Reassisti ao filme porque fazem 12 anos que assisti e não lembrava que tinha assistido. A nota que dei naquela época seria a mesma que daria hoje e o comentário que fiz ainda simboliza o que achei do filme. _____________________________________
É um filme incrível, que dialoga muito no silêncio e nos mostra que, muitas vezes, ele fala muita coisa.
Uma das cenas mais impactantes do filme, para mim, é quando a Preciosa descobre que é HIV positivo e consegue finalmente 'contar' tudo o que aconteceu com ela, mas a cena em que ela fala que o "amor nunca fez nada por ela, o amor machucou, estuprou, chamou de animal, fez se sentir inútil e a deixou doente"
Essa passagem mostra como somos condicionados a acreditar que algumas coisas são de um determinado jeito, ou seja, ela acreditou a vida inteira que o amor era daquela forma porque foi a referência que ela tinha de amor. E isso é a explicação do motivo que muitas pessoas seguem em ciclos de violência.
Eu estava querendo assistir um anime bem simples como esse, por isso resolvi pegar esse pra assistir.
É um anime que não tem nada de muita novidade, é bem clichê em tudo que se propõe e tudo aquilo que esse tipo de anime costuma entregar, o que é bom quando não se espera muita coisa.
E o fato de não ter ecchi e nem fanservice já dá bastante pontos para a obra kkkk _____________________________________________________
O anime apresenta algumas inconsistências na história, como a indiferença de todos em relação as ações do Allen, que levam bastante tempo para começarem a ser percebidas.
Também não me agrada muito animes com personagem criança, me irrita um pouco o exagero de fazê-los muito fodas, gênios, incríveis, etc. Porque os problemas são sempre de gente grande e querem enfiar isso neles.
É só botar um adolescente/jovem adulto e vai ter o mesmo impacto narrativo. _____________________________________________________
Sobre os bichos:
Acredito que seria mais legal se as invocações tivessem o design baseado na imaginação dele, sendo esse o motivo de serem como são. Poderiam ter o design padrão do mundo, mas algumas características, como óculos, capacete, roupa, cor, etc. baseados na imaginação do protagonista.
Além disso, o padrão de invocação poderia ter mais consistência e/ou alguma justificativa, seja um gosto pessoal ou padrão específico. Também poderiam limitar a quantidade de utilização de invocações, pelo menos nesse início com ele tão jovem. _____________________________________________________
Algo que eu realmente gosto, é como eles vão desenvolvendo a história, pedrinha por pedrinha, trazendo realmente um desenvolvimento do personagem e da narrativa, isso da uma complexidade e profundidade bem legal para o anime.
Só acho que eles dão uma empacada muito grande com a entrada do Barão, mesmo tendo uma nova ambientação e personagens, não parece que existe uma progressão muito grande.
Gosto de como a temporada teve um desenvolvimento bem mais lento, mas bem mais complexo, trazendo uma profundidade bem legal para o Allen, a história, o mundo, as invocações.
Mas ainda acho que poderiam ter construído algum complemento para o Allen, porque ele ficou basicamente sozinho a temporada inteira, não houve uma construção de vínculo com o público que fosse legal. _____________________________________________________
Enfim, é um anime bem básico e clichê, cuja animação vai decaindo episódio por episódio, mas é um anime que tem uma história atrativa e é até cativante.
Eu acho essa série um erro, não por ser ruim, pq ela tem uma proposta muito boa, mas é muito mal executada.
Se pudesse definir essa temporada, diria que ela fica 7 episódios e meio com draminhas bobos, gente chata flertando e protagonista enchendo a porra do saco, aí quando começa a ficar bom, acaba. _________________________________________
São episódios desnecessariamente grandes, com um monte de coisa irrelevante, como os draminhas bobos dos personagens, as tramas da conspiração de gente irrelevante, os flertes dos personagens principais e a perturbação deles também, que enchem o saco o tempo inteiro, etc.
Os episódios contariam a mesma história em 30 minutos, se tirassem os excessos de coisa desnecessária.
Isso, somado com os personagens totalmente chatos, apáticos e sem carisma, já torna as tramas principais desinteressantes de acompanhar, imagina as secundárias. ________________________________________________________
A história do dragão já não é mais tão atrativa, o personagem dramático e exaustivo de dragão, cansou.
Acredito que arrastaram de mais alguns dramas bobos e sem necessidade, que até poderiam fazer sentido nos livros, mas aqui está longe de ser atrativa. A série é exaustiva de acompanhar e foca em coisas pequenas e fica rodando em dramas semelhantes por 1 hora.
Se os personagens jovens fossem mais atrativos, a série seria mais legal de acompanhar, visto que o foco é gigantesco neles, pq sendo sincero? se tirar a Moiraine e o Lan a série acaba. E olha que a Moiraine ficou bem apagada essa temporada inteira. ________________________________________________________
Não sei se a construção dos personagens segue fielmente os livros, mas acho real que deveriam ter feito uma repaginada nos personagens para a construção da série, pq todos os protagonistas são péssimos e nada atrativos de acompanhar.
1. A Nynaeve é uma chata inútil e escorada. 2. A Egwene virou expectadora, tanto de sonho quanto do Rand, ficou a season inteira olhando pra ele com cara de sofrida. 3. O Rand insuportável com isso de dragão, herói e bla bla bla. 4. O Perrin só teve destaque no episódio 7 e ficou enchendo a porra do saco com esse papo de herói o episódio inteiro. 5. O Matt apagadíssimo.
A Moiraine e o Lan são, indiscutivelmente, os melhores personagens dessa série, mas também foram apagadíssimos nessa temporada, o que fez decair MUITO a trama. _________________________________________
A trama das Aes Sedais e da torre está insuportável de acompanhar, pq é aquilo, tramas de traição são até interessantes, mas quando só se tem isso e ela é dominada por personagem secundário e sem relevância narrativa, fica maçante.
A Elaida é um personagem que aparece na season 3 pra tomar a torre e TODAS as Aes Sedais relevantes não estão mais lá, incluindo a Alanna, a Verin, a Liandrin, etc. O que torna esse plot completamente irrelevante, pq como você torce contra ou a favor de alguém que você nem conhece?
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Acho as locações muito bonitas, mas não sinto que conseguem transmitir profundidade no mundo que criaram, não da pra sentir que o mundo deles é grande e/ou que eles estão distantes, etc.
Pq tipo, quando eles precisam viajar rápido, em uma cena eles estão em outro lugar, mas quando querem fingir profundidade, aí é um episódio andando em campo aberto. _________________________________________
Enfim, eu acho que a série tem uma proposta muito boa e os livros devem ser muito bons, mas não acho que é bem executado e isso deve ser reflexo do motivo pelo qual foi cancelada, pq o público não conseguiu se afeiçoar com a história e os personagens pq é um amontoado de coisa boba que toma uma direção só no episódio final.
É muita performance para entregar algo tão ruim. _________________________________________
Acho o primeiro filme um CLÁSSICO, o segundo é assistível, mas esse terceiro é um DESASTRE, ele é ruim com MUITA, mas MUITA força. ____________________________________________
Eu já reclamo da troca de atores do filme 1 para o 2 e isso aconteceu novamente no 3º, o que é um grande problema, principalmente pq nem se parecem com os do filme antigo.
Mas o problema aqui vai muito além disso, a descaracterização dos personagens animados é ainda pior. Eles tiraram aquele brilho mágico e fantasioso dos personagens e criaram fantoches caricatos, que além de terem o visual modificado para algo que beira o fantoche circense (nada contra o circo), ainda destruíram a personalidade deles.
Falkor saiu de um dragão da sorte sábio para um dragão abestalhado. E o Mr. Rock perdeu a imponência dos outros dois filmes para se tornar um projeto patético de família dinossauro. ____________________________________________
Sobre a história:
PÉSSIMA de mais, totalmente fora do universo que construíram nos filmes 1 e 2. Além disso, adicionaram personagens que não acrescentaram em nada na narrativa, como a família nova do Bastian, principalmente a Nicoli, totalmente descartável o personagem.
Outro ponto que me incomodou nisso foi o pai do Bastian, que parece ter esquecido que ele vivenciou uma experiência com fantasia no filme 2, ou o diretor que não assistiu, vai saber...
Os vilões caricatos, forçados e patéticos. ____________________________________________
O sentimento é que tentaram pegar uma marca forte dos anos 80/90, que era o filme "uma história sem fim" e tentaram aplicar os moldes "besteiróis" da época, com esse aspecto de vilãozinho badboy que faz o que quiser e fica nessa perseguição infinita.
Além disso, também parecem ter deixado toda aquela mística, fantasiosa e reflexiva história de lado e tentaram abraçar a comédia pastelão, MUITO RUIM, diga-se de passagem. ____________________________________________
Esse é um filme ruim não por ser antigo, mas pq destrói toda a essência da obra que tentaram utilizar como base, é um desrespeito a História sem Fim.
