de Polícia ou um Zorra Total. ____________________________________
Tudo nesse filme soa sintético, mal desenvolvido e mal trabalhado. É um amontoado de quase que não vira coisa alguma.
"Ai, porque o filme é pra alimentar a nostalgia"... Nem a animação era tão bobinha e infantolóide quanto esse filme.
Parece que essa produção foi feita apenas para mostrar o Nicholas Galitzine de tanguinha, porque você não consegue entender o propósito da existência dela.
OBS:. E o fato de que o filme flopou e não conseguiu nem se pagar é um grande exemplo disso. ____________________________________
A nota vai em respeito aos funcionários que fizeram apenas o que aquele paspalhão do diretor mandou.
Gostei em como esse universo novo do homem aranha tirou aquela sensação de filme adolescente de sessão da tarde, mesmo o Tom sendo o mais novo a interpretar o herói. ___________________________
Não tenho essa fixação pelo homem aranha e nem pelos anteriores, o que tira toda essa pompa em cima da aparição dos outros 2. Mas é inegável que conseguiram construir a história de uma forma que fizesse sentido eles estarem lá e que ficasse realmente legal assisti-los. ___________________________
Tenho minhas críticas a forma como constroem os heróis e essa moral cega deles, sendo isso algo que me distancia de mais desses filmes.
Algo que fica bem claro em guerra civil: Se você não concorda comigo, você é meu inimigo. Novamente isso acontece entre o Doutor Estranho e o Homem Aranha. ___________________________
Além disso, me incomoda de mais o que fizeram com o Peter nesse filme, porque mesmo sabendo que foi uma ideia de desenvolvê-lo, achei muito injusto jogar a culpa toda nele por tudo que aconteceu.
Quem deu a ideia de fazer a magia foi o Doutor Estranho, que parece não ter levado em consideração as problemáticas dela. Além disso, foi a tia May que fez o Peter não mandar os vilões embora, o que ocasionou todo o caos, incluindo a situação dela.
E é importante mencionar aqui, o único adolescente dessa situação toda era o Peter, sendo esse também o que teve que sustentar todo o B.O. sozinho.
Não tenho pena da morte da tia May, inclusive, merecido. Pena eu tenho do Peter que ficará traumatizado o resto da vida por conta de dois marmanjos inconsequentes.
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A sacada dos vilões e do clube da aranha é muito legal, mas a forma como tudo aconteceu pareceu forçada para gerar o caos que gerou, não houve um desenvolvimento condizente com tudo, foi basicamente um...
"EU SOU DO MAL - AGORA SOU DO BEM - VIREI DO MAL DE NOVO".
Não é um filme ruim, mas faltou um pouco de carinho no roteiro, que se agarra inteiramente na nostalgia e esquece de avançar para algo mais interessante.
Esse filme é ruim com muita, mas muita força. _____________________________
Esse é aquele caso do filme 1 ter feito sucesso e forçaram um 2 pra tentar ganhar dinheiro.
O filme tem uma crítica interessante, mas tudo em volta disso é péssimo. _____________________________
Acredito que um dos pontos negativos desse filme é a protagonista ser excessivamente sonsa, algo que faz sentido no filme 1, visto que ela era uma menina rica que foi jogada aos leões de Harvard.
Mas no filme 2 ela já é uma advogada formada e que aparentemente trabalha faz um tempo nesse meio, já deveria ter tido um pouco de lucidez.
O que da a entender é que tentaram seguir a mesma fórmula do primeiro filme, só que em um espaço diferente. _____________________________
Essa pegada da personagem já me irritou um pouco no primeiro, mas compreendo os motivos. Mas ficou exagerado no filme 2.
Eles queriam quebrar o estereótipo de loira burra, mas fazem ela 150% bobinha e sonsa como uma forma de vender quase a mesma ideia. _____________________________
Acredito que uma das poucas coisas boas desse filme foi terem deixado TODOS os personagens "principais" do filme 1, algo que muitas vezes não acontece em continuações, tendo personagem casado que volta com outro(a) marido/esposa, um novo melhor amigo, etc.
Não diria que é bom nem ruim, é um filme simpático. ______________________________
Esse é aquele tipo de filme que faz sentido para a sua época, porque atualmente não funcionaria em absolutamente nada.
Legalmente Loira é interessante na proposta, mas peca bastante na execução. ______________________________
Minha principal crítica está na forma como tudo é apresentado, que mesmo sendo uma óbvia crítica, ainda nada dentro de estereótipos e não foge do superficial.
Tentam vender a ideia de que a personagem é inteligente e que pode fazer o que quiser, mas não é leva a sério nem pelo próprio roteiro, que mergulha em uma realidade bobinha para sustentar as cena.
Como no momento em que ela descobre que o rapaz está mentindo no tribunal porque ele sabe a marca do sapato dela. E quando ela vence o processo por conta de uma progressiva (?).
Entendo a proposta e não estou nem questionando a verossimilidade do que é apresentado os processos, mas a condução deles em relação a provável crítica que tentaram fazer com o filme. ______________________________
Como mencionei, se analisar o filme a partir de 2001, é assistível.
Confesso que queria ter gostado mais do filme, mas não veio aí.
Acredito que para a proposta que a Greta Gerwig tinha, ela fez um ótimo trabalho, mas está longe de ser um estilo de produção que me agrade. _____________________________
A história contada nesse filme não me agrada tanto, achei tudo meio bobo, infantil e excesso de palhaçada, quase como um verdadeiro besteirol estadunidense.
Quando o Ken assume o patriarcado com cavalos e toma a Barbieland, eu achei um saco, bem vergonha alheia em várias cenas.
Mas a crítica que ela apresenta é realmente MUITO boa e feita de uma forma sensacional, adoro como ela praticamente "desenha" as coisas em um tom de deboche tão certeiro, que não tem como as pessoas não entenderem do que o filme se trata. _____________________________
Além disso, a base sintética do filme foi interessante na primeira meia hora, mas conforme ele foi passando, tudo foi se tornando meio exaustivo de acompanhar, o universo da barbie, o excesso de cor, as palhaçadinhas dos personagens, etc. Foi se tornando cansativo de assistir.
É aquilo, não acho que seja um filme ruim, ele só não é um perfil de filme que me agrade, mas para o público alvo, acredito que deva ser uma experiência incrível.
Levei um tempo para assistir porque não gosto de ver nada que esteja no hype para não influenciar minha opinião. _______________________________
Faz anos que assisti o primeiro filme e ele nunca foi um marco na minha vida, o que me faz chegar aqui sem grandes expectativas ou sentimentos nostálgicos.
O filme sustenta bem a primeira hora, consegui trazer aquele sentimento de familiaridade enquanto você sente que é algo novo. Mas a partir da segunda hora, aí o negócio desanda de mais, é arrastado, sem emoção, genérico e completamente esquecível _______________________________
Meryl Streep faz um ótimo trabalho com uma Miranda que foi OBRIGADA a evoluir com o tempo, algo que esqueceram de fazer com a Andy, que segue uma cartilha chata de protagonistas intrometidas e heroínas dos anos 2000.
A história é fraca, pouco atrativa e sem um desenvolvimento interessante. _______________________________
Não o vejo como um filme ruim, ele é mais um filme esquecível mesmo. Não vejo um propósito para a sua existência além de apelar para o nostálgico devido a falta de criatividade que anda tendo em Hollywood.
É até bonitinha algumas cenas que tentam fazer associação com o primeiro filme, mas se tirar isso acaba não sobrando quase nada.
Eu já nunca fui muito fã da franquia 'A Quiet Place', mas esse filme foi consideravelmente abaixo até dos outros dois. _______________________________________
Acredito que por ter se direcionado ao "dia um", esperei algo mais 'majestoso', mas o filme acaba se agarrando na mesmice dos dois primeiros e não entrega um início com a perspectiva que merecia.
O ponto alto desse filme é, indiscutivelmente, a atuação da Lupita e do Joseph Quinn, que mesmo tendo personagens não tão atrativos, sustentam cada cena com um brilhantismo quase impecável. _______________________________________
Meu ponto aqui não é nem a crítica a "falta" de terror e a exploração do drama, visto que gosto mais de drama e não considero essa franquia muito terror. A questão aqui é, o drama até pode soar interessante no papel, mas aqui ele se perde diante de todas as situações que são propostas.
Sinto que existe uma forçação em relação a certos acontecimentos e construção de cena, que parecem uma mera colagem dos filmes anteriores para tentar replicar um molde que funcionou, mas aqui, devido a falta dessa trama mais tensa, ao meu ver, não sustenta.
Além disso, me incomodou muito a barulheira nesse filme, que parece ter esquecido o "A Quiet Place". Em vários momentos do filme parece que o silêncio não é mais o motor condutor do drama narrativo, o que, na minha opinião, acaba deixando a essência do filme de lado. _______________________________________
Algumas cenas são propositalmente tensas, o que tira toda a tensão da cena. Em vários momentos você acompanha os alienígenas entrarem em lugares "silenciosos" apenas porque era preciso construir aquela cena de perseguição no escuro e com lanterna.
Enquanto em momentos de barulho, como quando eles correm pela cidade ou quando o gato pula no balcão, não aparece um mísero bicho, mesmo tendo vários na redondeza. _______________________________________
A questão é, o filme não é ruim, apenas apático. Ele busca surfar no molde que deu certo e esquece de construir uma personalidade própria.
A Quiet Place: Day One é um filme que parece apenas mais um lançamento nesse universo para não esquecerem dele, porque a continuação real está vindo em 2027.
~Pode conter pequenos spoilers ao decorrer do texto~
Assisti a esse filme em 2013 e novamente agora em 2026 depois de tê-lo indicado em um clube de cinema que participo.
A ideia era que conhecessem essa obra e também para que eu analisasse ela a partir de uma ótica 13 anos depois. _______________________________________
Algumas coisas eu não me lembrava, outras eu lembrava de uma forma diferente, mas a essência do filme me era bem vívida.
Continuo gostando do filme e achando a sacada muito interessante, sendo um filme de vingança muito bom, mas é inegável que a forma como compreendo esse filme hoje é um pouco diferente de 2013. _______________________________________
O desenrolar da vingança criada pela profª Moriguchi é sensacional, porque ela não trabalha de forma sanguinária, ela busca ir deteriorando o psicológico de cada um dos envolvidos até o ápice da vingança, utilizando isso como uma forma de torturá-los.
É interessante ver como os dois personagens são diferentes e recebem cada informação e ação da professora de forma diferente, trazendo uma profundidade ao universo que é muito bem colocada e trabalhada.
É muito legal ver que a própria vingança da profª foi um processo e a forma "fria" com a qual ela lida com tudo também foi construída ao decorrer das situações. Algo que fica claro nos momentos em que ela aparece tirando o sangue do marido, mostrando que ela realmente queria fazer o que disse ter feito, mas que acabou não conseguindo e o caminho da vingança foi se modificando.
Gosto de como as coisas vão se encaixando ao decorrer do filme e sendo explicadas pouco a pouco, mostrando que cada ação da Moriguchi foi pensada para atingi-los depois de uma longa análise sobre o perfil de cada um dos dois assassinos. _______________________________________
Minhas principais críticas ficam para a cronologia, que fica consideravelmente confusa em vários momentos, precisando esperar o filme avançar um pouco pra compreender em que tempo estamos.
