Os Orions sempre tiveram medo de Shaulas que brilham, sejam elas Rigel, sejam elas betelgeuse. ____________________________________
Acho que foi uma temporada meio a meio. Ela começou bem e terminou bem, mas o miolo disso foi meio cansativo de acompanhar.
Acredito que o problema não foi nem a temporada em si, mas o fato de que eu fui me distanciando muito desse anime com o tempo, principalmente depois da 2ª e 3ª temporada, tanto pelo tempo que levaram pra serem feitas quanto pelo conteúdo entregue.
Nesse sentido, não é algo que me prende mais e me motiva a ficar fazendo teorias. ____________________________________
O anime teve uma boa reta final, com a apresentação de bastante respostas do que nos trouxe até esse momento e deixando muitas perguntas para temporadas futuras.
Mas esse anime se tornou apenas algo que acompanho porque já iniciei e só sigo até que acabe ou seja cancelada, sem uma entrega mais intensa. ____________________________________
Gostei muito desse anime, mas sinto que me desconectei um pouco nessa temporada. ____________________________________
Gosto de como esse anime foca nos personagens secundários, porque você acaba sabendo o que acontece ao redor dos protagonistas e não tornam eles apenas adereços narrativos.
Porém, mesmo gostando deles, achei que a temporada deu uma derrapada na forma como contou a história deles, principalmente a do Taira, porque surraram um monte os dois pra nada. ____________________________________
Uma das coisas que mais gosto desse anime é a sensação de progressão no universo. Você realmente sente que o tempo está passando e lembra como tudo começou, mas não como algo que não teve desenvolvimento, você realmente consegue sentir que faz muito tempo que a Myne renasceu e foi iniciar sua jornada.
Mas no geral, sinto que essa temporada foi um pouco mais picotada e acelerada nos acontecimentos, não deu pra vivenciar as coisas de um forma que te faz sentir o desenvolvimento e entender os acontecimentos. _____________________________
Mas sinto que o maior problema dessa temporada foi a falta de um direcionamento claro na história e desenvolvimento da Myne, porque não parece ter um lugar para chegarmos durante os acontecimentos dessa temporada.
E mesmo o final tendo sido interessante, como um bom gancho para a próxima season, ainda não parece que a temporada se encaminhou para ele. _____________________________
Também acredito que a falta de evolução na personagem principal acaba prejudicando o desenvolvimento da história. A Myne se colocada de uma forma muito ingênua, como se estivesse em um conto de fadas, algo que ela já viu que não é.
Outra coisa que me incomoda nessa falta de desenvolvimento, é a falta de crescimento da personagem. Entendo a proposta de retardar o crescimento da Myne, mas acredito que poderiam já ter ajustado, mesmo que pouco, porque ver todo mundo crescendo e ela sempre na mesma acaba incomodando, principalmente com as questões levantadas nessa temporada. Além disso, o que houve nessa temporada também poderia ser ajudado no processo de crescimento dela.
Ela é, em vários momentos, bem inútil, mesmo sendo uma pessoa bem poderosa. Acredito que levaram tempo de mais pra desenvolver a personagem, principalmente porque não tivemos grandes coisas acontecendo nos últimos 34 episódios. _____________________________
Gosto do anime e dos personagens e sinto que deu um gás nesse final com a ponte para a próxima season, mas ainda acredito que falta MUITO, mas MUITO desenvolvimento para a Myne.
É um anime que segue o padrão shounenzão genérico, tem bons personagens, uma ambientação legal, boas cenas de luta, mas a história é bem qualquer coisa.
Sinto que a temporada deu um pouco de compreensão da história geral do anime, mas foi um pouco "o dia da motivação maluca". ____________________________________
Dois anos para fazer um arroz e fritar peixe? isso não existe. ______________________________
Eu gosto bastante de Elusive Samurai, mas sinto que a narrativa não anda, parece que você fica andando em círculos o tempo todo e nada muito grande realmente acontece.
Sinto que as poucas coisas que acontecem, não trazem a sensação de progressão, porque você não tem relação direta com aquilo e/ou são apenas lutas avulsas. ______________________________
Além disso, também me incomoda o fato de ficarem anexando e apresentando personagem em uma season 2 quando você não tem nenhum mísero desenvolvimento narrativo, porque fica aquele excesso de coisas que nunca chega em lugar nenhum, aí resolvem o problema nos dois episódios finais do anime.
Sinto que esse anime perde um pouco o timing das coisas, é tanta preparação que parece que o negócio nunca anda. E por isso que essa foi uma temporada que ficou sempre no 'e la vamos nós'. Não aconteceu nada de concreto e quando a história ia realmente progredir, acabou a temporada. ______________________________
Não é um anime ruim, tem uma ótima proposta, bons personagens e uma ambientação bem legal, mas não progride nunca e o excesso de bobeira tira a seriedade do anime.
O anime não é ruim, mas parecia melhor lá em 2017.
Quase 10 anos entre a primeira e a segunda temporada é muito tempo para uma obra. _______________________________________
A produção parece que não tem um rumo para um desenvolvimento, os diálogos são sempre os mesmos e parece que tudo anda em círculos, você não consegue ver um direcionamento narrativo para o desenvolvimento das coisas.
Sim, eles estão em guerra e o papo é vencer, mas em uma guerra todos querem vencer. Se tirar a vitória, o que se espera com tudo isso? quais as subtramas? não existe algo que sustente a narrativa de forma clara e interessante.
O anime fica navegando entre a guerra sanguinária e o besteirol e aí do nada algo grande acontece e é isso. _______________________________________
As cenas de luta são bem legais, isso é inegável.
Mas parece que as coisas boas ficam só aí.
Os papos são sempre de reclamações sobre a qualidade e falta de comida, o fato de que vão perder a guerra e que o império não pode recuar e como os figurões são burros por não terem um plano.
Entendo que estão em guerra e existe uma centralidade no assunto, mas é importante entender que isso é uma produção audiovisual e precisa ser dinâmica, porque se não a história fica sem algo que a sustente e ela se perde no que ta tentando contar.
Se eu quisesse analisar algo real, papos centralizados e engessados, eu assistia um documentário. _______________________________________
O que acontece é que o anime, devido a essa escassez de história, se torna basicamente um "somos muito fortes e estamos lutando contra todo mundo", mas não existe subtramas que estão sendo trabalhadas enquanto tudo acontece, apenas um besteirol pra tentar suavizar a temática.
Ok que tivemos uma situação específica no final da temporada, mas vale ressaltar que são 24 episódios para 1 direcionado a subtrama. _______________________________________
Sei que essa sempre foi a proposta do anime e é aí que eu digo "dez anos é muito tempo, tem coisas que ficam melhor na sua época".
Esse é o típico anime que tem uma proposta incrível, mas é uma ladeira a cada episódio. ___________________________________
Ele tem uma proposta incrível e um ótimo início de temporada, mas não me desce de forma nenhuma o direcionamento desse anime.
Os personagens são chatos, sem carisma e apelo. A narrativa é genérica e desinteressante e foca mais em dramas bobos do que naquilo que o anime tenta se vender, que é a eletricidade.
Quando o anime foca na eletricidade, descoberta e produção das coisas, é realmente muito bom. Mas quando ele direciona aos dramas chatos do Kihachi e chatice em relação ao irmão, aí o negócio fica chato, mas fica insuportável quando o Yousuke aparece, o anime decai em níveis alarmantes.
Nesse sentido, podiam só focar na eletricidade mesmo, porque o resto não é interessante. ___________________________________
Faço uma menção ao vilão da trama, porque ele é PÉSSIMO.
O Yousuke é um personagem muito chato de acompanhar. Qualquer personagem que ande desgovernado pela história sem ter o mínimo de limites, principalmente dados pelo protagonista, é irritante e satura muito a história.
Essa falta de limites do vilão torna a narrativa insuportável. Mas o problema maior é que nada disso agrega no desenvolvimento da história, o que torna exaustivo de acompanhar. ___________________________________
Aí quando chegamos no final, parecendo que não tem como piorar, eles dobram a aposta.
O Yousuke ficou 11 episódios perseguindo o Kihachi para conseguir a merda do catálogo, algo que foi deixado pelo irmão dele para ele. Não mediu esforços para conseguir o que queria, para DO NADA os dois começarem a trabalhar juntos no episódio 12 porque o cara não sabe o que fazer com ele?
O cara que pisou em todas as memórias e existências possíveis, chantageou a família da Inako para conseguir o catálogo. Mas o imbecil do protagonista não vai imaginar que ele vai fazer alguma merda.
Aí ele constrói a merda do cérebro elétrico sabendo as motivações do Yousuke e com o discurso de que ele "não vai deixar isso acontecer", sendo que ficou 11 episódios sem conseguir fazer NADA contra o cara.
É simplesmente bizarro, irritante e revoltante o quão ruim essa história é. ___________________________________
As vezes dá a sensação de que tudo que está relacionado ao desenvolvimento elétrico não tem relação com algo real dos protagonistas, mas como um mero adereço narrativo...
Como a criação do avião, que tem relação com salvar o Yousuke, tirando todo o potencial dramático e performático que isso poderia causar.
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E me revolta saber que poderíamos ter terminado o anime com a morte do Yousuke, mas os caras preferiram seguir a linha shounem abestalhado com o Kihachi (O santo do bom coração) salvando o cara.
O anime tinha um potencial gigantesco para ser memorável. A proposta é ótima, com algo bem diferente do convencional. Além de uma animação muito bonita.
Mas o pouco foco no desenvolvimento elétrico e o excessivo direcionamento nessa perseguição merda do Yousuke e esse catálogo, estragaram o anime. ___________________________________
Esse anime começa bem e vai desandando, perde completamente o rumo. No geral, é uma merda.
Muito bonito, diga-se de passagem, mas uma merda bonita. ___________________________________
Esse é aquele famoso tipo de anime "festival de promessas". ________________________________
Não é um anime ruim, mas está longe de ser interessante. Ele promete muita coisa, mas não entrega quase nada durante 24 exaustivos episódios.
Ele acaba agradando as massas por ser um shounem super genérico e com zilhões de lutas cheios de efeitos e coreografias, porque quando você olha para o que foi realmente contado, aí fica devendo bastante, tanto na quantidade quanto na qualidade.
O anime é um eterno meme do pica-pau 'e la vamos nós', mas nunca vai. ________________________________
O anime parece dinâmico pela aceleração dos acontecimentos, mas muitos deles não possuem significado relevante e/ou acrescentam algo na história. O anime passa muito tempo apresentando uma cacetada de personagens e tsugais e esquece de mostrar a que veio.
Me incomoda muito produções que possuem vários pontos de vista e todos os personagens ficam nesse joguinho de quem é o bonzinho da história e uma forçação de barra em querer que um dos lados aceite tudo de boa sem explicações. E isso fica ainda mais chato quando eles incluem o público.
O anime tem boas cenas de luta, uma ambientação bem interessante, mas falta história e explicações, você é jogado em um zilhão de informações só pra ficar tentando criar questionamentos, o que acaba cansando conforme o anime avança, porque fica só nisso. ________________________________
O anime nem é tão ruim de assistir, mas as vezes parece um amontoado matança e não sai disso. Esse anime parece um grande fight Simulator.