Esse segundo filme é realmente bem inferior ao primeiro pq acompanha muitos erros bobos. ____________________________
Entendo que trabalhar com adolescente é complicado, pq está bem no momento de várias mudanças corporais, mas mudar TODOS os atores foi um erro muito grande, pq descontextualizou a história inicial e tira todas as lembrança e ligações com o primeiro filme, pq você não tem a sensação de estar assistindo a uma continuação.
O ator que fez o Atreyu tinha 13 no primeiro filme e 19 no segundo, já o Bastian tinha 11 no primeiro e 17 no segundo. Compreendo que é um espaçamento muito grande de um filme para o outro, mas poderiam ter usado isso a favor deles, se escorando na ideia de que quando você começa a crescer, você deixa de sonhar, etc. Para justificar um Bastian mais velho.
Caso isso fosse um problema, poderiam pelo menos ter achado atores mais parecidos com os do primeiro filme e/ou abraçado a ideia desse filme como uma continuação em um tempo diferente, com um outro Bastian, etc. ____________________________
A história é bonitinha, tem mensagens fofinhas e segue muito a linha do primeiro filme, sobre essa busca por deixar viva essa magia da fantasia, as memórias, etc.
Mas o filme não empolga muito, tem um roteiro fraco, atuações bem ruins e a falta de sentimento com o primeiro filme acaba deixando ele meio "a deriva". ____________________________
Quando o Bastian apareceu a primeira vez, eu achei que era uma menina e que ela seria colega de aventura do Bastian, tanto pela aparência quanto pela dublagem, que ficou bem fora colocando uma mulher.
Além disso, o Jonathan Brandis estava a cara da Leticia Colin nessa cena inicial.
Esse era o meu filme favorito quando criança, tinha algo místico nele que me prendia muito, eu amava o Falkor e sonhava em voar nele kkkk.
Resolvi revisitá-lo pq não sabia que era uma trilogia, então queria ver novamente para assistir ao terceiro. _______________________________________
O filme continua me encantando muito pela sutileza e pela mensagem que passa, mesmo compreendendo hoje algumas coisas que não compreendia e estando bem mais crítico em relação a algumas questões nas produções.
Ao mesmo tempo que gosto da mensagem que passam sobre o sonhar, também gosto da passagem do Atreyu, que, para mim, fica claro a composição de uma história que busca ensinar que nem sempre a realidade é como queremos ou esperamos. _______________________________________
No mais, obviamente que hoje eu estaria mais crítico do que na época, mas precisamos ser coerentes com a época, um filme dos anos 80 vai refletir os formatos e possibilidades da época e, ao meu ver, ele faz muito bem o seu trabalho.
O Makoto tem muita maestria em criar ambientes com profundidade e complexidade, visto que os filmes dele são muito conhecidos por isso, mas o problema é que alguns filmes acabam ficando só nisso. ________________________________________
Não acho Tenki no Ko um filme ruim, mas é performático e espetaculoso, um acumulo de cenas de ambiente, que são lindas, diga-se de passagem, mas que comprimem a história e simplificam de mais a narrativa.
Sinto que faltou muito contexto da história do Hodaka para conseguir simpatizar e torcer por ele, além de também terem ignorado completamente as consequências pós confusão. Você só sabe que ele foi preso, mas a história da Hina e do irmão não são explicadas, visto o medo que tinham de serem separados, etc.
Digo isso pq sei que você pode supor coisas, mas você só supõe mesmo. ________________________________________
Eu compreendo a necessidade da narrativa de criar ação, mas eu não entendi muito a pegada da policia em relação ao Hodaka, que foi tratado como bandido desde o início, sendo que ele estava sendo procurado como DESAPARECIDO e um possível SEQUESTRADO, com uma foto em posse de uma arma, sem que soubessem de absolutamente NADA.
Desde o início, antes mesmo da passagem final, eles trataram o Honaka como se ele fizesse parte da Yakuza. ________________________________________
No geral, não acho um filme ruim, só acho meio sem personalidade, uma história genérica em quadros muito bonitos e bem animados, com personagens meio apáticos, sem muita expressão e desinteressantes. Além disso, também tem uns dramas bem simples, mas com um exagero narrativo cansativo.
É uma série legalzinha de assistir, com um bom tempo por episódio, não tornando cansativo, mas apenas isso mesmo, nada aqui me chamou tanta atenção.
Gosto dos personagens principais, são simpáticos, engraçadinhos, mas a história deles não me ganhou tanto assim. Digo isso, pq sinto que faltou bastante desenvolvimento, logo que eles se juntaram o caos já se instaura e desanda tudo, não da tanto tempo para você acompanhá-los. ___________________________________________
Me choca bastante assistir as coisas dos Targaryens, pq é realmente complexo ver o quanto eles eram ruins, é sempre um pior que o outro, parece que competiam dentro da própria família sobre quem seria o pior da linhagem.
Danerys e Rhaenyra sempre serão as maiorais mesmo. ___________________________________________
No geral, gosto de como eles trabalham sobre essa ideia de que sempre existe uma hierarquia e os conceitos de certo e errado são definidos por quem detém o poder e funcionam apenas para aqueles que não os tem, pois aqueles que tem, fazem o que quiserem e só resta aceitar.
Além disso, acho interessante em como é bem fácil de visualizar a cascata de problemas por conta de uma decisão de um nobre, o negócio escalonou de forma absurda, o que mostra nossa impotência diante dos detentores do poder. ___________________________________________
Eu resolvi assistir esse filme pq usei aquele prompt de IA sobre qual personagem se parece comigo a partir das experiências que tivemos e o Chatgpt me respondeu o Will Hunting. _________________________________________________
Eu realmente gostei muito do filme e acho que deveria ser um daqueles sempre indicados em faculdades de psicologia, não somente pelo personagem a ser analisado, mas pela conduta dos profissionais que trabalharam com o Will.
Obviamente que se analisa a época em que o filme se passou, o que condiz muito com o perfil da maioria dos profissionais, mas é importante ressaltar a conduta um tanto quanto invasiva e, até certo ponto, desrespeitosa com que o trataram.
Por mais que o Sean tenha sido um profissional um pouco mais aberto, dando bastante margem para transferência e contratransferência, é importante de mais ver que o Will só conseguiu se abrir devido a forma como o Sean possibilitou a vinculação.
Digo isso pq existe dentro da psicologia essa reflexão sobre a forma como trabalhar com o paciente, o que pode e o que não pode ser feito, ser dito, comportamentos, ações, etc. Para muitos, a conduta do Sean é péssima, tanto dentro quanto fora da psicologia, mas para outros, podem compreender que esse foi o gatilho que o Will precisava para se abrir.
A ideia aqui não é pontuar se o Sean estava certo ou errado, mas compreender o posicionamento dele frente a situação que tinha, que se constrói muito bem com uma frase que é dita em uma das primeiras sessões deles, em que o Sean fala que ele não tem todas as respostas e não sabe como agir, e esse é o ponto central da Psicoterapia, cada paciente é diferente do outro e a forma como a vinculação ocorre é diferente, podendo as vezes ser mais flexível e outras mais rígidas, depende do olhar terapêutico.
Outro ponto que me agradou bastante nesse filme é mostrar que o impacto de uma psicoterapia não ocorre apenas no paciente, mas também no psicoterapeuta, que vivencia juntamente com o paciente cada etapa do processo, ouvindo e observando de um outro lugar, mas que permite também uma reflexão sobre a sua própria vida. _________________________________________________
Em relação ao filme em si, gosto muito de boa parte do filme, mas a reta final me cansou um pouco.
Compreendo a necessidade e importância de trabalhar o relacionamento com a Skylar, mas confessor que tenho um pouco de preguiça quando colocam relacionamentos amorosos em filmes com temática mais psicológica e complexa, pq sinto que não trabalham isso direito e fica meio avulso na narrativa.
Nessa situação, para mim pareceu que a conversa com o amigo lá na construção teve muito mais peso do que todas as cenas com a Skylar, mesmo compreendendo o fato de que ele percebeu os motivos pelos quais estava "fugindo" dela. _________________________________________________
Ao mesmo tempo que eu gosto que não focaram a história inteira desse filme apenas na inteligência do Will e na matemática, sinto também que isso ficou bem apagado durante o filme, tendo sido apenas o start e ficado lá pelo início mesmo.
Digo isso pq eu sinto que poderiam ter explorado essa questão um pouco mais do que tornar apenas uma queda de braço com o Prof. Lambeau. No fim, a questão do "gênio" virou mero coadjuvante na narrativa, mesmo ele ficando incomodado com o fato de achar tudo muito fácil, etc. Poderiam ter explorado um pouco essa questão de se encontrar no mundo, pq no o filme te direciona a um final que dá a entende que tudo se resolve com amor.