Também não gosto muito de algumas cenas em câmera lenta e a forma como alguns momentos foram gravados, com fundo preto e uma sensação de que foi feito dentro de uma caixa, tirando a profundidade da cena.
Outra questão que me incomodou um pouco foi a forma como a narrativa se desenrolou. A apresentação de pontos de vista é interessante, mas confesso que a única parte que realmente me interessou foi a da professora, a perspectiva dos outros personagens serve para fechar o fio, mas não para me entreter.
Também me incomodou a parte final do filme com a profª aparecendo na escola e se expondo depois de tudo que aconteceu, acharia mais interessante ela fazendo tudo isso das sombras, porque não é muito crível que ela sairia impune nessa situação.
Sendo algo que me questionei um pouco, saber o final de cada uma das pessoas envolvidas, pois, como mencionado por ela, crianças não sofrem com as leis e não podem ser julgadas por assassinato, então o que aconteceria com o Watanabe depois que achassem o corpo da menina? o que aconteceu com a profª? o que aconteceu com o Shimomura depois da morte da mãe? _______________________________________
Obviamente que esses questionamentos não tiram o brilhantismo da obra, mas diminuem consideravelmente o impacto.
No geral, é realmente um ótimo filme e sigo com o pensamento similar ao de 2013.
Acredito que se eu tivesse assistido esse filme em minha infância, teria tido outros pensamentos pensantes sobre ele. Existem coisas que tem que ficar no seu tempo mesmo. _____________________________
O filme está longe de ser ruim, essa não é a questão, porém, sinto que segue uma narrativa bem saturada e levemente picotada, sem muitas explicações, contextos, apenas coisas sendo jogadas no meio de tudo.
Esse não é nem de longe o meu filme preferido da Barbie, mas também não acredito ser o pior (inclusive tenho que assistir 'a princesa e a plebeia' de novo porque achei injusta a nota que dei, mas não lembro o motivo). _____________________________
Gosto de como constroem a personagem da Barbie como alguém que sempre quebra as regras e busca a sua liberdade, conquistada por suas próprias mãos.
Nesse filme, sinto que a situação acaba deixando um pouco a desejar pela falta de cuidado com a história e a forma como se constrói o direcionamento dela. _____________________________
Quando a Barbie menciona que precisa se desculpar com os pais por "desobedecer" as ordens de ficar presa no palácio, acredito que seja uma passagem complicada, visto que eles estavam errados, tanto em prendê-la, quanto em não contar os motivos.
Entre outras coisas... _____________________________
Achei a animação consideravelmente ruim, com alguns traços bem estranhos, como aquele ogro que estava longe de parecer um.
E a história meio superficial, mas levando em consideração a época e ser uma franquia da Barbie, talvez seja compreensível. _____________________________
No geral, é um filme perfeito para a idade que ele se propõe a entreter e um passatempo qualquer para um adulto, nada muito relevante, mas também não é ruim.
Com o lançamento dos outros dois filmes, resolvi revisitar esse, porque mesmo lembrando de muita coisa, alguns pontos foram esquecidos. _______________________________________
O filme é melhor do que eu lembrava dele na época, mas a história é mais clichê do que eu me recordava.
É uma produção que te ganha mais pela qualidade visual do que pelo que tem a contar, o que é uma pena, visto que merecia uma história mais interessante. _______________________________________
Gosto do universo que criaram, mas sinto que exploraram pouco a complexidade que ele tinha a oferecer, o filme soa mais como um episódio do "globo repórter especial: conhecendo a vida em pandora", uma eterna amostra do ambiente e pouca exploração real dele.
Como mencionei, a história é clássica do gênero, o que tira boa parte do brilho da produção, porque é básico e sem muita personalidade.
Nesse sentido, não entendi muito o motivo de tantos filmes do Avatar, porque não parece ter tanta coisa pra contar. _______________________________________
No mais, é um belo filme, visualmente magnífico, mas peca de mais quando se analisa separando do conteúdo visual.
~Tem uns spoilers pelo meio, mas como fui escrevendo sem focar nos spoilers, tá por aí, tome cuidado~ ___________________________________________
Foi um filme interessante de assistir, porque quebrou totalmente o sentimento que tive antes de começar "ai, lá vem mais um filme de máfia", que no fim se tornou uma critica interessante sobre poder, família, moralidade e como as pessoas mudam a partir das suas estruturas sociais. ___________________________________________
Acho muito interessante a construção que o Copolla dá para a família Corleone, buscando apresentar uma 'aparência' moral que é inexistente na prática. E isso vai sendo apresentado através da forma como a narrativa constrói o Michael.
A mentira funciona quase como uma identidade da família Corleone e parece que eles acreditam no que falam, não apenas como palavras levianas sendo proferidas. E isso fica bem explicito em dois pontos no filme, que são os paralelos que ligam os "DONs".
Em uma das primeiras cenas do filme, o Don Corleone pai, durante o casamento, menciona em uma das conversas, que a família Corleone "não é uma família que mata, como outras pessoas dizem". Já no final do filme, a fala final do Michael para a Kay sobre ter ou não matado o Carlo, o Don Corleone filho afirma que não. Nesse momento fica explícito que ele se tornou o DON.
Nessa situação parece como se eles tivessem criado uma "ideia própria sobre o que é moral" ou a "moralidade da família Corleone", ou seja, as ações não seriam entendidas por eles como um mero assassinato, mas como um problema empresarial da família, deslocando completamente o significado da ação. ___________________________________________
Um ponto que achei muito interessante, é a forma como a narrativa nos é apresentada.
Quando o Don Corleone pai fica incapacitado e o Sonny toma o controle da família, não somente a família muda, mas toda a dinâmica narrativa se altera. Sonny é apresentado como uma pessoa impulsiva, reativa e violenta, enquanto o Vito nos é apresentado como alguém frio, calculista e organizado.
Nesse sentido, enquanto o Corleone pai está no poder, seguimos uma narrativa mais "camuflada", com muitas cenas de família, festas, conversas e reuniões.
Quando o Sonny toma o controle da família, devido ao seu caráter impulsivo, a narrativa do filme se torna instável e acelerada, pois o centro organizador da família não está mais lá.
As coisas só começam a voltar ao normal quando o Michael se torna o líder da família, se apropriando das características mais próximas das que o Vito tinha, mas com características pessoais também. A partir desse momento, a narrativa dá uma esfriada, se torna mais alinhada e com um rumo a seguir, que é a busca pelo poder. ___________________________________________
Se eu pudesse definir as lideranças Corleone, eu diria que:
Vito foi um líder 'performático': Buscava vender a ideia de que sua família era a essência da moral, em que existia um direcionamento muito forte na imagem e presença da família.
Sonny foi um líder 'impulsivo e violento': Não tinha foco e achava que resolveria tudo na bala, tinha interações com a família, mas eram caóticas, tinha interações com os colegas, mas eram com traições, tinha interações com os inimigos, morreu.
Michael se tornou um líder 'diretor': Passou a controlar a narrativa para o que ele queria que acontecesse. O personagem juntou as características do pai e aperfeiçoou-as. Além de aprender com o Sonny sobre o que e como não fazer algo. Transformou a 'demonstração de poder' do Sonny em um 'saber social', ou seja, ele não demonstra que é poderoso, as pessoas agem porque sabem que ele é poderoso.
Não sei se essa é a ideia do filme, mas me pareceu que a narrativa do filme segue a liderança da família Corleone, tornando-se uma linguagem própria do filme. ___________________________________________
Acho interessante como a mudança do Michael é mostrada em vários momentos e de várias formas, você acompanha a jornada do herói que se transforma em Don. Algo que foi muito bem feito pelo Copolla, diga-se de passagem.
Considero que um dos momentos cruciais para a mudança do personagem ocorre com a morte de Apollonia. Toda a situação pré e pós morte me geram sensação de que o Michael estava buscando naquela situação na Sicília o resquício da sua identidade do "eu-herói" de antes de ter matado o Sollozzo e o McCluskey. Mas com a morte da atual esposa, soa como se o "sonho do Michael" tivesse acabado e a realidade parece ter aparecido de uma forma bem cruel.
"Depois do que fiz, não tem mais como voltar a ser o que era antes".
Nesse momento é como se o Michael entendesse que quando matou o Sollozo e o McCluskey, ele também matou o herói. ___________________________________________
Algo que eu gostei muito foi a cena inicial do filme, ali você compreende muito da dinâmica que vai rolar. Aquela cena é apresentada de uma forma 'caótico-organizado', em que muita coisa acontece, mas em uma progressão que você entende que existe o palco e os bastidores.
Nesse sentido, eu mudaria um pouco essa cena inicial.
Com toda a dinâmica dos bastidores da família Corleone, acredito que teria ficado ÉPICO se tivessem gravado essa cena em um plano sequência, seguindo o Don Corleone pai em cada ambiente e situação de forma ininterrupta. Em que você vai descobrindo esse sistema a medida que ele vai recebendo as pessoas.
Minha mudança se enquadra a forma como compreendi a narrativa. Seguindo a perspectiva do Vito, compreenderíamos ele como o eixo ao qual a família gira, tornando ele o cetro desse sistema familiar e dando potencia a essa narrativa-líder.
Acredito que teria sido uma das cenas mais emblemáticas do cinema. ___________________________________________
Enfim, não é um filme que estaria na minha lista de filme que eu mais gosto e/ou amei assistir, mas é inegável que foi um filme muito bem feito, principalmente depois que comecei a refletir para escrever esse texto.
Se fosse baseado no meu gosto pessoal sobre o filme, daria 3,5 estrelas, mas levando em consideração as questões técnicas e a forma como compreendi a narrativa, vale fácil um 4,5.
Esse filme foi meio digno de sessão da tarde. Não é um filme ruim, mas é esquecível. ____________________________________
Acredito que o ponto mais pesado aqui é os protagonistas serem bem desinteressantes e você não ter um desenvolvimento que te faça se afeiçoar a eles ou entender os motivos que os fizeram agir do jeito que agiram.
Charles é um rapaz que não tem respeito por nada e nem ninguém e que vive em uma bolha egoica (a cena do discurso no primeiro casamento é de uma vergonha alheia absurda, além de ser bem desrespeitosa).
A Carrie é um personagem que não te transmite nenhuma vontade de torcer por ela e/ou pelo relacionamento. Ela é outra pessoa egoísta que retorna depois de muito tempo para balançar a vida de todo mundo, é como um terremoto. ____________________________________
O que mais me surpreendeu foi o funeral, porque achei que havia entendido errado que eles eram um casal, visto que as dinâmicas apresentadas direcionavam para outros tipos de relação.
No fim, o filme parece uma amostra de como vivemos a mercê do que os outros querem mostrar, né? Ninguém se conhece verdadeiramente, conhecemos aquilo que queremos mostrar, seja algo bom ou ruim. ____________________________________
É um filme fácil de assistir, mas sem apelo para se tornar minimamente interessante, é imemorável e irrelevante, como já mencionei, esquecível.
