Achei o anime ruim? não, mas está longe de ter me agradado minimamente. ____________________________________
Achei que o anime tem pouca progressão de história e sem desenvolvimento relevante. Sinto que o anime é pouco simpático, os personagens são bem tontos e a história meio sem história.
No fim, foram 8 episódios de enrolação até eles de fato se falarem e descobrirem quem são... Isso em um anime de 10 episódios. Achei meio arrastado, principalmente porque não houve nada de muito relevante nesses 8 episódios.
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O anime não me convence. Acredito que eles não estarem no jogo de verdade tira muito o brilho, porque né, a menina manda um "falei sem pensar", sendo que ela precisou escrever uma porra de uma frase inteira e apertar o enter pra enviar no chat.
Além disso, achei o maior drama por conta de uma mudança de gênero em personagens de um joguinho.
E vi um povo debatendo sobre isso dos gêneros dos personagens e falando de BISSEXUALIDADE, sendo que...
Primeiro: É super normal as pessoas mudarem de gênero nos jogos; Segundo: Falar de BISSEXUALIDADE em uma PRODUÇÃO JAPONESA que não mostrou nem beijo hetero é pra foder mesmo. ____________________________________
É aquilo, não é um anime ruim, mas é meio agua de salsicha, não tem nada de relevante, personagens bobos e apáticos e não tem história relevante e que seja desenvolvida, o jogo é completamente ignorado e se torna apenas um segundo plano.
Acho o anime ruim? não, mas confesso que não consegui me afeiçoar pela história e nem pelos personagens. Tudo acabou ficando ainda mais intensificado quando descobri que essa história é da mesma criadora de Seihantai na Kimi to Boku e eles se passam no mesmo universo, aí foi impossível não comparar. ___________________________________
Eu não gosto muito dos personagens, acho que a história empaca de mais e as coisas não desenvolvem, ficam rodando em círculos por 14 episódios e finalizam no jeito que finalizaram...
Minato é insuportável durante boa parte do episódio e só fica melhorzinho conforme vai progredindo e a Koyuki começa a se aproximar mais dele, porque ele é extremamente inconveniente.
Acho que demoraram de mais para direcionar os "casais", com essa aproximação inicial do Youta e da Koyuki, principalmente porque o Youta é um personagem infinitamente mais atrativo que o Minato. ___________________________________
Acho a história da Koyuki interessante, mas os romances da história não me agradaram, principalmente quando eu analiso Seihantai na Kimi to Boku, que tem personagens bem mais atrativos, inclusive os secundários, que em vários momentos são até mais legais que os protagonistas.
Também me incomoda o fato do negócio não andar, são 14 episódios de gente se lamentando o tempo inteiro e ninguém fazendo nada.
Acho que só tankei esse anime porque vi dublado, legendado acho que teria dropado. Mas ele não é ruim, compreendo o povo que curtiu, só não me agradou mesmo. ___________________________________
Assim, é inovador e revolucionário? Não. _______________________________
Eu simpático com o anime porque gosto de animes desse universo da magia, principalmente com o plus de escola, mas é inegável que o roteiro é fraco, repetitivo, clichê e cansativo.
É aquele famoso padrão bem saturado do protagonista que é o fracotão e descobre ser o mais fodão e bla bla bla. _______________________________
Me incomoda de mais a insistência em sempre forçar as coisas em cima do personagem principal, porque assim, é legal ver o protagonista ultrapassar algumas barreiras, vencer a negatividade dos adversários e humilhar alguns inimigos, mas quando isso é incorporado em absolutamente TODOS os caminhos do protagonista, todo passo que ele dá segue o mesmo padrão, cansa de mais assistir.
Digo isso mais pela situação patética sobre ele subir a torre, porque não deveria nem ser questionado. O rapaz salvou todo mundo dias atrás e mostrou um poder que nem todos os magos juntos conseguiram, incluindo os professores.
Eu entendo que o mundo em que eles vivem é forçado a acreditar que a magia é algo acima de tudo e todos e bla bla bla, mas existem situações que são tão forçadas que tornam a narrativa pouco crível, porque assim, ele já demonstrou várias vezes, NA PRÁTICA, que é mais forte que a maioria dos magos.
Tanto é que queria fazer experimentos para compreender o poder dele... O que leva a ideia de que existe algo ali que, mesmo desconhecido, ainda é percebível como algo poderoso.
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Acredito que a insistência em inferiorizar o Will o tempo todo é muito chato e perde muito do potencial da história.
Porque assim, independente do que se considera magia, o fato de ele conseguir utilizar o elemento em suas armas também pode ser considerada uma magia, precisa de algum tipo de técnica e manipulação do elemento para que consiga fazer isso, mas a forma simplista com que utilizam o conceito de magia no anime acaba deixando as coisas bem forçadas.
No fim, o anime cria a ideia de que a magia é só o que espirra da varinha... _______________________________
Não vejo muita diferença entre as duas temporadas, acredito que teve um salto na história, mas o anime ainda se agarra de mais em uma construção conveniente e repetitiva.
Além disso, foi um final patético, horripilante, frustrante e broxante.
Eu nem sabia que essa era a última temporada do anime, foi uma grande surpresa chegar no último episódio e ver o povo falando que tinha acabado kkkk __________________________
Não diria que foi um anime ruim, apenas que ele foi descaindo conforme a história foi progredindo, porque além de embarcar completamente no nonsense, eles perderam muito do que deixava a trama legal com a facilidade com que eles estavam conseguindo fazer tudo, inclusive viajar pelo mundo. Esse era um dos pontos mais legais do anime.
Sinto que o anime foi perdendo o fôlego com essa facilidade e com a falta de história nessa reta final. Digo isso porque se analisarmos essa season finale, os caras, mesmo com erros, fizeram um foguete em 10 minutos de episódio, algo que demoraria uns bons episódios para ser feito, tirando totalmente a sensação de progressão com o tempo.
O elemento principal desse anime são as descobertas e construções, se isso não gera mais o entusiasmo de antes, a base do anime se diluiu. __________________________
E é inegável que foi um final frustrante, tanto pela existência dos parasitas quanto pela resolução, porque assim, foram 94 episódios, o negócio merecia um final melhor.
Além disso, o anime também teve um direcionamento bem ruim da história e o famoso final com casamentos e relacionamentos que não foram desenvolvidos em 94 episódios, sendo colocado quase como uma forma de contemplar tempo de tela.
Mesmo compreendendo que geralmente as histórias terminam mal, que é difícil sustentar um bom final que agrade e tal, esse aqui foi bem fraquinho. __________________________
Foi um anime até legalzinho de acompanhar, com uma progressão que decaiu bastante a qualidade e um final bem frustrante, mas foi uma jornada legal, tem coisas piores por aí.
E tivemos o retorno do desquerido. ____________________________________
O anime, no geral, já é ruim, qual a necessidade de ficar lançando uns fillers ruins? sendo que o manhwa tem bastante história e o anime não ta com cara de que vai conseguir acompanhar.
O negócio deu certo porque a história e a condução dela são boa. Tirar o que fez ela ser amada é pedir para que o negócio fracasse de forma colossal. ____________________________________
Outra questão, além das mudanças na história, são as mudanças nos personagens e na forma de interação entre eles. Foi péssimo e direciona para vários problemas narrativos que ficaram desconexos.
Não compreendo real as mudanças no anime, porque elas não acrescentam nada de relevante e modificam coisas que podem dar problema lá na frente (mesmo que não exista uma frente muito longa). ____________________________________
Esse anime e principalmente essa temporada podem ser definidos como um amontoado de filler ruim, com luta pavorosa e zilhões de cenas estáticas com brilhinho.
Esse anime é uma completa esculhambação. Depois o Japão vem chorar e dizer que a indústria de animes está em crise. Mas é claro, gastando dinheiro pra produzir duas temporadas de merdas como essas, não tem indústria que aguente.
Temporada horrível e uma produção pavorosa. ____________________________________
Não acho que seja um dorama ruim, acredito apenas que quiseram mais do que de fato conseguiriam entregar.
O dorama trata de vingança, algo que se espera, no mínimo, uma personagem que esteja disposta a fazer algumas coisas não tão "morais", mas isso não é muito o que a Ji-Won entrega. Sinto que a personagem principal se limita a carão e frase de efeito e não consegue de fato fazer nada muito relevante por boa parte da trama, o que seria aceitável em uma novela de 150 episódios, mas não em um dorama/série de apenas 16. Além disso, a Ji-Won é uma personagem que vendem como autônoma, que quer lutar por suas coisas e refazer sua vida, mas segue o clichê da mocinha que precisa ser salva o tempo inteiro e que nunca consegue entregar NADA nos momentos mais importantes da trama.
Outra questão importante é a facilidade com que a narrativa, que se arrasta em alguns momentos, muda quando é conveniente. Como todo o drama com o avô.
Nesse sentido, sinto que todos os pontos que conectam a história principal são meros detalhes na narrativa e acabam, pela falta de profundidade, não tendo o impacto que poderiam ter tido. É uma história superficial que se escora na performance para sustentar tramas importantes e não consegue justificar muito do que tentou apresentar. _____________________________
A cena das meninas no restaurante do Eun-ho foi muito legal e teria sido incrível acompanhar uma história de amizade delas com subtramas e o relacionamento amoroso delas também sendo desenvolvido, mas foi uma pena que trocaram tudo isso para focar DE MAIS no Min-hwan, na Su-min e na Yoo Ra.
Compreendo que eles eram os vilões da história, mas é inegável que ficou exaustivo e excessivo muitas aparições deles, em que muitas vezes eram apenas diálogos repetidos e tramas recicladas, porque não houve de fato uma grande progressão. Além disso, a entrada da Yoo Ra foi completamente desnecessária, porque além de não trazer nenhuma novidade, o pouco de coisas que trouxe, não serviu pra nada. _____________________________
Sinto também que o "efeito borboleta" desse retorno dela é meio confuso e o dorama não se importa muito em explicar para poder continuar a fazer o que quiser.
Digo isso porque a mudança ela não é linear, o futuro não muda, apenas muda com quem ele vai acontecer, mas também não fica claro os critérios da mudança, principalmente porque algumas situações tem relação direta com outras, nesse sentido, se uma não acontece, a outra também não deveria acontecer.
Digo isso principalmente pela situação da morte do Ji Hyuk, porque na história ele morre após a morte da Ji-Won e isso acontece justamente pela forma como as coisas acontecem e como ele fica após todos os acontecimentos, mas, com a 'não morte' da Ji-Won, qual o critério para a morte dele acontecer e/ou mudar para outra pessoa?
Compreendo que ele pode ter criado a ideia de que o futuro não muda, que os acontecimentos precisam ocorrer e tal, poderiam explicar melhor, porque se as situações precisam acontecer, alguém precisaria casar com o Ji-Hyuk se se separar dele, como a Yoo Ra, porque ela mudaria o futuro da vida que ela roubou e os outros não?
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Foi um final básico, com resoluções convenientes e uma tentativa de fechar direitinho a história. E Pelo que foi apresentado, acredito que apenas 10 episódios já seriam suficientes.
Esse anime é muito bonito, tem uma animação linda, sem excesso de brilho e cor, além de um design de personagem lindíssimo.
Vale ressaltar que o design do meu marido Qifrey está magnífico. ________________________________________
Acho a premissa interessante, mas gosto ainda mais de como a história vai desenvolvendo sem apressar nada. A amizade delas vai se aprofundando episódio por episódio, a partir dos eventos que acontecem na vida delas.
E é incrível como TODOS os personagens tem uma essência, mesmo que tenham pouco tempo de tela, você sente que não é só um NPC. Digo isso principalmente pelo Tartah, que conseguiu, com pouco tempo de tela, demonstrar uma profundidade maior que muitos protagonistas de animes por ai. ________________________________________
É indiscutivelmente um dos melhores animes do ano, tudo nele é bem feito e bem desenvolvido, sem pressa pra agradar quem quer apenas anime de lutinha.
Tem uma história envolvente, um universo muito bem construído, personagens carismáticos, um design magnífico e uma animação primorosa.