Compreendo que não existe a possibilidade de apresentar um processo terapêutico completo e acho que conseguiram fazer até uma boa finalização com os personagens, o problema, para mim, é que esse direcionamento final não me pareceu muito bem fechado em relação ao Will e os problemas reais dele, foi bonitinho e hollywoodiano, mas muitas questões em aberto para resolver. _________________________________________________
Eu acho esses filmes dos anos 90 que falam de diabo meio canastrões. ___________________________________
É um filme que passei longe de gostar, não por ser ruim, mas por falta de qualquer mínima atração que me prendesse, achei um roteiro bem básico e até meio bobo e infantil a forma como retrataram algumas questões de religião.
O filme é desnecessariamente grande, o que o torna vem cansativo de assistir.
A base do filme é a vaidade e isso fica explicito durante o filme inteiro, mas me senti muito conversando com um coach quântico de autoajuda soltando milhares de frase de efeito... No fim, é aquele típico filme que é interessante pra época em que foi feito, mas para os dias de hoje, achei caricato. ___________________________________
A cena em que retratam uma atividade religiosa com a morte de uma cabra e como as coisas foram conduzidas durante o julgamento, com um forte direcionamento para um "feitiço" para o promotor e uma clara menção de que aquela religião era mais próxima ao diabo...
Outra coisa que me incomodou nesse filme foram as cenas de nudez frontal, pq né, sempre o corpo feminino sendo explorado no cinema, principalmente quando utilizam-se de temas em que exigem uma sexualização exagerada, como no caso do diabo e da luxuria. ___________________________________
Achei o filme grande de mais, apático, com uma história sem graça, mas o Keanu Reeves estava muito bonito como o filhotinho do diabo.
E finalmente chegamos em uma segunda temporada, que foi desnecessariamente pequena, diga-se de passagem. ______________________________________________
É uma temporada que segue o padrão Frieren de slice of life de viagem, com uma luta aqui e outra acolá pra dar aquela emoção.
Eu gosto em como o mundo de Frieren apresenta profundidade, não apenas um protagonismo exagerado, existem pessoas importantes em suas regiões, em suas épocas, ou seja, as pessoas que abriram caminho para as gerações posteriores, mesmo que eles não tenham sido os "grandes heróis". ______________________________________________
E assim, eu acho muito legal quando vemos que TODOS os comportamentos da Frieren tem relação com o Himmel e ele acompanha ela até hoje por todos os lugares que ela passa e tudo que ela faz, é simplesmente SENSACIONAL.
E gostei do final da temporada, pq é algo muito Frieren, sem marketing barato pra sustentar audiência, apenas Frieren mesmo.
Esse é um dos melhores animes da temporada e um dos melhores animes que já assisti. _______________________________________
É até difícil falar/escrever sobre esse anime, pq cada cena, cada palavra e cada ação fazem parte de alguma reflexão interessante sobre a vida.
Algo que eu preciso falar é em como esse anime retrata o luto de uma forma interessante, fico besta em como eles conseguiram fazer cada parte ser tão importante quanto o todo. Além disso, é muito legal que não existe uma necessidade de forçar sentimentos e/ou frases bonitinhas pra justificar as coisas, é uma amostra clara de que tudo na vida é um processo individual, mesmo que seja vivido com mais de uma pessoa, pq cada situação é vivida a partir da ótica de quem está vivendo.
O anime é uma incrível amostra que vai além do luto, ele retrata o cotidiano de qualquer indivíduo, que vivencia os mesmos dilemas em situações similares ou diferentes, até pq, o luto é algo muito além de sentir a morte de uma pessoa, é o sentimento de perder algo, seja esse algo qualquer coisa que você tenha um sentimento. _______________________________________
Todos os personagens são fascinantes e conseguem transmitir alguma coisa nos momentos que aparecem, mesmo que pouco tempo.
Eu acho muito interessante como cada personagem tem suas dores e isso fica bem claro. É muito legal que eles deixam bem explicito essa ideia de que as dores são unitárias e que ninguém vai conseguir sentir aquilo que você sente e na intensidade que você sente, mesmo o motivo partindo do mesmo ponto, pq cada pessoa sente as coisas de uma forma diferente. _______________________________________
Mas algo que, para mim, foi fascinante nesse anime, é como o diálogo e as reflexões não pararam apenas no luto, mas se desenvolveram para dialogar sobre as expressões dos papeis sociais de masculino e feminino, como a cultura nos pressiona a seguirmos padrões existenciais e tudo o que destoa disso, acaba sendo excluído, seja direta ou indiretamente.
E esse sentimento fica claro no nome do anime "diário sobre a estrangeira".
Um estrangeiro é alguém que vai para um lugar diferente de sua origem, não conhece sua cultura e sua história. Um estrangeiro pode também ter relação direta com algo externo e exótico.
Basicamente, é a forma como as pessoas se sentem em vários momentos de suas vidas, como estrangeiros, como alguém que não faz parte daquele lugar que frequenta, daquele grupo, daquela família, etc. Mas vive uma vida em busca de pertencimento e existência, querendo saber onde que cabe.
No fim, todos somos parcialmente estrangeiros durante a nossa vida, vivendo em busca de alcançar as expectativas dos outros para nos sentirmos parte de algo.
E não existe nada mais solitário do que tentar preencher o vazio com a expectativa dos outros. _______________________________________
Esse anime nos faz refletir muito sobre a vida que a gente leva e/ou espera levar. Na busca para se sentir pertencente a algum lugar, a Minori não conseguiu ser. É triste pensar que uma pessoa levou uma vida inteira dentro de uma realidade criada para tentar fazer parte, mas que nunca se sentir parte de nada. A raiva da Makio parecer ser nada mais que uma frustração e raiva de si mesma por não conseguir ser o que não esperam dela.
Talvez a Minori até tentou ser uma 'boa mãe', mas quando começou a enxergar na Asa aquilo que ela queria ter e não conseguiu, retrocedeu ao momento do seu trauma e voltou ao embate. O que diferencia a Asa da Makio é que existe na Asa a hierarquia de ser a mãe e uma obediência plena, algo que aparentemente não houve com a Makio, pelo menos não na mesma intensidade.
Acho interessante em como a Asa parece uma construção mal acabada daquilo que a mãe dela se tornou, uma pessoa sem vontade própria e que segue tudo aquilo que mandam, mas como a mãe dela morreu antes disso se completar, ela está perdida sem saber quem ela realmente é.
Na morte dos pais, a Asa não perdeu apenas a mãe, mas a sensação de quem ela era, e que esse luto não é somente pelos pais, mas sobre a perda de si mesma.
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Mas uma das reflexões mais interessantes que o anime nos proporciona é sobre essa questão de papeis.
O anime fala de luto, mas não apenas o luto que envolve a morte, mas o luto e renascimento de tudo aquilo que atravessa a nossa existência, incluindo o luto da expectativa que se tem sobre as pessoas que não entregam o que estavam esperam delas.
Emiri já apresentou bastante indícios de não querer ser uma "dona de casa", mostrando muito claro na cena do café da manhã em que a mãe manda ela fazer a sua comida enquanto entrega a comida do pai na mesa, que ainda faz críticas a Makio por "beber cerveja fora do horário".
Chiyo vem na critica direta ao mercado de trabalho e a castração dos sonhos, mostrando que não importa o quanto você se esforce e seja bom, o fato de você ser uma mulher, alguém pode simplesmente arrancar o seu direito de pertencer e permanecer.
Asa traz em seu discurso em todo o anime. Ela busca constantemente por uma cartilha pra seguir, sobre o que vestir, o que fazer, como agir, como ser uma mulher. Quando ela perdeu a pessoa que direcionava essa construção de papéis, ela se viu completamente fora da realidade, pq não conseguia se encaixar aquilo que se espera de uma mulher.
E claro, a Makio, que desde sempre mostra esse embate direto com tudo e todos pelo simples fato de se permitir se libertar.
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Esse anime tem uma construção muito legal e um desenvolvimento muito interessante, mostrando que a estrada nunca é simples e reta, que existem inúmeros percalços e que muitas vezes você vai retroceder um pouco para compreender algo e seguir em frente.
E o melhor, que tudo na vida é um PROCESSO ÚNICO que depende apenas de você conseguir dar as respostas. _______________________________________
Se eu pudesse definir esse anime, diria que é algo simples, sincero e poético.
São dois insuportáveis, um dos piores animes de romance que eu já assisti. ______________________________________
Um anime superficial, com personagens vazios e totalmente apáticos, um drama bobo que é surrado a exaustão, sem subtramas, sem desenvolvimento e sem brilho. É um emaranhado de clichês de romances em um único anime, com uma péssima organização de história.
E eu nem acho que clichê seja um problema, o problema é quando esse clichê é usado de uma forma ruim, que é o que acontece nesse anime. ______________________________________
Eu não consigo gostar do Kohaku, eu acho ele chato, forçado, mal educado e muito inconveniente. Não gosto do casal e acho que os dois juntos não funcionam.