Quando comecei a assistir ao filme e vi a cena inicial, logo pensei "conheço esse ator de algum lugar".
Depois de pesquisar o elenco descobri que era o Jim Carrey, aí já desandou de vez, porque não gosto dele como ator e comediante, e também não me agrada muito os seus filmes. _____________________________________
A proposta desse filme é realmente interessante, mas confesso que achei um saco de assistir.
Nada nesse filme me prendeu, achei os personagens chatos, a história é atrativa, mas boba, principalmente no final quando você ouve o que motivou tudo. Além disso, achei o Jim Carrey caricato em muitos momentos, algo que ele sempre costuma fazer nos filmes. Essas caretas que a Regina Duarte norte americana ficava fazendo me dava dor física.
Compreendo o motivo do sucesso, mas esse filme já começou com ponto negativo devido ao ator principal, o resto foi só consequência. _____________________________________
Sempre pontuo que um bom personagem é importante para uma história, porque é mais fácil você gostar de algo ruim com um bom personagem do que algo bom com personagens ruins.
Aqui eu acredito que o Jim Carrey matou o filme para mim.
Não achei esse filme ruim, mas foi chato de assistir. _____________________________
A temática do filme não me agradou tanto e não curto muito o DiCaprio.
O início do filme foi realmente irritante, sinto que o personagem do DiCaprio foi para aquela veia "artística" norte americana de achar que atuar bem é gritar o tempo todo, foi estressante de mais assistir.
Outro ponto que me incomodou bastante foram os cortes secos do filme, do nada cortava a cena e vinha outra em outro tempo, não dava nenhuma sensação de progressão na história. Tipo o relacionamento do Colin com a psiquiatra, do nada eles estavam juntos fazia 4 meses e iam morar juntos.
Sinto que isso tirou bastante do peso narrativo, principalmente quando você analisa que o filme tem 2h30 min., porque dava pra dar uma desenvolvida nos personagens e nos relacionamentos, principalmente na traição da psiquiatra com o Billy, que foi completamente aleatório. _____________________________
Sinto que o Scorsese queria criar a ambientação de tensão e suspense no "quem vai descobrir quem é o infiltrado primeiro", mas para mim, eu disse PARA MIM, não convenceu e não conseguiu chegar nisso. Ficou maçante e repetitivo.
E a passagem final com a situação do elevador foi bem ruim, digna de um plot forçado tentando causar impacto no telespectador, principalmente com a morte do Billy sendo a primeira, visto que o rapaz não fez nada de mal e ainda morreu, enquanto o Colin sai vivo da cena, gerando aquele sentimento agridoce.
_____________________________
Como já mencionei, não é um filme ruim, mas sinto que a narrativa exaustiva, caótica e sem desenvolvimento acaba deixando o filme interessante pra quem gosta de ação desenfreada e gritaria, o que não é meu caso.
É um filme que se tivesse utilizado as 2h30min para desenvolver os personagens, talvez teria tido um impacto maior.
Esse foi um filme interessante de assistir, porque me gerou sentimentos diferentes a cada meia hora de filme. Não acho que seja um filme ruim, é realmente um filme simpático de assistir, mas algumas decisões no início e no final não me pegaram tanto. _________________________________
Não sou fã de filme espacial, o que faz com que eu chegue nesse filme sem muita expectativas. Também não li nada sobre ele, o que me fez chegar aqui no escuro.
Dito isso, foi uma grata surpresa, não por ter amado o filme, mas porque ele é realmente legal de assistir e foi me conquistando conforme o tempo foi passando. _________________________________
A história é interessante e muito bem contada, onde conseguiram dosar bem a parte científica com a hollywoodiana. Além disso, você consegue compreender a progressão da história e acompanhar tudo de uma forma que te faz querer seguir os personagens.
Mas me incomodou muito algumas escolhas narrativas...
Como o famoso 'herói por obrigação'. Sinto que histórias como essa criam a ideia de um heroísmo obrigatório que não me convencem, principalmente na situação do Ryland, que foi enviando para a morte contra a sua vontade. Nesse sentido, os caras introjetam a ideia de que a sua vida não tem valor algum se for para salvar o maior número de vidas possíveis, o que, até certo ponto, pode ser algo conveniente para as sociedades e não para você, nem todo mundo tem obrigação de ser herói e diminuir sua existência como uma obrigação moral.
Outra decisão que me irritou bastante foi aquele dramalhão que fizeram com a suposta morte do Rocky... Não me emocionou em nenhum momento, apenas me irritou bastante. Compreendo o que levou eles a fazerem isso, mas não me agradou. Porém, algo que me irritou ainda mais foi o retorno dele, porque além de terem sido consideravelmente covardes, foi uma cena inteira feita de forma desnecessária.
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Sobre os personagens, confesso que não curti muito o Rylando no início da história, mas ele me ganhou bastante a partir das interações com o Rocky.
Para mim, o Rocky é a alma desse filme e trouxe uma leveza e ingenuidade muito gostosas de acompanhar. Acredito que aqui conseguiram imprimir aquele personagem alienígena com carisma contagiante que te faz torcer por ele.
Mas mesmo curtindo eles, as sacadas de comédia me causaram gastrite. _________________________________
É um bom filme, mas para mim algumas coisas não funcionaram bem, o que me fez tirar 0,5 estrelas.
Acho que o filme é meio exaustivo, não sinto que conseguem contemplar as 2h30min. A comédia não me agrada. E as direções narrativas que citei a cima acabaram pesando bastante no final do filme.
Mas é realmente um filme cativante e que sustenta muito bem a história que se propõem a contar e a proposta espacial.
Assisti ao filme em 2013 e não tenho muita recordação do que pensei sobre ele naquela época, mas a nota que dei hoje é a mesma, o que me faz acreditar que não mudou muito meu pensamento sobre essa produção. _________________________________
Não acho que 'Quem quer ser um milionário?' é um filme ruim, ele é apenas desnecessariamente grande e, em consequência a isso, desinteressante.
A história não é atrativa e segue uma narrativa que, muitas vezes, força um "dinamismo" que não consegue se sustentar. É como se quisessem compensar a falta de conteúdo com excessivas fugas. Algo que não me convenceu.
Na história nós também seguimos personagens que são bem apáticos, com pouquíssima expressão na tela e que não te dá uma vontade muito grande de torcer. _________________________________
O Jamal é um personagem sonso e um gado que ficou a vida inteira sendo feito de otário e correndo atrás de uma mulher...
O cara foi traído pelo irmão em absolutamente TODOS os momentos da vida dele, começando pela venda da foto autografada e finalizando com o último sequestro quando cortam o rosto dela. Aí no final os caras dão um tempo de tela heroico para ele.
Me incomodou muito saber que o motivo de ele ir ao programa é justamente porque a sonsa assistia.
O programa em si também não teve um apelo muito interessante. Mesmo sendo interessante que as respostas eram interligadas as vivências do protagonista, o final acaba sendo bem frustrante.
Quando você vê que a pergunta é sobre os três mosqueteiros, acaba soando interessante porque você lembra que ele dizia que a Patixa era a terceira mosqueteira. As coisas ficam ainda mais legais quando eles ligam para o irmão e ela atende, mas tudo desanda quando ela não sabe a resposta, ele também não e tudo finaliza com "Vou na letra A [...] Por que sim"... É tão frustrante que parece que nada que te levou até ali fez tanto sentido.
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O filme é basicamente 'acompanhar um gado que fica a vida inteira correndo atrás de uma mulher'.
Não me interesso muito por temas referentes a E.T., e não me importo o suficiente com o Steven Spielberg. Fui assistir exclusivamente por questões de amizade, o que me fez chegar nesse filme sem expectativa alguma. ___________________________________
Não acho que seja um filme ruim, se pudesse definir em uma palavra eu diria que ele é 'desinteressante'.
Nada nesse filme é atrativo o suficiente para te prender na tela e querer realmente saber o que está acontecendo. Em alguns momentos eu tenho a sensação de um desespero em querer gerar curiosidade no público, principalmente com a falta de respostas em várias questões, mas o filme é tão pressão baixa que você fica só no "thank you, next".
É uma narrativa morna e sem muita expressão ou apelo, se agarra de mais no nome do diretor e no tema que engaja com um público que consome bem esse tipo de conteúdo, mas se esquece da entrega.
O filme parece ter sido INCRÍVEL, mas na cabeça do Steven Spielberg. Nas telas o negócio desandou totalmente. ___________________________________
Não vejo problema em não dar respostas para o público, é até interessante fazer com que as pessoas tenham interpretações sobre as coisas que são apresentadas. O problema é quando NADA é explicado e isso faz com que a narrativa siga de forma conveniente porque não precisa de explicações.
Digo isso principalmente porque o filme tem 2h27min, ou seja, dar respostas básicas daquilo que está sendo passado é, no mínimo, respeitar o público, algo que não aconteceu.
Você é jogado em um entulho de informações e NADA é explicado, aí você tem a sensação de que está assistindo um amontoado de corte avulso feito para engajar no tiktok. E essa estrutura segue o filme inteiro, você não compreende o filme como um todo, ele parece vários cortes que foram anexados, mas sem contexto, sem explicação e sem coerência. ___________________________________
Como mencionei, faltam explicações que dariam contexto pra história e potencializariam o engajamento do público.
O que eram aqueles mecanismos alienígenas e o que ele realmente faz? porque ele parecia ter a função necessária para que a cena continuasse. Não existe um padrão nos mecanismos que te direcionasse a uma compreensão da sua função.
Por que Margaret e o Daniel foram os escolhidos? Qual o rumo que queriam dar para essa história? O que eles queriam com a exposição? O que o Noah queria exatamente?
"Aah, eles queriam isso e aquilo e bla bla bla"... É disso que digo, tudo que se fala sobre essas coisas são meras especulações, não é a verdade por trás do que o filme queria passar. Talvez se a história do filme fosse melhor e mais bem amarrada, não precisariam de tantas respostas, o que não é o caso desse filme. ___________________________________
Me incomoda muito o fato de que não existe uma progressão na história, ela não tem crescimento e finalidade, você só acompanha uma eterna busca e fuga abestalhada e sem rumo.
Além disso, os personagens não tiveram desenvolvimento e a história não tinha um direcionamento de onde queria chegar. Você sabia que um grupo queria uma coisa e o outro grupo queria outra, mas o que levou até isso não pareceu ser muito importante pra história.
Outro ponto que me incomodou bastante foi a repetição na história, principalmente por ter tiro mais de 2 horas. Foi uma perseguição exaustiva e muito mal feita.
Mesmo tendo uma boa gravação, com câmeras que deixavam as cenas muito bonitas, o teor das perseguições eram patéticos e de um amadorismo estranho para um diretor tão renomado, parece que ele colocou na mão dos estagiários, que fizeram tudo com IA, e só assinou a obra.
E o tom de comédia que tentam colocar em alguns momentos do filme é HORRÍVEL, todas as cenas da Emily Blunt no início do filme são vergonhosas. ___________________________________
Como já mencionei, não acho que seja um filme ruim, mas é excessivamente grande, com uma história ruim e mal explorada, sem explicações e contextos e que se agarra no lúdico para compensar a preguiça do Spielberg.