Acaba que o anime se torna fraco porque a história não é bem contada e o desenvolvimento de tudo é péssimo. ________________________________
Porque além de ficarem só empurrando coisa e anexando personagens, os poucos que tem acabam não tendo um direcionamento.
Isso de ficar reciclando vilão me incomoda bastante, os caras sempre fugindo de situações que não deveriam fugir, não morrendo em situações que deveriam morrer. É cansativo de acompanhar
No fim, parece que toda situação não serve de nada, porque nada relevante nunca acontece, fica apenas andando em círculos em situações repetidas. ________________________________
É um anime é ruim? não, só é pouco simpático, os personagens não tem muito carisma, são genéricos em uma história genérica.
Além disso, parece que o anime não vai pra lugar algum e nem ta tentando ir. ________________________________
Foi uma boa temporada, principalmente se levarmos em consideração que já é a 4ª e cada uma tem 24 episódios, estamos com quase 100 episódios e tivemos um bom avanço. ______________________________
Gosto do direcionamento dessa temporada, principalmente na resolução de situações tão antigas quanto a da Shizue.
Mas me incomodou bastante os vilões dessa temporada, porque foi tudo muito 'expectativa x realidade'. _______________________________
Por mais que a gente saiba que NENHUM vilão é muito poderoso em Tensei Shitara e que eles não conseguem criar a ideia de que o Rimuru está passando dificuldades reais.
Sinto que aqui a coisa desandou um pouco, porque os dois personagens são muito ruins, tanto a Maricota quanto o Granvelho. Os dois personagens criaram uma temporada extremamente centrada neles para não conseguir corresponder em NADA.
No mais, a reta final foi legal, o desenvolvimento da história também, mas as lutas eu achei bem ruins.
O Yuuki e os subordinados indo embora de boa e do nada é um pouco irritante, é aquele personagem que querem que seja o boss final e ficam arrastando o máximo que dá.
A Chronoa acordou, se transformou, foi andando até o local onde Rimuru estava só pra lutar contra ele, mas não atacou o Yuuki e os subordinados (Só mais pra frente pra dizer que ela era "descontrolada").
No episódio final é explicado que a Chronoa é uma versão surtada pós-morte do Rimuru. Nesse sentido, se o Rimuru está vivo e na frente dela, qual o sentido dela não voltar ao normal e/ou atacar ele? Porque nas memórias ficou claro que ela conhecia até a forma humana dele.
Além disso, acho que falta a sensação de que algo realmente pode acontecer, porque nunca existem baixas no lado do bem. Os caras trouxeram até a Shizue dos confins da temporada 1 e ressuscitaram a Hinata, sendo que poderiam muito bem ter deixado a Hinata morrer nessa temporada, seria uma boa morte para o momento.
Compreendi que consideraram apenas a "alma" como a de uma única pessoa, mas ainda acho que a separação das personagens e a existencia dos corpos ficou mal explicada, principalmente pela explicação que deram no final sobre a Chronoa existir como um "surto" da Chloe pela morte do Rimuru.
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Foi uma boa temporada, com uma reta final boa, mas um episódio final bem esquecível com essa forçação de barra em cima do Granvelho.
Achei o anime ruim? não, mas está longe de ter me agradado minimamente. ____________________________________
Achei que o anime tem pouca progressão de história e sem desenvolvimento relevante. Sinto que o anime é pouco simpático, os personagens são bem tontos e a história meio sem história.
No fim, foram 8 episódios de enrolação até eles de fato se falarem e descobrirem quem são... Isso em um anime de 10 episódios. Achei meio arrastado, principalmente porque não houve nada de muito relevante nesses 8 episódios.
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O anime não me convence. Acredito que eles não estarem no jogo de verdade tira muito o brilho, porque né, a menina manda um "falei sem pensar", sendo que ela precisou escrever uma porra de uma frase inteira e apertar o enter pra enviar no chat.
Além disso, achei o maior drama por conta de uma mudança de gênero em personagens de um joguinho.
E vi um povo debatendo sobre isso dos gêneros dos personagens e falando de BISSEXUALIDADE, sendo que...
Primeiro: É super normal as pessoas mudarem de gênero nos jogos; Segundo: Falar de BISSEXUALIDADE em uma PRODUÇÃO JAPONESA que não mostrou nem beijo hetero é pra foder mesmo. ____________________________________
É aquilo, não é um anime ruim, mas é meio agua de salsicha, não tem nada de relevante, personagens bobos e apáticos e não tem história relevante e que seja desenvolvida, o jogo é completamente ignorado e se torna apenas um segundo plano.
Acho o anime ruim? não, mas confesso que não consegui me afeiçoar pela história e nem pelos personagens. Tudo acabou ficando ainda mais intensificado quando descobri que essa história é da mesma criadora de Seihantai na Kimi to Boku e eles se passam no mesmo universo, aí foi impossível não comparar. ___________________________________
Eu não gosto muito dos personagens, acho que a história empaca de mais e as coisas não desenvolvem, ficam rodando em círculos por 14 episódios e finalizam no jeito que finalizaram...
Minato é insuportável durante boa parte do episódio e só fica melhorzinho conforme vai progredindo e a Koyuki começa a se aproximar mais dele, porque ele é extremamente inconveniente.
Acho que demoraram de mais para direcionar os "casais", com essa aproximação inicial do Youta e da Koyuki, principalmente porque o Youta é um personagem infinitamente mais atrativo que o Minato. ___________________________________
Acho a história da Koyuki interessante, mas os romances da história não me agradaram, principalmente quando eu analiso Seihantai na Kimi to Boku, que tem personagens bem mais atrativos, inclusive os secundários, que em vários momentos são até mais legais que os protagonistas.
Também me incomoda o fato do negócio não andar, são 14 episódios de gente se lamentando o tempo inteiro e ninguém fazendo nada.
Acho que só tankei esse anime porque vi dublado, legendado acho que teria dropado. Mas ele não é ruim, compreendo o povo que curtiu, só não me agradou mesmo. ___________________________________
Assim, é inovador e revolucionário? Não. _______________________________
Eu simpático com o anime porque gosto de animes desse universo da magia, principalmente com o plus de escola, mas é inegável que o roteiro é fraco, repetitivo, clichê e cansativo.
É aquele famoso padrão bem saturado do protagonista que é o fracotão e descobre ser o mais fodão e bla bla bla. _______________________________
Me incomoda de mais a insistência em sempre forçar as coisas em cima do personagem principal, porque assim, é legal ver o protagonista ultrapassar algumas barreiras, vencer a negatividade dos adversários e humilhar alguns inimigos, mas quando isso é incorporado em absolutamente TODOS os caminhos do protagonista, todo passo que ele dá segue o mesmo padrão, cansa de mais assistir.
Digo isso mais pela situação patética sobre ele subir a torre, porque não deveria nem ser questionado. O rapaz salvou todo mundo dias atrás e mostrou um poder que nem todos os magos juntos conseguiram, incluindo os professores.
Eu entendo que o mundo em que eles vivem é forçado a acreditar que a magia é algo acima de tudo e todos e bla bla bla, mas existem situações que são tão forçadas que tornam a narrativa pouco crível, porque assim, ele já demonstrou várias vezes, NA PRÁTICA, que é mais forte que a maioria dos magos.
Tanto é que queria fazer experimentos para compreender o poder dele... O que leva a ideia de que existe algo ali que, mesmo desconhecido, ainda é percebível como algo poderoso.
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Acredito que a insistência em inferiorizar o Will o tempo todo é muito chato e perde muito do potencial da história.
Porque assim, independente do que se considera magia, o fato de ele conseguir utilizar o elemento em suas armas também pode ser considerada uma magia, precisa de algum tipo de técnica e manipulação do elemento para que consiga fazer isso, mas a forma simplista com que utilizam o conceito de magia no anime acaba deixando as coisas bem forçadas.
No fim, o anime cria a ideia de que a magia é só o que espirra da varinha... _______________________________
Não vejo muita diferença entre as duas temporadas, acredito que teve um salto na história, mas o anime ainda se agarra de mais em uma construção conveniente e repetitiva.
Além disso, foi um final patético, horripilante, frustrante e broxante.
Eu nem sabia que essa era a última temporada do anime, foi uma grande surpresa chegar no último episódio e ver o povo falando que tinha acabado kkkk __________________________
Não diria que foi um anime ruim, apenas que ele foi descaindo conforme a história foi progredindo, porque além de embarcar completamente no nonsense, eles perderam muito do que deixava a trama legal com a facilidade com que eles estavam conseguindo fazer tudo, inclusive viajar pelo mundo. Esse era um dos pontos mais legais do anime.
Sinto que o anime foi perdendo o fôlego com essa facilidade e com a falta de história nessa reta final. Digo isso porque se analisarmos essa season finale, os caras, mesmo com erros, fizeram um foguete em 10 minutos de episódio, algo que demoraria uns bons episódios para ser feito, tirando totalmente a sensação de progressão com o tempo.
O elemento principal desse anime são as descobertas e construções, se isso não gera mais o entusiasmo de antes, a base do anime se diluiu. __________________________
E é inegável que foi um final frustrante, tanto pela existência dos parasitas quanto pela resolução, porque assim, foram 94 episódios, o negócio merecia um final melhor.
Além disso, o anime também teve um direcionamento bem ruim da história e o famoso final com casamentos e relacionamentos que não foram desenvolvidos em 94 episódios, sendo colocado quase como uma forma de contemplar tempo de tela.
Mesmo compreendendo que geralmente as histórias terminam mal, que é difícil sustentar um bom final que agrade e tal, esse aqui foi bem fraquinho. __________________________
Foi um anime até legalzinho de acompanhar, com uma progressão que decaiu bastante a qualidade e um final bem frustrante, mas foi uma jornada legal, tem coisas piores por aí.
E tivemos o retorno do desquerido. ____________________________________
O anime, no geral, já é ruim, qual a necessidade de ficar lançando uns fillers ruins? sendo que o manhwa tem bastante história e o anime não ta com cara de que vai conseguir acompanhar.
O negócio deu certo porque a história e a condução dela são boa. Tirar o que fez ela ser amada é pedir para que o negócio fracasse de forma colossal. ____________________________________
Outra questão, além das mudanças na história, são as mudanças nos personagens e na forma de interação entre eles. Foi péssimo e direciona para vários problemas narrativos que ficaram desconexos.
Não compreendo real as mudanças no anime, porque elas não acrescentam nada de relevante e modificam coisas que podem dar problema lá na frente (mesmo que não exista uma frente muito longa). ____________________________________
Esse anime e principalmente essa temporada podem ser definidos como um amontoado de filler ruim, com luta pavorosa e zilhões de cenas estáticas com brilhinho.
Esse anime é uma completa esculhambação. Depois o Japão vem chorar e dizer que a indústria de animes está em crise. Mas é claro, gastando dinheiro pra produzir duas temporadas de merdas como essas, não tem indústria que aguente.
Temporada horrível e uma produção pavorosa. ____________________________________
Não acho que seja um dorama ruim, acredito apenas que quiseram mais do que de fato conseguiriam entregar.