As cenas de luta do Qifrey são SENSACIONAIS. ________________________________________
É um anime realmente bonito, com uma arte que enche os olhos, mas sinto que fica só nisso mesmo. ______________________________________________
É um anime que tem uma história com muito potencial, mas acho os ganchos e as viradas bem clichês e genéricos, que acabam deixando tudo bem qualquer coisa.
Tudo isso cria uma apatia na narrativa, com pouco ânimo na produção, com personagens sem muito carisma e uma história que destoa muito daquilo que se espera. ______________________________________________
Sinto que existe uma necessidade excessiva de forçar uma antipatia e ódio pelo Denki Taira e acabam deixando de focar no desenvolvimento dos outros personagens e da história em si.
Também me incomoda bastante a falta de foco no Aoteru e Yoshitsune, que só conversam nos episódios e nada muito interessante vem deles. Digo isso porque é a cara deles que vendeu o anime, mas eles estão longe de ser minimamente relevantes.
Sinto que isso acabou me distanciando da narrativa, porque mesmo tendo coisas grandes e dramáticas, a falta de um envolvimento com os personagens me fez distanciar de tudo e não ter um apreço por nada e nem torcer por eles. ______________________________________________
Desde a virada da história, acho que o anime tem uma boa ambientação e proposta, mas não sinto que houve um bom desenvolvimento do lado do Misumi, não algo que complemente as cenas pós morte da esposa dele.
É um anime interessante, mas parece que o marketing é diferente da entrega. ______________________________________________
Essa foi uma grata surpresa nessa temporada. ________________________
Akane-Banashi é um anime muito interessante e te prende em cada episódio, tem uma animação muito bonita, bons personagens e as passagens do Rakugou são fantásticas.
Tenho algumas questões relacionadas a forma como algumas questões foram abordadas, mas no geral foi muito bom de acompanhar. ________________________
Algo que me deixou um pouco frustrado foi o foco da Akane...
Essa necessidade de mostrar para o velho e, indiretamente, querer a aprovação dele, me deu uma cansada. Além disso, o episódio em que eles conversam é um pouco frustrante, porque não dá muito de aceitar a resposta dele como algo válido para a expulsão em massa.
Anime de gay se humilhando por hétero. Isso já é uma questão na vida de tantos LGBTs sobre se apaixonar por meninos héteros e tudo o que vem junto com isso que não sei se o salto final foi tão atrativo.
Achei realmente que sairia alguma coisa, mas no fim é mais uma vez o Japão e as fujoshis fazendo o que sabem fazer de melhor, um belo bait pra saciar as idealizações delas. _________________________________
Ganbare é um anime divertidinho de acompanhar pq o Nakamura é muito agraçadinho, mas ainda estou pensando se é realmente isso ou se a dublagem em português com localização fez a diferença, pq ela foi realmente muito boa.
Compreendo algumas pessoas gostarem e não acho isso um problema, mas para mim, a incomodação está em uma narrativa fantasiosa e pouco empática de uma realidade LGBTQIAPN+ muito comum, a paixão por meninos héteros. No fim, a narrativa segue apenas como uma sequencia de humilhações de um homem gay e pouco se importa em compreender e desenvolver esses sentimentos e/ou essas situações.
Mesmo compreendendo que essa pode não ter sido a intenção da criadora, pouco importa, visto que ela decidiu lançar a obra e, a partir disso, cada telespectador e leitor tem abertura para vivenciar e sentir as coisas de forma diferente.
Nesse sentido, o problema não é a ausência de reciprocidade. O problema é que a paixão não correspondida do Nakamura existe mais como dispositivo cômico do que como experiência emocional. O Nakamura passa grande parte da narrativa idealizando um relacionamento, fracassando repetidas vezes e se colocando em situações constrangedoras, enquanto a história raramente discute o que significa emocionalmente estar preso a alguém que talvez nunca possa corresponder aos seus sentimentos. _________________________________
No fim, o anime parece não se importar tanto com uma história sobre um romance entre dois garotos, mas sobre a experiência de um garoto gay preso à fantasia de um romance que talvez nem exista.
E é aqui que vem minha principal crítica a falta de empatia na narrativa.
Não vejo problema em não existir um romance real, mas pela limitação dos sentimentos LGBTs como mero adereço narrativo que foca-se, geralmente, em comédia e/ou constrangimento e nunca em uma experiência de desenvolvimento real. _________________________________
Compreendo que nem toda obra precise ter significado e gerar desenvolvimento e evolução, mas a questão é, existem poucas referências em produções LGBTs e isso causa pouco acesso a desenvolvimento de uma comunidade sobre autoconhecimento e aceitação.
Além disso, é importante pontuar sobre a questão da finalização da obra. Na forma como está acontecendo e como parece que as pessoas assistem, a história precisa finalizar com os dois juntos, não por uma estrutura narrativa, mas como uma compensação do investimento emocional do leitor/telespectador durante os anos.
O problema não está em uma obra ser fantasiosa. O problema está em uma fantasia se tornar tão dominante que passa a ocupar o espaço de narrativas que poderiam explorar a mesma experiência com mais profundidade, complexidade e humanidade.
Porque se não existe complexidade narrativa, não existem muitos finais possíveis além do que foi idealizado durante toda a história. E Ganbare não apresenta um desenvolvimento e complexidade que justifiquem um final diferente do idealizado. _________________________________
Durante toda a narrativa você acaba acompanhando o sofrimento, a ansiedade e a expectativa do Nakamura, o que faz com que você espere que esse investimento produza uma recompensa, que aqui é vendida como o 'romance'.
Digo tudo isso porque no direcionamento que a história está tomando, o público não está sendo preparado para uma diversidade de finais, já que está sendo condicionado a esperar algo que parece óbvio na narrativa, o romance.
Nós vemos a narrativa apenas a partir da ótica do Nakamura, o que limita a complexidade da história e nos induz a seguir apenas a idealização do protagonista. Se a história passa quase todo o tempo prometendo romance, sem desenvolver muito mais além disso, o romance se torna a única resolução que a narrativa prepara o espectador.
Basicamente, na forma que a história está sendo contada, um final romântico seria a única recompensa capaz de sustentar tudo o que está sendo apresentado. _________________________________
Para aqueles que não irão gostar da minha análise, só reflitam sobre essa pergunta: se a história terminasse exatamente como terminou o episódio 12/13, sem os dois juntos, vocês considerariam esse um final satisfatório?
Se a resposta for não, por quê?
Minha questão não é defender que eles precisem ficar juntos, pelo contrário, o ponto é refletir se a narrativa construiu alternativas emocionalmente satisfatórias para além do romance ou se, durante toda a obra, condicionou o público a enxergar a união dos dois como a única recompensa possível. _________________________________
~Tem spoiler, mas não fechei pq é uma frase no meio de um paragrafo~
Resolvi assistir a série por conta de um corte que vi no youtube, mas nem lembro qual era :( ________________________________________
Até o momento não é uma série que eu diria "woow, amei", mas é boa de assistir. Sinto que ainda falta dar uma engrenada na história e nos personagens, não consegui me apegar em ninguém e a história, no geral, me soou desinteressante.
Algo que me deixa consideravelmente reflexivo é em como as pessoas pesam diferente a Beth, o Kacey e o Jamie. Os três tem atitudes similares, mas apenas a Beth é a que toma os rajadões e críticas, como se o fato de ela ser mulher a obrigasse a ser a mais "adulta" de todos, sendo que, se analisar bem, ela é a que tem mais motivos para ser destrutiva do jeito que é, porque foi a que cresceu com um trauma muito pesado, que foi o de ser a "assassina da mãe". ________________________________________
Kacey é o típico filho rebelde de rico, que sai por aí fazendo um milhão de merdas porque sabe que o papai vai correndo resolver as cagadas dele.
Ele é tipo: - "EU TE ODEIO, VOCÊ É O PIOR PAI DO MUNDO" - "Então, você pode ficar com o Tate? To com uns problemas"..."MAS EU AINDA TE ODEIOOOOO" - "E aproveitando, você pode me dar uma carona pra casa? to sem carro"... "MAS EU AINDA NÃO GOSTO DE VOCÊ".
O cara só faz cagada, sai matando gente adoidado pela cidade, vive com problemas até o pescoço e age como se o pai fosse a pior pessoa do mundo, sendo que ele barganha de todos os privilégios que o sobrenome dele produz. - O Jamie é o típico filho que quer ser escolhido pelo pai, ele tem essa necessidade de grandeza para mostrar pro pai que ele conseguiu ser "MAIOR QUE O PAI", sendo que TUDO o que ele conseguiu na vida foi com um empurrão do sobrenome DUTTON.
Eu diria que ele é tipo o Boninho, viveu na Globo a vida toda e achou que ele que era bom, mas na real é pq a emissora dava a plataforma pronta. Jamie é a mesma coisa, ele acha que é ótimo, mas Yellowstone deu todo o palanque pra ele. - Beth é destrutiva até a alma, quer fazer as pessoas sofrerem para que elas sintam 1/3 da dor que ela sente pelo que houve na sua infância. Ela é infantil, mas é a ÚNICA que luta verdadeiramente pela família e não em benefício próprio. Além disso, é a ÚNICA que tem consciência dos seus privilégios e os usa sabendo disso. ________________________________________
No geral, adoro a Beth e acho que ela é uma ótima personagem, não porque é agradável, mas porque é a única que eu consigo aceitar a justificativa pelos atos, mesmo não concordando. E adoro vê-la em ação, porque ela é tão destrutiva que ela aparece no horizonte e já fica todo mundo de cabelo em pé com medo do que vai vir, isso se chama PODER.
O Kacey me incomoda um pouco por conta dessa aura protagonista heroica que tentaram colocar nele, sinto que ele destoa um pouco do tom da série, espero que dê uma melhorada nisso. ________________________________________
Sobre os vaqueiros, eu esperava um brokeback mountain e recebi apenas casais héteros básicos. Ainda acho que o Jimmy tem mais química com o Walker do que a Beth.
Enfim, é uma série boa de acompanhar, mas ainda não me movimentou muito, acho que a história ainda é bem desinteressante e os personagens ainda não engataram, mas vamos lá.
Eu estava querendo assistir um anime bem simples como esse, por isso resolvi pegar esse pra assistir.
É um anime que não tem nada de muita novidade, é bem clichê em tudo que se propõe e tudo aquilo que esse tipo de anime costuma entregar, o que é bom quando não se espera muita coisa.
E o fato de não ter ecchi e nem fanservice já dá bastante pontos para a obra kkkk _____________________________________________________
O anime apresenta algumas inconsistências na história, como a indiferença de todos em relação as ações do Allen, que levam bastante tempo para começarem a ser percebidas.
Também não me agrada muito animes com personagem criança, me irrita um pouco o exagero de fazê-los muito fodas, gênios, incríveis, etc. Porque os problemas são sempre de gente grande e querem enfiar isso neles.
É só botar um adolescente/jovem adulto e vai ter o mesmo impacto narrativo. _____________________________________________________
Sobre os bichos:
Acredito que seria mais legal se as invocações tivessem o design baseado na imaginação dele, sendo esse o motivo de serem como são. Poderiam ter o design padrão do mundo, mas algumas características, como óculos, capacete, roupa, cor, etc. baseados na imaginação do protagonista.
Além disso, o padrão de invocação poderia ter mais consistência e/ou alguma justificativa, seja um gosto pessoal ou padrão específico. Também poderiam limitar a quantidade de utilização de invocações, pelo menos nesse início com ele tão jovem. _____________________________________________________
Algo que eu realmente gosto, é como eles vão desenvolvendo a história, pedrinha por pedrinha, trazendo realmente um desenvolvimento do personagem e da narrativa, isso da uma complexidade e profundidade bem legal para o anime.
Só acho que eles dão uma empacada muito grande com a entrada do Barão, mesmo tendo uma nova ambientação e personagens, não parece que existe uma progressão muito grande.