"aah, mas isso é assim para que o público interprete" - Existem coisas que são interpretáveis e coisas que precisam ser explicadas para dar contexto ao universo criado, nem tudo tem que ser justificado como "o público é preguiçoso e não quer pensar", porque parece que o preguiçoso aqui foi o Spielberg.
Esse parece o primeiro filme de um diretor e não o filme de um diretor renomado.
Não sei se gostei muito do filme, senti que faltou uma história interessante para direcioná-lo, ficou girando em torno da mesma coisa, umas três lutas aleatórias e é isso...
Digo isso porque quando se trata de um anime, é uma coisa, mas um filme precisa de algo mais interessante para sustentar 1h38min. ___________________________________
Achei meio saturado, e até forçado, a forma como a Tanya Von Bolsonara ficou falando do comunismo. Ela usava o termo em quase todas as cenas e cortes de cena. Ficou exaustivo, quase como uma propaganda...
Além disso, também me incomodou bastante essa tentativa de associar o comunismo com pessoas ruins, maléficas e bla bla bla, como o cara pedófilo, etc. Porque na vida real a história é outra... ___________________________________
Assisti ao filme porque a segunda temporada começou e não sabia que havia sido lançado isso lá em 2019.
É um filme que só precisa ser assistido para conhecer os novos personagens, porque em relação a história, passável.
Confesso que não achei o filme ruim, mas também não é grande coisa, é bem 'sessão da tarde'. ______________________________
Achei a proposta do filme muito interessante e foi o que me prendeu na frente da TV para assistir, mas a entrega fica devendo bastante.
Acho que é um filme bem dinâmico, com bastante cenas de luta, etc. Mas a história não é muito consistente e acaba sendo uma coadjuvante no entulho de efeitos especiais. O que torna as mais de 2h desnecessárias.
Acredito que o filme vai bem até o retorno do Dan para o presente, aí o negócio desanda completamente, se torna desinteressante e arrastado. ______________________________
No mais, não achei um filme ruim, mas está longe de ser bom, é só assistível pra passar o tempo mesmo.
Finalmente consegui terminar de assistir essa porcaria, porque achei que nunca teria forçar para bancar esse episódio. __________________________________
Esse anime começou muito bem, tem uma das melhores primeiras temporadas que já assisti, mas conforme você vai entendendo o que ta acontecendo, tudo vai perdendo um pouco do brilho.
Esse episódio final demonstra a queda de qualidade até aqui. Somos apresentados a um vilão extremamente poderoso, que não conseguiria ser derrotado de formas normais, aí, depois de gerar tudo isso, a conveniência começa a transbordar, o Zeke muda seus ideais de uma hora para outra, depois de tudo que fez, etc.
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Além disso, me incomodou bastante a terceirização de culpa que esse povo começou a fazer, principalmente para a "vontade da fundadora". Até o Armin colocou certa culpa em si quando fala que ele que mostrou o mundo pro Eren, etc. Tudo isso para suavizar a barra do Neymar de Paradis.
Também foi meio patético eles usarem a cartada de "ele fez isso para um bem maior / foi um herói que decidiu ser o vilão da história dos outros para salvar todo mundo", porque gera a ideia de que um fim bom pode ser conquistado através de qualquer ação. __________________________________
Obviamente que tiveram boas cenas de luta e tal, mas a história foi ruim e a resolução foi um entulho de covardia.
A passagem infinita do Eren conversando com o Armin foi desnecessária, tudo isso para tentar dar uma leveza a situaçãozinha que o prota proporcionou ao mundo, para finalizar com um "eu entendi porque eu fiz isso, porque sou um idiota"... Sério mesmo?
Heartstopper Para Sempre
3.5 61 Assista AgoraEstou profundamente decepcionado com esse filme. Uma história tão bonita não deveria ter um final tão ruim quanto esse.
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Heartstopper é uma série que eu aprendi a gostar e sempre a defenderei. Mesmo tento minhas críticas, acredito que é uma ótima produção e feita com muito amor.
Mas esse filme pareceu um 'adeus' feito por obrigação. Ao assisti-lo, sinto como se ninguém mais quisesse fazer parte dessa obra, mas devido ao apelo dos fãs, resolveram correr e fazer algo pra dizer que finalizaram direitinho.
O filme não parece ter tido o cuidado, carinho e amor depositado nas 3 temporadas.
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A história em si nem é ruim, mas é batida e segue um drama bobo e que não acrescenta em nada no geral, principalmente quando analisamos que esse seria o FIM de tudo.
Talvez se fosse uma 4ª temporada da séria, essa parte da história fizesse um pouco mais de sentido, mas como um filme que fecha a história? aí não me convenceu, ficou bobo, meio corrido e cansativo.
Eles passaram por tanta coisa para terminar dessa forma que não parece muito crível. Sinto como se os dramas desse filme tivessem feito o casal retroceder um pouco de todo o desenvolvimento das temporadas anteriores.
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A série começa com uma estática própria e uma construção bem específica, mas sinto que esse filme meio que deixou isso de lado.
Sinto que ignoraram muito do diálogo e da realidade da transexualidade durante toda a série para vir com o diálogo da Elle nessa altura do campeonato.
Além disso, as interações do Nick e do Charlie sempre foram bem menos sexuais, parece que tudo o que foi construído até aqui foi esquecido. Nesse filme era falar sobre transar e transar o tempo inteiro.
"AAh! mas essa é a realidade em um relacionamento na adolescência, as pessoas são assim e bla bla bla".
Compreendo, mas não é como se essa série imprimisse a realidade como ela realmente é. Como não imprimiu nas três temporadas anteriores.
Sinto que esse filme descaracterizou um pouco dos personagens que foram construídos até agora.
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Senti muita falta dos personagens secundários, que foram obliterados nesse filme.
Elle e Tao, além de não terem tido um desenvolvimento legal nesse filme, terminaram. É de cair o cu da bunda mesmo.
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O final de Heartstopper deveria ter feito com que acompanhássemos o crescimento deles, a busca por um futuro e a construção de uma nova realidade (pós-escola), mas ficamos centralizados em um drama bobo, que não teve desenvolvimento e que acabou quando era conveniente para o roteiro.
"Aah! mas eles fizeram esse desenvolvimento durante esse filme".
É justamente isso, eles colocaram os elementos, mas não desenvolveram eles porque não havia tempo pra isso.
Além disso, algumas passagens do filme trazem um conceito, mas a mensagem fica só no imaginário mesmo, como no grupinho de apoio aos LGBTs do Charlie. É uma passagem legal, que poderia ter um desenvolvimento interessante, mas ficou naquela vibe de "quero criar um grupo - não vem ninguém omg - encheu".
Digo isso porque essa situação merecia um destaque com desenvolvimento, não apenas uns cupcakes e fim.
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Inclusive, seria legal ter acompanhado o Nick e o Charlie estudando para o Nick entrar na faculdade, eles conhecendo apartamentos e dialogando sobre esses medos do futuro durante o processo, sem draminha bobo, sem finalização de relacionamento e sem festas intermináveis.
Como mencionei anteriormente.
Como série, acompanhando episódio por episódio e seguindo uma progressão mais lenta, talvez funcionasse melhor. Como filme, com a urgência e o ponto mais direto que ele precisa, talvez ficou meio vago.
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O epílogo é algo que eu esperaria desse filme. Trazendo a sensação de crescimento, com novas realidades, novas vidas, etc.
Enfim, gosto de Heartstopper e curti as 3 temporadas que foram produzidas. Do filme eu realmente não gostei.
Mas uma coisa é certa, não me senti assistindo ao final de uma história.
Homem-Aranha: Através do Aranhaverso
4.3 564 Assista AgoraSer assim no aranhaverso é muito perigoso, Miles, porque ninguém acredita em você. ‘Como é possível uma pessoa ser assim hoje em dia? Tudo é canônico e ele vem querer mudar o curso, alterar a história. Isso não existe mais, não é possível. Ele está mentindo para mim. Ele é falso, vamos prender ele’. Era o exato oposto disso. Era tudo verdade.
Mas a verdade também, Miles, é que você nunca esteve sozinho, em nenhum momento. E você nunca mais vai se sentir sozinho na sua vida. Isso quem está dizendo não sou eu, são os quase 1,1 bilhão em bilheteria ao redor do mundo. Miles Morales, você é um fenômeno. No palco montado pelo público, você nunca saiu do primeiro lugar. Você é o campão do aranhaverso, MILES!
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Mesmo não acertando em tudo, 'Através do Aranhaverso' é uma ótima continuação dessa história.
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A produção da uma patinada no início, com uma história bem clichêzona desse confronto familiar, que ocorre em todos os personagens adolescentes heroicos de qualquer universo. O que foi consideravelmente cansativo.
Mas quando o aranhaverso começa a se desenvolver, é aí que a história brilha.
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Gosto muito do Miles Morales como homem aranha. Ele tem um carisma que transborda na tela, além de ter umas sacadas muito boas, que destoam um pouco daquele heroísmo tóxico de muitos heróis.
Também me agradou bastante a entrada das novas aranhas. Além disso, foi muito legal a forma como eles usam animações diferentes para aranhas de tipos diferentes de mundo, ficou realmente sensacional.
Depois desse filme, se eu fosse o Miles nunca mais olharia na cara da Gwen e do Peter. Eles foram muito traíras com ele. E a Gwen só "voltou atrás" porque foi chutada do clubinho, porque se tivessem continuado com ela lá, não tenho certeza de que ela iria ajudá-lo. FALSOS.
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A animação desse filme é SURREAL de linda. Mas a trilha sonora eu sinto que deu uma caída em relação ao primeiro filme.
No geral, é um ótimo filme, peca nesse início meio clichêzão, mas engata muito do meio em diante e deixa um ótimo gancho para o próximo filme.
A Longa Marcha: Caminhe ou Morra
3.3 375 Assista AgoraÉ um filme que surpreendeu positivamente, porque eu fui esperando o pior dos mundos e ele conseguiu me apresentar algumas coisas interessantes.
Mas é importante mencionar que não significa que eu tenha gostado do filme.
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A longa marcha é um filme pretencioso, levando em consideração que busca se sustentar apenas com a marcha de um punhado de jovens.
O filme, ao meu ver, não consegue bancar as quase 1h50min, mas consegue pegar tração a partir da primeira 1h, quando as coisas começam a ficar mais desesperadoras. Mas ainda assim, sinto que o filme peca em algo muito simples, que seria facilmente ajeitável e que talvez mudaria totalmente o rumo das coisas.
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Um dos meus pontos principais de crítica é a falta de contexto.
Eu adoro produções sobre distopias, mas não consegui me afeiçoar a esse elemento durante o filme porque me faltou informações para compreender esse universo que estávamos acompanhando. E essa falta de informações também limitou bastante a minha empatia com os personagens concorrentes.
Quando analisamos uma obra que parte de uma ideia similar, Jogos Vorazes, temos uma boa parte do início do primeiro filme direcionada a Katness, apresentando a personagem e o ambiente em que ela está inserida, com informações sobre tudo, até que a colheita de fato comece.