O dorama trata de vingança, algo que se espera, no mínimo, uma personagem que esteja disposta a fazer algumas coisas não tão "morais", mas isso não é muito o que a Ji-Won entrega. Sinto que a personagem principal se limita a carão e frase de efeito e não consegue de fato fazer nada muito relevante por boa parte da trama, o que seria aceitável em uma novela de 150 episódios, mas não em um dorama/série de apenas 16. Além disso, a Ji-Won é uma personagem que vendem como autônoma, que quer lutar por suas coisas e refazer sua vida, mas segue o clichê da mocinha que precisa ser salva o tempo inteiro e que nunca consegue entregar NADA nos momentos mais importantes da trama.
Outra questão importante é a facilidade com que a narrativa, que se arrasta em alguns momentos, muda quando é conveniente. Como todo o drama com o avô.
Nesse sentido, sinto que todos os pontos que conectam a história principal são meros detalhes na narrativa e acabam, pela falta de profundidade, não tendo o impacto que poderiam ter tido. É uma história superficial que se escora na performance para sustentar tramas importantes e não consegue justificar muito do que tentou apresentar. _____________________________
A cena das meninas no restaurante do Eun-ho foi muito legal e teria sido incrível acompanhar uma história de amizade delas com subtramas e o relacionamento amoroso delas também sendo desenvolvido, mas foi uma pena que trocaram tudo isso para focar DE MAIS no Min-hwan, na Su-min e na Yoo Ra.
Compreendo que eles eram os vilões da história, mas é inegável que ficou exaustivo e excessivo muitas aparições deles, em que muitas vezes eram apenas diálogos repetidos e tramas recicladas, porque não houve de fato uma grande progressão. Além disso, a entrada da Yoo Ra foi completamente desnecessária, porque além de não trazer nenhuma novidade, o pouco de coisas que trouxe, não serviu pra nada. _____________________________
Sinto também que o "efeito borboleta" desse retorno dela é meio confuso e o dorama não se importa muito em explicar para poder continuar a fazer o que quiser.
Digo isso porque a mudança ela não é linear, o futuro não muda, apenas muda com quem ele vai acontecer, mas também não fica claro os critérios da mudança, principalmente porque algumas situações tem relação direta com outras, nesse sentido, se uma não acontece, a outra também não deveria acontecer.
Digo isso principalmente pela situação da morte do Ji Hyuk, porque na história ele morre após a morte da Ji-Won e isso acontece justamente pela forma como as coisas acontecem e como ele fica após todos os acontecimentos, mas, com a 'não morte' da Ji-Won, qual o critério para a morte dele acontecer e/ou mudar para outra pessoa?
Compreendo que ele pode ter criado a ideia de que o futuro não muda, que os acontecimentos precisam ocorrer e tal, poderiam explicar melhor, porque se as situações precisam acontecer, alguém precisaria casar com o Ji-Hyuk se se separar dele, como a Yoo Ra, porque ela mudaria o futuro da vida que ela roubou e os outros não?
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Foi um final básico, com resoluções convenientes e uma tentativa de fechar direitinho a história. E Pelo que foi apresentado, acredito que apenas 10 episódios já seriam suficientes.
Esse anime é muito bonito, tem uma animação linda, sem excesso de brilho e cor, além de um design de personagem lindíssimo.
Vale ressaltar que o design do meu marido Qifrey está magnífico. ________________________________________
Acho a premissa interessante, mas gosto ainda mais de como a história vai desenvolvendo sem apressar nada. A amizade delas vai se aprofundando episódio por episódio, a partir dos eventos que acontecem na vida delas.
E é incrível como TODOS os personagens tem uma essência, mesmo que tenham pouco tempo de tela, você sente que não é só um NPC. Digo isso principalmente pelo Tartah, que conseguiu, com pouco tempo de tela, demonstrar uma profundidade maior que muitos protagonistas de animes por ai. ________________________________________
É indiscutivelmente um dos melhores animes do ano, tudo nele é bem feito e bem desenvolvido, sem pressa pra agradar quem quer apenas anime de lutinha.
Tem uma história envolvente, um universo muito bem construído, personagens carismáticos, um design magnífico e uma animação primorosa.
As cenas de luta do Qifrey são SENSACIONAIS. ________________________________________
É um anime realmente bonito, com uma arte que enche os olhos, mas sinto que fica só nisso mesmo. ______________________________________________
É um anime que tem uma história com muito potencial, mas acho os ganchos e as viradas bem clichês e genéricos, que acabam deixando tudo bem qualquer coisa.
Tudo isso cria uma apatia na narrativa, com pouco ânimo na produção, com personagens sem muito carisma e uma história que destoa muito daquilo que se espera. ______________________________________________
Sinto que existe uma necessidade excessiva de forçar uma antipatia e ódio pelo Denki Taira e acabam deixando de focar no desenvolvimento dos outros personagens e da história em si.
Também me incomoda bastante a falta de foco no Aoteru e Yoshitsune, que só conversam nos episódios e nada muito interessante vem deles. Digo isso porque é a cara deles que vendeu o anime, mas eles estão longe de ser minimamente relevantes.
Sinto que isso acabou me distanciando da narrativa, porque mesmo tendo coisas grandes e dramáticas, a falta de um envolvimento com os personagens me fez distanciar de tudo e não ter um apreço por nada e nem torcer por eles. ______________________________________________
Desde a virada da história, acho que o anime tem uma boa ambientação e proposta, mas não sinto que houve um bom desenvolvimento do lado do Misumi, não algo que complemente as cenas pós morte da esposa dele.
É um anime interessante, mas parece que o marketing é diferente da entrega. ______________________________________________
Essa foi uma grata surpresa nessa temporada. ________________________
Akane-Banashi é um anime muito interessante e te prende em cada episódio, tem uma animação muito bonita, bons personagens e as passagens do Rakugou são fantásticas.
Tenho algumas questões relacionadas a forma como algumas questões foram abordadas, mas no geral foi muito bom de acompanhar. ________________________
Algo que me deixou um pouco frustrado foi o foco da Akane...
Essa necessidade de mostrar para o velho e, indiretamente, querer a aprovação dele, me deu uma cansada. Além disso, o episódio em que eles conversam é um pouco frustrante, porque não dá muito de aceitar a resposta dele como algo válido para a expulsão em massa.
Anime de gay se humilhando por hétero. Isso já é uma questão na vida de tantos LGBTs sobre se apaixonar por meninos héteros e tudo o que vem junto com isso que não sei se o salto final foi tão atrativo.
Achei realmente que sairia alguma coisa, mas no fim é mais uma vez o Japão e as fujoshis fazendo o que sabem fazer de melhor, um belo bait pra saciar as idealizações delas. _________________________________
Ganbare é um anime divertidinho de acompanhar pq o Nakamura é muito agraçadinho, mas ainda estou pensando se é realmente isso ou se a dublagem em português com localização fez a diferença, pq ela foi realmente muito boa.
Compreendo algumas pessoas gostarem e não acho isso um problema, mas para mim, a incomodação está em uma narrativa fantasiosa e pouco empática de uma realidade LGBTQIAPN+ muito comum, a paixão por meninos héteros. No fim, a narrativa segue apenas como uma sequencia de humilhações de um homem gay e pouco se importa em compreender e desenvolver esses sentimentos e/ou essas situações.
Mesmo compreendendo que essa pode não ter sido a intenção da criadora, pouco importa, visto que ela decidiu lançar a obra e, a partir disso, cada telespectador e leitor tem abertura para vivenciar e sentir as coisas de forma diferente.
Nesse sentido, o problema não é a ausência de reciprocidade. O problema é que a paixão não correspondida do Nakamura existe mais como dispositivo cômico do que como experiência emocional. O Nakamura passa grande parte da narrativa idealizando um relacionamento, fracassando repetidas vezes e se colocando em situações constrangedoras, enquanto a história raramente discute o que significa emocionalmente estar preso a alguém que talvez nunca possa corresponder aos seus sentimentos. _________________________________
No fim, o anime parece não se importar tanto com uma história sobre um romance entre dois garotos, mas sobre a experiência de um garoto gay preso à fantasia de um romance que talvez nem exista.
E é aqui que vem minha principal crítica a falta de empatia na narrativa.
Não vejo problema em não existir um romance real, mas pela limitação dos sentimentos LGBTs como mero adereço narrativo que foca-se, geralmente, em comédia e/ou constrangimento e nunca em uma experiência de desenvolvimento real. _________________________________
Compreendo que nem toda obra precise ter significado e gerar desenvolvimento e evolução, mas a questão é, existem poucas referências em produções LGBTs e isso causa pouco acesso a desenvolvimento de uma comunidade sobre autoconhecimento e aceitação.
Além disso, é importante pontuar sobre a questão da finalização da obra. Na forma como está acontecendo e como parece que as pessoas assistem, a história precisa finalizar com os dois juntos, não por uma estrutura narrativa, mas como uma compensação do investimento emocional do leitor/telespectador durante os anos.
O problema não está em uma obra ser fantasiosa. O problema está em uma fantasia se tornar tão dominante que passa a ocupar o espaço de narrativas que poderiam explorar a mesma experiência com mais profundidade, complexidade e humanidade.
Porque se não existe complexidade narrativa, não existem muitos finais possíveis além do que foi idealizado durante toda a história. E Ganbare não apresenta um desenvolvimento e complexidade que justifiquem um final diferente do idealizado. _________________________________
Durante toda a narrativa você acaba acompanhando o sofrimento, a ansiedade e a expectativa do Nakamura, o que faz com que você espere que esse investimento produza uma recompensa, que aqui é vendida como o 'romance'.
Digo tudo isso porque no direcionamento que a história está tomando, o público não está sendo preparado para uma diversidade de finais, já que está sendo condicionado a esperar algo que parece óbvio na narrativa, o romance.
Nós vemos a narrativa apenas a partir da ótica do Nakamura, o que limita a complexidade da história e nos induz a seguir apenas a idealização do protagonista. Se a história passa quase todo o tempo prometendo romance, sem desenvolver muito mais além disso, o romance se torna a única resolução que a narrativa prepara o espectador.
Basicamente, na forma que a história está sendo contada, um final romântico seria a única recompensa capaz de sustentar tudo o que está sendo apresentado. _________________________________
Para aqueles que não irão gostar da minha análise, só reflitam sobre essa pergunta: se a história terminasse exatamente como terminou o episódio 12/13, sem os dois juntos, vocês considerariam esse um final satisfatório?
Se a resposta for não, por quê?
Minha questão não é defender que eles precisem ficar juntos, pelo contrário, o ponto é refletir se a narrativa construiu alternativas emocionalmente satisfatórias para além do romance ou se, durante toda a obra, condicionou o público a enxergar a união dos dois como a única recompensa possível. _________________________________
~Tem spoiler, mas não fechei pq é uma frase no meio de um paragrafo~
Resolvi assistir a série por conta de um corte que vi no youtube, mas nem lembro qual era :( ________________________________________
Até o momento não é uma série que eu diria "woow, amei", mas é boa de assistir. Sinto que ainda falta dar uma engrenada na história e nos personagens, não consegui me apegar em ninguém e a história, no geral, me soou desinteressante.