Gosto de como a temporada teve um desenvolvimento bem mais lento, mas bem mais complexo, trazendo uma profundidade bem legal para o Allen, a história, o mundo, as invocações.
Mas ainda acho que poderiam ter construído algum complemento para o Allen, porque ele ficou basicamente sozinho a temporada inteira, não houve uma construção de vínculo com o público que fosse legal. _____________________________________________________
Enfim, é um anime bem básico e clichê, cuja animação vai decaindo episódio por episódio, mas é um anime que tem uma história atrativa e é até cativante.
Eu acho essa série um erro, não por ser ruim, pq ela tem uma proposta muito boa, mas é muito mal executada.
Se pudesse definir essa temporada, diria que ela fica 7 episódios e meio com draminhas bobos, gente chata flertando e protagonista enchendo a porra do saco, aí quando começa a ficar bom, acaba. _________________________________________
São episódios desnecessariamente grandes, com um monte de coisa irrelevante, como os draminhas bobos dos personagens, as tramas da conspiração de gente irrelevante, os flertes dos personagens principais e a perturbação deles também, que enchem o saco o tempo inteiro, etc.
Os episódios contariam a mesma história em 30 minutos, se tirassem os excessos de coisa desnecessária.
Isso, somado com os personagens totalmente chatos, apáticos e sem carisma, já torna as tramas principais desinteressantes de acompanhar, imagina as secundárias. ________________________________________________________
A história do dragão já não é mais tão atrativa, o personagem dramático e exaustivo de dragão, cansou.
Acredito que arrastaram de mais alguns dramas bobos e sem necessidade, que até poderiam fazer sentido nos livros, mas aqui está longe de ser atrativa. A série é exaustiva de acompanhar e foca em coisas pequenas e fica rodando em dramas semelhantes por 1 hora.
Se os personagens jovens fossem mais atrativos, a série seria mais legal de acompanhar, visto que o foco é gigantesco neles, pq sendo sincero? se tirar a Moiraine e o Lan a série acaba. E olha que a Moiraine ficou bem apagada essa temporada inteira. ________________________________________________________
Não sei se a construção dos personagens segue fielmente os livros, mas acho real que deveriam ter feito uma repaginada nos personagens para a construção da série, pq todos os protagonistas são péssimos e nada atrativos de acompanhar.
1. A Nynaeve é uma chata inútil e escorada. 2. A Egwene virou expectadora, tanto de sonho quanto do Rand, ficou a season inteira olhando pra ele com cara de sofrida. 3. O Rand insuportável com isso de dragão, herói e bla bla bla. 4. O Perrin só teve destaque no episódio 7 e ficou enchendo a porra do saco com esse papo de herói o episódio inteiro. 5. O Matt apagadíssimo.
A Moiraine e o Lan são, indiscutivelmente, os melhores personagens dessa série, mas também foram apagadíssimos nessa temporada, o que fez decair MUITO a trama. _________________________________________
A trama das Aes Sedais e da torre está insuportável de acompanhar, pq é aquilo, tramas de traição são até interessantes, mas quando só se tem isso e ela é dominada por personagem secundário e sem relevância narrativa, fica maçante.
A Elaida é um personagem que aparece na season 3 pra tomar a torre e TODAS as Aes Sedais relevantes não estão mais lá, incluindo a Alanna, a Verin, a Liandrin, etc. O que torna esse plot completamente irrelevante, pq como você torce contra ou a favor de alguém que você nem conhece?
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Acho as locações muito bonitas, mas não sinto que conseguem transmitir profundidade no mundo que criaram, não da pra sentir que o mundo deles é grande e/ou que eles estão distantes, etc.
Pq tipo, quando eles precisam viajar rápido, em uma cena eles estão em outro lugar, mas quando querem fingir profundidade, aí é um episódio andando em campo aberto. _________________________________________
Enfim, eu acho que a série tem uma proposta muito boa e os livros devem ser muito bons, mas não acho que é bem executado e isso deve ser reflexo do motivo pelo qual foi cancelada, pq o público não conseguiu se afeiçoar com a história e os personagens pq é um amontoado de coisa boba que toma uma direção só no episódio final.
É muita performance para entregar algo tão ruim. _________________________________________
É uma série legalzinha de assistir, com um bom tempo por episódio, não tornando cansativo, mas apenas isso mesmo, nada aqui me chamou tanta atenção.
Gosto dos personagens principais, são simpáticos, engraçadinhos, mas a história deles não me ganhou tanto assim. Digo isso, pq sinto que faltou bastante desenvolvimento, logo que eles se juntaram o caos já se instaura e desanda tudo, não da tanto tempo para você acompanhá-los. ___________________________________________
Me choca bastante assistir as coisas dos Targaryens, pq é realmente complexo ver o quanto eles eram ruins, é sempre um pior que o outro, parece que competiam dentro da própria família sobre quem seria o pior da linhagem.
Danerys e Rhaenyra sempre serão as maiorais mesmo. ___________________________________________
No geral, gosto de como eles trabalham sobre essa ideia de que sempre existe uma hierarquia e os conceitos de certo e errado são definidos por quem detém o poder e funcionam apenas para aqueles que não os tem, pois aqueles que tem, fazem o que quiserem e só resta aceitar.
Além disso, acho interessante em como é bem fácil de visualizar a cascata de problemas por conta de uma decisão de um nobre, o negócio escalonou de forma absurda, o que mostra nossa impotência diante dos detentores do poder. ___________________________________________
E finalmente chegamos em uma segunda temporada, que foi desnecessariamente pequena, diga-se de passagem. ______________________________________________
É uma temporada que segue o padrão Frieren de slice of life de viagem, com uma luta aqui e outra acolá pra dar aquela emoção.
Eu gosto em como o mundo de Frieren apresenta profundidade, não apenas um protagonismo exagerado, existem pessoas importantes em suas regiões, em suas épocas, ou seja, as pessoas que abriram caminho para as gerações posteriores, mesmo que eles não tenham sido os "grandes heróis". ______________________________________________
E assim, eu acho muito legal quando vemos que TODOS os comportamentos da Frieren tem relação com o Himmel e ele acompanha ela até hoje por todos os lugares que ela passa e tudo que ela faz, é simplesmente SENSACIONAL.
E gostei do final da temporada, pq é algo muito Frieren, sem marketing barato pra sustentar audiência, apenas Frieren mesmo.
Esse é um dos melhores animes da temporada e um dos melhores animes que já assisti. _______________________________________
É até difícil falar/escrever sobre esse anime, pq cada cena, cada palavra e cada ação fazem parte de alguma reflexão interessante sobre a vida.
Algo que eu preciso falar é em como esse anime retrata o luto de uma forma interessante, fico besta em como eles conseguiram fazer cada parte ser tão importante quanto o todo. Além disso, é muito legal que não existe uma necessidade de forçar sentimentos e/ou frases bonitinhas pra justificar as coisas, é uma amostra clara de que tudo na vida é um processo individual, mesmo que seja vivido com mais de uma pessoa, pq cada situação é vivida a partir da ótica de quem está vivendo.
O anime é uma incrível amostra que vai além do luto, ele retrata o cotidiano de qualquer indivíduo, que vivencia os mesmos dilemas em situações similares ou diferentes, até pq, o luto é algo muito além de sentir a morte de uma pessoa, é o sentimento de perder algo, seja esse algo qualquer coisa que você tenha um sentimento. _______________________________________
Todos os personagens são fascinantes e conseguem transmitir alguma coisa nos momentos que aparecem, mesmo que pouco tempo.
Eu acho muito interessante como cada personagem tem suas dores e isso fica bem claro. É muito legal que eles deixam bem explicito essa ideia de que as dores são unitárias e que ninguém vai conseguir sentir aquilo que você sente e na intensidade que você sente, mesmo o motivo partindo do mesmo ponto, pq cada pessoa sente as coisas de uma forma diferente. _______________________________________
Mas algo que, para mim, foi fascinante nesse anime, é como o diálogo e as reflexões não pararam apenas no luto, mas se desenvolveram para dialogar sobre as expressões dos papeis sociais de masculino e feminino, como a cultura nos pressiona a seguirmos padrões existenciais e tudo o que destoa disso, acaba sendo excluído, seja direta ou indiretamente.
E esse sentimento fica claro no nome do anime "diário sobre a estrangeira".
Um estrangeiro é alguém que vai para um lugar diferente de sua origem, não conhece sua cultura e sua história. Um estrangeiro pode também ter relação direta com algo externo e exótico.
Basicamente, é a forma como as pessoas se sentem em vários momentos de suas vidas, como estrangeiros, como alguém que não faz parte daquele lugar que frequenta, daquele grupo, daquela família, etc. Mas vive uma vida em busca de pertencimento e existência, querendo saber onde que cabe.
No fim, todos somos parcialmente estrangeiros durante a nossa vida, vivendo em busca de alcançar as expectativas dos outros para nos sentirmos parte de algo.
E não existe nada mais solitário do que tentar preencher o vazio com a expectativa dos outros. _______________________________________
Esse anime nos faz refletir muito sobre a vida que a gente leva e/ou espera levar. Na busca para se sentir pertencente a algum lugar, a Minori não conseguiu ser. É triste pensar que uma pessoa levou uma vida inteira dentro de uma realidade criada para tentar fazer parte, mas que nunca se sentir parte de nada. A raiva da Makio parecer ser nada mais que uma frustração e raiva de si mesma por não conseguir ser o que não esperam dela.
Talvez a Minori até tentou ser uma 'boa mãe', mas quando começou a enxergar na Asa aquilo que ela queria ter e não conseguiu, retrocedeu ao momento do seu trauma e voltou ao embate. O que diferencia a Asa da Makio é que existe na Asa a hierarquia de ser a mãe e uma obediência plena, algo que aparentemente não houve com a Makio, pelo menos não na mesma intensidade.
Acho interessante em como a Asa parece uma construção mal acabada daquilo que a mãe dela se tornou, uma pessoa sem vontade própria e que segue tudo aquilo que mandam, mas como a mãe dela morreu antes disso se completar, ela está perdida sem saber quem ela realmente é.
Na morte dos pais, a Asa não perdeu apenas a mãe, mas a sensação de quem ela era, e que esse luto não é somente pelos pais, mas sobre a perda de si mesma.
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Mas uma das reflexões mais interessantes que o anime nos proporciona é sobre essa questão de papeis.
O anime fala de luto, mas não apenas o luto que envolve a morte, mas o luto e renascimento de tudo aquilo que atravessa a nossa existência, incluindo o luto da expectativa que se tem sobre as pessoas que não entregam o que estavam esperam delas.
Emiri já apresentou bastante indícios de não querer ser uma "dona de casa", mostrando muito claro na cena do café da manhã em que a mãe manda ela fazer a sua comida enquanto entrega a comida do pai na mesa, que ainda faz críticas a Makio por "beber cerveja fora do horário".
Chiyo vem na critica direta ao mercado de trabalho e a castração dos sonhos, mostrando que não importa o quanto você se esforce e seja bom, o fato de você ser uma mulher, alguém pode simplesmente arrancar o seu direito de pertencer e permanecer.
Asa traz em seu discurso em todo o anime. Ela busca constantemente por uma cartilha pra seguir, sobre o que vestir, o que fazer, como agir, como ser uma mulher. Quando ela perdeu a pessoa que direcionava essa construção de papéis, ela se viu completamente fora da realidade, pq não conseguia se encaixar aquilo que se espera de uma mulher.
E claro, a Makio, que desde sempre mostra esse embate direto com tudo e todos pelo simples fato de se permitir se libertar.
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Esse anime tem uma construção muito legal e um desenvolvimento muito interessante, mostrando que a estrada nunca é simples e reta, que existem inúmeros percalços e que muitas vezes você vai retroceder um pouco para compreender algo e seguir em frente.
E o melhor, que tudo na vida é um PROCESSO ÚNICO que depende apenas de você conseguir dar as respostas. _______________________________________
Se eu pudesse definir esse anime, diria que é algo simples, sincero e poético.