Em 'A Longa Marcha' eu sinto que falta justamente isso, algo que me faça compreender o universo, os personagens e os motivos que os levaram até lá. Mesmo que isso seja falado durante o filme, mais precisamente na reta final, já não existe mais tempo para criar a empatia e a afeição.
Com isso, você é jogado em uma história de um besta que vai para um lugar cheio de bestas fazer bestice.
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Mesmo compreendendo que ambientes tensos podem proporcionar uma aproximação mais fácil e/ou intensa, não me parecia muito crível a forma como eles interagiam desde o início da marcha, visto que TODOS estavam ali com pura consciência, sabiam que apenas um iria vencer e que não existiam regras específicas contra alguma forma de sabotagem a um concorrente.
Essa amizade me parece ainda mais fora da realidade quando analisamos que o filme se passa em um mundo distópico, pós-guerra e com vidas em extrema vulnerabilidade. Ambiente propício para o crescimento do egoísmo e, consequentemente, da falta de empatia.
Talvez isso seria aceitável, na minha perspectiva, se tivesse tido algum tipo de prévia sobre os personagens e o mundo, compreendendo exatamente o que os levaria a tal irmandade.
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Acredito que o fato deles saberem de tudo acaba tirando um pouco do peso das consequências, já que eles escolheram estar ali.
Talvez se eles não soubessem das mortes, aí poderia ser mais fácil de sentir empatia, chorar pelas mortes e criar laços.
Mas da forma como foi, sendo sincero? não me importei menos com cada uma das mortes.
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No geral, era óbvio qual seria o "top 10" e quem chegaria na final.
Não curti muito a morte dos 7 principais. Achei que alguns tiveram uns dramas bem forçados para tentar impactar o público, como o Jacob de Crepúsculo, o Hank e o Gary.
O único com um drama interessante foi o Billy.
No geral, as mortes dos 7 cavaleiros do apocalipse não foram nenhum pouco interessante e perderam completamente a força conforma a narrativa se estendia.
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Como mencionei, os personagens também eram chatos, pouco atrativos e muito cansativos de acompanhar.
O Kit Connor da Shopee é um ótimo ator, mas o personagem era chato de mais. Nos presenteou com aquele heroísmo e coleguismo que só personagem masculino de obras como essa podem nos proporcionar.
O Pantera Negra também é um ótimo ator, mas é outro personagem chato. O cara ficou falando a caminhada inteira, não calava a porra da boca em nenhum momento.
Era óbvio que seriam os dois os finalistas e que o Kit Connor venceria, mas para tentar gerar um plot twist o diretor mudou o vencedor, mas não o final.
Vi relatos de que aparentemente o Pantera Negra se apaixona pelo Kit Connor no livro, algo que justificaria algumas coisas no filme se fosse abordado, mas é óbvio que deixariam de lado.
O final eu acredito que ele matou o major e foi morto pelo exército. Ele andando e indo embora simboliza a partida dele, referência a fala de "eu estou andando a vida toda".
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"Aah, mas o filme critica isso, aquilo, porque quando o fulano escreveu e bla bla bla...."
Compreendo os motivos que levaram o Stephen King a escrever o livro e entendo algumas questões, mas sendo sincero? parece que o filme foi feito para quem conhece as obras dele e, principalmente, o livro em questão.
É como se não conhecer o universo do Stephen te tornasse um intruso.
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Existem obras que ficam melhores em um tipo específico de mídia, esse aqui deve ser um ótimo livro, mas como filme ele fica devendo.
Homem-Aranha: No Aranhaverso
4.4 1,5K Assista AgoraQue animação linda a desse filme, me lembrou muito o anime 'To Be Hero X'.
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Estou na saga Homem-Aranha e resolvi conhecer essa parte da franquia e confesso ter ficado muito contente com essa decisão.
Como no Homem aranha do Tom Holand, o Miles Morales entrega aquilo que me agrada em um super herói e justificada muito da característica e do comportamento deles, a juventude e adolescência.
Sempre faço críticas aos heróis porque é irritante e até meio vergonha alheia a forma como alguns deles são retratados, com aquela moral que inunda a personalidade deles como um tsunami e é despejada em todo mundo, uma ansiedade em ser um herói e, em geral, uma ingenuidade e bobeira que beiram a toxicidade.
Mas quando o super herói é um jovem adolescente, todas essas características, na minha perspectiva, se tornam aceitáveis, visto que são atitudes de alguém jovem, sem experiência e impulsivo.
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A história é meio mais do mesmo com o hiperfoco da Marvel em universo paralelo. Não curto alguns dramas da história e nem a forma como algumas coisas são apresentadas, mas no geral é muito bem contada.
Mas é inegável a forma INCRÍVEL com que eles construíram essa animação, é de uma beleza SURREAL.
Além disso, a trilha sonora é absurda e muito bem aproveitada no filme.
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Gosto do Miles Morales, acho que ele é um personagem bem cativante e que nos presenteou com um filme muito simpático.
Mestres do Universo
3.2 457 Assista AgoraNão esperava quase nada, mas me surpreendi, negativamente, com o que foi entregue.
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Eu nem sei exatamente o que falar desse filme, porque ele é muito ruim em tudo o que se propõe. Acredito que esse é o problema de colocar um diretor sem experiência em um filme como esse, visto que o Travis Knight é basicamente diretor de animação e só dirigiu Bumblebee de live-action.
Entendo a dificuldade de conseguir imprimir um universo místico em algo mais real, mas existem vários filmes por aí que são bons exemplos disso. Masters of the Universe é um filme que grita CGI e, para mim, distancia o telespectador de algo real e de uma animação, ele fica no meio termo, aquela maçaroca que incomoda ao assistir.
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O filme poderia ter sido algo brilhante e o diretor resolveu transformar em uma grande aventura dos trapalhões.
O He-man ter se transformado em um bobão é uma das maiores atrocidades desse filme. O personagem não tem profundidade e acaba distanciando o público dele, inclusive nos momentos mais tristes.
E também me irritou muito eles tentarem vender a ideia de que o Nicholas é um menininho magrelo e fraquinho, como aparece na primeira vez que ele se transforma e durante algumas várias cenas dele falando sobre força, supino, etc. Sendo que esse homem é um armário de tão grande.
Além disso, fica nítido durante o filme todo, tanto pelos braços quanto pelas coxas dele explodindo nas roupas... ME POUPE.
Poderiam ter usado um CGI, colocado a cabeça dele em alguém mais magro, tipo o Capitão América.
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Além disso, o filme apresenta um excesso de piadas irritante. Você é entulhado de passagens "cômicas" que te sufocam e acabam suprimindo a narrativa, deixando ela chata e exaustiva.
Soma o personagem bobão com uma narrativa entupida de piadinhas bobas, tanto faladas quanto em situações, que nós temos um Loucademia de Polícia ou um Zorra Total.
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Tudo nesse filme soa sintético, mal desenvolvido e mal trabalhado. É um amontoado de quase que não vira coisa alguma.
"Ai, porque o filme é pra alimentar a nostalgia"... Nem a animação era tão bobinha e infantolóide quanto esse filme.
Parece que essa produção foi feita apenas para mostrar o Nicholas Galitzine de tanguinha, porque você não consegue entender o propósito da existência dela.
OBS:. E o fato de que o filme flopou e não conseguiu nem se pagar é um grande exemplo disso.
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A nota vai em respeito aos funcionários que fizeram apenas o que aquele paspalhão do diretor mandou.
Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa
4.2 1,8K Assista AgoraGostei em como esse universo novo do homem aranha tirou aquela sensação de filme adolescente de sessão da tarde, mesmo o Tom sendo o mais novo a interpretar o herói.
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Não tenho essa fixação pelo homem aranha e nem pelos anteriores, o que tira toda essa pompa em cima da aparição dos outros 2. Mas é inegável que conseguiram construir a história de uma forma que fizesse sentido eles estarem lá e que ficasse realmente legal assisti-los.
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Tenho minhas críticas a forma como constroem os heróis e essa moral cega deles, sendo isso algo que me distancia de mais desses filmes.
Algo que fica bem claro em guerra civil: Se você não concorda comigo, você é meu inimigo. Novamente isso acontece entre o Doutor Estranho e o Homem Aranha.
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Além disso, me incomoda de mais o que fizeram com o Peter nesse filme, porque mesmo sabendo que foi uma ideia de desenvolvê-lo, achei muito injusto jogar a culpa toda nele por tudo que aconteceu.
Quem deu a ideia de fazer a magia foi o Doutor Estranho, que parece não ter levado em consideração as problemáticas dela. Além disso, foi a tia May que fez o Peter não mandar os vilões embora, o que ocasionou todo o caos, incluindo a situação dela.
E é importante mencionar aqui, o único adolescente dessa situação toda era o Peter, sendo esse também o que teve que sustentar todo o B.O. sozinho.
Não tenho pena da morte da tia May, inclusive, merecido. Pena eu tenho do Peter que ficará traumatizado o resto da vida por conta de dois marmanjos inconsequentes.
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A sacada dos vilões e do clube da aranha é muito legal, mas a forma como tudo aconteceu pareceu forçada para gerar o caos que gerou, não houve um desenvolvimento condizente com tudo, foi basicamente um...
"EU SOU DO MAL - AGORA SOU DO BEM - VIREI DO MAL DE NOVO".
Não é um filme ruim, mas faltou um pouco de carinho no roteiro, que se agarra inteiramente na nostalgia e esquece de avançar para algo mais interessante.
Legalmente Loira 2
2.7 347 Assista AgoraEsse filme é ruim com muita, mas muita força.
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Esse é aquele caso do filme 1 ter feito sucesso e forçaram um 2 pra tentar ganhar dinheiro.
O filme tem uma crítica interessante, mas tudo em volta disso é péssimo.
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Acredito que um dos pontos negativos desse filme é a protagonista ser excessivamente sonsa, algo que faz sentido no filme 1, visto que ela era uma menina rica que foi jogada aos leões de Harvard.
Mas no filme 2 ela já é uma advogada formada e que aparentemente trabalha faz um tempo nesse meio, já deveria ter tido um pouco de lucidez.
O que da a entender é que tentaram seguir a mesma fórmula do primeiro filme, só que em um espaço diferente.
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Essa pegada da personagem já me irritou um pouco no primeiro, mas compreendo os motivos. Mas ficou exagerado no filme 2.
Eles queriam quebrar o estereótipo de loira burra, mas fazem ela 150% bobinha e sonsa como uma forma de vender quase a mesma ideia.
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Acredito que uma das poucas coisas boas desse filme foi terem deixado TODOS os personagens "principais" do filme 1, algo que muitas vezes não acontece em continuações, tendo personagem casado que volta com outro(a) marido/esposa, um novo melhor amigo, etc.
Enfim, é ruim, muito, mas muito ruim.
Legalmente Loira
3.1 805 Assista AgoraNão diria que é bom nem ruim, é um filme simpático.
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Esse é aquele tipo de filme que faz sentido para a sua época, porque atualmente não funcionaria em absolutamente nada.