Algo que me deixa consideravelmente reflexivo é em como as pessoas pesam diferente a Beth, o Kacey e o Jamie. Os três tem atitudes similares, mas apenas a Beth é a que toma os rajadões e críticas, como se o fato de ela ser mulher a obrigasse a ser a mais "adulta" de todos, sendo que, se analisar bem, ela é a que tem mais motivos para ser destrutiva do jeito que é, porque foi a que cresceu com um trauma muito pesado, que foi o de ser a "assassina da mãe". ________________________________________
Kacey é o típico filho rebelde de rico, que sai por aí fazendo um milhão de merdas porque sabe que o papai vai correndo resolver as cagadas dele.
Ele é tipo: - "EU TE ODEIO, VOCÊ É O PIOR PAI DO MUNDO" - "Então, você pode ficar com o Tate? To com uns problemas"..."MAS EU AINDA TE ODEIOOOOO" - "E aproveitando, você pode me dar uma carona pra casa? to sem carro"... "MAS EU AINDA NÃO GOSTO DE VOCÊ".
O cara só faz cagada, sai matando gente adoidado pela cidade, vive com problemas até o pescoço e age como se o pai fosse a pior pessoa do mundo, sendo que ele barganha de todos os privilégios que o sobrenome dele produz. - O Jamie é o típico filho que quer ser escolhido pelo pai, ele tem essa necessidade de grandeza para mostrar pro pai que ele conseguiu ser "MAIOR QUE O PAI", sendo que TUDO o que ele conseguiu na vida foi com um empurrão do sobrenome DUTTON.
Eu diria que ele é tipo o Boninho, viveu na Globo a vida toda e achou que ele que era bom, mas na real é pq a emissora dava a plataforma pronta. Jamie é a mesma coisa, ele acha que é ótimo, mas Yellowstone deu todo o palanque pra ele. - Beth é destrutiva até a alma, quer fazer as pessoas sofrerem para que elas sintam 1/3 da dor que ela sente pelo que houve na sua infância. Ela é infantil, mas é a ÚNICA que luta verdadeiramente pela família e não em benefício próprio. Além disso, é a ÚNICA que tem consciência dos seus privilégios e os usa sabendo disso. ________________________________________
No geral, adoro a Beth e acho que ela é uma ótima personagem, não porque é agradável, mas porque é a única que eu consigo aceitar a justificativa pelos atos, mesmo não concordando. E adoro vê-la em ação, porque ela é tão destrutiva que ela aparece no horizonte e já fica todo mundo de cabelo em pé com medo do que vai vir, isso se chama PODER.
O Kacey me incomoda um pouco por conta dessa aura protagonista heroica que tentaram colocar nele, sinto que ele destoa um pouco do tom da série, espero que dê uma melhorada nisso. ________________________________________
Sobre os vaqueiros, eu esperava um brokeback mountain e recebi apenas casais héteros básicos. Ainda acho que o Jimmy tem mais química com o Walker do que a Beth.
Enfim, é uma série boa de acompanhar, mas ainda não me movimentou muito, acho que a história ainda é bem desinteressante e os personagens ainda não engataram, mas vamos lá.
Eu estava querendo assistir um anime bem simples como esse, por isso resolvi pegar esse pra assistir.
É um anime que não tem nada de muita novidade, é bem clichê em tudo que se propõe e tudo aquilo que esse tipo de anime costuma entregar, o que é bom quando não se espera muita coisa.
E o fato de não ter ecchi e nem fanservice já dá bastante pontos para a obra kkkk _____________________________________________________
O anime apresenta algumas inconsistências na história, como a indiferença de todos em relação as ações do Allen, que levam bastante tempo para começarem a ser percebidas.
Também não me agrada muito animes com personagem criança, me irrita um pouco o exagero de fazê-los muito fodas, gênios, incríveis, etc. Porque os problemas são sempre de gente grande e querem enfiar isso neles.
É só botar um adolescente/jovem adulto e vai ter o mesmo impacto narrativo. _____________________________________________________
Sobre os bichos:
Acredito que seria mais legal se as invocações tivessem o design baseado na imaginação dele, sendo esse o motivo de serem como são. Poderiam ter o design padrão do mundo, mas algumas características, como óculos, capacete, roupa, cor, etc. baseados na imaginação do protagonista.
Além disso, o padrão de invocação poderia ter mais consistência e/ou alguma justificativa, seja um gosto pessoal ou padrão específico. Também poderiam limitar a quantidade de utilização de invocações, pelo menos nesse início com ele tão jovem. _____________________________________________________
Algo que eu realmente gosto, é como eles vão desenvolvendo a história, pedrinha por pedrinha, trazendo realmente um desenvolvimento do personagem e da narrativa, isso da uma complexidade e profundidade bem legal para o anime.
Só acho que eles dão uma empacada muito grande com a entrada do Barão, mesmo tendo uma nova ambientação e personagens, não parece que existe uma progressão muito grande.
Gosto de como a temporada teve um desenvolvimento bem mais lento, mas bem mais complexo, trazendo uma profundidade bem legal para o Allen, a história, o mundo, as invocações.
Mas ainda acho que poderiam ter construído algum complemento para o Allen, porque ele ficou basicamente sozinho a temporada inteira, não houve uma construção de vínculo com o público que fosse legal. _____________________________________________________
Enfim, é um anime bem básico e clichê, cuja animação vai decaindo episódio por episódio, mas é um anime que tem uma história atrativa e é até cativante.
Eu acho essa série um erro, não por ser ruim, pq ela tem uma proposta muito boa, mas é muito mal executada.
Se pudesse definir essa temporada, diria que ela fica 7 episódios e meio com draminhas bobos, gente chata flertando e protagonista enchendo a porra do saco, aí quando começa a ficar bom, acaba. _________________________________________
São episódios desnecessariamente grandes, com um monte de coisa irrelevante, como os draminhas bobos dos personagens, as tramas da conspiração de gente irrelevante, os flertes dos personagens principais e a perturbação deles também, que enchem o saco o tempo inteiro, etc.
Os episódios contariam a mesma história em 30 minutos, se tirassem os excessos de coisa desnecessária.
Isso, somado com os personagens totalmente chatos, apáticos e sem carisma, já torna as tramas principais desinteressantes de acompanhar, imagina as secundárias. ________________________________________________________
A história do dragão já não é mais tão atrativa, o personagem dramático e exaustivo de dragão, cansou.
Acredito que arrastaram de mais alguns dramas bobos e sem necessidade, que até poderiam fazer sentido nos livros, mas aqui está longe de ser atrativa. A série é exaustiva de acompanhar e foca em coisas pequenas e fica rodando em dramas semelhantes por 1 hora.
Se os personagens jovens fossem mais atrativos, a série seria mais legal de acompanhar, visto que o foco é gigantesco neles, pq sendo sincero? se tirar a Moiraine e o Lan a série acaba. E olha que a Moiraine ficou bem apagada essa temporada inteira. ________________________________________________________
Não sei se a construção dos personagens segue fielmente os livros, mas acho real que deveriam ter feito uma repaginada nos personagens para a construção da série, pq todos os protagonistas são péssimos e nada atrativos de acompanhar.
1. A Nynaeve é uma chata inútil e escorada. 2. A Egwene virou expectadora, tanto de sonho quanto do Rand, ficou a season inteira olhando pra ele com cara de sofrida. 3. O Rand insuportável com isso de dragão, herói e bla bla bla. 4. O Perrin só teve destaque no episódio 7 e ficou enchendo a porra do saco com esse papo de herói o episódio inteiro. 5. O Matt apagadíssimo.
A Moiraine e o Lan são, indiscutivelmente, os melhores personagens dessa série, mas também foram apagadíssimos nessa temporada, o que fez decair MUITO a trama. _________________________________________
A trama das Aes Sedais e da torre está insuportável de acompanhar, pq é aquilo, tramas de traição são até interessantes, mas quando só se tem isso e ela é dominada por personagem secundário e sem relevância narrativa, fica maçante.
A Elaida é um personagem que aparece na season 3 pra tomar a torre e TODAS as Aes Sedais relevantes não estão mais lá, incluindo a Alanna, a Verin, a Liandrin, etc. O que torna esse plot completamente irrelevante, pq como você torce contra ou a favor de alguém que você nem conhece?
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Acho as locações muito bonitas, mas não sinto que conseguem transmitir profundidade no mundo que criaram, não da pra sentir que o mundo deles é grande e/ou que eles estão distantes, etc.
Pq tipo, quando eles precisam viajar rápido, em uma cena eles estão em outro lugar, mas quando querem fingir profundidade, aí é um episódio andando em campo aberto. _________________________________________
Enfim, eu acho que a série tem uma proposta muito boa e os livros devem ser muito bons, mas não acho que é bem executado e isso deve ser reflexo do motivo pelo qual foi cancelada, pq o público não conseguiu se afeiçoar com a história e os personagens pq é um amontoado de coisa boba que toma uma direção só no episódio final.
É muita performance para entregar algo tão ruim. _________________________________________
É uma série legalzinha de assistir, com um bom tempo por episódio, não tornando cansativo, mas apenas isso mesmo, nada aqui me chamou tanta atenção.
Gosto dos personagens principais, são simpáticos, engraçadinhos, mas a história deles não me ganhou tanto assim. Digo isso, pq sinto que faltou bastante desenvolvimento, logo que eles se juntaram o caos já se instaura e desanda tudo, não da tanto tempo para você acompanhá-los. ___________________________________________
Me choca bastante assistir as coisas dos Targaryens, pq é realmente complexo ver o quanto eles eram ruins, é sempre um pior que o outro, parece que competiam dentro da própria família sobre quem seria o pior da linhagem.
Danerys e Rhaenyra sempre serão as maiorais mesmo. ___________________________________________
No geral, gosto de como eles trabalham sobre essa ideia de que sempre existe uma hierarquia e os conceitos de certo e errado são definidos por quem detém o poder e funcionam apenas para aqueles que não os tem, pois aqueles que tem, fazem o que quiserem e só resta aceitar.
Além disso, acho interessante em como é bem fácil de visualizar a cascata de problemas por conta de uma decisão de um nobre, o negócio escalonou de forma absurda, o que mostra nossa impotência diante dos detentores do poder. ___________________________________________
Re:Zero kara Hajimeru Isekai Seikatsu (4ª Temporada)
4.0 2Os Orions sempre tiveram medo de Shaulas que brilham, sejam elas Rigel, sejam elas betelgeuse.
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Acho que foi uma temporada meio a meio. Ela começou bem e terminou bem, mas o miolo disso foi meio cansativo de acompanhar.
Acredito que o problema não foi nem a temporada em si, mas o fato de que eu fui me distanciando muito desse anime com o tempo, principalmente depois da 2ª e 3ª temporada, tanto pelo tempo que levaram pra serem feitas quanto pelo conteúdo entregue.
Nesse sentido, não é algo que me prende mais e me motiva a ficar fazendo teorias.
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O anime teve uma boa reta final, com a apresentação de bastante respostas do que nos trouxe até esse momento e deixando muitas perguntas para temporadas futuras.
Mas esse anime se tornou apenas algo que acompanho porque já iniciei e só sigo até que acabe ou seja cancelada, sem uma entrega mais intensa.