São dois insuportáveis, um dos piores animes de romance que eu já assisti. ______________________________________
Um anime superficial, com personagens vazios e totalmente apáticos, um drama bobo que é surrado a exaustão, sem subtramas, sem desenvolvimento e sem brilho. É um emaranhado de clichês de romances em um único anime, com uma péssima organização de história.
E eu nem acho que clichê seja um problema, o problema é quando esse clichê é usado de uma forma ruim, que é o que acontece nesse anime. ______________________________________
Eu não consigo gostar do Kohaku, eu acho ele chato, forçado, mal educado e muito inconveniente. Não gosto do casal e acho que os dois juntos não funcionam.
E os amigos são apenas um adereço narrativo, eles não servem pra NADA, eles só existem pra viver a vida dos protagonistas, não existe uma mísera subtrama. Eles não conseguem dar um destaque legal aos coadjuvantes, é um foco inteiramente nos protagonistas e eles ficam apenas a deriva na história dos dois. ______________________________________
Além disso, eu odio essa forçação de barra queer com essa personagem que tentam enfiar essa característica andrógino, mas que é sintético e forçado, principalmente pq era só ela deixar o cabelo crescer (já que não gosta de ser vista como príncipe), pq é visivelmente o que se compreende como mulher.
E isso me incomoda muito, pq é muita forçação de barra em querer fazer com que ela pareça um menino, é cansativo de assistir e totalmente desnecessário, além de não ser tão crível quanto tentam parecer ser.
Como mencionei, a questão de 'deixar o cabelo crescer' vem pelo simples fato de ELA ODIAR SER COLOCADA NESSA SITUAÇÃO, não é algo que ela não se importa e tal. Ser vista como um menino incomoda ela, mas nunca fica claro o pq ela não muda algumas características, só deixa meio no ar que ela não gosta de ser muito "feminina", mas não é nada bem desenvolvido para que fique clara essa questão. ______________________________________
Esse é um dos melhores animes da temporada e provavelmente um dos romances do ano. _______________________________
Gosto muito da história do anime e da forma como ela é contada, sem ficar focada em uma mesma situação e utilizando-se disso a exaustão.
O anime te apresenta vários personagens que tem histórias próprias, além de também terem o combo casal, que, em muitos momentos, chegam a ser mais interessantes que os protagonistas. _______________________________
Acho muito interessante a forma como apresentam a história ao público, com um bom tempo de tela e espaço para cada personagem, sem forçar muito alguns e sem esquecer os outros.
Minha principal crítica é que eu acho que desenvolveram pouco o relacionamento dos personagens, principalmente o principal.
Mas é um anime muito bom de acompanhar e com personagens muito carismáticos e engraçados. _______________________________
Acredito que essa temporada teve um bom direcionamento, com a apresentação de baste elementos da história, o que tornou a narrativa interessante, mesmo o discurso de alguns personagens e os vilões serem bem repetitivos. __________________________________
Gosto em como a narrativa nos colocou na ilha e nos explica sobre ela constantemente, mas me irrita um pouco a história ser meio "reta", ou seja, não existe nuances quando os personagens são sempre os mesmos e você fica 3 ou mais temporadas lutando contra eles e falando sempre as mesmas coisas.
Acredito que eles conseguem deixar os episódios bem dinâmicos com as lutas, que são muito bem feitas, além de nos apresentarem significados diferentes para as situações, porém, não existem elementos que desenvolvam as justificativas, ou seja, mesmo que eles expliquem que "estamos lutando de forma diferente", isso não fica claro na tela, você só acompanha mais uma luta similar a todas as outras (Obs: Mas fico feliz que pelo menos tentem).
Uma coisa que eu gosto nesse anime é a forma como eles se tornaram amigos devido a situação que foram colocados, precisando juntar forças pra sobreviver. __________________________________
No geral, é um bom anime, mas sinto que peca um pouco na história, devido aos poucos elementos que tem para direcionar a narrativa, pois são 3 temporadas da mesma coisa, acaba dando uma saturada.
Principalmente quando não existe aquele sentimento de urgência e de que qualquer coisa pode acontecer, pq até agora nenhum personagem realmente importante morreu. No fim, é só mais um shounem genérico.
E claro, como não sou levado por cenas de luta bem animadas, sempre quero algo a mais.
OBS: Mas gosto muito dos personagens. __________________________________
É uma temporada 1, só que 2. A mesma história, o mesmo discurso, só muda alguns visuais e personagens.
Esse anime é aquele papo de talk no jutsu, é os cara o tempo inteiro querendo conversar e achando que "oi, eu gosto de você" resolve guerra. ________________________________________
Um dos maiores problemas dessa temporada, ao meu ver, é a insistência na narrativa da season 1, que já havia sido exaustiva. Digo isso, pois a animação tinha potencial para ir muito longe, mas resolveu criar raízes em um lugar árido e sem propósito, no fim, se tornou um amontoado de imbecilidade repetitiva.
O retorno do Knives é um dos pontos negativos da história, não necessariamente pela sua volta, mas pq trouxe de volta tudo aquilo que já acompanhamos na season 1, o que tornou a volta dele bem "tá, lá vamos nós de novo".[/apoiler] ________________________________________
Falta muito desenvolvimento para o negócio ficar atrativo, você é jogado em um universo que não entende muito, mas ninguém se importa em explicar. Você conhece personagens, mas ninguém liga em apresentá-los, apenas jogam uns flashbacks tristes e "tá aí, se vira".
[spoiler]Queria ter tido um background da Milly, pq ela foi jogada do nada como se fizesse parte de tudo. A Meryl Stryfe é outra que a gente só entende que não sabe nada dela lá no episódio final que aparece o pai e a mãe.
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Eu digo que essa é uma das minhas maiores frustrações dos últimos anos, pq eu realmente esperava alguma coisa boa desse anime, mas ele é uma merda, com uma história até que interessante, mas mal desenvolvida, com personagens, principalmente o Vash, horríveis e sem profundidade alguma.
Essa estética de herói que não mata é batida e chata, mas pelo menos a maioria senta a porrada nos caras, esse imbecil do Vash fica apontando a arma por 2 temporadas e esperando que os caras decidam mudar de opinião, é simplesmente broxante de mais assistir esse anime.
O Vash é um dos piores personagens que eu já acompanhei, o cara simplesmente NÃO FAZ NADA, ele vive com esse ego de protagonista, que precisa salvar o mundo, mas NUNCA, absolutamente NUNCA faz nada, sempre precisa ser salvo por alguém, pq ele mesmo não consegue nem se salvar, é um encosto PATÉTICO.
E como se não pudesse piorar, no final de tudo o Knives ainda virou um dos "salvadores" do mundo, é realmente muito patética a forma como eles forçam ao extremo pra todo mundo ser muito bonzinho.
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Enfim, não é um bom anime de se acompanhar, promete muito e entrega um total de vários nadas, é um repeteco de história e diálogos por longas 2 temporadas, você anda em circulo no meio de uma mesmice chata e cansativa.
A animação é bonita e as lutas são bem boas, mas todo o resto é bem ruim, os personagens são chatos, vazios e totalmente extremos em uma "bondade" inexistência, que beira a penitência. ________________________________________
Esse é aquele típico anime clichê que segue absolutamente todos os clichês possíveis do gênero, porém, ele até que da uma sustentada em vários pontos. ____________________________
O anime tem uma dinâmica muito boa, uma animação realmente legal, com cenas de luta muito bonitas, mas peca de mais nos personagens, para mim são todos bem ruins, com uma menção honrosa para a Teoritta, que é INSUPORTÁVEL.
E, para mim, isso é geral, eu realmente não gostei de NENHUM personagem, achei que focam de mais nas tiradas cômicas e fica excessivo e cansativo. Além disso, não curto muito a dinâmica dos personagens, acho boa parte deles meio perdidos, sem muito espaço, ficando só pra dizer que tem bastante gente no grupo. ____________________________
O clichê nem é um problema em si, mas o fato de que ele permeia toda a narrativa e a história não desenvolve nessa primeira temporada, você vai sentindo o desgaste conforme os episódios vão passando, pq é sempre a mesma coisa acontecendo.
Os caras são enviados para algum lugar, começa um ataque, vem um monstrão, eles vencem.
Essa situação até seria interessante se tivéssemos um background dos locais que eles frequentam ou se existisse um preparo para que nos afeiçoássemos aos populares, mas não, é só um amontoado superficial da mesma coisa. ____________________________
Mesmo achando interessante o episódio final e apresentando um bom gancho para uma possível season 2, ainda acredito que poderiam ter criado uma season melhor que isso, para compensar essa finale com um bom desenvolvimento até ela.
Eu tento muito gostar de produções LGBTQIAPN+ japonesas (animes), mas é realmente difícil de mais, é tanto problema que você precisa passar pano pra conseguir assistir de boa, que termina o anime com um contrato em uma empresa de limpeza. ___________________________________
O anime bebe muito da fonte de 'Seijo no Maryoku wa Bannou desu' e acaba entregando algo bem clichê, com personagens e tramas fracos, sem desenvolvimento, sem complexidade, apenas os personagens andando em círculos na mesma palhaçada forçada.
Esse anime tem uma proposta interessante e seria muito legal ter acompanhado a parte da contabilidade e da dinâmica com o reino e o tesouro nacional, acompanhando as mudanças ativamente, sem espaçamento para focar em coisa superficial. ___________________________________
Para mim, o grande problema desse anime é o romance e os personagens principais, pq novamente voltamos aquela premissa de relacionamento tóxico, possessividade, abusos, etc. O que, ao meu ver, torna a narrativa de romance extremamente cansativa e, em vários momentos, revoltante.
Não gosto dos personagens principais juntos e não consegui torcer por eles em momento algum.
É muito triste que, em pleno 2026, precisamos ficar acompanhando relacionamentos LGBTQIAPN+ sendo retratados de uma forma tão tóxica e normalizando isso. É sempre a mesma construção de um personagem insuportavelmente tóxico e possessivo e outro extremamente passivo em relação a toda a situação que o circunda, não se impondo e vive situações extremamente complicadas com a maior atmosfera romântica. ___________________________________
É um anime fraco e extremamente problemático, que teria sido ótimo se o foco fosse na parte administrativa.
É um anime que tem bastante potencial, pq segue uma ambientação muito promissora, mas peca de mais em todos os sentidos, é um emaranhado de erros. _____________________________
A trama parece ter um ponto interessante, mas acho que tudo que circunda ela é meio ruim, o anime é meio apático.
A personagem principal não tem carisma pra sustentar o anime, os personagens secundários são chatos de acompanhar, a história não é tão atrativa quanto parece e não tem um direcionamento atrativo, mesmo sendo slice of life. _____________________________
Chega um ponto que o anime parece que anda em círculos, com uma história que não vai pra lugar nenhum, um repeteco de diálogos, parece que você ta sempre vendo o mesmo episódios por uns 5 episódios, é muito ruim.
Esse anime pode ser resumido nessas duas postagens que eu fiz sobre os episódios 5 e 6.
Attack on Titan: Episódios Especiais
4.0 1Resetaram a pagina desse OVA? deviam ter unificado.
Net-juu no Susume
4.0 13Achei o anime ruim? não, mas está longe de ter me agradado minimamente.
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Achei que o anime tem pouca progressão de história e sem desenvolvimento relevante. Sinto que o anime é pouco simpático, os personagens são bem tontos e a história meio sem história.
No fim, foram 8 episódios de enrolação até eles de fato se falarem e descobrirem quem são... Isso em um anime de 10 episódios. Achei meio arrastado, principalmente porque não houve nada de muito relevante nesses 8 episódios.
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O anime não me convence. Acredito que eles não estarem no jogo de verdade tira muito o brilho, porque né, a menina manda um "falei sem pensar", sendo que ela precisou escrever uma porra de uma frase inteira e apertar o enter pra enviar no chat.
Além disso, achei o maior drama por conta de uma mudança de gênero em personagens de um joguinho.
E vi um povo debatendo sobre isso dos gêneros dos personagens e falando de BISSEXUALIDADE, sendo que...