E os amigos são apenas um adereço narrativo, eles não servem pra NADA, eles só existem pra viver a vida dos protagonistas, não existe uma mísera subtrama. Eles não conseguem dar um destaque legal aos coadjuvantes, é um foco inteiramente nos protagonistas e eles ficam apenas a deriva na história dos dois. ______________________________________
Além disso, eu odio essa forçação de barra queer com essa personagem que tentam enfiar essa característica andrógino, mas que é sintético e forçado, principalmente pq era só ela deixar o cabelo crescer (já que não gosta de ser vista como príncipe), pq é visivelmente o que se compreende como mulher.
E isso me incomoda muito, pq é muita forçação de barra em querer fazer com que ela pareça um menino, é cansativo de assistir e totalmente desnecessário, além de não ser tão crível quanto tentam parecer ser.
Como mencionei, a questão de 'deixar o cabelo crescer' vem pelo simples fato de ELA ODIAR SER COLOCADA NESSA SITUAÇÃO, não é algo que ela não se importa e tal. Ser vista como um menino incomoda ela, mas nunca fica claro o pq ela não muda algumas características, só deixa meio no ar que ela não gosta de ser muito "feminina", mas não é nada bem desenvolvido para que fique clara essa questão. ______________________________________
Esse é um dos melhores animes da temporada e provavelmente um dos romances do ano. _______________________________
Gosto muito da história do anime e da forma como ela é contada, sem ficar focada em uma mesma situação e utilizando-se disso a exaustão.
O anime te apresenta vários personagens que tem histórias próprias, além de também terem o combo casal, que, em muitos momentos, chegam a ser mais interessantes que os protagonistas. _______________________________
Acho muito interessante a forma como apresentam a história ao público, com um bom tempo de tela e espaço para cada personagem, sem forçar muito alguns e sem esquecer os outros.
Minha principal crítica é que eu acho que desenvolveram pouco o relacionamento dos personagens, principalmente o principal.
Mas é um anime muito bom de acompanhar e com personagens muito carismáticos e engraçados. _______________________________
Acredito que essa temporada teve um bom direcionamento, com a apresentação de baste elementos da história, o que tornou a narrativa interessante, mesmo o discurso de alguns personagens e os vilões serem bem repetitivos. __________________________________
Gosto em como a narrativa nos colocou na ilha e nos explica sobre ela constantemente, mas me irrita um pouco a história ser meio "reta", ou seja, não existe nuances quando os personagens são sempre os mesmos e você fica 3 ou mais temporadas lutando contra eles e falando sempre as mesmas coisas.
Acredito que eles conseguem deixar os episódios bem dinâmicos com as lutas, que são muito bem feitas, além de nos apresentarem significados diferentes para as situações, porém, não existem elementos que desenvolvam as justificativas, ou seja, mesmo que eles expliquem que "estamos lutando de forma diferente", isso não fica claro na tela, você só acompanha mais uma luta similar a todas as outras (Obs: Mas fico feliz que pelo menos tentem).
Uma coisa que eu gosto nesse anime é a forma como eles se tornaram amigos devido a situação que foram colocados, precisando juntar forças pra sobreviver. __________________________________
No geral, é um bom anime, mas sinto que peca um pouco na história, devido aos poucos elementos que tem para direcionar a narrativa, pois são 3 temporadas da mesma coisa, acaba dando uma saturada.
Principalmente quando não existe aquele sentimento de urgência e de que qualquer coisa pode acontecer, pq até agora nenhum personagem realmente importante morreu. No fim, é só mais um shounem genérico.
E claro, como não sou levado por cenas de luta bem animadas, sempre quero algo a mais.
OBS: Mas gosto muito dos personagens. __________________________________
É uma temporada 1, só que 2. A mesma história, o mesmo discurso, só muda alguns visuais e personagens.
Esse anime é aquele papo de talk no jutsu, é os cara o tempo inteiro querendo conversar e achando que "oi, eu gosto de você" resolve guerra. ________________________________________
Um dos maiores problemas dessa temporada, ao meu ver, é a insistência na narrativa da season 1, que já havia sido exaustiva. Digo isso, pois a animação tinha potencial para ir muito longe, mas resolveu criar raízes em um lugar árido e sem propósito, no fim, se tornou um amontoado de imbecilidade repetitiva.
O retorno do Knives é um dos pontos negativos da história, não necessariamente pela sua volta, mas pq trouxe de volta tudo aquilo que já acompanhamos na season 1, o que tornou a volta dele bem "tá, lá vamos nós de novo".[/apoiler] ________________________________________
Falta muito desenvolvimento para o negócio ficar atrativo, você é jogado em um universo que não entende muito, mas ninguém se importa em explicar. Você conhece personagens, mas ninguém liga em apresentá-los, apenas jogam uns flashbacks tristes e "tá aí, se vira".
[spoiler]Queria ter tido um background da Milly, pq ela foi jogada do nada como se fizesse parte de tudo. A Meryl Stryfe é outra que a gente só entende que não sabe nada dela lá no episódio final que aparece o pai e a mãe.
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Eu digo que essa é uma das minhas maiores frustrações dos últimos anos, pq eu realmente esperava alguma coisa boa desse anime, mas ele é uma merda, com uma história até que interessante, mas mal desenvolvida, com personagens, principalmente o Vash, horríveis e sem profundidade alguma.
Essa estética de herói que não mata é batida e chata, mas pelo menos a maioria senta a porrada nos caras, esse imbecil do Vash fica apontando a arma por 2 temporadas e esperando que os caras decidam mudar de opinião, é simplesmente broxante de mais assistir esse anime.
O Vash é um dos piores personagens que eu já acompanhei, o cara simplesmente NÃO FAZ NADA, ele vive com esse ego de protagonista, que precisa salvar o mundo, mas NUNCA, absolutamente NUNCA faz nada, sempre precisa ser salvo por alguém, pq ele mesmo não consegue nem se salvar, é um encosto PATÉTICO.
E como se não pudesse piorar, no final de tudo o Knives ainda virou um dos "salvadores" do mundo, é realmente muito patética a forma como eles forçam ao extremo pra todo mundo ser muito bonzinho.
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Enfim, não é um bom anime de se acompanhar, promete muito e entrega um total de vários nadas, é um repeteco de história e diálogos por longas 2 temporadas, você anda em circulo no meio de uma mesmice chata e cansativa.
A animação é bonita e as lutas são bem boas, mas todo o resto é bem ruim, os personagens são chatos, vazios e totalmente extremos em uma "bondade" inexistência, que beira a penitência. ________________________________________
Esse é aquele típico anime clichê que segue absolutamente todos os clichês possíveis do gênero, porém, ele até que da uma sustentada em vários pontos. ____________________________
O anime tem uma dinâmica muito boa, uma animação realmente legal, com cenas de luta muito bonitas, mas peca de mais nos personagens, para mim são todos bem ruins, com uma menção honrosa para a Teoritta, que é INSUPORTÁVEL.
E, para mim, isso é geral, eu realmente não gostei de NENHUM personagem, achei que focam de mais nas tiradas cômicas e fica excessivo e cansativo. Além disso, não curto muito a dinâmica dos personagens, acho boa parte deles meio perdidos, sem muito espaço, ficando só pra dizer que tem bastante gente no grupo. ____________________________
O clichê nem é um problema em si, mas o fato de que ele permeia toda a narrativa e a história não desenvolve nessa primeira temporada, você vai sentindo o desgaste conforme os episódios vão passando, pq é sempre a mesma coisa acontecendo.
Os caras são enviados para algum lugar, começa um ataque, vem um monstrão, eles vencem.
Essa situação até seria interessante se tivéssemos um background dos locais que eles frequentam ou se existisse um preparo para que nos afeiçoássemos aos populares, mas não, é só um amontoado superficial da mesma coisa. ____________________________
Mesmo achando interessante o episódio final e apresentando um bom gancho para uma possível season 2, ainda acredito que poderiam ter criado uma season melhor que isso, para compensar essa finale com um bom desenvolvimento até ela.
Eu tento muito gostar de produções LGBTQIAPN+ japonesas (animes), mas é realmente difícil de mais, é tanto problema que você precisa passar pano pra conseguir assistir de boa, que termina o anime com um contrato em uma empresa de limpeza. ___________________________________
O anime bebe muito da fonte de 'Seijo no Maryoku wa Bannou desu' e acaba entregando algo bem clichê, com personagens e tramas fracos, sem desenvolvimento, sem complexidade, apenas os personagens andando em círculos na mesma palhaçada forçada.
Esse anime tem uma proposta interessante e seria muito legal ter acompanhado a parte da contabilidade e da dinâmica com o reino e o tesouro nacional, acompanhando as mudanças ativamente, sem espaçamento para focar em coisa superficial. ___________________________________
Para mim, o grande problema desse anime é o romance e os personagens principais, pq novamente voltamos aquela premissa de relacionamento tóxico, possessividade, abusos, etc. O que, ao meu ver, torna a narrativa de romance extremamente cansativa e, em vários momentos, revoltante.