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Nota: 6.5/10
You and I Are Polar Opposites (2ª temporada)
4.2 4 Assista AgoraGostei muito desse anime, mas sinto que me desconectei um pouco nessa temporada.
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Gosto de como esse anime foca nos personagens secundários, porque você acaba sabendo o que acontece ao redor dos protagonistas e não tornam eles apenas adereços narrativos.
Porém, mesmo gostando deles, achei que a temporada deu uma derrapada na forma como contou a história deles, principalmente a do Taira, porque surraram um monte os dois pra nada.
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É um bom anime de acompanhar.
Nota: 7.0/10
Ascendance of a Bookworm (4ª Temporada)
4.0 1Uma das coisas que mais gosto desse anime é a sensação de progressão no universo. Você realmente sente que o tempo está passando e lembra como tudo começou, mas não como algo que não teve desenvolvimento, você realmente consegue sentir que faz muito tempo que a Myne renasceu e foi iniciar sua jornada.
Mas no geral, sinto que essa temporada foi um pouco mais picotada e acelerada nos acontecimentos, não deu pra vivenciar as coisas de um forma que te faz sentir o desenvolvimento e entender os acontecimentos.
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Mas sinto que o maior problema dessa temporada foi a falta de um direcionamento claro na história e desenvolvimento da Myne, porque não parece ter um lugar para chegarmos durante os acontecimentos dessa temporada.
E mesmo o final tendo sido interessante, como um bom gancho para a próxima season, ainda não parece que a temporada se encaminhou para ele.
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Também acredito que a falta de evolução na personagem principal acaba prejudicando o desenvolvimento da história. A Myne se colocada de uma forma muito ingênua, como se estivesse em um conto de fadas, algo que ela já viu que não é.
Outra coisa que me incomoda nessa falta de desenvolvimento, é a falta de crescimento da personagem. Entendo a proposta de retardar o crescimento da Myne, mas acredito que poderiam já ter ajustado, mesmo que pouco, porque ver todo mundo crescendo e ela sempre na mesma acaba incomodando, principalmente com as questões levantadas nessa temporada. Além disso, o que houve nessa temporada também poderia ser ajudado no processo de crescimento dela.
Ela é, em vários momentos, bem inútil, mesmo sendo uma pessoa bem poderosa. Acredito que levaram tempo de mais pra desenvolver a personagem, principalmente porque não tivemos grandes coisas acontecendo nos últimos 34 episódios.
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Gosto do anime e dos personagens e sinto que deu um gás nesse final com a ponte para a próxima season, mas ainda acredito que falta MUITO, mas MUITO desenvolvimento para a Myne.
Nota: 6.6/10
Clevatess: Majuu no Ou to Akago to Shikabane no Yuusha …
3.4 1É um anime que segue o padrão shounenzão genérico, tem bons personagens, uma ambientação legal, boas cenas de luta, mas a história é bem qualquer coisa.
Sinto que a temporada deu um pouco de compreensão da história geral do anime, mas foi um pouco "o dia da motivação maluca".
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Nota: 6.0/10
Nige Jouzu no Wakagimi (2ª Temporada)
3.8 2Dois anos para fazer um arroz e fritar peixe? isso não existe.
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Eu gosto bastante de Elusive Samurai, mas sinto que a narrativa não anda, parece que você fica andando em círculos o tempo todo e nada muito grande realmente acontece.
Sinto que as poucas coisas que acontecem, não trazem a sensação de progressão, porque você não tem relação direta com aquilo e/ou são apenas lutas avulsas.
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Além disso, também me incomoda o fato de ficarem anexando e apresentando personagem em uma season 2 quando você não tem nenhum mísero desenvolvimento narrativo, porque fica aquele excesso de coisas que nunca chega em lugar nenhum, aí resolvem o problema nos dois episódios finais do anime.
Sinto que esse anime perde um pouco o timing das coisas, é tanta preparação que parece que o negócio nunca anda. E por isso que essa foi uma temporada que ficou sempre no 'e la vamos nós'. Não aconteceu nada de concreto e quando a história ia realmente progredir, acabou a temporada.
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Não é um anime ruim, tem uma ótima proposta, bons personagens e uma ambientação bem legal, mas não progride nunca e o excesso de bobeira tira a seriedade do anime.
Temporada termina com saldo negativo.
Nota: 6.2/10
Youjo Senki (2ª Temporada)
3.9 4 Assista AgoraO anime não é ruim, mas parecia melhor lá em 2017.
Quase 10 anos entre a primeira e a segunda temporada é muito tempo para uma obra.
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A produção parece que não tem um rumo para um desenvolvimento, os diálogos são sempre os mesmos e parece que tudo anda em círculos, você não consegue ver um direcionamento narrativo para o desenvolvimento das coisas.
Sim, eles estão em guerra e o papo é vencer, mas em uma guerra todos querem vencer. Se tirar a vitória, o que se espera com tudo isso? quais as subtramas? não existe algo que sustente a narrativa de forma clara e interessante.
O anime fica navegando entre a guerra sanguinária e o besteirol e aí do nada algo grande acontece e é isso.
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As cenas de luta são bem legais, isso é inegável.
Mas parece que as coisas boas ficam só aí.
Os papos são sempre de reclamações sobre a qualidade e falta de comida, o fato de que vão perder a guerra e que o império não pode recuar e como os figurões são burros por não terem um plano.
Entendo que estão em guerra e existe uma centralidade no assunto, mas é importante entender que isso é uma produção audiovisual e precisa ser dinâmica, porque se não a história fica sem algo que a sustente e ela se perde no que ta tentando contar.
Se eu quisesse analisar algo real, papos centralizados e engessados, eu assistia um documentário.
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O que acontece é que o anime, devido a essa escassez de história, se torna basicamente um "somos muito fortes e estamos lutando contra todo mundo", mas não existe subtramas que estão sendo trabalhadas enquanto tudo acontece, apenas um besteirol pra tentar suavizar a temática.
Ok que tivemos uma situação específica no final da temporada, mas vale ressaltar que são 24 episódios para 1 direcionado a subtrama.
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Sei que essa sempre foi a proposta do anime e é aí que eu digo "dez anos é muito tempo, tem coisas que ficam melhor na sua época".
Nota: 5.8/10
A Luz do Futuro
3.7 2 Assista AgoraEsse é o típico anime que tem uma proposta incrível, mas é uma ladeira a cada episódio.
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Ele tem uma proposta incrível e um ótimo início de temporada, mas não me desce de forma nenhuma o direcionamento desse anime.
Os personagens são chatos, sem carisma e apelo. A narrativa é genérica e desinteressante e foca mais em dramas bobos do que naquilo que o anime tenta se vender, que é a eletricidade.
Quando o anime foca na eletricidade, descoberta e produção das coisas, é realmente muito bom. Mas quando ele direciona aos dramas chatos do Kihachi e chatice em relação ao irmão, aí o negócio fica chato, mas fica insuportável quando o Yousuke aparece, o anime decai em níveis alarmantes.
Nesse sentido, podiam só focar na eletricidade mesmo, porque o resto não é interessante.
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Faço uma menção ao vilão da trama, porque ele é PÉSSIMO.
O Yousuke é um personagem muito chato de acompanhar. Qualquer personagem que ande desgovernado pela história sem ter o mínimo de limites, principalmente dados pelo protagonista, é irritante e satura muito a história.
Essa falta de limites do vilão torna a narrativa insuportável. Mas o problema maior é que nada disso agrega no desenvolvimento da história, o que torna exaustivo de acompanhar.
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Aí quando chegamos no final, parecendo que não tem como piorar, eles dobram a aposta.
O Yousuke ficou 11 episódios perseguindo o Kihachi para conseguir a merda do catálogo, algo que foi deixado pelo irmão dele para ele. Não mediu esforços para conseguir o que queria, para DO NADA os dois começarem a trabalhar juntos no episódio 12 porque o cara não sabe o que fazer com ele?
O cara que pisou em todas as memórias e existências possíveis, chantageou a família da Inako para conseguir o catálogo. Mas o imbecil do protagonista não vai imaginar que ele vai fazer alguma merda.
Aí ele constrói a merda do cérebro elétrico sabendo as motivações do Yousuke e com o discurso de que ele "não vai deixar isso acontecer", sendo que ficou 11 episódios sem conseguir fazer NADA contra o cara.
É simplesmente bizarro, irritante e revoltante o quão ruim essa história é.
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As vezes dá a sensação de que tudo que está relacionado ao desenvolvimento elétrico não tem relação com algo real dos protagonistas, mas como um mero adereço narrativo...
Como a criação do avião, que tem relação com salvar o Yousuke, tirando todo o potencial dramático e performático que isso poderia causar.
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E me revolta saber que poderíamos ter terminado o anime com a morte do Yousuke, mas os caras preferiram seguir a linha shounem abestalhado com o Kihachi (O santo do bom coração) salvando o cara.
O anime tinha um potencial gigantesco para ser memorável. A proposta é ótima, com algo bem diferente do convencional. Além de uma animação muito bonita.
Mas o pouco foco no desenvolvimento elétrico e o excessivo direcionamento nessa perseguição merda do Yousuke e esse catálogo, estragaram o anime.
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Esse anime começa bem e vai desandando, perde completamente o rumo. No geral, é uma merda.
Muito bonito, diga-se de passagem, mas uma merda bonita.
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Nota: 5.8/10
Daemons do Reino das Sombras
3.8 10 Assista AgoraEsse é aquele famoso tipo de anime "festival de promessas".
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Não é um anime ruim, mas está longe de ser interessante. Ele promete muita coisa, mas não entrega quase nada durante 24 exaustivos episódios.
Ele acaba agradando as massas por ser um shounem super genérico e com zilhões de lutas cheios de efeitos e coreografias, porque quando você olha para o que foi realmente contado, aí fica devendo bastante, tanto na quantidade quanto na qualidade.
O anime é um eterno meme do pica-pau 'e la vamos nós', mas nunca vai.
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O anime parece dinâmico pela aceleração dos acontecimentos, mas muitos deles não possuem significado relevante e/ou acrescentam algo na história. O anime passa muito tempo apresentando uma cacetada de personagens e tsugais e esquece de mostrar a que veio.
Me incomoda muito produções que possuem vários pontos de vista e todos os personagens ficam nesse joguinho de quem é o bonzinho da história e uma forçação de barra em querer que um dos lados aceite tudo de boa sem explicações. E isso fica ainda mais chato quando eles incluem o público.
O anime tem boas cenas de luta, uma ambientação bem interessante, mas falta história e explicações, você é jogado em um zilhão de informações só pra ficar tentando criar questionamentos, o que acaba cansando conforme o anime avança, porque fica só nisso.
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O anime nem é tão ruim de assistir, mas as vezes parece um amontoado matança e não sai disso. Esse anime parece um grande fight Simulator.
Acaba que o anime se torna fraco porque a história não é bem contada e o desenvolvimento de tudo é péssimo.
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Porque além de ficarem só empurrando coisa e anexando personagens, os poucos que tem acabam não tendo um direcionamento.
Isso de ficar reciclando vilão me incomoda bastante, os caras sempre fugindo de situações que não deveriam fugir, não morrendo em situações que deveriam morrer. É cansativo de acompanhar
No fim, parece que toda situação não serve de nada, porque nada relevante nunca acontece, fica apenas andando em círculos em situações repetidas.