Primeiro: É super normal as pessoas mudarem de gênero nos jogos;
Segundo: Falar de BISSEXUALIDADE em uma PRODUÇÃO JAPONESA que não mostrou nem beijo hetero é pra foder mesmo.
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É aquilo, não é um anime ruim, mas é meio agua de salsicha, não tem nada de relevante, personagens bobos e apáticos e não tem história relevante e que seja desenvolvida, o jogo é completamente ignorado e se torna apenas um segundo plano.
Nota: 5.9/10
Parede de Gelo (1ª Temporada)
4.1 5 Assista AgoraAcho o anime ruim? não, mas confesso que não consegui me afeiçoar pela história e nem pelos personagens. Tudo acabou ficando ainda mais intensificado quando descobri que essa história é da mesma criadora de Seihantai na Kimi to Boku e eles se passam no mesmo universo, aí foi impossível não comparar.
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Eu não gosto muito dos personagens, acho que a história empaca de mais e as coisas não desenvolvem, ficam rodando em círculos por 14 episódios e finalizam no jeito que finalizaram...
Minato é insuportável durante boa parte do episódio e só fica melhorzinho conforme vai progredindo e a Koyuki começa a se aproximar mais dele, porque ele é extremamente inconveniente.
Acho que demoraram de mais para direcionar os "casais", com essa aproximação inicial do Youta e da Koyuki, principalmente porque o Youta é um personagem infinitamente mais atrativo que o Minato.
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Acho a história da Koyuki interessante, mas os romances da história não me agradaram, principalmente quando eu analiso Seihantai na Kimi to Boku, que tem personagens bem mais atrativos, inclusive os secundários, que em vários momentos são até mais legais que os protagonistas.
Também me incomoda o fato do negócio não andar, são 14 episódios de gente se lamentando o tempo inteiro e ninguém fazendo nada.
Acho que só tankei esse anime porque vi dublado, legendado acho que teria dropado. Mas ele não é ruim, compreendo o povo que curtiu, só não me agradou mesmo.
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Nota: 6.5/10
Tsue to Tsurugi no Wistoria (2ª Temporada)
4.1 4 Assista AgoraAssim, é inovador e revolucionário? Não.
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Eu simpático com o anime porque gosto de animes desse universo da magia, principalmente com o plus de escola, mas é inegável que o roteiro é fraco, repetitivo, clichê e cansativo.
É aquele famoso padrão bem saturado do protagonista que é o fracotão e descobre ser o mais fodão e bla bla bla.
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Me incomoda de mais a insistência em sempre forçar as coisas em cima do personagem principal, porque assim, é legal ver o protagonista ultrapassar algumas barreiras, vencer a negatividade dos adversários e humilhar alguns inimigos, mas quando isso é incorporado em absolutamente TODOS os caminhos do protagonista, todo passo que ele dá segue o mesmo padrão, cansa de mais assistir.
Digo isso mais pela situação patética sobre ele subir a torre, porque não deveria nem ser questionado. O rapaz salvou todo mundo dias atrás e mostrou um poder que nem todos os magos juntos conseguiram, incluindo os professores.
Eu entendo que o mundo em que eles vivem é forçado a acreditar que a magia é algo acima de tudo e todos e bla bla bla, mas existem situações que são tão forçadas que tornam a narrativa pouco crível, porque assim, ele já demonstrou várias vezes, NA PRÁTICA, que é mais forte que a maioria dos magos.
Tanto é que queria fazer experimentos para compreender o poder dele... O que leva a ideia de que existe algo ali que, mesmo desconhecido, ainda é percebível como algo poderoso.
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Acredito que a insistência em inferiorizar o Will o tempo todo é muito chato e perde muito do potencial da história.
Porque assim, independente do que se considera magia, o fato de ele conseguir utilizar o elemento em suas armas também pode ser considerada uma magia, precisa de algum tipo de técnica e manipulação do elemento para que consiga fazer isso, mas a forma simplista com que utilizam o conceito de magia no anime acaba deixando as coisas bem forçadas.
No fim, o anime cria a ideia de que a magia é só o que espirra da varinha...
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Não vejo muita diferença entre as duas temporadas, acredito que teve um salto na história, mas o anime ainda se agarra de mais em uma construção conveniente e repetitiva.
Além disso, foi um final patético, horripilante, frustrante e broxante.
Nota: 6.7/10
Dr. Stone (4ª Temporada - Parte 3)
3.8 10Eu nem sabia que essa era a última temporada do anime, foi uma grande surpresa chegar no último episódio e ver o povo falando que tinha acabado kkkk
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Não diria que foi um anime ruim, apenas que ele foi descaindo conforme a história foi progredindo, porque além de embarcar completamente no nonsense, eles perderam muito do que deixava a trama legal com a facilidade com que eles estavam conseguindo fazer tudo, inclusive viajar pelo mundo. Esse era um dos pontos mais legais do anime.
Sinto que o anime foi perdendo o fôlego com essa facilidade e com a falta de história nessa reta final. Digo isso porque se analisarmos essa season finale, os caras, mesmo com erros, fizeram um foguete em 10 minutos de episódio, algo que demoraria uns bons episódios para ser feito, tirando totalmente a sensação de progressão com o tempo.
O elemento principal desse anime são as descobertas e construções, se isso não gera mais o entusiasmo de antes, a base do anime se diluiu.
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E é inegável que foi um final frustrante, tanto pela existência dos parasitas quanto pela resolução, porque assim, foram 94 episódios, o negócio merecia um final melhor.
Além disso, o anime também teve um direcionamento bem ruim da história e o famoso final com casamentos e relacionamentos que não foram desenvolvidos em 94 episódios, sendo colocado quase como uma forma de contemplar tempo de tela.
Mesmo compreendendo que geralmente as histórias terminam mal, que é difícil sustentar um bom final que agrade e tal, esse aqui foi bem fraquinho.
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Foi um anime até legalzinho de acompanhar, com uma progressão que decaiu bastante a qualidade e um final bem frustrante, mas foi uma jornada legal, tem coisas piores por aí.
Nota: 6.1/10
Saikyou no Ousama, Nidome no Jinsei wa Nani wo Suru? …
2.9 3 Assista AgoraE tivemos o retorno do desquerido.
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O anime, no geral, já é ruim, qual a necessidade de ficar lançando uns fillers ruins? sendo que o manhwa tem bastante história e o anime não ta com cara de que vai conseguir acompanhar.
O negócio deu certo porque a história e a condução dela são boa. Tirar o que fez ela ser amada é pedir para que o negócio fracasse de forma colossal.
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Outra questão, além das mudanças na história, são as mudanças nos personagens e na forma de interação entre eles. Foi péssimo e direciona para vários problemas narrativos que ficaram desconexos.
Não compreendo real as mudanças no anime, porque elas não acrescentam nada de relevante e modificam coisas que podem dar problema lá na frente (mesmo que não exista uma frente muito longa).
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Esse anime e principalmente essa temporada podem ser definidos como um amontoado de filler ruim, com luta pavorosa e zilhões de cenas estáticas com brilhinho.
Esse anime é uma completa esculhambação. Depois o Japão vem chorar e dizer que a indústria de animes está em crise. Mas é claro, gastando dinheiro pra produzir duas temporadas de merdas como essas, não tem indústria que aguente.
Temporada horrível e uma produção pavorosa.
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Nota: 3.2/10
A Esposa do Meu Marido
4.3 56 Assista AgoraNão acho que seja um dorama ruim, acredito apenas que quiseram mais do que de fato conseguiriam entregar.
O dorama trata de vingança, algo que se espera, no mínimo, uma personagem que esteja disposta a fazer algumas coisas não tão "morais", mas isso não é muito o que a Ji-Won entrega. Sinto que a personagem principal se limita a carão e frase de efeito e não consegue de fato fazer nada muito relevante por boa parte da trama, o que seria aceitável em uma novela de 150 episódios, mas não em um dorama/série de apenas 16. Além disso, a Ji-Won é uma personagem que vendem como autônoma, que quer lutar por suas coisas e refazer sua vida, mas segue o clichê da mocinha que precisa ser salva o tempo inteiro e que nunca consegue entregar NADA nos momentos mais importantes da trama.
Outra questão importante é a facilidade com que a narrativa, que se arrasta em alguns momentos, muda quando é conveniente. Como todo o drama com o avô.
Nesse sentido, sinto que todos os pontos que conectam a história principal são meros detalhes na narrativa e acabam, pela falta de profundidade, não tendo o impacto que poderiam ter tido. É uma história superficial que se escora na performance para sustentar tramas importantes e não consegue justificar muito do que tentou apresentar.
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Por exemplo:
A cena das meninas no restaurante do Eun-ho foi muito legal e teria sido incrível acompanhar uma história de amizade delas com subtramas e o relacionamento amoroso delas também sendo desenvolvido, mas foi uma pena que trocaram tudo isso para focar DE MAIS no Min-hwan, na Su-min e na Yoo Ra.
Compreendo que eles eram os vilões da história, mas é inegável que ficou exaustivo e excessivo muitas aparições deles, em que muitas vezes eram apenas diálogos repetidos e tramas recicladas, porque não houve de fato uma grande progressão. Além disso, a entrada da Yoo Ra foi completamente desnecessária, porque além de não trazer nenhuma novidade, o pouco de coisas que trouxe, não serviu pra nada.
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Sinto também que o "efeito borboleta" desse retorno dela é meio confuso e o dorama não se importa muito em explicar para poder continuar a fazer o que quiser.
Digo isso porque a mudança ela não é linear, o futuro não muda, apenas muda com quem ele vai acontecer, mas também não fica claro os critérios da mudança, principalmente porque algumas situações tem relação direta com outras, nesse sentido, se uma não acontece, a outra também não deveria acontecer.
Digo isso principalmente pela situação da morte do Ji Hyuk, porque na história ele morre após a morte da Ji-Won e isso acontece justamente pela forma como as coisas acontecem e como ele fica após todos os acontecimentos, mas, com a 'não morte' da Ji-Won, qual o critério para a morte dele acontecer e/ou mudar para outra pessoa?
Compreendo que ele pode ter criado a ideia de que o futuro não muda, que os acontecimentos precisam ocorrer e tal, poderiam explicar melhor, porque se as situações precisam acontecer, alguém precisaria casar com o Ji-Hyuk se se separar dele, como a Yoo Ra, porque ela mudaria o futuro da vida que ela roubou e os outros não?
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Foi um final básico, com resoluções convenientes e uma tentativa de fechar direitinho a história. E Pelo que foi apresentado, acredito que apenas 10 episódios já seriam suficientes.
Nota: 6.3/10
Tongari Boushi no Atelier
4.3 13E chegou ao fim o diamante da temporada <3
Esse anime é muito bonito, tem uma animação linda, sem excesso de brilho e cor, além de um design de personagem lindíssimo.
Vale ressaltar que o design do meu marido Qifrey está magnífico.
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Acho a premissa interessante, mas gosto ainda mais de como a história vai desenvolvendo sem apressar nada. A amizade delas vai se aprofundando episódio por episódio, a partir dos eventos que acontecem na vida delas.
E é incrível como TODOS os personagens tem uma essência, mesmo que tenham pouco tempo de tela, você sente que não é só um NPC. Digo isso principalmente pelo Tartah, que conseguiu, com pouco tempo de tela, demonstrar uma profundidade maior que muitos protagonistas de animes por ai.
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É indiscutivelmente um dos melhores animes do ano, tudo nele é bem feito e bem desenvolvido, sem pressa pra agradar quem quer apenas anime de lutinha.
Tem uma história envolvente, um universo muito bem construído, personagens carismáticos, um design magnífico e uma animação primorosa.
As cenas de luta do Qifrey são SENSACIONAIS.
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Que venha a season 2
Nota: 8.3/10
NIPPON SANGOKU: A Guerra das Três Nações
4.2 8 Assista AgoraÉ um anime realmente bonito, com uma arte que enche os olhos, mas sinto que fica só nisso mesmo.
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É um anime que tem uma história com muito potencial, mas acho os ganchos e as viradas bem clichês e genéricos, que acabam deixando tudo bem qualquer coisa.