Não gosto dos personagens principais juntos e não consegui torcer por eles em momento algum.
É muito triste que, em pleno 2026, precisamos ficar acompanhando relacionamentos LGBTQIAPN+ sendo retratados de uma forma tão tóxica e normalizando isso. É sempre a mesma construção de um personagem insuportavelmente tóxico e possessivo e outro extremamente passivo em relação a toda a situação que o circunda, não se impondo e vive situações extremamente complicadas com a maior atmosfera romântica. ___________________________________
É um anime fraco e extremamente problemático, que teria sido ótimo se o foco fosse na parte administrativa.
É um anime que tem bastante potencial, pq segue uma ambientação muito promissora, mas peca de mais em todos os sentidos, é um emaranhado de erros. _____________________________
A trama parece ter um ponto interessante, mas acho que tudo que circunda ela é meio ruim, o anime é meio apático.
A personagem principal não tem carisma pra sustentar o anime, os personagens secundários são chatos de acompanhar, a história não é tão atrativa quanto parece e não tem um direcionamento atrativo, mesmo sendo slice of life. _____________________________
Chega um ponto que o anime parece que anda em círculos, com uma história que não vai pra lugar nenhum, um repeteco de diálogos, parece que você ta sempre vendo o mesmo episódios por uns 5 episódios, é muito ruim.
Esse anime pode ser resumido nessas duas postagens que eu fiz sobre os episódios 5 e 6.
Não acho esse anime muito ruim, mas nunca foi algo que me prendeu e/ou despertou qualquer sentimento positivo. _________________________________
Acho interessante a busca pelo ouro e o esquema das tatuagens, mas sinto que o negócio foi se perdendo ao decorrer das temporadas.
Além disso, acho que forçam de mais o Tsurumi e a 7th divisão. _________________________________
Essa temporada em especial eu achei um saco assistir esse entulho de flashbacks, pq eu já não curto muito, o excesso pra ligar a história ao passado foi um saco, poderiam ter dividido tudo nas outras temporadas para ir fazendo a ligação aos poucos.
No fim, é mais um daqueles animes que ficam 4 temporadas andando em círculos pra acelerar na 5ª e finalizar na 6ª. _________________________________
Esse é aquele típico anime besteirol, o que não é um problema, mas não é pra mim. ___________________________________
Eu já não curto muito animes pastelões, mas acredito que o fato de não ter um conhecimento prévio sobre o universo Kamen Rider me fez não ter muita simpatia com o anime.
Além disso, senti um certo tom de machismo sendo colocado nesse anime, o que me incomodou consideravelmente ao decorrer da história. ___________________________________
Achei um anime meio avulso, sem uma história muito atrativa, com alguns arcos parecendo que você está andando em círculos e personagens consideravelmente ruins.
Essa temporada foi difícil de engolir em níveis alarmantes. Foi tudo muito ruim. Mesmo sabendo que esse anime já tinha morrido na primeira temporada, parece que a cada passagem foi ficando pior. _________________________________
Sabe, um dos pontos mais chatos e irritantes desse anime é a forçação de barra em cima da Hayase, sendo que essa é uma das, se não a pior coisa da história, é simplesmente insuportável assistir ela e os descendentes.
Essas passagens nunca foram legais e centralizar toda a história em volta disso fez com que perdesse de mais da força narrativa, pq era sempre a mesma coisa que iria acontecer pq o vilão era sempre o mesmo. _________________________________
Nessa temporada, me irrita de mais o foco insuportável na Mizuha, pq é tanta insistência em um personagem tão ruim, que você fica se perguntando o pq de NINGUÉM cogitar que isso ficou muito ruim.
Esse direcionamento de temporada com "somos todas amigas, mulheres" é um saco, é uma ingenuidade, uma complacência do Fushi que irrita, pq o cara viveu ZILHÕES de anos e conheceu milhares de coisas e continua a mesma anta do início. _________________________________
Sinto que o maior erro dessa história foi não ter ficado no passado, esse direcionamento para o presente tirou completamente a essência do anime e não parece conseguir sustentar a história, é tudo tão desinteressante...
[spoiçer]que nem trazendo todos os principais personagens que foram amados no início, conseguem fazer a história ter a mínima relevância e potencia.[/spoiler]
Os caras forçam a Hayase desde a season 1, algo que já era insuportável, mas com a Mizuja p negócio toma níveis alarmantes, seja pela ambientação sem potencia ou pelo cansaço da narrativa. Parece que o negócio não vai pra lugar nenhum, é um eterno "vamos ser amigos da Mizuha", algo que NINGUÉM realmente liga.
E isso é algo que eu não consigo entender REAL, esse foco absurdo em um personagem que NINGUÉM liga, é uma insistência desproporcional para ajudar essa personagem que a todo momento trai os protagonistas e tenta gerar o caos, é uma forçação tão grande para tentar fazer a história andar, que fica cansativo o desespero por não ter mais história pra contar.
Uma temporada inteira jogada no lixo com a resolução do reset, vamos reviver todo mundo, fingir que nada aconteceu e seguir em frente, simplesmente patético.
Esse anime é uma merda e essa temporada é um completo lixão da mãe Lucinda, com um final patético e desinteressante.
A premissa é bem interessante, mas é uma narrativa cansativa de assistir e com situações e resoluções bem óbvias, que perde o fôlego bem rápido. ______________________________________________
A história segue um modelo bem interessante, no estilo "among us", mas ele não se sustenta, se torna meio cansativo, não apenas pela história, mas pelo todo, pq nada é realmente interessante.
A exemplo disso, os argumentos que são utilizados nas reuniões desse anime são bobos e básicos de mais, pois, como não existe história para além das reuniões, não tem muito o que dialogar, é sempre baseado em nada.
Nisso, os personagens, principalmente o Yuuri, são muito bestas e chatos de acompanhar, não da vontade de torcer por eles pq é tudo meio bobinho e fácil de questionar, além de que esse protagonista precisa que metade do elenco direcione ele pra chegar em uma resolução simples, simplesmente um pateta. ______________________________________________
Eu nem acho que o anime é ruim, só não consigo entender pq tanto episódio, pq eles não sustentam a história e fica cansativo e aí que se torna ruim.
Se tivessem finalizado no 12, talvez fosse mais aceitável. ______________________________________________
Enfim, é um anime que eu não indicaria, não por achar ruim, mas é muito tempo envolvido em algo que não supre a necessidade inicial.
Não entendi pq apenas 9 episódios, mas foi uma boa temporada.
Gosto desse direcionamento narrativo para desenvolvimento de personagem, além de trazer um foco legal para as outras competidores e nos dar a sensação de que a história não é engessada. ________________________________
A temporada não trouxe nada de diferente e também acredito que seja difícil esse anime conseguir algo muito além do que está entregando.
Eu amei o CGI da apresentação, os caras investiram muito e ficou realmente muito bom. ________________________________
Preciosa: Uma História de Esperança
4.0 2,0K Assista AgoraReassisti ao filme porque fazem 12 anos que assisti e não lembrava que tinha assistido. A nota que dei naquela época seria a mesma que daria hoje e o comentário que fiz ainda simboliza o que achei do filme.
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É um filme incrível, que dialoga muito no silêncio e nos mostra que, muitas vezes, ele fala muita coisa.
Uma das cenas mais impactantes do filme, para mim, é quando a Preciosa descobre que é HIV positivo e consegue finalmente 'contar' tudo o que aconteceu com ela, mas a cena em que ela fala que o "amor nunca fez nada por ela, o amor machucou, estuprou, chamou de animal, fez se sentir inútil e a deixou doente"
Essa passagem mostra como somos condicionados a acreditar que algumas coisas são de um determinado jeito, ou seja, ela acreditou a vida inteira que o amor era daquela forma porque foi a referência que ela tinha de amor. E isso é a explicação do motivo que muitas pessoas seguem em ciclos de violência.
Porque não conhecem outra forma de viver.
Hell Mode: Yarikomizuki no Gamer wa Hai Settei no Isekai …
3.3 2Eu estava querendo assistir um anime bem simples como esse, por isso resolvi pegar esse pra assistir.
É um anime que não tem nada de muita novidade, é bem clichê em tudo que se propõe e tudo aquilo que esse tipo de anime costuma entregar, o que é bom quando não se espera muita coisa.
E o fato de não ter ecchi e nem fanservice já dá bastante pontos para a obra kkkk
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O anime apresenta algumas inconsistências na história, como a indiferença de todos em relação as ações do Allen, que levam bastante tempo para começarem a ser percebidas.
Também não me agrada muito animes com personagem criança, me irrita um pouco o exagero de fazê-los muito fodas, gênios, incríveis, etc. Porque os problemas são sempre de gente grande e querem enfiar isso neles.
É só botar um adolescente/jovem adulto e vai ter o mesmo impacto narrativo.