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É um anime é ruim? não, só é pouco simpático, os personagens não tem muito carisma, são genéricos em uma história genérica.
Além disso, parece que o anime não vai pra lugar algum e nem ta tentando ir.
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Nota: 6.4/10
Tensei shitara Slime Datta Ken (4ª Temporada)
3.8 2 Assista AgoraFoi uma boa temporada, principalmente se levarmos em consideração que já é a 4ª e cada uma tem 24 episódios, estamos com quase 100 episódios e tivemos um bom avanço.
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Gosto do direcionamento dessa temporada, principalmente na resolução de situações tão antigas quanto a da Shizue.
Mas me incomodou bastante os vilões dessa temporada, porque foi tudo muito 'expectativa x realidade'.
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Por mais que a gente saiba que NENHUM vilão é muito poderoso em Tensei Shitara e que eles não conseguem criar a ideia de que o Rimuru está passando dificuldades reais.
Sinto que aqui a coisa desandou um pouco, porque os dois personagens são muito ruins, tanto a Maricota quanto o Granvelho. Os dois personagens criaram uma temporada extremamente centrada neles para não conseguir corresponder em NADA.
No mais, a reta final foi legal, o desenvolvimento da história também, mas as lutas eu achei bem ruins.
Maricota e Granvelho simplesmente não serviram pra nada.
O Yuuki e os subordinados indo embora de boa e do nada é um pouco irritante, é aquele personagem que querem que seja o boss final e ficam arrastando o máximo que dá.
A Chronoa acordou, se transformou, foi andando até o local onde Rimuru estava só pra lutar contra ele, mas não atacou o Yuuki e os subordinados (Só mais pra frente pra dizer que ela era "descontrolada").
No episódio final é explicado que a Chronoa é uma versão surtada pós-morte do Rimuru. Nesse sentido, se o Rimuru está vivo e na frente dela, qual o sentido dela não voltar ao normal e/ou atacar ele? Porque nas memórias ficou claro que ela conhecia até a forma humana dele.
Além disso, acho que falta a sensação de que algo realmente pode acontecer, porque nunca existem baixas no lado do bem. Os caras trouxeram até a Shizue dos confins da temporada 1 e ressuscitaram a Hinata, sendo que poderiam muito bem ter deixado a Hinata morrer nessa temporada, seria uma boa morte para o momento.
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Queria entender um pouco melhor a questão da linha temporal apresentada na história da Shizue/Chloe/Chronoa.
Compreendi que consideraram apenas a "alma" como a de uma única pessoa, mas ainda acho que a separação das personagens e a existencia dos corpos ficou mal explicada, principalmente pela explicação que deram no final sobre a Chronoa existir como um "surto" da Chloe pela morte do Rimuru.
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Foi uma boa temporada, com uma reta final boa, mas um episódio final bem esquecível com essa forçação de barra em cima do Granvelho.
Nota: 7.0/10
Attack on Titan: Episódios Especiais
4.0 1Resetaram a pagina desse OVA? deviam ter unificado.
Net-juu no Susume
4.0 13Achei o anime ruim? não, mas está longe de ter me agradado minimamente.
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Achei que o anime tem pouca progressão de história e sem desenvolvimento relevante. Sinto que o anime é pouco simpático, os personagens são bem tontos e a história meio sem história.
No fim, foram 8 episódios de enrolação até eles de fato se falarem e descobrirem quem são... Isso em um anime de 10 episódios. Achei meio arrastado, principalmente porque não houve nada de muito relevante nesses 8 episódios.
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O anime não me convence. Acredito que eles não estarem no jogo de verdade tira muito o brilho, porque né, a menina manda um "falei sem pensar", sendo que ela precisou escrever uma porra de uma frase inteira e apertar o enter pra enviar no chat.
Além disso, achei o maior drama por conta de uma mudança de gênero em personagens de um joguinho.
E vi um povo debatendo sobre isso dos gêneros dos personagens e falando de BISSEXUALIDADE, sendo que...
Primeiro: É super normal as pessoas mudarem de gênero nos jogos;
Segundo: Falar de BISSEXUALIDADE em uma PRODUÇÃO JAPONESA que não mostrou nem beijo hetero é pra foder mesmo.
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É aquilo, não é um anime ruim, mas é meio agua de salsicha, não tem nada de relevante, personagens bobos e apáticos e não tem história relevante e que seja desenvolvida, o jogo é completamente ignorado e se torna apenas um segundo plano.
Nota: 5.9/10
Parede de Gelo (1ª Temporada)
4.1 5 Assista AgoraAcho o anime ruim? não, mas confesso que não consegui me afeiçoar pela história e nem pelos personagens. Tudo acabou ficando ainda mais intensificado quando descobri que essa história é da mesma criadora de Seihantai na Kimi to Boku e eles se passam no mesmo universo, aí foi impossível não comparar.
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Eu não gosto muito dos personagens, acho que a história empaca de mais e as coisas não desenvolvem, ficam rodando em círculos por 14 episódios e finalizam no jeito que finalizaram...
Minato é insuportável durante boa parte do episódio e só fica melhorzinho conforme vai progredindo e a Koyuki começa a se aproximar mais dele, porque ele é extremamente inconveniente.
Acho que demoraram de mais para direcionar os "casais", com essa aproximação inicial do Youta e da Koyuki, principalmente porque o Youta é um personagem infinitamente mais atrativo que o Minato.
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Acho a história da Koyuki interessante, mas os romances da história não me agradaram, principalmente quando eu analiso Seihantai na Kimi to Boku, que tem personagens bem mais atrativos, inclusive os secundários, que em vários momentos são até mais legais que os protagonistas.
Também me incomoda o fato do negócio não andar, são 14 episódios de gente se lamentando o tempo inteiro e ninguém fazendo nada.
Acho que só tankei esse anime porque vi dublado, legendado acho que teria dropado. Mas ele não é ruim, compreendo o povo que curtiu, só não me agradou mesmo.
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Nota: 6.5/10
Tsue to Tsurugi no Wistoria (2ª Temporada)
4.1 4 Assista AgoraAssim, é inovador e revolucionário? Não.
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Eu simpático com o anime porque gosto de animes desse universo da magia, principalmente com o plus de escola, mas é inegável que o roteiro é fraco, repetitivo, clichê e cansativo.
É aquele famoso padrão bem saturado do protagonista que é o fracotão e descobre ser o mais fodão e bla bla bla.
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Me incomoda de mais a insistência em sempre forçar as coisas em cima do personagem principal, porque assim, é legal ver o protagonista ultrapassar algumas barreiras, vencer a negatividade dos adversários e humilhar alguns inimigos, mas quando isso é incorporado em absolutamente TODOS os caminhos do protagonista, todo passo que ele dá segue o mesmo padrão, cansa de mais assistir.
Digo isso mais pela situação patética sobre ele subir a torre, porque não deveria nem ser questionado. O rapaz salvou todo mundo dias atrás e mostrou um poder que nem todos os magos juntos conseguiram, incluindo os professores.
Eu entendo que o mundo em que eles vivem é forçado a acreditar que a magia é algo acima de tudo e todos e bla bla bla, mas existem situações que são tão forçadas que tornam a narrativa pouco crível, porque assim, ele já demonstrou várias vezes, NA PRÁTICA, que é mais forte que a maioria dos magos.
Tanto é que queria fazer experimentos para compreender o poder dele... O que leva a ideia de que existe algo ali que, mesmo desconhecido, ainda é percebível como algo poderoso.
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Acredito que a insistência em inferiorizar o Will o tempo todo é muito chato e perde muito do potencial da história.
Porque assim, independente do que se considera magia, o fato de ele conseguir utilizar o elemento em suas armas também pode ser considerada uma magia, precisa de algum tipo de técnica e manipulação do elemento para que consiga fazer isso, mas a forma simplista com que utilizam o conceito de magia no anime acaba deixando as coisas bem forçadas.
No fim, o anime cria a ideia de que a magia é só o que espirra da varinha...
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Não vejo muita diferença entre as duas temporadas, acredito que teve um salto na história, mas o anime ainda se agarra de mais em uma construção conveniente e repetitiva.
Além disso, foi um final patético, horripilante, frustrante e broxante.
Nota: 6.7/10
Dr. Stone (4ª Temporada - Parte 3)
3.8 10Eu nem sabia que essa era a última temporada do anime, foi uma grande surpresa chegar no último episódio e ver o povo falando que tinha acabado kkkk
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Não diria que foi um anime ruim, apenas que ele foi descaindo conforme a história foi progredindo, porque além de embarcar completamente no nonsense, eles perderam muito do que deixava a trama legal com a facilidade com que eles estavam conseguindo fazer tudo, inclusive viajar pelo mundo. Esse era um dos pontos mais legais do anime.
Sinto que o anime foi perdendo o fôlego com essa facilidade e com a falta de história nessa reta final. Digo isso porque se analisarmos essa season finale, os caras, mesmo com erros, fizeram um foguete em 10 minutos de episódio, algo que demoraria uns bons episódios para ser feito, tirando totalmente a sensação de progressão com o tempo.
O elemento principal desse anime são as descobertas e construções, se isso não gera mais o entusiasmo de antes, a base do anime se diluiu.
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E é inegável que foi um final frustrante, tanto pela existência dos parasitas quanto pela resolução, porque assim, foram 94 episódios, o negócio merecia um final melhor.
Além disso, o anime também teve um direcionamento bem ruim da história e o famoso final com casamentos e relacionamentos que não foram desenvolvidos em 94 episódios, sendo colocado quase como uma forma de contemplar tempo de tela.
Mesmo compreendendo que geralmente as histórias terminam mal, que é difícil sustentar um bom final que agrade e tal, esse aqui foi bem fraquinho.
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Foi um anime até legalzinho de acompanhar, com uma progressão que decaiu bastante a qualidade e um final bem frustrante, mas foi uma jornada legal, tem coisas piores por aí.
Nota: 6.1/10
Saikyou no Ousama, Nidome no Jinsei wa Nani wo Suru? …
2.9 3 Assista AgoraE tivemos o retorno do desquerido.
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O anime, no geral, já é ruim, qual a necessidade de ficar lançando uns fillers ruins? sendo que o manhwa tem bastante história e o anime não ta com cara de que vai conseguir acompanhar.
O negócio deu certo porque a história e a condução dela são boa. Tirar o que fez ela ser amada é pedir para que o negócio fracasse de forma colossal.
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Outra questão, além das mudanças na história, são as mudanças nos personagens e na forma de interação entre eles. Foi péssimo e direciona para vários problemas narrativos que ficaram desconexos.
Não compreendo real as mudanças no anime, porque elas não acrescentam nada de relevante e modificam coisas que podem dar problema lá na frente (mesmo que não exista uma frente muito longa).
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Esse anime e principalmente essa temporada podem ser definidos como um amontoado de filler ruim, com luta pavorosa e zilhões de cenas estáticas com brilhinho.
Esse anime é uma completa esculhambação. Depois o Japão vem chorar e dizer que a indústria de animes está em crise. Mas é claro, gastando dinheiro pra produzir duas temporadas de merdas como essas, não tem indústria que aguente.