Tudo isso cria uma apatia na narrativa, com pouco ânimo na produção, com personagens sem muito carisma e uma história que destoa muito daquilo que se espera.
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Sinto que existe uma necessidade excessiva de forçar uma antipatia e ódio pelo Denki Taira e acabam deixando de focar no desenvolvimento dos outros personagens e da história em si.
Também me incomoda bastante a falta de foco no Aoteru e Yoshitsune, que só conversam nos episódios e nada muito interessante vem deles. Digo isso porque é a cara deles que vendeu o anime, mas eles estão longe de ser minimamente relevantes.
Sinto que isso acabou me distanciando da narrativa, porque mesmo tendo coisas grandes e dramáticas, a falta de um envolvimento com os personagens me fez distanciar de tudo e não ter um apreço por nada e nem torcer por eles.
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Desde a virada da história, acho que o anime tem uma boa ambientação e proposta, mas não sinto que houve um bom desenvolvimento do lado do Misumi, não algo que complemente as cenas pós morte da esposa dele.
É um anime interessante, mas parece que o marketing é diferente da entrega.
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Nota: 6.3/10
Akane-banashi
3.7 4 Assista AgoraEssa foi uma grata surpresa nessa temporada.
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Akane-Banashi é um anime muito interessante e te prende em cada episódio, tem uma animação muito bonita, bons personagens e as passagens do Rakugou são fantásticas.
Tenho algumas questões relacionadas a forma como algumas questões foram abordadas, mas no geral foi muito bom de acompanhar.
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Algo que me deixou um pouco frustrado foi o foco da Akane...
Essa necessidade de mostrar para o velho e, indiretamente, querer a aprovação dele, me deu uma cansada. Além disso, o episódio em que eles conversam é um pouco frustrante, porque não dá muito de aceitar a resposta dele como algo válido para a expulsão em massa.
Mas foi bom que isso já foi resolvido nessa season e não vai ficar se arrastando, agora é só correr pro abraço.
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Agora espero que sigamos esse universo com mais intensidade a partir da season 2.
Nota: 7.8/10
Ganbare! Nakamura-kun!!
4.2 10Anime de gay se humilhando por hétero. Isso já é uma questão na vida de tantos LGBTs sobre se apaixonar por meninos héteros e tudo o que vem junto com isso que não sei se o salto final foi tão atrativo.
Achei realmente que sairia alguma coisa, mas no fim é mais uma vez o Japão e as fujoshis fazendo o que sabem fazer de melhor, um belo bait pra saciar as idealizações delas.
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Ganbare é um anime divertidinho de acompanhar pq o Nakamura é muito agraçadinho, mas ainda estou pensando se é realmente isso ou se a dublagem em português com localização fez a diferença, pq ela foi realmente muito boa.
Compreendo algumas pessoas gostarem e não acho isso um problema, mas para mim, a incomodação está em uma narrativa fantasiosa e pouco empática de uma realidade LGBTQIAPN+ muito comum, a paixão por meninos héteros. No fim, a narrativa segue apenas como uma sequencia de humilhações de um homem gay e pouco se importa em compreender e desenvolver esses sentimentos e/ou essas situações.
Mesmo compreendendo que essa pode não ter sido a intenção da criadora, pouco importa, visto que ela decidiu lançar a obra e, a partir disso, cada telespectador e leitor tem abertura para vivenciar e sentir as coisas de forma diferente.
Nesse sentido, o problema não é a ausência de reciprocidade. O problema é que a paixão não correspondida do Nakamura existe mais como dispositivo cômico do que como experiência emocional. O Nakamura passa grande parte da narrativa idealizando um relacionamento, fracassando repetidas vezes e se colocando em situações constrangedoras, enquanto a história raramente discute o que significa emocionalmente estar preso a alguém que talvez nunca possa corresponder aos seus sentimentos.
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No fim, o anime parece não se importar tanto com uma história sobre um romance entre dois garotos, mas sobre a experiência de um garoto gay preso à fantasia de um romance que talvez nem exista.
E é aqui que vem minha principal crítica a falta de empatia na narrativa.
Não vejo problema em não existir um romance real, mas pela limitação dos sentimentos LGBTs como mero adereço narrativo que foca-se, geralmente, em comédia e/ou constrangimento e nunca em uma experiência de desenvolvimento real.
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Compreendo que nem toda obra precise ter significado e gerar desenvolvimento e evolução, mas a questão é, existem poucas referências em produções LGBTs e isso causa pouco acesso a desenvolvimento de uma comunidade sobre autoconhecimento e aceitação.
Além disso, é importante pontuar sobre a questão da finalização da obra. Na forma como está acontecendo e como parece que as pessoas assistem, a história precisa finalizar com os dois juntos, não por uma estrutura narrativa, mas como uma compensação do investimento emocional do leitor/telespectador durante os anos.
O problema não está em uma obra ser fantasiosa. O problema está em uma fantasia se tornar tão dominante que passa a ocupar o espaço de narrativas que poderiam explorar a mesma experiência com mais profundidade, complexidade e humanidade.
Porque se não existe complexidade narrativa, não existem muitos finais possíveis além do que foi idealizado durante toda a história. E Ganbare não apresenta um desenvolvimento e complexidade que justifiquem um final diferente do idealizado.
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Durante toda a narrativa você acaba acompanhando o sofrimento, a ansiedade e a expectativa do Nakamura, o que faz com que você espere que esse investimento produza uma recompensa, que aqui é vendida como o 'romance'.
Digo tudo isso porque no direcionamento que a história está tomando, o público não está sendo preparado para uma diversidade de finais, já que está sendo condicionado a esperar algo que parece óbvio na narrativa, o romance.
Nós vemos a narrativa apenas a partir da ótica do Nakamura, o que limita a complexidade da história e nos induz a seguir apenas a idealização do protagonista. Se a história passa quase todo o tempo prometendo romance, sem desenvolver muito mais além disso, o romance se torna a única resolução que a narrativa prepara o espectador.
Basicamente, na forma que a história está sendo contada, um final romântico seria a única recompensa capaz de sustentar tudo o que está sendo apresentado.
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Para aqueles que não irão gostar da minha análise, só reflitam sobre essa pergunta: se a história terminasse exatamente como terminou o episódio 12/13, sem os dois juntos, vocês considerariam esse um final satisfatório?
Se a resposta for não, por quê?
Minha questão não é defender que eles precisem ficar juntos, pelo contrário, o ponto é refletir se a narrativa construiu alternativas emocionalmente satisfatórias para além do romance ou se, durante toda a obra, condicionou o público a enxergar a união dos dois como a única recompensa possível.
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Nota: 7.5/10
Yellowstone (1ª Temporada)
4.1 103 Assista Agora~Tem spoiler, mas não fechei pq é uma frase no meio de um paragrafo~
Resolvi assistir a série por conta de um corte que vi no youtube, mas nem lembro qual era :(
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Até o momento não é uma série que eu diria "woow, amei", mas é boa de assistir. Sinto que ainda falta dar uma engrenada na história e nos personagens, não consegui me apegar em ninguém e a história, no geral, me soou desinteressante.
Algo que me deixa consideravelmente reflexivo é em como as pessoas pesam diferente a Beth, o Kacey e o Jamie. Os três tem atitudes similares, mas apenas a Beth é a que toma os rajadões e críticas, como se o fato de ela ser mulher a obrigasse a ser a mais "adulta" de todos, sendo que, se analisar bem, ela é a que tem mais motivos para ser destrutiva do jeito que é, porque foi a que cresceu com um trauma muito pesado, que foi o de ser a "assassina da mãe".
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Kacey é o típico filho rebelde de rico, que sai por aí fazendo um milhão de merdas porque sabe que o papai vai correndo resolver as cagadas dele.
Ele é tipo:
- "EU TE ODEIO, VOCÊ É O PIOR PAI DO MUNDO"
- "Então, você pode ficar com o Tate? To com uns problemas"..."MAS EU AINDA TE ODEIOOOOO"
- "E aproveitando, você pode me dar uma carona pra casa? to sem carro"... "MAS EU AINDA NÃO GOSTO DE VOCÊ".
O cara só faz cagada, sai matando gente adoidado pela cidade, vive com problemas até o pescoço e age como se o pai fosse a pior pessoa do mundo, sendo que ele barganha de todos os privilégios que o sobrenome dele produz.
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O Jamie é o típico filho que quer ser escolhido pelo pai, ele tem essa necessidade de grandeza para mostrar pro pai que ele conseguiu ser "MAIOR QUE O PAI", sendo que TUDO o que ele conseguiu na vida foi com um empurrão do sobrenome DUTTON.
Eu diria que ele é tipo o Boninho, viveu na Globo a vida toda e achou que ele que era bom, mas na real é pq a emissora dava a plataforma pronta. Jamie é a mesma coisa, ele acha que é ótimo, mas Yellowstone deu todo o palanque pra ele.
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Beth é destrutiva até a alma, quer fazer as pessoas sofrerem para que elas sintam 1/3 da dor que ela sente pelo que houve na sua infância. Ela é infantil, mas é a ÚNICA que luta verdadeiramente pela família e não em benefício próprio. Além disso, é a ÚNICA que tem consciência dos seus privilégios e os usa sabendo disso.
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No geral, adoro a Beth e acho que ela é uma ótima personagem, não porque é agradável, mas porque é a única que eu consigo aceitar a justificativa pelos atos, mesmo não concordando. E adoro vê-la em ação, porque ela é tão destrutiva que ela aparece no horizonte e já fica todo mundo de cabelo em pé com medo do que vai vir, isso se chama PODER.
O Kacey me incomoda um pouco por conta dessa aura protagonista heroica que tentaram colocar nele, sinto que ele destoa um pouco do tom da série, espero que dê uma melhorada nisso.
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Sobre os vaqueiros, eu esperava um brokeback mountain e recebi apenas casais héteros básicos. Ainda acho que o Jimmy tem mais química com o Walker do que a Beth.
Enfim, é uma série boa de acompanhar, mas ainda não me movimentou muito, acho que a história ainda é bem desinteressante e os personagens ainda não engataram, mas vamos lá.
Nota: 7.0/10
Hell Mode: Yarikomizuki no Gamer wa Hai Settei no Isekai …
3.0 2Eu estava querendo assistir um anime bem simples como esse, por isso resolvi pegar esse pra assistir.
É um anime que não tem nada de muita novidade, é bem clichê em tudo que se propõe e tudo aquilo que esse tipo de anime costuma entregar, o que é bom quando não se espera muita coisa.
E o fato de não ter ecchi e nem fanservice já dá bastante pontos para a obra kkkk
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O anime apresenta algumas inconsistências na história, como a indiferença de todos em relação as ações do Allen, que levam bastante tempo para começarem a ser percebidas.
Também não me agrada muito animes com personagem criança, me irrita um pouco o exagero de fazê-los muito fodas, gênios, incríveis, etc. Porque os problemas são sempre de gente grande e querem enfiar isso neles.
É só botar um adolescente/jovem adulto e vai ter o mesmo impacto narrativo.
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Sobre os bichos:
Acredito que seria mais legal se as invocações tivessem o design baseado na imaginação dele, sendo esse o motivo de serem como são. Poderiam ter o design padrão do mundo, mas algumas características, como óculos, capacete, roupa, cor, etc. baseados na imaginação do protagonista.
Além disso, o padrão de invocação poderia ter mais consistência e/ou alguma justificativa, seja um gosto pessoal ou padrão específico. Também poderiam limitar a quantidade de utilização de invocações, pelo menos nesse início com ele tão jovem.
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Algo que eu realmente gosto, é como eles vão desenvolvendo a história, pedrinha por pedrinha, trazendo realmente um desenvolvimento do personagem e da narrativa, isso da uma complexidade e profundidade bem legal para o anime.
Só acho que eles dão uma empacada muito grande com a entrada do Barão, mesmo tendo uma nova ambientação e personagens, não parece que existe uma progressão muito grande.