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Sobre os bichos:
Acredito que seria mais legal se as invocações tivessem o design baseado na imaginação dele, sendo esse o motivo de serem como são. Poderiam ter o design padrão do mundo, mas algumas características, como óculos, capacete, roupa, cor, etc. baseados na imaginação do protagonista.
Além disso, o padrão de invocação poderia ter mais consistência e/ou alguma justificativa, seja um gosto pessoal ou padrão específico. Também poderiam limitar a quantidade de utilização de invocações, pelo menos nesse início com ele tão jovem.
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Algo que eu realmente gosto, é como eles vão desenvolvendo a história, pedrinha por pedrinha, trazendo realmente um desenvolvimento do personagem e da narrativa, isso da uma complexidade e profundidade bem legal para o anime.
Só acho que eles dão uma empacada muito grande com a entrada do Barão, mesmo tendo uma nova ambientação e personagens, não parece que existe uma progressão muito grande.
Gosto de como a temporada teve um desenvolvimento bem mais lento, mas bem mais complexo, trazendo uma profundidade bem legal para o Allen, a história, o mundo, as invocações.
Mas ainda acho que poderiam ter construído algum complemento para o Allen, porque ele ficou basicamente sozinho a temporada inteira, não houve uma construção de vínculo com o público que fosse legal.
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Enfim, é um anime bem básico e clichê, cuja animação vai decaindo episódio por episódio, mas é um anime que tem uma história atrativa e é até cativante.
Nota: 7.0/10
A Roda do Tempo (3ª Temporada)
3.6 33 Assista AgoraEu acho essa série um erro, não por ser ruim, pq ela tem uma proposta muito boa, mas é muito mal executada.
Se pudesse definir essa temporada, diria que ela fica 7 episódios e meio com draminhas bobos, gente chata flertando e protagonista enchendo a porra do saco, aí quando começa a ficar bom, acaba.
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São episódios desnecessariamente grandes, com um monte de coisa irrelevante, como os draminhas bobos dos personagens, as tramas da conspiração de gente irrelevante, os flertes dos personagens principais e a perturbação deles também, que enchem o saco o tempo inteiro, etc.
Os episódios contariam a mesma história em 30 minutos, se tirassem os excessos de coisa desnecessária.
Isso, somado com os personagens totalmente chatos, apáticos e sem carisma, já torna as tramas principais desinteressantes de acompanhar, imagina as secundárias.
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A história do dragão já não é mais tão atrativa, o personagem dramático e exaustivo de dragão, cansou.
Acredito que arrastaram de mais alguns dramas bobos e sem necessidade, que até poderiam fazer sentido nos livros, mas aqui está longe de ser atrativa. A série é exaustiva de acompanhar e foca em coisas pequenas e fica rodando em dramas semelhantes por 1 hora.
Se os personagens jovens fossem mais atrativos, a série seria mais legal de acompanhar, visto que o foco é gigantesco neles, pq sendo sincero? se tirar a Moiraine e o Lan a série acaba. E olha que a Moiraine ficou bem apagada essa temporada inteira.
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Não sei se a construção dos personagens segue fielmente os livros, mas acho real que deveriam ter feito uma repaginada nos personagens para a construção da série, pq todos os protagonistas são péssimos e nada atrativos de acompanhar.
1. A Nynaeve é uma chata inútil e escorada.
2. A Egwene virou expectadora, tanto de sonho quanto do Rand, ficou a season inteira olhando pra ele com cara de sofrida.
3. O Rand insuportável com isso de dragão, herói e bla bla bla.
4. O Perrin só teve destaque no episódio 7 e ficou enchendo a porra do saco com esse papo de herói o episódio inteiro.
5. O Matt apagadíssimo.
A Moiraine e o Lan são, indiscutivelmente, os melhores personagens dessa série, mas também foram apagadíssimos nessa temporada, o que fez decair MUITO a trama.
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A trama das Aes Sedais e da torre está insuportável de acompanhar, pq é aquilo, tramas de traição são até interessantes, mas quando só se tem isso e ela é dominada por personagem secundário e sem relevância narrativa, fica maçante.
A Elaida é um personagem que aparece na season 3 pra tomar a torre e TODAS as Aes Sedais relevantes não estão mais lá, incluindo a Alanna, a Verin, a Liandrin, etc. O que torna esse plot completamente irrelevante, pq como você torce contra ou a favor de alguém que você nem conhece?
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Acho as locações muito bonitas, mas não sinto que conseguem transmitir profundidade no mundo que criaram, não da pra sentir que o mundo deles é grande e/ou que eles estão distantes, etc.
Pq tipo, quando eles precisam viajar rápido, em uma cena eles estão em outro lugar, mas quando querem fingir profundidade, aí é um episódio andando em campo aberto.
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Enfim, eu acho que a série tem uma proposta muito boa e os livros devem ser muito bons, mas não acho que é bem executado e isso deve ser reflexo do motivo pelo qual foi cancelada, pq o público não conseguiu se afeiçoar com a história e os personagens pq é um amontoado de coisa boba que toma uma direção só no episódio final.
É muita performance para entregar algo tão ruim.
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Nota: 5.8/10
A História Sem Fim 3
3.0 110Acho o primeiro filme um CLÁSSICO, o segundo é assistível, mas esse terceiro é um DESASTRE, ele é ruim com MUITA, mas MUITA força.
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Eu já reclamo da troca de atores do filme 1 para o 2 e isso aconteceu novamente no 3º, o que é um grande problema, principalmente pq nem se parecem com os do filme antigo.
Mas o problema aqui vai muito além disso, a descaracterização dos personagens animados é ainda pior. Eles tiraram aquele brilho mágico e fantasioso dos personagens e criaram fantoches caricatos, que além de terem o visual modificado para algo que beira o fantoche circense (nada contra o circo), ainda destruíram a personalidade deles.
Falkor saiu de um dragão da sorte sábio para um dragão abestalhado. E o Mr. Rock perdeu a imponência dos outros dois filmes para se tornar um projeto patético de família dinossauro.
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Sobre a história:
PÉSSIMA de mais, totalmente fora do universo que construíram nos filmes 1 e 2. Além disso, adicionaram personagens que não acrescentaram em nada na narrativa, como a família nova do Bastian, principalmente a Nicoli, totalmente descartável o personagem.
Outro ponto que me incomodou nisso foi o pai do Bastian, que parece ter esquecido que ele vivenciou uma experiência com fantasia no filme 2, ou o diretor que não assistiu, vai saber...
Os vilões caricatos, forçados e patéticos.
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O sentimento é que tentaram pegar uma marca forte dos anos 80/90, que era o filme "uma história sem fim" e tentaram aplicar os moldes "besteiróis" da época, com esse aspecto de vilãozinho badboy que faz o que quiser e fica nessa perseguição infinita.
Além disso, também parecem ter deixado toda aquela mística, fantasiosa e reflexiva história de lado e tentaram abraçar a comédia pastelão, MUITO RUIM, diga-se de passagem.
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Esse é um filme ruim não por ser antigo, mas pq destrói toda a essência da obra que tentaram utilizar como base, é um desrespeito a História sem Fim.
A História Sem Fim 2
3.4 182 Assista AgoraEsse segundo filme é realmente bem inferior ao primeiro pq acompanha muitos erros bobos.
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Entendo que trabalhar com adolescente é complicado, pq está bem no momento de várias mudanças corporais, mas mudar TODOS os atores foi um erro muito grande, pq descontextualizou a história inicial e tira todas as lembrança e ligações com o primeiro filme, pq você não tem a sensação de estar assistindo a uma continuação.
O ator que fez o Atreyu tinha 13 no primeiro filme e 19 no segundo, já o Bastian tinha 11 no primeiro e 17 no segundo. Compreendo que é um espaçamento muito grande de um filme para o outro, mas poderiam ter usado isso a favor deles, se escorando na ideia de que quando você começa a crescer, você deixa de sonhar, etc. Para justificar um Bastian mais velho.
Caso isso fosse um problema, poderiam pelo menos ter achado atores mais parecidos com os do primeiro filme e/ou abraçado a ideia desse filme como uma continuação em um tempo diferente, com um outro Bastian, etc.
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A história é bonitinha, tem mensagens fofinhas e segue muito a linha do primeiro filme, sobre essa busca por deixar viva essa magia da fantasia, as memórias, etc.
Mas o filme não empolga muito, tem um roteiro fraco, atuações bem ruins e a falta de sentimento com o primeiro filme acaba deixando ele meio "a deriva".
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Quando o Bastian apareceu a primeira vez, eu achei que era uma menina e que ela seria colega de aventura do Bastian, tanto pela aparência quanto pela dublagem, que ficou bem fora colocando uma mulher.
Além disso, o Jonathan Brandis estava a cara da Leticia Colin nessa cena inicial.
A História Sem Fim
3.8 985 Assista AgoraEsse era o meu filme favorito quando criança, tinha algo místico nele que me prendia muito, eu amava o Falkor e sonhava em voar nele kkkk.