Temporada horrível e uma produção pavorosa.
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Nota: 3.2/10
A Esposa do Meu Marido
4.3 56 Assista AgoraNão acho que seja um dorama ruim, acredito apenas que quiseram mais do que de fato conseguiriam entregar.
O dorama trata de vingança, algo que se espera, no mínimo, uma personagem que esteja disposta a fazer algumas coisas não tão "morais", mas isso não é muito o que a Ji-Won entrega. Sinto que a personagem principal se limita a carão e frase de efeito e não consegue de fato fazer nada muito relevante por boa parte da trama, o que seria aceitável em uma novela de 150 episódios, mas não em um dorama/série de apenas 16. Além disso, a Ji-Won é uma personagem que vendem como autônoma, que quer lutar por suas coisas e refazer sua vida, mas segue o clichê da mocinha que precisa ser salva o tempo inteiro e que nunca consegue entregar NADA nos momentos mais importantes da trama.
Outra questão importante é a facilidade com que a narrativa, que se arrasta em alguns momentos, muda quando é conveniente. Como todo o drama com o avô.
Nesse sentido, sinto que todos os pontos que conectam a história principal são meros detalhes na narrativa e acabam, pela falta de profundidade, não tendo o impacto que poderiam ter tido. É uma história superficial que se escora na performance para sustentar tramas importantes e não consegue justificar muito do que tentou apresentar.
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Por exemplo:
A cena das meninas no restaurante do Eun-ho foi muito legal e teria sido incrível acompanhar uma história de amizade delas com subtramas e o relacionamento amoroso delas também sendo desenvolvido, mas foi uma pena que trocaram tudo isso para focar DE MAIS no Min-hwan, na Su-min e na Yoo Ra.
Compreendo que eles eram os vilões da história, mas é inegável que ficou exaustivo e excessivo muitas aparições deles, em que muitas vezes eram apenas diálogos repetidos e tramas recicladas, porque não houve de fato uma grande progressão. Além disso, a entrada da Yoo Ra foi completamente desnecessária, porque além de não trazer nenhuma novidade, o pouco de coisas que trouxe, não serviu pra nada.
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Sinto também que o "efeito borboleta" desse retorno dela é meio confuso e o dorama não se importa muito em explicar para poder continuar a fazer o que quiser.
Digo isso porque a mudança ela não é linear, o futuro não muda, apenas muda com quem ele vai acontecer, mas também não fica claro os critérios da mudança, principalmente porque algumas situações tem relação direta com outras, nesse sentido, se uma não acontece, a outra também não deveria acontecer.
Digo isso principalmente pela situação da morte do Ji Hyuk, porque na história ele morre após a morte da Ji-Won e isso acontece justamente pela forma como as coisas acontecem e como ele fica após todos os acontecimentos, mas, com a 'não morte' da Ji-Won, qual o critério para a morte dele acontecer e/ou mudar para outra pessoa?
Compreendo que ele pode ter criado a ideia de que o futuro não muda, que os acontecimentos precisam ocorrer e tal, poderiam explicar melhor, porque se as situações precisam acontecer, alguém precisaria casar com o Ji-Hyuk se se separar dele, como a Yoo Ra, porque ela mudaria o futuro da vida que ela roubou e os outros não?
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Foi um final básico, com resoluções convenientes e uma tentativa de fechar direitinho a história. E Pelo que foi apresentado, acredito que apenas 10 episódios já seriam suficientes.
Nota: 6.3/10
Tongari Boushi no Atelier
4.2 14 Assista AgoraE chegou ao fim o diamante da temporada <3
Esse anime é muito bonito, tem uma animação linda, sem excesso de brilho e cor, além de um design de personagem lindíssimo.
Vale ressaltar que o design do meu marido Qifrey está magnífico.
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Acho a premissa interessante, mas gosto ainda mais de como a história vai desenvolvendo sem apressar nada. A amizade delas vai se aprofundando episódio por episódio, a partir dos eventos que acontecem na vida delas.
E é incrível como TODOS os personagens tem uma essência, mesmo que tenham pouco tempo de tela, você sente que não é só um NPC. Digo isso principalmente pelo Tartah, que conseguiu, com pouco tempo de tela, demonstrar uma profundidade maior que muitos protagonistas de animes por ai.
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É indiscutivelmente um dos melhores animes do ano, tudo nele é bem feito e bem desenvolvido, sem pressa pra agradar quem quer apenas anime de lutinha.
Tem uma história envolvente, um universo muito bem construído, personagens carismáticos, um design magnífico e uma animação primorosa.
As cenas de luta do Qifrey são SENSACIONAIS.
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Que venha a season 2
Nota: 8.3/10
NIPPON SANGOKU: A Guerra das Três Nações
4.2 8 Assista AgoraÉ um anime realmente bonito, com uma arte que enche os olhos, mas sinto que fica só nisso mesmo.
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É um anime que tem uma história com muito potencial, mas acho os ganchos e as viradas bem clichês e genéricos, que acabam deixando tudo bem qualquer coisa.
Tudo isso cria uma apatia na narrativa, com pouco ânimo na produção, com personagens sem muito carisma e uma história que destoa muito daquilo que se espera.
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Sinto que existe uma necessidade excessiva de forçar uma antipatia e ódio pelo Denki Taira e acabam deixando de focar no desenvolvimento dos outros personagens e da história em si.
Também me incomoda bastante a falta de foco no Aoteru e Yoshitsune, que só conversam nos episódios e nada muito interessante vem deles. Digo isso porque é a cara deles que vendeu o anime, mas eles estão longe de ser minimamente relevantes.
Sinto que isso acabou me distanciando da narrativa, porque mesmo tendo coisas grandes e dramáticas, a falta de um envolvimento com os personagens me fez distanciar de tudo e não ter um apreço por nada e nem torcer por eles.
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Desde a virada da história, acho que o anime tem uma boa ambientação e proposta, mas não sinto que houve um bom desenvolvimento do lado do Misumi, não algo que complemente as cenas pós morte da esposa dele.
É um anime interessante, mas parece que o marketing é diferente da entrega.
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Nota: 6.3/10
Akane-banashi
3.7 4 Assista AgoraEssa foi uma grata surpresa nessa temporada.
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Akane-Banashi é um anime muito interessante e te prende em cada episódio, tem uma animação muito bonita, bons personagens e as passagens do Rakugou são fantásticas.
Tenho algumas questões relacionadas a forma como algumas questões foram abordadas, mas no geral foi muito bom de acompanhar.
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Algo que me deixou um pouco frustrado foi o foco da Akane...
Essa necessidade de mostrar para o velho e, indiretamente, querer a aprovação dele, me deu uma cansada. Além disso, o episódio em que eles conversam é um pouco frustrante, porque não dá muito de aceitar a resposta dele como algo válido para a expulsão em massa.
Mas foi bom que isso já foi resolvido nessa season e não vai ficar se arrastando, agora é só correr pro abraço.
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Agora espero que sigamos esse universo com mais intensidade a partir da season 2.
Nota: 7.8/10
Ganbare! Nakamura-kun!!
4.2 10 Assista AgoraAnime de gay se humilhando por hétero. Isso já é uma questão na vida de tantos LGBTs sobre se apaixonar por meninos héteros e tudo o que vem junto com isso que não sei se o salto final foi tão atrativo.
Achei realmente que sairia alguma coisa, mas no fim é mais uma vez o Japão e as fujoshis fazendo o que sabem fazer de melhor, um belo bait pra saciar as idealizações delas.
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Ganbare é um anime divertidinho de acompanhar pq o Nakamura é muito agraçadinho, mas ainda estou pensando se é realmente isso ou se a dublagem em português com localização fez a diferença, pq ela foi realmente muito boa.
Compreendo algumas pessoas gostarem e não acho isso um problema, mas para mim, a incomodação está em uma narrativa fantasiosa e pouco empática de uma realidade LGBTQIAPN+ muito comum, a paixão por meninos héteros. No fim, a narrativa segue apenas como uma sequencia de humilhações de um homem gay e pouco se importa em compreender e desenvolver esses sentimentos e/ou essas situações.
Mesmo compreendendo que essa pode não ter sido a intenção da criadora, pouco importa, visto que ela decidiu lançar a obra e, a partir disso, cada telespectador e leitor tem abertura para vivenciar e sentir as coisas de forma diferente.
Nesse sentido, o problema não é a ausência de reciprocidade. O problema é que a paixão não correspondida do Nakamura existe mais como dispositivo cômico do que como experiência emocional. O Nakamura passa grande parte da narrativa idealizando um relacionamento, fracassando repetidas vezes e se colocando em situações constrangedoras, enquanto a história raramente discute o que significa emocionalmente estar preso a alguém que talvez nunca possa corresponder aos seus sentimentos.
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No fim, o anime parece não se importar tanto com uma história sobre um romance entre dois garotos, mas sobre a experiência de um garoto gay preso à fantasia de um romance que talvez nem exista.
E é aqui que vem minha principal crítica a falta de empatia na narrativa.
Não vejo problema em não existir um romance real, mas pela limitação dos sentimentos LGBTs como mero adereço narrativo que foca-se, geralmente, em comédia e/ou constrangimento e nunca em uma experiência de desenvolvimento real.
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Compreendo que nem toda obra precise ter significado e gerar desenvolvimento e evolução, mas a questão é, existem poucas referências em produções LGBTs e isso causa pouco acesso a desenvolvimento de uma comunidade sobre autoconhecimento e aceitação.
Além disso, é importante pontuar sobre a questão da finalização da obra. Na forma como está acontecendo e como parece que as pessoas assistem, a história precisa finalizar com os dois juntos, não por uma estrutura narrativa, mas como uma compensação do investimento emocional do leitor/telespectador durante os anos.
O problema não está em uma obra ser fantasiosa. O problema está em uma fantasia se tornar tão dominante que passa a ocupar o espaço de narrativas que poderiam explorar a mesma experiência com mais profundidade, complexidade e humanidade.
Porque se não existe complexidade narrativa, não existem muitos finais possíveis além do que foi idealizado durante toda a história. E Ganbare não apresenta um desenvolvimento e complexidade que justifiquem um final diferente do idealizado.
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Durante toda a narrativa você acaba acompanhando o sofrimento, a ansiedade e a expectativa do Nakamura, o que faz com que você espere que esse investimento produza uma recompensa, que aqui é vendida como o 'romance'.
Digo tudo isso porque no direcionamento que a história está tomando, o público não está sendo preparado para uma diversidade de finais, já que está sendo condicionado a esperar algo que parece óbvio na narrativa, o romance.
Nós vemos a narrativa apenas a partir da ótica do Nakamura, o que limita a complexidade da história e nos induz a seguir apenas a idealização do protagonista. Se a história passa quase todo o tempo prometendo romance, sem desenvolver muito mais além disso, o romance se torna a única resolução que a narrativa prepara o espectador.
Basicamente, na forma que a história está sendo contada, um final romântico seria a única recompensa capaz de sustentar tudo o que está sendo apresentado.
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Para aqueles que não irão gostar da minha análise, só reflitam sobre essa pergunta: se a história terminasse exatamente como terminou o episódio 12/13, sem os dois juntos, vocês considerariam esse um final satisfatório?
Se a resposta for não, por quê?