Gosto de como a temporada teve um desenvolvimento bem mais lento, mas bem mais complexo, trazendo uma profundidade bem legal para o Allen, a história, o mundo, as invocações.
Mas ainda acho que poderiam ter construído algum complemento para o Allen, porque ele ficou basicamente sozinho a temporada inteira, não houve uma construção de vínculo com o público que fosse legal.
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Enfim, é um anime bem básico e clichê, cuja animação vai decaindo episódio por episódio, mas é um anime que tem uma história atrativa e é até cativante.
Nota: 7.0/10
A Roda do Tempo (3ª Temporada)
3.6 33 Assista AgoraEu acho essa série um erro, não por ser ruim, pq ela tem uma proposta muito boa, mas é muito mal executada.
Se pudesse definir essa temporada, diria que ela fica 7 episódios e meio com draminhas bobos, gente chata flertando e protagonista enchendo a porra do saco, aí quando começa a ficar bom, acaba.
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São episódios desnecessariamente grandes, com um monte de coisa irrelevante, como os draminhas bobos dos personagens, as tramas da conspiração de gente irrelevante, os flertes dos personagens principais e a perturbação deles também, que enchem o saco o tempo inteiro, etc.
Os episódios contariam a mesma história em 30 minutos, se tirassem os excessos de coisa desnecessária.
Isso, somado com os personagens totalmente chatos, apáticos e sem carisma, já torna as tramas principais desinteressantes de acompanhar, imagina as secundárias.
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A história do dragão já não é mais tão atrativa, o personagem dramático e exaustivo de dragão, cansou.
Acredito que arrastaram de mais alguns dramas bobos e sem necessidade, que até poderiam fazer sentido nos livros, mas aqui está longe de ser atrativa. A série é exaustiva de acompanhar e foca em coisas pequenas e fica rodando em dramas semelhantes por 1 hora.
Se os personagens jovens fossem mais atrativos, a série seria mais legal de acompanhar, visto que o foco é gigantesco neles, pq sendo sincero? se tirar a Moiraine e o Lan a série acaba. E olha que a Moiraine ficou bem apagada essa temporada inteira.
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Não sei se a construção dos personagens segue fielmente os livros, mas acho real que deveriam ter feito uma repaginada nos personagens para a construção da série, pq todos os protagonistas são péssimos e nada atrativos de acompanhar.
1. A Nynaeve é uma chata inútil e escorada.
2. A Egwene virou expectadora, tanto de sonho quanto do Rand, ficou a season inteira olhando pra ele com cara de sofrida.
3. O Rand insuportável com isso de dragão, herói e bla bla bla.
4. O Perrin só teve destaque no episódio 7 e ficou enchendo a porra do saco com esse papo de herói o episódio inteiro.
5. O Matt apagadíssimo.
A Moiraine e o Lan são, indiscutivelmente, os melhores personagens dessa série, mas também foram apagadíssimos nessa temporada, o que fez decair MUITO a trama.
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A trama das Aes Sedais e da torre está insuportável de acompanhar, pq é aquilo, tramas de traição são até interessantes, mas quando só se tem isso e ela é dominada por personagem secundário e sem relevância narrativa, fica maçante.
A Elaida é um personagem que aparece na season 3 pra tomar a torre e TODAS as Aes Sedais relevantes não estão mais lá, incluindo a Alanna, a Verin, a Liandrin, etc. O que torna esse plot completamente irrelevante, pq como você torce contra ou a favor de alguém que você nem conhece?
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Acho as locações muito bonitas, mas não sinto que conseguem transmitir profundidade no mundo que criaram, não da pra sentir que o mundo deles é grande e/ou que eles estão distantes, etc.
Pq tipo, quando eles precisam viajar rápido, em uma cena eles estão em outro lugar, mas quando querem fingir profundidade, aí é um episódio andando em campo aberto.
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Enfim, eu acho que a série tem uma proposta muito boa e os livros devem ser muito bons, mas não acho que é bem executado e isso deve ser reflexo do motivo pelo qual foi cancelada, pq o público não conseguiu se afeiçoar com a história e os personagens pq é um amontoado de coisa boba que toma uma direção só no episódio final.
É muita performance para entregar algo tão ruim.
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Nota: 5.8/10
O Cavaleiro dos Sete Reinos (1ª Temporada)
4.3 196 Assista AgoraÉ uma série legalzinha de assistir, com um bom tempo por episódio, não tornando cansativo, mas apenas isso mesmo, nada aqui me chamou tanta atenção.
Gosto dos personagens principais, são simpáticos, engraçadinhos, mas a história deles não me ganhou tanto assim. Digo isso, pq sinto que faltou bastante desenvolvimento, logo que eles se juntaram o caos já se instaura e desanda tudo, não da tanto tempo para você acompanhá-los.
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Me choca bastante assistir as coisas dos Targaryens, pq é realmente complexo ver o quanto eles eram ruins, é sempre um pior que o outro, parece que competiam dentro da própria família sobre quem seria o pior da linhagem.
Danerys e Rhaenyra sempre serão as maiorais mesmo.
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No geral, gosto de como eles trabalham sobre essa ideia de que sempre existe uma hierarquia e os conceitos de certo e errado são definidos por quem detém o poder e funcionam apenas para aqueles que não os tem, pois aqueles que tem, fazem o que quiserem e só resta aceitar.
Além disso, acho interessante em como é bem fácil de visualizar a cascata de problemas por conta de uma decisão de um nobre, o negócio escalonou de forma absurda, o que mostra nossa impotência diante dos detentores do poder.
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É isso, uma série acompanhável.
Nota: 7.1/10
Frieren e a Jornada para o Além (2ª Temporada)
4.4 27 Assista AgoraE finalmente chegamos em uma segunda temporada, que foi desnecessariamente pequena, diga-se de passagem.
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É uma temporada que segue o padrão Frieren de slice of life de viagem, com uma luta aqui e outra acolá pra dar aquela emoção.
Eu gosto em como o mundo de Frieren apresenta profundidade, não apenas um protagonismo exagerado, existem pessoas importantes em suas regiões, em suas épocas, ou seja, as pessoas que abriram caminho para as gerações posteriores, mesmo que eles não tenham sido os "grandes heróis".
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E assim, eu acho muito legal quando vemos que TODOS os comportamentos da Frieren tem relação com o Himmel e ele acompanha ela até hoje por todos os lugares que ela passa e tudo que ela faz, é simplesmente SENSACIONAL.
E gostei do final da temporada, pq é algo muito Frieren, sem marketing barato pra sustentar audiência, apenas Frieren mesmo.
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Nora: 9.0/10
Ikoku Nikki
4.4 4Esse é um dos melhores animes da temporada e um dos melhores animes que já assisti.
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É até difícil falar/escrever sobre esse anime, pq cada cena, cada palavra e cada ação fazem parte de alguma reflexão interessante sobre a vida.
Algo que eu preciso falar é em como esse anime retrata o luto de uma forma interessante, fico besta em como eles conseguiram fazer cada parte ser tão importante quanto o todo. Além disso, é muito legal que não existe uma necessidade de forçar sentimentos e/ou frases bonitinhas pra justificar as coisas, é uma amostra clara de que tudo na vida é um processo individual, mesmo que seja vivido com mais de uma pessoa, pq cada situação é vivida a partir da ótica de quem está vivendo.
O anime é uma incrível amostra que vai além do luto, ele retrata o cotidiano de qualquer indivíduo, que vivencia os mesmos dilemas em situações similares ou diferentes, até pq, o luto é algo muito além de sentir a morte de uma pessoa, é o sentimento de perder algo, seja esse algo qualquer coisa que você tenha um sentimento.
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Todos os personagens são fascinantes e conseguem transmitir alguma coisa nos momentos que aparecem, mesmo que pouco tempo.
Eu acho muito interessante como cada personagem tem suas dores e isso fica bem claro. É muito legal que eles deixam bem explicito essa ideia de que as dores são unitárias e que ninguém vai conseguir sentir aquilo que você sente e na intensidade que você sente, mesmo o motivo partindo do mesmo ponto, pq cada pessoa sente as coisas de uma forma diferente.
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Mas algo que, para mim, foi fascinante nesse anime, é como o diálogo e as reflexões não pararam apenas no luto, mas se desenvolveram para dialogar sobre as expressões dos papeis sociais de masculino e feminino, como a cultura nos pressiona a seguirmos padrões existenciais e tudo o que destoa disso, acaba sendo excluído, seja direta ou indiretamente.
E esse sentimento fica claro no nome do anime "diário sobre a estrangeira".
Um estrangeiro é alguém que vai para um lugar diferente de sua origem, não conhece sua cultura e sua história. Um estrangeiro pode também ter relação direta com algo externo e exótico.
Basicamente, é a forma como as pessoas se sentem em vários momentos de suas vidas, como estrangeiros, como alguém que não faz parte daquele lugar que frequenta, daquele grupo, daquela família, etc. Mas vive uma vida em busca de pertencimento e existência, querendo saber onde que cabe.
No fim, todos somos parcialmente estrangeiros durante a nossa vida, vivendo em busca de alcançar as expectativas dos outros para nos sentirmos parte de algo.
E não existe nada mais solitário do que tentar preencher o vazio com a expectativa dos outros.
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Esse anime nos faz refletir muito sobre a vida que a gente leva e/ou espera levar. Na busca para se sentir pertencente a algum lugar, a Minori não conseguiu ser. É triste pensar que uma pessoa levou uma vida inteira dentro de uma realidade criada para tentar fazer parte, mas que nunca se sentir parte de nada. A raiva da Makio parecer ser nada mais que uma frustração e raiva de si mesma por não conseguir ser o que não esperam dela.
Talvez a Minori até tentou ser uma 'boa mãe', mas quando começou a enxergar na Asa aquilo que ela queria ter e não conseguiu, retrocedeu ao momento do seu trauma e voltou ao embate. O que diferencia a Asa da Makio é que existe na Asa a hierarquia de ser a mãe e uma obediência plena, algo que aparentemente não houve com a Makio, pelo menos não na mesma intensidade.
E nesse sentido...
Acho interessante em como a Asa parece uma construção mal acabada daquilo que a mãe dela se tornou, uma pessoa sem vontade própria e que segue tudo aquilo que mandam, mas como a mãe dela morreu antes disso se completar, ela está perdida sem saber quem ela realmente é.
Na morte dos pais, a Asa não perdeu apenas a mãe, mas a sensação de quem ela era, e que esse luto não é somente pelos pais, mas sobre a perda de si mesma.
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Mas uma das reflexões mais interessantes que o anime nos proporciona é sobre essa questão de papeis.
O anime fala de luto, mas não apenas o luto que envolve a morte, mas o luto e renascimento de tudo aquilo que atravessa a nossa existência, incluindo o luto da expectativa que se tem sobre as pessoas que não entregam o que estavam esperam delas.
Emiri já apresentou bastante indícios de não querer ser uma "dona de casa", mostrando muito claro na cena do café da manhã em que a mãe manda ela fazer a sua comida enquanto entrega a comida do pai na mesa, que ainda faz críticas a Makio por "beber cerveja fora do horário".
Chiyo vem na critica direta ao mercado de trabalho e a castração dos sonhos, mostrando que não importa o quanto você se esforce e seja bom, o fato de você ser uma mulher, alguém pode simplesmente arrancar o seu direito de pertencer e permanecer.
Asa traz em seu discurso em todo o anime. Ela busca constantemente por uma cartilha pra seguir, sobre o que vestir, o que fazer, como agir, como ser uma mulher. Quando ela perdeu a pessoa que direcionava essa construção de papéis, ela se viu completamente fora da realidade, pq não conseguia se encaixar aquilo que se espera de uma mulher.
E claro, a Makio, que desde sempre mostra esse embate direto com tudo e todos pelo simples fato de se permitir se libertar.
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Esse anime tem uma construção muito legal e um desenvolvimento muito interessante, mostrando que a estrada nunca é simples e reta, que existem inúmeros percalços e que muitas vezes você vai retroceder um pouco para compreender algo e seguir em frente.