Legalmente Loira é interessante na proposta, mas peca bastante na execução.
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Minha principal crítica está na forma como tudo é apresentado, que mesmo sendo uma óbvia crítica, ainda nada dentro de estereótipos e não foge do superficial.
Tentam vender a ideia de que a personagem é inteligente e que pode fazer o que quiser, mas não é leva a sério nem pelo próprio roteiro, que mergulha em uma realidade bobinha para sustentar as cena.
Como no momento em que ela descobre que o rapaz está mentindo no tribunal porque ele sabe a marca do sapato dela. E quando ela vence o processo por conta de uma progressiva (?).
Entendo a proposta e não estou nem questionando a verossimilidade do que é apresentado os processos, mas a condução deles em relação a provável crítica que tentaram fazer com o filme.
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Como mencionei, se analisar o filme a partir de 2001, é assistível.
Barbie
3.8 1,7K Assista AgoraConfesso que queria ter gostado mais do filme, mas não veio aí.
Acredito que para a proposta que a Greta Gerwig tinha, ela fez um ótimo trabalho, mas está longe de ser um estilo de produção que me agrade.
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A história contada nesse filme não me agrada tanto, achei tudo meio bobo, infantil e excesso de palhaçada, quase como um verdadeiro besteirol estadunidense.
A parte do Ken...
Quando o Ken assume o patriarcado com cavalos e toma a Barbieland, eu achei um saco, bem vergonha alheia em várias cenas.
Mas a crítica que ela apresenta é realmente MUITO boa e feita de uma forma sensacional, adoro como ela praticamente "desenha" as coisas em um tom de deboche tão certeiro, que não tem como as pessoas não entenderem do que o filme se trata.
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Além disso, a base sintética do filme foi interessante na primeira meia hora, mas conforme ele foi passando, tudo foi se tornando meio exaustivo de acompanhar, o universo da barbie, o excesso de cor, as palhaçadinhas dos personagens, etc. Foi se tornando cansativo de assistir.
É aquilo, não acho que seja um filme ruim, ele só não é um perfil de filme que me agrade, mas para o público alvo, acredito que deva ser uma experiência incrível.
O Diabo Veste Prada 2
3.3 424 Assista AgoraLevei um tempo para assistir porque não gosto de ver nada que esteja no hype para não influenciar minha opinião.
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Faz anos que assisti o primeiro filme e ele nunca foi um marco na minha vida, o que me faz chegar aqui sem grandes expectativas ou sentimentos nostálgicos.
O filme sustenta bem a primeira hora, consegui trazer aquele sentimento de familiaridade enquanto você sente que é algo novo. Mas a partir da segunda hora, aí o negócio desanda de mais, é arrastado, sem emoção, genérico e completamente esquecível
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Meryl Streep faz um ótimo trabalho com uma Miranda que foi OBRIGADA a evoluir com o tempo, algo que esqueceram de fazer com a Andy, que segue uma cartilha chata de protagonistas intrometidas e heroínas dos anos 2000.
A história é fraca, pouco atrativa e sem um desenvolvimento interessante.
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Não o vejo como um filme ruim, ele é mais um filme esquecível mesmo. Não vejo um propósito para a sua existência além de apelar para o nostálgico devido a falta de criatividade que anda tendo em Hollywood.
É até bonitinha algumas cenas que tentam fazer associação com o primeiro filme, mas se tirar isso acaba não sobrando quase nada.
Um Lugar Silencioso: Dia Um
3.3 812 Assista AgoraEu já nunca fui muito fã da franquia 'A Quiet Place', mas esse filme foi consideravelmente abaixo até dos outros dois.
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Acredito que por ter se direcionado ao "dia um", esperei algo mais 'majestoso', mas o filme acaba se agarrando na mesmice dos dois primeiros e não entrega um início com a perspectiva que merecia.
O ponto alto desse filme é, indiscutivelmente, a atuação da Lupita e do Joseph Quinn, que mesmo tendo personagens não tão atrativos, sustentam cada cena com um brilhantismo quase impecável.
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Meu ponto aqui não é nem a crítica a "falta" de terror e a exploração do drama, visto que gosto mais de drama e não considero essa franquia muito terror. A questão aqui é, o drama até pode soar interessante no papel, mas aqui ele se perde diante de todas as situações que são propostas.
Sinto que existe uma forçação em relação a certos acontecimentos e construção de cena, que parecem uma mera colagem dos filmes anteriores para tentar replicar um molde que funcionou, mas aqui, devido a falta dessa trama mais tensa, ao meu ver, não sustenta.
Além disso, me incomodou muito a barulheira nesse filme, que parece ter esquecido o "A Quiet Place". Em vários momentos do filme parece que o silêncio não é mais o motor condutor do drama narrativo, o que, na minha opinião, acaba deixando a essência do filme de lado.
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Algumas cenas são propositalmente tensas, o que tira toda a tensão da cena. Em vários momentos você acompanha os alienígenas entrarem em lugares "silenciosos" apenas porque era preciso construir aquela cena de perseguição no escuro e com lanterna.
Enquanto em momentos de barulho, como quando eles correm pela cidade ou quando o gato pula no balcão, não aparece um mísero bicho, mesmo tendo vários na redondeza.
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A questão é, o filme não é ruim, apenas apático. Ele busca surfar no molde que deu certo e esquece de construir uma personalidade própria.
A Quiet Place: Day One é um filme que parece apenas mais um lançamento nesse universo para não esquecerem dele, porque a continuação real está vindo em 2027.
Confissões
4.2 868~Pode conter pequenos spoilers ao decorrer do texto~
Assisti a esse filme em 2013 e novamente agora em 2026 depois de tê-lo indicado em um clube de cinema que participo.
A ideia era que conhecessem essa obra e também para que eu analisasse ela a partir de uma ótica 13 anos depois.
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Algumas coisas eu não me lembrava, outras eu lembrava de uma forma diferente, mas a essência do filme me era bem vívida.
Continuo gostando do filme e achando a sacada muito interessante, sendo um filme de vingança muito bom, mas é inegável que a forma como compreendo esse filme hoje é um pouco diferente de 2013.
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O desenrolar da vingança criada pela profª Moriguchi é sensacional, porque ela não trabalha de forma sanguinária, ela busca ir deteriorando o psicológico de cada um dos envolvidos até o ápice da vingança, utilizando isso como uma forma de torturá-los.
É interessante ver como os dois personagens são diferentes e recebem cada informação e ação da professora de forma diferente, trazendo uma profundidade ao universo que é muito bem colocada e trabalhada.
É muito legal ver que a própria vingança da profª foi um processo e a forma "fria" com a qual ela lida com tudo também foi construída ao decorrer das situações. Algo que fica claro nos momentos em que ela aparece tirando o sangue do marido, mostrando que ela realmente queria fazer o que disse ter feito, mas que acabou não conseguindo e o caminho da vingança foi se modificando.
Gosto de como as coisas vão se encaixando ao decorrer do filme e sendo explicadas pouco a pouco, mostrando que cada ação da Moriguchi foi pensada para atingi-los depois de uma longa análise sobre o perfil de cada um dos dois assassinos.
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Minhas principais críticas ficam para a cronologia, que fica consideravelmente confusa em vários momentos, precisando esperar o filme avançar um pouco pra compreender em que tempo estamos.
Também não gosto muito de algumas cenas em câmera lenta e a forma como alguns momentos foram gravados, com fundo preto e uma sensação de que foi feito dentro de uma caixa, tirando a profundidade da cena.
Outra questão que me incomodou um pouco foi a forma como a narrativa se desenrolou. A apresentação de pontos de vista é interessante, mas confesso que a única parte que realmente me interessou foi a da professora, a perspectiva dos outros personagens serve para fechar o fio, mas não para me entreter.
Também me incomodou a parte final do filme com a profª aparecendo na escola e se expondo depois de tudo que aconteceu, acharia mais interessante ela fazendo tudo isso das sombras, porque não é muito crível que ela sairia impune nessa situação.
Sendo algo que me questionei um pouco, saber o final de cada uma das pessoas envolvidas, pois, como mencionado por ela, crianças não sofrem com as leis e não podem ser julgadas por assassinato, então o que aconteceria com o Watanabe depois que achassem o corpo da menina? o que aconteceu com a profª? o que aconteceu com o Shimomura depois da morte da mãe?
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Obviamente que esses questionamentos não tiram o brilhantismo da obra, mas diminuem consideravelmente o impacto.
No geral, é realmente um ótimo filme e sigo com o pensamento similar ao de 2013.
Barbie e a Magia de Aladus
3.2 88 Assista AgoraAcredito que se eu tivesse assistido esse filme em minha infância, teria tido outros pensamentos pensantes sobre ele. Existem coisas que tem que ficar no seu tempo mesmo.
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O filme está longe de ser ruim, essa não é a questão, porém, sinto que segue uma narrativa bem saturada e levemente picotada, sem muitas explicações, contextos, apenas coisas sendo jogadas no meio de tudo.
Esse não é nem de longe o meu filme preferido da Barbie, mas também não acredito ser o pior (inclusive tenho que assistir 'a princesa e a plebeia' de novo porque achei injusta a nota que dei, mas não lembro o motivo).
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Gosto de como constroem a personagem da Barbie como alguém que sempre quebra as regras e busca a sua liberdade, conquistada por suas próprias mãos.
Nesse filme, sinto que a situação acaba deixando um pouco a desejar pela falta de cuidado com a história e a forma como se constrói o direcionamento dela.
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A história do Wenlock não foi nem cogitado contar, o personagem simplesmente apareceu com um cajado bolado e é isso.
Quando a Barbie menciona que precisa se desculpar com os pais por "desobedecer" as ordens de ficar presa no palácio, acredito que seja uma passagem complicada, visto que eles estavam errados, tanto em prendê-la, quanto em não contar os motivos.
Entre outras coisas...
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Achei a animação consideravelmente ruim, com alguns traços bem estranhos, como aquele ogro que estava longe de parecer um.
E a história meio superficial, mas levando em consideração a época e ser uma franquia da Barbie, talvez seja compreensível.
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No geral, é um filme perfeito para a idade que ele se propõe a entreter e um passatempo qualquer para um adulto, nada muito relevante, mas também não é ruim.
Avatar
3.6 4,5K Assista AgoraCom o lançamento dos outros dois filmes, resolvi revisitar esse, porque mesmo lembrando de muita coisa, alguns pontos foram esquecidos.
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O filme é melhor do que eu lembrava dele na época, mas a história é mais clichê do que eu me recordava.
É uma produção que te ganha mais pela qualidade visual do que pelo que tem a contar, o que é uma pena, visto que merecia uma história mais interessante.
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Gosto do universo que criaram, mas sinto que exploraram pouco a complexidade que ele tinha a oferecer, o filme soa mais como um episódio do "globo repórter especial: conhecendo a vida em pandora", uma eterna amostra do ambiente e pouca exploração real dele.
Como mencionei, a história é clássica do gênero, o que tira boa parte do brilho da produção, porque é básico e sem muita personalidade.
Nesse sentido, não entendi muito o motivo de tantos filmes do Avatar, porque não parece ter tanta coisa pra contar.