Minha questão não é defender que eles precisem ficar juntos, pelo contrário, o ponto é refletir se a narrativa construiu alternativas emocionalmente satisfatórias para além do romance ou se, durante toda a obra, condicionou o público a enxergar a união dos dois como a única recompensa possível.
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Nota: 7.5/10
Yellowstone (1ª Temporada)
4.1 103 Assista Agora~Tem spoiler, mas não fechei pq é uma frase no meio de um paragrafo~
Resolvi assistir a série por conta de um corte que vi no youtube, mas nem lembro qual era :(
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Até o momento não é uma série que eu diria "woow, amei", mas é boa de assistir. Sinto que ainda falta dar uma engrenada na história e nos personagens, não consegui me apegar em ninguém e a história, no geral, me soou desinteressante.
Algo que me deixa consideravelmente reflexivo é em como as pessoas pesam diferente a Beth, o Kacey e o Jamie. Os três tem atitudes similares, mas apenas a Beth é a que toma os rajadões e críticas, como se o fato de ela ser mulher a obrigasse a ser a mais "adulta" de todos, sendo que, se analisar bem, ela é a que tem mais motivos para ser destrutiva do jeito que é, porque foi a que cresceu com um trauma muito pesado, que foi o de ser a "assassina da mãe".
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Kacey é o típico filho rebelde de rico, que sai por aí fazendo um milhão de merdas porque sabe que o papai vai correndo resolver as cagadas dele.
Ele é tipo:
- "EU TE ODEIO, VOCÊ É O PIOR PAI DO MUNDO"
- "Então, você pode ficar com o Tate? To com uns problemas"..."MAS EU AINDA TE ODEIOOOOO"
- "E aproveitando, você pode me dar uma carona pra casa? to sem carro"... "MAS EU AINDA NÃO GOSTO DE VOCÊ".
O cara só faz cagada, sai matando gente adoidado pela cidade, vive com problemas até o pescoço e age como se o pai fosse a pior pessoa do mundo, sendo que ele barganha de todos os privilégios que o sobrenome dele produz.
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O Jamie é o típico filho que quer ser escolhido pelo pai, ele tem essa necessidade de grandeza para mostrar pro pai que ele conseguiu ser "MAIOR QUE O PAI", sendo que TUDO o que ele conseguiu na vida foi com um empurrão do sobrenome DUTTON.
Eu diria que ele é tipo o Boninho, viveu na Globo a vida toda e achou que ele que era bom, mas na real é pq a emissora dava a plataforma pronta. Jamie é a mesma coisa, ele acha que é ótimo, mas Yellowstone deu todo o palanque pra ele.
-
Beth é destrutiva até a alma, quer fazer as pessoas sofrerem para que elas sintam 1/3 da dor que ela sente pelo que houve na sua infância. Ela é infantil, mas é a ÚNICA que luta verdadeiramente pela família e não em benefício próprio. Além disso, é a ÚNICA que tem consciência dos seus privilégios e os usa sabendo disso.
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No geral, adoro a Beth e acho que ela é uma ótima personagem, não porque é agradável, mas porque é a única que eu consigo aceitar a justificativa pelos atos, mesmo não concordando. E adoro vê-la em ação, porque ela é tão destrutiva que ela aparece no horizonte e já fica todo mundo de cabelo em pé com medo do que vai vir, isso se chama PODER.
O Kacey me incomoda um pouco por conta dessa aura protagonista heroica que tentaram colocar nele, sinto que ele destoa um pouco do tom da série, espero que dê uma melhorada nisso.
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Sobre os vaqueiros, eu esperava um brokeback mountain e recebi apenas casais héteros básicos. Ainda acho que o Jimmy tem mais química com o Walker do que a Beth.
Enfim, é uma série boa de acompanhar, mas ainda não me movimentou muito, acho que a história ainda é bem desinteressante e os personagens ainda não engataram, mas vamos lá.
Nota: 7.0/10
Hell Mode: Yarikomizuki no Gamer wa Hai Settei no Isekai …
3.0 2Eu estava querendo assistir um anime bem simples como esse, por isso resolvi pegar esse pra assistir.
É um anime que não tem nada de muita novidade, é bem clichê em tudo que se propõe e tudo aquilo que esse tipo de anime costuma entregar, o que é bom quando não se espera muita coisa.
E o fato de não ter ecchi e nem fanservice já dá bastante pontos para a obra kkkk
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O anime apresenta algumas inconsistências na história, como a indiferença de todos em relação as ações do Allen, que levam bastante tempo para começarem a ser percebidas.
Também não me agrada muito animes com personagem criança, me irrita um pouco o exagero de fazê-los muito fodas, gênios, incríveis, etc. Porque os problemas são sempre de gente grande e querem enfiar isso neles.
É só botar um adolescente/jovem adulto e vai ter o mesmo impacto narrativo.
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Sobre os bichos:
Acredito que seria mais legal se as invocações tivessem o design baseado na imaginação dele, sendo esse o motivo de serem como são. Poderiam ter o design padrão do mundo, mas algumas características, como óculos, capacete, roupa, cor, etc. baseados na imaginação do protagonista.
Além disso, o padrão de invocação poderia ter mais consistência e/ou alguma justificativa, seja um gosto pessoal ou padrão específico. Também poderiam limitar a quantidade de utilização de invocações, pelo menos nesse início com ele tão jovem.
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Algo que eu realmente gosto, é como eles vão desenvolvendo a história, pedrinha por pedrinha, trazendo realmente um desenvolvimento do personagem e da narrativa, isso da uma complexidade e profundidade bem legal para o anime.
Só acho que eles dão uma empacada muito grande com a entrada do Barão, mesmo tendo uma nova ambientação e personagens, não parece que existe uma progressão muito grande.
Gosto de como a temporada teve um desenvolvimento bem mais lento, mas bem mais complexo, trazendo uma profundidade bem legal para o Allen, a história, o mundo, as invocações.
Mas ainda acho que poderiam ter construído algum complemento para o Allen, porque ele ficou basicamente sozinho a temporada inteira, não houve uma construção de vínculo com o público que fosse legal.
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Enfim, é um anime bem básico e clichê, cuja animação vai decaindo episódio por episódio, mas é um anime que tem uma história atrativa e é até cativante.
Nota: 7.0/10
A Roda do Tempo (3ª Temporada)
3.6 33 Assista AgoraEu acho essa série um erro, não por ser ruim, pq ela tem uma proposta muito boa, mas é muito mal executada.
Se pudesse definir essa temporada, diria que ela fica 7 episódios e meio com draminhas bobos, gente chata flertando e protagonista enchendo a porra do saco, aí quando começa a ficar bom, acaba.
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São episódios desnecessariamente grandes, com um monte de coisa irrelevante, como os draminhas bobos dos personagens, as tramas da conspiração de gente irrelevante, os flertes dos personagens principais e a perturbação deles também, que enchem o saco o tempo inteiro, etc.
Os episódios contariam a mesma história em 30 minutos, se tirassem os excessos de coisa desnecessária.
Isso, somado com os personagens totalmente chatos, apáticos e sem carisma, já torna as tramas principais desinteressantes de acompanhar, imagina as secundárias.
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A história do dragão já não é mais tão atrativa, o personagem dramático e exaustivo de dragão, cansou.
Acredito que arrastaram de mais alguns dramas bobos e sem necessidade, que até poderiam fazer sentido nos livros, mas aqui está longe de ser atrativa. A série é exaustiva de acompanhar e foca em coisas pequenas e fica rodando em dramas semelhantes por 1 hora.
Se os personagens jovens fossem mais atrativos, a série seria mais legal de acompanhar, visto que o foco é gigantesco neles, pq sendo sincero? se tirar a Moiraine e o Lan a série acaba. E olha que a Moiraine ficou bem apagada essa temporada inteira.
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Não sei se a construção dos personagens segue fielmente os livros, mas acho real que deveriam ter feito uma repaginada nos personagens para a construção da série, pq todos os protagonistas são péssimos e nada atrativos de acompanhar.
1. A Nynaeve é uma chata inútil e escorada.
2. A Egwene virou expectadora, tanto de sonho quanto do Rand, ficou a season inteira olhando pra ele com cara de sofrida.
3. O Rand insuportável com isso de dragão, herói e bla bla bla.
4. O Perrin só teve destaque no episódio 7 e ficou enchendo a porra do saco com esse papo de herói o episódio inteiro.
5. O Matt apagadíssimo.
A Moiraine e o Lan são, indiscutivelmente, os melhores personagens dessa série, mas também foram apagadíssimos nessa temporada, o que fez decair MUITO a trama.
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A trama das Aes Sedais e da torre está insuportável de acompanhar, pq é aquilo, tramas de traição são até interessantes, mas quando só se tem isso e ela é dominada por personagem secundário e sem relevância narrativa, fica maçante.
A Elaida é um personagem que aparece na season 3 pra tomar a torre e TODAS as Aes Sedais relevantes não estão mais lá, incluindo a Alanna, a Verin, a Liandrin, etc. O que torna esse plot completamente irrelevante, pq como você torce contra ou a favor de alguém que você nem conhece?
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Acho as locações muito bonitas, mas não sinto que conseguem transmitir profundidade no mundo que criaram, não da pra sentir que o mundo deles é grande e/ou que eles estão distantes, etc.
Pq tipo, quando eles precisam viajar rápido, em uma cena eles estão em outro lugar, mas quando querem fingir profundidade, aí é um episódio andando em campo aberto.
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Enfim, eu acho que a série tem uma proposta muito boa e os livros devem ser muito bons, mas não acho que é bem executado e isso deve ser reflexo do motivo pelo qual foi cancelada, pq o público não conseguiu se afeiçoar com a história e os personagens pq é um amontoado de coisa boba que toma uma direção só no episódio final.
É muita performance para entregar algo tão ruim.
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Nota: 5.8/10
O Cavaleiro dos Sete Reinos (1ª Temporada)
4.2 196 Assista AgoraÉ uma série legalzinha de assistir, com um bom tempo por episódio, não tornando cansativo, mas apenas isso mesmo, nada aqui me chamou tanta atenção.
Gosto dos personagens principais, são simpáticos, engraçadinhos, mas a história deles não me ganhou tanto assim. Digo isso, pq sinto que faltou bastante desenvolvimento, logo que eles se juntaram o caos já se instaura e desanda tudo, não da tanto tempo para você acompanhá-los.
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Me choca bastante assistir as coisas dos Targaryens, pq é realmente complexo ver o quanto eles eram ruins, é sempre um pior que o outro, parece que competiam dentro da própria família sobre quem seria o pior da linhagem.
Danerys e Rhaenyra sempre serão as maiorais mesmo.
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No geral, gosto de como eles trabalham sobre essa ideia de que sempre existe uma hierarquia e os conceitos de certo e errado são definidos por quem detém o poder e funcionam apenas para aqueles que não os tem, pois aqueles que tem, fazem o que quiserem e só resta aceitar.
Além disso, acho interessante em como é bem fácil de visualizar a cascata de problemas por conta de uma decisão de um nobre, o negócio escalonou de forma absurda, o que mostra nossa impotência diante dos detentores do poder.
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É isso, uma série acompanhável.
Nota: 7.1/10