E o melhor, que tudo na vida é um PROCESSO ÚNICO que depende apenas de você conseguir dar as respostas.
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Se eu pudesse definir esse anime, diria que é algo simples, sincero e poético.
Bota: 8.8/10
Uruwashi no Yoi no Tsuki
3.8 3 Assista AgoraSão dois insuportáveis, um dos piores animes de romance que eu já assisti.
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Um anime superficial, com personagens vazios e totalmente apáticos, um drama bobo que é surrado a exaustão, sem subtramas, sem desenvolvimento e sem brilho. É um emaranhado de clichês de romances em um único anime, com uma péssima organização de história.
E eu nem acho que clichê seja um problema, o problema é quando esse clichê é usado de uma forma ruim, que é o que acontece nesse anime.
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Eu não consigo gostar do Kohaku, eu acho ele chato, forçado, mal educado e muito inconveniente. Não gosto do casal e acho que os dois juntos não funcionam.
E os amigos são apenas um adereço narrativo, eles não servem pra NADA, eles só existem pra viver a vida dos protagonistas, não existe uma mísera subtrama. Eles não conseguem dar um destaque legal aos coadjuvantes, é um foco inteiramente nos protagonistas e eles ficam apenas a deriva na história dos dois.
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Além disso, eu odio essa forçação de barra queer com essa personagem que tentam enfiar essa característica andrógino, mas que é sintético e forçado, principalmente pq era só ela deixar o cabelo crescer (já que não gosta de ser vista como príncipe), pq é visivelmente o que se compreende como mulher.
E isso me incomoda muito, pq é muita forçação de barra em querer fazer com que ela pareça um menino, é cansativo de assistir e totalmente desnecessário, além de não ser tão crível quanto tentam parecer ser.
Como mencionei, a questão de 'deixar o cabelo crescer' vem pelo simples fato de ELA ODIAR SER COLOCADA NESSA SITUAÇÃO, não é algo que ela não se importa e tal. Ser vista como um menino incomoda ela, mas nunca fica claro o pq ela não muda algumas características, só deixa meio no ar que ela não gosta de ser muito "feminina", mas não é nada bem desenvolvido para que fique clara essa questão.
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Muito ruim esse anime.
Nota: 5.0/10
Seihantai na Kimi to Boku
3.9 6Esse é um dos melhores animes da temporada e provavelmente um dos romances do ano.
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Gosto muito da história do anime e da forma como ela é contada, sem ficar focada em uma mesma situação e utilizando-se disso a exaustão.
O anime te apresenta vários personagens que tem histórias próprias, além de também terem o combo casal, que, em muitos momentos, chegam a ser mais interessantes que os protagonistas.
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Acho muito interessante a forma como apresentam a história ao público, com um bom tempo de tela e espaço para cada personagem, sem forçar muito alguns e sem esquecer os outros.
Minha principal crítica é que eu acho que desenvolveram pouco o relacionamento dos personagens, principalmente o principal.
Mas é um anime muito bom de acompanhar e com personagens muito carismáticos e engraçados.
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Nota: 7.8/10
Hell's Paradise: Jigokuraku (2ª Temporada)
3.9 11 Assista AgoraAcredito que essa temporada teve um bom direcionamento, com a apresentação de baste elementos da história, o que tornou a narrativa interessante, mesmo o discurso de alguns personagens e os vilões serem bem repetitivos.
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Gosto em como a narrativa nos colocou na ilha e nos explica sobre ela constantemente, mas me irrita um pouco a história ser meio "reta", ou seja, não existe nuances quando os personagens são sempre os mesmos e você fica 3 ou mais temporadas lutando contra eles e falando sempre as mesmas coisas.
Acredito que eles conseguem deixar os episódios bem dinâmicos com as lutas, que são muito bem feitas, além de nos apresentarem significados diferentes para as situações, porém, não existem elementos que desenvolvam as justificativas, ou seja, mesmo que eles expliquem que "estamos lutando de forma diferente", isso não fica claro na tela, você só acompanha mais uma luta similar a todas as outras (Obs: Mas fico feliz que pelo menos tentem).
Uma coisa que eu gosto nesse anime é a forma como eles se tornaram amigos devido a situação que foram colocados, precisando juntar forças pra sobreviver.
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No geral, é um bom anime, mas sinto que peca um pouco na história, devido aos poucos elementos que tem para direcionar a narrativa, pois são 3 temporadas da mesma coisa, acaba dando uma saturada.
Principalmente quando não existe aquele sentimento de urgência e de que qualquer coisa pode acontecer, pq até agora nenhum personagem realmente importante morreu. No fim, é só mais um shounem genérico.
E claro, como não sou levado por cenas de luta bem animadas, sempre quero algo a mais.
OBS: Mas gosto muito dos personagens.
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Nota: 7.5/10
Trigun Stampede (2ª Temporada)
3.1 3É uma temporada 1, só que 2. A mesma história, o mesmo discurso, só muda alguns visuais e personagens.
Esse anime é aquele papo de talk no jutsu, é os cara o tempo inteiro querendo conversar e achando que "oi, eu gosto de você" resolve guerra.
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Um dos maiores problemas dessa temporada, ao meu ver, é a insistência na narrativa da season 1, que já havia sido exaustiva. Digo isso, pois a animação tinha potencial para ir muito longe, mas resolveu criar raízes em um lugar árido e sem propósito, no fim, se tornou um amontoado de imbecilidade repetitiva.
O retorno do Knives é um dos pontos negativos da história, não necessariamente pela sua volta, mas pq trouxe de volta tudo aquilo que já acompanhamos na season 1, o que tornou a volta dele bem "tá, lá vamos nós de novo".[/apoiler]
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Falta muito desenvolvimento para o negócio ficar atrativo, você é jogado em um universo que não entende muito, mas ninguém se importa em explicar. Você conhece personagens, mas ninguém liga em apresentá-los, apenas jogam uns flashbacks tristes e "tá aí, se vira".
[spoiler]Queria ter tido um background da Milly, pq ela foi jogada do nada como se fizesse parte de tudo. A Meryl Stryfe é outra que a gente só entende que não sabe nada dela lá no episódio final que aparece o pai e a mãe.
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Eu digo que essa é uma das minhas maiores frustrações dos últimos anos, pq eu realmente esperava alguma coisa boa desse anime, mas ele é uma merda, com uma história até que interessante, mas mal desenvolvida, com personagens, principalmente o Vash, horríveis e sem profundidade alguma.
Essa estética de herói que não mata é batida e chata, mas pelo menos a maioria senta a porrada nos caras, esse imbecil do Vash fica apontando a arma por 2 temporadas e esperando que os caras decidam mudar de opinião, é simplesmente broxante de mais assistir esse anime.
O Vash é um dos piores personagens que eu já acompanhei, o cara simplesmente NÃO FAZ NADA, ele vive com esse ego de protagonista, que precisa salvar o mundo, mas NUNCA, absolutamente NUNCA faz nada, sempre precisa ser salvo por alguém, pq ele mesmo não consegue nem se salvar, é um encosto PATÉTICO.
E como se não pudesse piorar, no final de tudo o Knives ainda virou um dos "salvadores" do mundo, é realmente muito patética a forma como eles forçam ao extremo pra todo mundo ser muito bonzinho.
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Enfim, não é um bom anime de se acompanhar, promete muito e entrega um total de vários nadas, é um repeteco de história e diálogos por longas 2 temporadas, você anda em circulo no meio de uma mesmice chata e cansativa.
A animação é bonita e as lutas são bem boas, mas todo o resto é bem ruim, os personagens são chatos, vazios e totalmente extremos em uma "bondade" inexistência, que beira a penitência.
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Nota: 4.9/10
Yuusha-kei ni Shosu: Choubatsu Yuusha 9004-tai Keimu Kiroku
3.8 12 Assista AgoraEsse é aquele típico anime clichê que segue absolutamente todos os clichês possíveis do gênero, porém, ele até que da uma sustentada em vários pontos.
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O anime tem uma dinâmica muito boa, uma animação realmente legal, com cenas de luta muito bonitas, mas peca de mais nos personagens, para mim são todos bem ruins, com uma menção honrosa para a Teoritta, que é INSUPORTÁVEL.
E, para mim, isso é geral, eu realmente não gostei de NENHUM personagem, achei que focam de mais nas tiradas cômicas e fica excessivo e cansativo. Além disso, não curto muito a dinâmica dos personagens, acho boa parte deles meio perdidos, sem muito espaço, ficando só pra dizer que tem bastante gente no grupo.
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O clichê nem é um problema em si, mas o fato de que ele permeia toda a narrativa e a história não desenvolve nessa primeira temporada, você vai sentindo o desgaste conforme os episódios vão passando, pq é sempre a mesma coisa acontecendo.
Os caras são enviados para algum lugar, começa um ataque, vem um monstrão, eles vencem.
Essa situação até seria interessante se tivéssemos um background dos locais que eles frequentam ou se existisse um preparo para que nos afeiçoássemos aos populares, mas não, é só um amontoado superficial da mesma coisa.
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Mesmo achando interessante o episódio final e apresentando um bom gancho para uma possível season 2, ainda acredito que poderiam ter criado uma season melhor que isso, para compensar essa finale com um bom desenvolvimento até ela.
Nota: 6.6/10
Isekai no Sata wa Shachiku Shidai
3.1 3Eu tento muito gostar de produções LGBTQIAPN+ japonesas (animes), mas é realmente difícil de mais, é tanto problema que você precisa passar pano pra conseguir assistir de boa, que termina o anime com um contrato em uma empresa de limpeza.
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O anime bebe muito da fonte de 'Seijo no Maryoku wa Bannou desu' e acaba entregando algo bem clichê, com personagens e tramas fracos, sem desenvolvimento, sem complexidade, apenas os personagens andando em círculos na mesma palhaçada forçada.
Esse anime tem uma proposta interessante e seria muito legal ter acompanhado a parte da contabilidade e da dinâmica com o reino e o tesouro nacional, acompanhando as mudanças ativamente, sem espaçamento para focar em coisa superficial.
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Para mim, o grande problema desse anime é o romance e os personagens principais, pq novamente voltamos aquela premissa de relacionamento tóxico, possessividade, abusos, etc. O que, ao meu ver, torna a narrativa de romance extremamente cansativa e, em vários momentos, revoltante.
Não gosto dos personagens principais juntos e não consegui torcer por eles em momento algum.
É muito triste que, em pleno 2026, precisamos ficar acompanhando relacionamentos LGBTQIAPN+ sendo retratados de uma forma tão tóxica e normalizando isso. É sempre a mesma construção de um personagem insuportavelmente tóxico e possessivo e outro extremamente passivo em relação a toda a situação que o circunda, não se impondo e vive situações extremamente complicadas com a maior atmosfera romântica.
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É um anime fraco e extremamente problemático, que teria sido ótimo se o foco fosse na parte administrativa.
Nota: 5.4/10
Champignon no Majo
4.0 4É um anime que tem bastante potencial, pq segue uma ambientação muito promissora, mas peca de mais em todos os sentidos, é um emaranhado de erros.
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A trama parece ter um ponto interessante, mas acho que tudo que circunda ela é meio ruim, o anime é meio apático.
A personagem principal não tem carisma pra sustentar o anime, os personagens secundários são chatos de acompanhar, a história não é tão atrativa quanto parece e não tem um direcionamento atrativo, mesmo sendo slice of life.
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Chega um ponto que o anime parece que anda em círculos, com uma história que não vai pra lugar nenhum, um repeteco de diálogos, parece que você ta sempre vendo o mesmo episódios por uns 5 episódios, é muito ruim.
Esse anime pode ser resumido nessas duas postagens que eu fiz sobre os episódios 5 e 6.
"Finalmente acordou, agora vamos ver o que vem com isso" Ep 5.
"Porra, menino tonto, já pode voltar a dormir... Só entende o que convém" Ep 6.
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Assim, tem um inicio promissor e parece que vai, mas depois que chega no meio da temporada, mais precisamente no ep 6, você entende que não vai.
Nota: 5.2/10