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No mais, é um belo filme, visualmente magnífico, mas peca de mais quando se analisa separando do conteúdo visual.
baixei 0,5.
O Poderoso Chefão
4.7 3,0K Assista Agora~Tem uns spoilers pelo meio, mas como fui escrevendo sem focar nos spoilers, tá por aí, tome cuidado~
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Foi um filme interessante de assistir, porque quebrou totalmente o sentimento que tive antes de começar "ai, lá vem mais um filme de máfia", que no fim se tornou uma critica interessante sobre poder, família, moralidade e como as pessoas mudam a partir das suas estruturas sociais.
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Acho muito interessante a construção que o Copolla dá para a família Corleone, buscando apresentar uma 'aparência' moral que é inexistente na prática. E isso vai sendo apresentado através da forma como a narrativa constrói o Michael.
A mentira funciona quase como uma identidade da família Corleone e parece que eles acreditam no que falam, não apenas como palavras levianas sendo proferidas. E isso fica bem explicito em dois pontos no filme, que são os paralelos que ligam os "DONs".
Em uma das primeiras cenas do filme, o Don Corleone pai, durante o casamento, menciona em uma das conversas, que a família Corleone "não é uma família que mata, como outras pessoas dizem". Já no final do filme, a fala final do Michael para a Kay sobre ter ou não matado o Carlo, o Don Corleone filho afirma que não. Nesse momento fica explícito que ele se tornou o DON.
Nessa situação parece como se eles tivessem criado uma "ideia própria sobre o que é moral" ou a "moralidade da família Corleone", ou seja, as ações não seriam entendidas por eles como um mero assassinato, mas como um problema empresarial da família, deslocando completamente o significado da ação.
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Um ponto que achei muito interessante, é a forma como a narrativa nos é apresentada.
Quando o Don Corleone pai fica incapacitado e o Sonny toma o controle da família, não somente a família muda, mas toda a dinâmica narrativa se altera. Sonny é apresentado como uma pessoa impulsiva, reativa e violenta, enquanto o Vito nos é apresentado como alguém frio, calculista e organizado.
Nesse sentido, enquanto o Corleone pai está no poder, seguimos uma narrativa mais "camuflada", com muitas cenas de família, festas, conversas e reuniões.
Quando o Sonny toma o controle da família, devido ao seu caráter impulsivo, a narrativa do filme se torna instável e acelerada, pois o centro organizador da família não está mais lá.
As coisas só começam a voltar ao normal quando o Michael se torna o líder da família, se apropriando das características mais próximas das que o Vito tinha, mas com características pessoais também. A partir desse momento, a narrativa dá uma esfriada, se torna mais alinhada e com um rumo a seguir, que é a busca pelo poder.
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Se eu pudesse definir as lideranças Corleone, eu diria que:
Vito foi um líder 'performático': Buscava vender a ideia de que sua família era a essência da moral, em que existia um direcionamento muito forte na imagem e presença da família.
Sonny foi um líder 'impulsivo e violento': Não tinha foco e achava que resolveria tudo na bala, tinha interações com a família, mas eram caóticas, tinha interações com os colegas, mas eram com traições, tinha interações com os inimigos, morreu.
Michael se tornou um líder 'diretor': Passou a controlar a narrativa para o que ele queria que acontecesse. O personagem juntou as características do pai e aperfeiçoou-as. Além de aprender com o Sonny sobre o que e como não fazer algo. Transformou a 'demonstração de poder' do Sonny em um 'saber social', ou seja, ele não demonstra que é poderoso, as pessoas agem porque sabem que ele é poderoso.
Não sei se essa é a ideia do filme, mas me pareceu que a narrativa do filme segue a liderança da família Corleone, tornando-se uma linguagem própria do filme.
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Acho interessante como a mudança do Michael é mostrada em vários momentos e de várias formas, você acompanha a jornada do herói que se transforma em Don. Algo que foi muito bem feito pelo Copolla, diga-se de passagem.
Considero que um dos momentos cruciais para a mudança do personagem ocorre com a morte de Apollonia. Toda a situação pré e pós morte me geram sensação de que o Michael estava buscando naquela situação na Sicília o resquício da sua identidade do "eu-herói" de antes de ter matado o Sollozzo e o McCluskey. Mas com a morte da atual esposa, soa como se o "sonho do Michael" tivesse acabado e a realidade parece ter aparecido de uma forma bem cruel.
"Depois do que fiz, não tem mais como voltar a ser o que era antes".
Nesse momento é como se o Michael entendesse que quando matou o Sollozo e o McCluskey, ele também matou o herói.
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Algo que eu gostei muito foi a cena inicial do filme, ali você compreende muito da dinâmica que vai rolar. Aquela cena é apresentada de uma forma 'caótico-organizado', em que muita coisa acontece, mas em uma progressão que você entende que existe o palco e os bastidores.
Nesse sentido, eu mudaria um pouco essa cena inicial.
Com toda a dinâmica dos bastidores da família Corleone, acredito que teria ficado ÉPICO se tivessem gravado essa cena em um plano sequência, seguindo o Don Corleone pai em cada ambiente e situação de forma ininterrupta. Em que você vai descobrindo esse sistema a medida que ele vai recebendo as pessoas.
Minha mudança se enquadra a forma como compreendi a narrativa. Seguindo a perspectiva do Vito, compreenderíamos ele como o eixo ao qual a família gira, tornando ele o cetro desse sistema familiar e dando potencia a essa narrativa-líder.
Acredito que teria sido uma das cenas mais emblemáticas do cinema.
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Enfim, não é um filme que estaria na minha lista de filme que eu mais gosto e/ou amei assistir, mas é inegável que foi um filme muito bem feito, principalmente depois que comecei a refletir para escrever esse texto.
Se fosse baseado no meu gosto pessoal sobre o filme, daria 3,5 estrelas, mas levando em consideração as questões técnicas e a forma como compreendi a narrativa, vale fácil um 4,5.
Quatro Casamentos e Um Funeral
3.3 292 Assista AgoraEsse filme foi meio digno de sessão da tarde. Não é um filme ruim, mas é esquecível.
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Acredito que o ponto mais pesado aqui é os protagonistas serem bem desinteressantes e você não ter um desenvolvimento que te faça se afeiçoar a eles ou entender os motivos que os fizeram agir do jeito que agiram.
Charles é um rapaz que não tem respeito por nada e nem ninguém e que vive em uma bolha egoica (a cena do discurso no primeiro casamento é de uma vergonha alheia absurda, além de ser bem desrespeitosa).
A Carrie é um personagem que não te transmite nenhuma vontade de torcer por ela e/ou pelo relacionamento. Ela é outra pessoa egoísta que retorna depois de muito tempo para balançar a vida de todo mundo, é como um terremoto.
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O que mais me surpreendeu foi o funeral, porque achei que havia entendido errado que eles eram um casal, visto que as dinâmicas apresentadas direcionavam para outros tipos de relação.
No fim, o filme parece uma amostra de como vivemos a mercê do que os outros querem mostrar, né? Ninguém se conhece verdadeiramente, conhecemos aquilo que queremos mostrar, seja algo bom ou ruim.
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É um filme fácil de assistir, mas sem apelo para se tornar minimamente interessante, é imemorável e irrelevante, como já mencionei, esquecível.
Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças
4.3 4,7KQuando comecei a assistir ao filme e vi a cena inicial, logo pensei "conheço esse ator de algum lugar".
Depois de pesquisar o elenco descobri que era o Jim Carrey, aí já desandou de vez, porque não gosto dele como ator e comediante, e também não me agrada muito os seus filmes.
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A proposta desse filme é realmente interessante, mas confesso que achei um saco de assistir.
Nada nesse filme me prendeu, achei os personagens chatos, a história é atrativa, mas boba, principalmente no final quando você ouve o que motivou tudo. Além disso, achei o Jim Carrey caricato em muitos momentos, algo que ele sempre costuma fazer nos filmes. Essas caretas que a Regina Duarte norte americana ficava fazendo me dava dor física.
Compreendo o motivo do sucesso, mas esse filme já começou com ponto negativo devido ao ator principal, o resto foi só consequência.
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Sempre pontuo que um bom personagem é importante para uma história, porque é mais fácil você gostar de algo ruim com um bom personagem do que algo bom com personagens ruins.
Aqui eu acredito que o Jim Carrey matou o filme para mim.
Os Infiltrados
4.2 1,7K Assista AgoraNão achei esse filme ruim, mas foi chato de assistir.
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A temática do filme não me agradou tanto e não curto muito o DiCaprio.
O início do filme foi realmente irritante, sinto que o personagem do DiCaprio foi para aquela veia "artística" norte americana de achar que atuar bem é gritar o tempo todo, foi estressante de mais assistir.
Outro ponto que me incomodou bastante foram os cortes secos do filme, do nada cortava a cena e vinha outra em outro tempo, não dava nenhuma sensação de progressão na história. Tipo o relacionamento do Colin com a psiquiatra, do nada eles estavam juntos fazia 4 meses e iam morar juntos.
Sinto que isso tirou bastante do peso narrativo, principalmente quando você analisa que o filme tem 2h30 min., porque dava pra dar uma desenvolvida nos personagens e nos relacionamentos, principalmente na traição da psiquiatra com o Billy, que foi completamente aleatório.
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Sinto que o Scorsese queria criar a ambientação de tensão e suspense no "quem vai descobrir quem é o infiltrado primeiro", mas para mim, eu disse PARA MIM, não convenceu e não conseguiu chegar nisso. Ficou maçante e repetitivo.
E a passagem final com a situação do elevador foi bem ruim, digna de um plot forçado tentando causar impacto no telespectador, principalmente com a morte do Billy sendo a primeira, visto que o rapaz não fez nada de mal e ainda morreu, enquanto o Colin sai vivo da cena, gerando aquele sentimento agridoce.
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Como já mencionei, não é um filme ruim, mas sinto que a narrativa exaustiva, caótica e sem desenvolvimento acaba deixando o filme interessante pra quem gosta de ação desenfreada e gritaria, o que não é meu caso.
É um filme que se tivesse utilizado as 2h30min para desenvolver os personagens, talvez teria tido um impacto maior.
Devoradores de Estrelas
4.0 798 Assista AgoraEsse foi um filme interessante de assistir, porque me gerou sentimentos diferentes a cada meia hora de filme. Não acho que seja um filme ruim, é realmente um filme simpático de assistir, mas algumas decisões no início e no final não me pegaram tanto.
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Não sou fã de filme espacial, o que faz com que eu chegue nesse filme sem muita expectativas. Também não li nada sobre ele, o que me fez chegar aqui no escuro.
Dito isso, foi uma grata surpresa, não por ter amado o filme, mas porque ele é realmente legal de assistir e foi me conquistando conforme o tempo foi passando.
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A história é interessante e muito bem contada, onde conseguiram dosar bem a parte científica com a hollywoodiana. Além disso, você consegue compreender a progressão da história e acompanhar tudo de uma forma que te faz querer seguir os personagens.
Mas me incomodou muito algumas escolhas narrativas...