Resolvi revisitá-lo pq não sabia que era uma trilogia, então queria ver novamente para assistir ao terceiro.
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O filme continua me encantando muito pela sutileza e pela mensagem que passa, mesmo compreendendo hoje algumas coisas que não compreendia e estando bem mais crítico em relação a algumas questões nas produções.
Ao mesmo tempo que gosto da mensagem que passam sobre o sonhar, também gosto da passagem do Atreyu, que, para mim, fica claro a composição de uma história que busca ensinar que nem sempre a realidade é como queremos ou esperamos.
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No mais, obviamente que hoje eu estaria mais crítico do que na época, mas precisamos ser coerentes com a época, um filme dos anos 80 vai refletir os formatos e possibilidades da época e, ao meu ver, ele faz muito bem o seu trabalho.
O Tempo com Você
3.9 152 Assista AgoraO Makoto tem muita maestria em criar ambientes com profundidade e complexidade, visto que os filmes dele são muito conhecidos por isso, mas o problema é que alguns filmes acabam ficando só nisso.
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Não acho Tenki no Ko um filme ruim, mas é performático e espetaculoso, um acumulo de cenas de ambiente, que são lindas, diga-se de passagem, mas que comprimem a história e simplificam de mais a narrativa.
Sinto que faltou muito contexto da história do Hodaka para conseguir simpatizar e torcer por ele, além de também terem ignorado completamente as consequências pós confusão. Você só sabe que ele foi preso, mas a história da Hina e do irmão não são explicadas, visto o medo que tinham de serem separados, etc.
Digo isso pq sei que você pode supor coisas, mas você só supõe mesmo.
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Eu compreendo a necessidade da narrativa de criar ação, mas eu não entendi muito a pegada da policia em relação ao Hodaka, que foi tratado como bandido desde o início, sendo que ele estava sendo procurado como DESAPARECIDO e um possível SEQUESTRADO, com uma foto em posse de uma arma, sem que soubessem de absolutamente NADA.
Desde o início, antes mesmo da passagem final, eles trataram o Honaka como se ele fizesse parte da Yakuza.
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No geral, não acho um filme ruim, só acho meio sem personalidade, uma história genérica em quadros muito bonitos e bem animados, com personagens meio apáticos, sem muita expressão e desinteressantes. Além disso, também tem uns dramas bem simples, mas com um exagero narrativo cansativo.
O Cavaleiro dos Sete Reinos (1ª Temporada)
4.2 173 Assista AgoraÉ uma série legalzinha de assistir, com um bom tempo por episódio, não tornando cansativo, mas apenas isso mesmo, nada aqui me chamou tanta atenção.
Gosto dos personagens principais, são simpáticos, engraçadinhos, mas a história deles não me ganhou tanto assim. Digo isso, pq sinto que faltou bastante desenvolvimento, logo que eles se juntaram o caos já se instaura e desanda tudo, não da tanto tempo para você acompanhá-los.
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Me choca bastante assistir as coisas dos Targaryens, pq é realmente complexo ver o quanto eles eram ruins, é sempre um pior que o outro, parece que competiam dentro da própria família sobre quem seria o pior da linhagem.
Danerys e Rhaenyra sempre serão as maiorais mesmo.
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No geral, gosto de como eles trabalham sobre essa ideia de que sempre existe uma hierarquia e os conceitos de certo e errado são definidos por quem detém o poder e funcionam apenas para aqueles que não os tem, pois aqueles que tem, fazem o que quiserem e só resta aceitar.
Além disso, acho interessante em como é bem fácil de visualizar a cascata de problemas por conta de uma decisão de um nobre, o negócio escalonou de forma absurda, o que mostra nossa impotência diante dos detentores do poder.
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É isso, uma série acompanhável.
Nota: 7.1/10
Gênio Indomável
4.2 1,3K Assista AgoraEu resolvi assistir esse filme pq usei aquele prompt de IA sobre qual personagem se parece comigo a partir das experiências que tivemos e o Chatgpt me respondeu o Will Hunting.
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Eu realmente gostei muito do filme e acho que deveria ser um daqueles sempre indicados em faculdades de psicologia, não somente pelo personagem a ser analisado, mas pela conduta dos profissionais que trabalharam com o Will.
Obviamente que se analisa a época em que o filme se passou, o que condiz muito com o perfil da maioria dos profissionais, mas é importante ressaltar a conduta um tanto quanto invasiva e, até certo ponto, desrespeitosa com que o trataram.
Por mais que o Sean tenha sido um profissional um pouco mais aberto, dando bastante margem para transferência e contratransferência, é importante de mais ver que o Will só conseguiu se abrir devido a forma como o Sean possibilitou a vinculação.
Digo isso pq existe dentro da psicologia essa reflexão sobre a forma como trabalhar com o paciente, o que pode e o que não pode ser feito, ser dito, comportamentos, ações, etc. Para muitos, a conduta do Sean é péssima, tanto dentro quanto fora da psicologia, mas para outros, podem compreender que esse foi o gatilho que o Will precisava para se abrir.
A ideia aqui não é pontuar se o Sean estava certo ou errado, mas compreender o posicionamento dele frente a situação que tinha, que se constrói muito bem com uma frase que é dita em uma das primeiras sessões deles, em que o Sean fala que ele não tem todas as respostas e não sabe como agir, e esse é o ponto central da Psicoterapia, cada paciente é diferente do outro e a forma como a vinculação ocorre é diferente, podendo as vezes ser mais flexível e outras mais rígidas, depende do olhar terapêutico.
Outro ponto que me agradou bastante nesse filme é mostrar que o impacto de uma psicoterapia não ocorre apenas no paciente, mas também no psicoterapeuta, que vivencia juntamente com o paciente cada etapa do processo, ouvindo e observando de um outro lugar, mas que permite também uma reflexão sobre a sua própria vida.
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Em relação ao filme em si, gosto muito de boa parte do filme, mas a reta final me cansou um pouco.
Compreendo a necessidade e importância de trabalhar o relacionamento com a Skylar, mas confessor que tenho um pouco de preguiça quando colocam relacionamentos amorosos em filmes com temática mais psicológica e complexa, pq sinto que não trabalham isso direito e fica meio avulso na narrativa.
Nessa situação, para mim pareceu que a conversa com o amigo lá na construção teve muito mais peso do que todas as cenas com a Skylar, mesmo compreendendo o fato de que ele percebeu os motivos pelos quais estava "fugindo" dela.
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Ao mesmo tempo que eu gosto que não focaram a história inteira desse filme apenas na inteligência do Will e na matemática, sinto também que isso ficou bem apagado durante o filme, tendo sido apenas o start e ficado lá pelo início mesmo.
Digo isso pq eu sinto que poderiam ter explorado essa questão um pouco mais do que tornar apenas uma queda de braço com o Prof. Lambeau. No fim, a questão do "gênio" virou mero coadjuvante na narrativa, mesmo ele ficando incomodado com o fato de achar tudo muito fácil, etc. Poderiam ter explorado um pouco essa questão de se encontrar no mundo, pq no o filme te direciona a um final que dá a entende que tudo se resolve com amor.
Compreendo que não existe a possibilidade de apresentar um processo terapêutico completo e acho que conseguiram fazer até uma boa finalização com os personagens, o problema, para mim, é que esse direcionamento final não me pareceu muito bem fechado em relação ao Will e os problemas reais dele, foi bonitinho e hollywoodiano, mas muitas questões em aberto para resolver.
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Enfim, é um filme muito bom.
Advogado do Diabo
4.0 1,5K Assista AgoraEu acho esses filmes dos anos 90 que falam de diabo meio canastrões.
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É um filme que passei longe de gostar, não por ser ruim, mas por falta de qualquer mínima atração que me prendesse, achei um roteiro bem básico e até meio bobo e infantil a forma como retrataram algumas questões de religião.
O filme é desnecessariamente grande, o que o torna vem cansativo de assistir.
A base do filme é a vaidade e isso fica explicito durante o filme inteiro, mas me senti muito conversando com um coach quântico de autoajuda soltando milhares de frase de efeito... No fim, é aquele típico filme que é interessante pra época em que foi feito, mas para os dias de hoje, achei caricato.
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Algumas coisas me incomodaram um pouco.
A cena em que retratam uma atividade religiosa com a morte de uma cabra e como as coisas foram conduzidas durante o julgamento, com um forte direcionamento para um "feitiço" para o promotor e uma clara menção de que aquela religião era mais próxima ao diabo...
Outra coisa que me incomodou nesse filme foram as cenas de nudez frontal, pq né, sempre o corpo feminino sendo explorado no cinema, principalmente quando utilizam-se de temas em que exigem uma sexualização exagerada, como no caso do diabo e da luxuria.
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Achei o filme grande de mais, apático, com uma história sem graça, mas o Keanu Reeves estava muito bonito como o filhotinho do diabo.