Como o famoso 'herói por obrigação'. Sinto que histórias como essa criam a ideia de um heroísmo obrigatório que não me convencem, principalmente na situação do Ryland, que foi enviando para a morte contra a sua vontade. Nesse sentido, os caras introjetam a ideia de que a sua vida não tem valor algum se for para salvar o maior número de vidas possíveis, o que, até certo ponto, pode ser algo conveniente para as sociedades e não para você, nem todo mundo tem obrigação de ser herói e diminuir sua existência como uma obrigação moral.
Outra decisão que me irritou bastante foi aquele dramalhão que fizeram com a suposta morte do Rocky... Não me emocionou em nenhum momento, apenas me irritou bastante. Compreendo o que levou eles a fazerem isso, mas não me agradou. Porém, algo que me irritou ainda mais foi o retorno dele, porque além de terem sido consideravelmente covardes, foi uma cena inteira feita de forma desnecessária.
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Sobre os personagens, confesso que não curti muito o Rylando no início da história, mas ele me ganhou bastante a partir das interações com o Rocky.
Para mim, o Rocky é a alma desse filme e trouxe uma leveza e ingenuidade muito gostosas de acompanhar. Acredito que aqui conseguiram imprimir aquele personagem alienígena com carisma contagiante que te faz torcer por ele.
Mas mesmo curtindo eles, as sacadas de comédia me causaram gastrite.
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É um bom filme, mas para mim algumas coisas não funcionaram bem, o que me fez tirar 0,5 estrelas.
Acho que o filme é meio exaustivo, não sinto que conseguem contemplar as 2h30min. A comédia não me agrada. E as direções narrativas que citei a cima acabaram pesando bastante no final do filme.
Mas é realmente um filme cativante e que sustenta muito bem a história que se propõem a contar e a proposta espacial.
Quem Quer Ser um Milionário?
4.0 2,4K Assista AgoraAssisti ao filme em 2013 e não tenho muita recordação do que pensei sobre ele naquela época, mas a nota que dei hoje é a mesma, o que me faz acreditar que não mudou muito meu pensamento sobre essa produção.
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Não acho que 'Quem quer ser um milionário?' é um filme ruim, ele é apenas desnecessariamente grande e, em consequência a isso, desinteressante.
A história não é atrativa e segue uma narrativa que, muitas vezes, força um "dinamismo" que não consegue se sustentar. É como se quisessem compensar a falta de conteúdo com excessivas fugas. Algo que não me convenceu.
Na história nós também seguimos personagens que são bem apáticos, com pouquíssima expressão na tela e que não te dá uma vontade muito grande de torcer.
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O Jamal é um personagem sonso e um gado que ficou a vida inteira sendo feito de otário e correndo atrás de uma mulher...
O cara foi traído pelo irmão em absolutamente TODOS os momentos da vida dele, começando pela venda da foto autografada e finalizando com o último sequestro quando cortam o rosto dela. Aí no final os caras dão um tempo de tela heroico para ele.
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Me incomodou muito saber que o motivo de ele ir ao programa é justamente porque a sonsa assistia.
O programa em si também não teve um apelo muito interessante. Mesmo sendo interessante que as respostas eram interligadas as vivências do protagonista, o final acaba sendo bem frustrante.
Quando você vê que a pergunta é sobre os três mosqueteiros, acaba soando interessante porque você lembra que ele dizia que a Patixa era a terceira mosqueteira. As coisas ficam ainda mais legais quando eles ligam para o irmão e ela atende, mas tudo desanda quando ela não sabe a resposta, ele também não e tudo finaliza com "Vou na letra A [...] Por que sim"... É tão frustrante que parece que nada que te levou até ali fez tanto sentido.
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O filme é basicamente 'acompanhar um gado que fica a vida inteira correndo atrás de uma mulher'.
Dia D
3.0 543 Assista AgoraNão me interesso muito por temas referentes a E.T., e não me importo o suficiente com o Steven Spielberg. Fui assistir exclusivamente por questões de amizade, o que me fez chegar nesse filme sem expectativa alguma.
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Não acho que seja um filme ruim, se pudesse definir em uma palavra eu diria que ele é 'desinteressante'.
Nada nesse filme é atrativo o suficiente para te prender na tela e querer realmente saber o que está acontecendo. Em alguns momentos eu tenho a sensação de um desespero em querer gerar curiosidade no público, principalmente com a falta de respostas em várias questões, mas o filme é tão pressão baixa que você fica só no "thank you, next".
É uma narrativa morna e sem muita expressão ou apelo, se agarra de mais no nome do diretor e no tema que engaja com um público que consome bem esse tipo de conteúdo, mas se esquece da entrega.
O filme parece ter sido INCRÍVEL, mas na cabeça do Steven Spielberg. Nas telas o negócio desandou totalmente.
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Não vejo problema em não dar respostas para o público, é até interessante fazer com que as pessoas tenham interpretações sobre as coisas que são apresentadas. O problema é quando NADA é explicado e isso faz com que a narrativa siga de forma conveniente porque não precisa de explicações.
Digo isso principalmente porque o filme tem 2h27min, ou seja, dar respostas básicas daquilo que está sendo passado é, no mínimo, respeitar o público, algo que não aconteceu.
Você é jogado em um entulho de informações e NADA é explicado, aí você tem a sensação de que está assistindo um amontoado de corte avulso feito para engajar no tiktok. E essa estrutura segue o filme inteiro, você não compreende o filme como um todo, ele parece vários cortes que foram anexados, mas sem contexto, sem explicação e sem coerência.
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Como mencionei, faltam explicações que dariam contexto pra história e potencializariam o engajamento do público.
O que eram aqueles mecanismos alienígenas e o que ele realmente faz? porque ele parecia ter a função necessária para que a cena continuasse. Não existe um padrão nos mecanismos que te direcionasse a uma compreensão da sua função.
Por que Margaret e o Daniel foram os escolhidos? Qual o rumo que queriam dar para essa história? O que eles queriam com a exposição? O que o Noah queria exatamente?
"Aah, eles queriam isso e aquilo e bla bla bla"... É disso que digo, tudo que se fala sobre essas coisas são meras especulações, não é a verdade por trás do que o filme queria passar. Talvez se a história do filme fosse melhor e mais bem amarrada, não precisariam de tantas respostas, o que não é o caso desse filme.
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Me incomoda muito o fato de que não existe uma progressão na história, ela não tem crescimento e finalidade, você só acompanha uma eterna busca e fuga abestalhada e sem rumo.
Além disso, os personagens não tiveram desenvolvimento e a história não tinha um direcionamento de onde queria chegar. Você sabia que um grupo queria uma coisa e o outro grupo queria outra, mas o que levou até isso não pareceu ser muito importante pra história.
Outro ponto que me incomodou bastante foi a repetição na história, principalmente por ter tiro mais de 2 horas. Foi uma perseguição exaustiva e muito mal feita.
Mesmo tendo uma boa gravação, com câmeras que deixavam as cenas muito bonitas, o teor das perseguições eram patéticos e de um amadorismo estranho para um diretor tão renomado, parece que ele colocou na mão dos estagiários, que fizeram tudo com IA, e só assinou a obra.
E o tom de comédia que tentam colocar em alguns momentos do filme é HORRÍVEL, todas as cenas da Emily Blunt no início do filme são vergonhosas.
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Como já mencionei, não acho que seja um filme ruim, mas é excessivamente grande, com uma história ruim e mal explorada, sem explicações e contextos e que se agarra no lúdico para compensar a preguiça do Spielberg.
"aah, mas isso é assim para que o público interprete" - Existem coisas que são interpretáveis e coisas que precisam ser explicadas para dar contexto ao universo criado, nem tudo tem que ser justificado como "o público é preguiçoso e não quer pensar", porque parece que o preguiçoso aqui foi o Spielberg.
Esse parece o primeiro filme de um diretor e não o filme de um diretor renomado.
Youjo Senki Movie
3.9 10Não sei se gostei muito do filme, senti que faltou uma história interessante para direcioná-lo, ficou girando em torno da mesma coisa, umas três lutas aleatórias e é isso...
Digo isso porque quando se trata de um anime, é uma coisa, mas um filme precisa de algo mais interessante para sustentar 1h38min.
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Achei meio saturado, e até forçado, a forma como a Tanya Von Bolsonara ficou falando do comunismo. Ela usava o termo em quase todas as cenas e cortes de cena. Ficou exaustivo, quase como uma propaganda...
Além disso, também me incomodou bastante essa tentativa de associar o comunismo com pessoas ruins, maléficas e bla bla bla, como o cara pedófilo, etc. Porque na vida real a história é outra...
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Assisti ao filme porque a segunda temporada começou e não sabia que havia sido lançado isso lá em 2019.
É um filme que só precisa ser assistido para conhecer os novos personagens, porque em relação a história, passável.
A Guerra do Amanhã
3.2 733 Assista AgoraConfesso que não achei o filme ruim, mas também não é grande coisa, é bem 'sessão da tarde'.
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Achei a proposta do filme muito interessante e foi o que me prendeu na frente da TV para assistir, mas a entrega fica devendo bastante.
Acho que é um filme bem dinâmico, com bastante cenas de luta, etc. Mas a história não é muito consistente e acaba sendo uma coadjuvante no entulho de efeitos especiais. O que torna as mais de 2h desnecessárias.
Acredito que o filme vai bem até o retorno do Dan para o presente, aí o negócio desanda completamente, se torna desinteressante e arrastado.
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No mais, não achei um filme ruim, mas está longe de ser bom, é só assistível pra passar o tempo mesmo.
Ataque dos Titãs: O Último Ataque
4.0 4 Assista AgoraFinalmente consegui terminar de assistir essa porcaria, porque achei que nunca teria forçar para bancar esse episódio.
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Esse anime começou muito bem, tem uma das melhores primeiras temporadas que já assisti, mas conforme você vai entendendo o que ta acontecendo, tudo vai perdendo um pouco do brilho.
Esse episódio final demonstra a queda de qualidade até aqui. Somos apresentados a um vilão extremamente poderoso, que não conseguiria ser derrotado de formas normais, aí, depois de gerar tudo isso, a conveniência começa a transbordar, o Zeke muda seus ideais de uma hora para outra, depois de tudo que fez, etc.
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Além disso, me incomodou bastante a terceirização de culpa que esse povo começou a fazer, principalmente para a "vontade da fundadora". Até o Armin colocou certa culpa em si quando fala que ele que mostrou o mundo pro Eren, etc. Tudo isso para suavizar a barra do Neymar de Paradis.
Também foi meio patético eles usarem a cartada de "ele fez isso para um bem maior / foi um herói que decidiu ser o vilão da história dos outros para salvar todo mundo", porque gera a ideia de que um fim bom pode ser conquistado através de qualquer ação.
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Obviamente que tiveram boas cenas de luta e tal, mas a história foi ruim e a resolução foi um entulho de covardia.
A passagem infinita do Eren conversando com o Armin foi desnecessária, tudo isso para tentar dar uma leveza a situaçãozinha que o prota proporcionou ao mundo, para finalizar com um "eu entendi porque eu fiz isso, porque sou um idiota"... Sério mesmo?
Enfim, felizmente acabou.
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Nota: 4.7/10