Frieren e a Jornada para o Além (2ª Temporada)
4.4 21 Assista AgoraE finalmente chegamos em uma segunda temporada, que foi desnecessariamente pequena, diga-se de passagem.
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É uma temporada que segue o padrão Frieren de slice of life de viagem, com uma luta aqui e outra acolá pra dar aquela emoção.
Eu gosto em como o mundo de Frieren apresenta profundidade, não apenas um protagonismo exagerado, existem pessoas importantes em suas regiões, em suas épocas, ou seja, as pessoas que abriram caminho para as gerações posteriores, mesmo que eles não tenham sido os "grandes heróis".
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E assim, eu acho muito legal quando vemos que TODOS os comportamentos da Frieren tem relação com o Himmel e ele acompanha ela até hoje por todos os lugares que ela passa e tudo que ela faz, é simplesmente SENSACIONAL.
E gostei do final da temporada, pq é algo muito Frieren, sem marketing barato pra sustentar audiência, apenas Frieren mesmo.
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Nora: 9.0/10
Ikoku Nikki
4.4 4Esse é um dos melhores animes da temporada e um dos melhores animes que já assisti.
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É até difícil falar/escrever sobre esse anime, pq cada cena, cada palavra e cada ação fazem parte de alguma reflexão interessante sobre a vida.
Algo que eu preciso falar é em como esse anime retrata o luto de uma forma interessante, fico besta em como eles conseguiram fazer cada parte ser tão importante quanto o todo. Além disso, é muito legal que não existe uma necessidade de forçar sentimentos e/ou frases bonitinhas pra justificar as coisas, é uma amostra clara de que tudo na vida é um processo individual, mesmo que seja vivido com mais de uma pessoa, pq cada situação é vivida a partir da ótica de quem está vivendo.
O anime é uma incrível amostra que vai além do luto, ele retrata o cotidiano de qualquer indivíduo, que vivencia os mesmos dilemas em situações similares ou diferentes, até pq, o luto é algo muito além de sentir a morte de uma pessoa, é o sentimento de perder algo, seja esse algo qualquer coisa que você tenha um sentimento.
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Todos os personagens são fascinantes e conseguem transmitir alguma coisa nos momentos que aparecem, mesmo que pouco tempo.
Eu acho muito interessante como cada personagem tem suas dores e isso fica bem claro. É muito legal que eles deixam bem explicito essa ideia de que as dores são unitárias e que ninguém vai conseguir sentir aquilo que você sente e na intensidade que você sente, mesmo o motivo partindo do mesmo ponto, pq cada pessoa sente as coisas de uma forma diferente.
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Mas algo que, para mim, foi fascinante nesse anime, é como o diálogo e as reflexões não pararam apenas no luto, mas se desenvolveram para dialogar sobre as expressões dos papeis sociais de masculino e feminino, como a cultura nos pressiona a seguirmos padrões existenciais e tudo o que destoa disso, acaba sendo excluído, seja direta ou indiretamente.
E esse sentimento fica claro no nome do anime "diário sobre a estrangeira".
Um estrangeiro é alguém que vai para um lugar diferente de sua origem, não conhece sua cultura e sua história. Um estrangeiro pode também ter relação direta com algo externo e exótico.
Basicamente, é a forma como as pessoas se sentem em vários momentos de suas vidas, como estrangeiros, como alguém que não faz parte daquele lugar que frequenta, daquele grupo, daquela família, etc. Mas vive uma vida em busca de pertencimento e existência, querendo saber onde que cabe.
No fim, todos somos parcialmente estrangeiros durante a nossa vida, vivendo em busca de alcançar as expectativas dos outros para nos sentirmos parte de algo.
E não existe nada mais solitário do que tentar preencher o vazio com a expectativa dos outros.
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Esse anime nos faz refletir muito sobre a vida que a gente leva e/ou espera levar. Na busca para se sentir pertencente a algum lugar, a Minori não conseguiu ser. É triste pensar que uma pessoa levou uma vida inteira dentro de uma realidade criada para tentar fazer parte, mas que nunca se sentir parte de nada. A raiva da Makio parecer ser nada mais que uma frustração e raiva de si mesma por não conseguir ser o que não esperam dela.
Talvez a Minori até tentou ser uma 'boa mãe', mas quando começou a enxergar na Asa aquilo que ela queria ter e não conseguiu, retrocedeu ao momento do seu trauma e voltou ao embate. O que diferencia a Asa da Makio é que existe na Asa a hierarquia de ser a mãe e uma obediência plena, algo que aparentemente não houve com a Makio, pelo menos não na mesma intensidade.
E nesse sentido...
Acho interessante em como a Asa parece uma construção mal acabada daquilo que a mãe dela se tornou, uma pessoa sem vontade própria e que segue tudo aquilo que mandam, mas como a mãe dela morreu antes disso se completar, ela está perdida sem saber quem ela realmente é.
Na morte dos pais, a Asa não perdeu apenas a mãe, mas a sensação de quem ela era, e que esse luto não é somente pelos pais, mas sobre a perda de si mesma.
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Mas uma das reflexões mais interessantes que o anime nos proporciona é sobre essa questão de papeis.
O anime fala de luto, mas não apenas o luto que envolve a morte, mas o luto e renascimento de tudo aquilo que atravessa a nossa existência, incluindo o luto da expectativa que se tem sobre as pessoas que não entregam o que estavam esperam delas.
Emiri já apresentou bastante indícios de não querer ser uma "dona de casa", mostrando muito claro na cena do café da manhã em que a mãe manda ela fazer a sua comida enquanto entrega a comida do pai na mesa, que ainda faz críticas a Makio por "beber cerveja fora do horário".
Chiyo vem na critica direta ao mercado de trabalho e a castração dos sonhos, mostrando que não importa o quanto você se esforce e seja bom, o fato de você ser uma mulher, alguém pode simplesmente arrancar o seu direito de pertencer e permanecer.
Asa traz em seu discurso em todo o anime. Ela busca constantemente por uma cartilha pra seguir, sobre o que vestir, o que fazer, como agir, como ser uma mulher. Quando ela perdeu a pessoa que direcionava essa construção de papéis, ela se viu completamente fora da realidade, pq não conseguia se encaixar aquilo que se espera de uma mulher.
E claro, a Makio, que desde sempre mostra esse embate direto com tudo e todos pelo simples fato de se permitir se libertar.
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Esse anime tem uma construção muito legal e um desenvolvimento muito interessante, mostrando que a estrada nunca é simples e reta, que existem inúmeros percalços e que muitas vezes você vai retroceder um pouco para compreender algo e seguir em frente.
E o melhor, que tudo na vida é um PROCESSO ÚNICO que depende apenas de você conseguir dar as respostas.
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Se eu pudesse definir esse anime, diria que é algo simples, sincero e poético.
Bota: 8.8/10
Uruwashi no Yoi no Tsuki
3.6 3São dois insuportáveis, um dos piores animes de romance que eu já assisti.
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Um anime superficial, com personagens vazios e totalmente apáticos, um drama bobo que é surrado a exaustão, sem subtramas, sem desenvolvimento e sem brilho. É um emaranhado de clichês de romances em um único anime, com uma péssima organização de história.
E eu nem acho que clichê seja um problema, o problema é quando esse clichê é usado de uma forma ruim, que é o que acontece nesse anime.
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Eu não consigo gostar do Kohaku, eu acho ele chato, forçado, mal educado e muito inconveniente. Não gosto do casal e acho que os dois juntos não funcionam.
E os amigos são apenas um adereço narrativo, eles não servem pra NADA, eles só existem pra viver a vida dos protagonistas, não existe uma mísera subtrama. Eles não conseguem dar um destaque legal aos coadjuvantes, é um foco inteiramente nos protagonistas e eles ficam apenas a deriva na história dos dois.
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Além disso, eu odio essa forçação de barra queer com essa personagem que tentam enfiar essa característica andrógino, mas que é sintético e forçado, principalmente pq era só ela deixar o cabelo crescer (já que não gosta de ser vista como príncipe), pq é visivelmente o que se compreende como mulher.
E isso me incomoda muito, pq é muita forçação de barra em querer fazer com que ela pareça um menino, é cansativo de assistir e totalmente desnecessário, além de não ser tão crível quanto tentam parecer ser.
Como mencionei, a questão de 'deixar o cabelo crescer' vem pelo simples fato de ELA ODIAR SER COLOCADA NESSA SITUAÇÃO, não é algo que ela não se importa e tal. Ser vista como um menino incomoda ela, mas nunca fica claro o pq ela não muda algumas características, só deixa meio no ar que ela não gosta de ser muito "feminina", mas não é nada bem desenvolvido para que fique clara essa questão.
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Muito ruim esse anime.
Nota: 5.0/10
Seihantai na Kimi to Boku
3.9 5Esse é um dos melhores animes da temporada e provavelmente um dos romances do ano.
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Gosto muito da história do anime e da forma como ela é contada, sem ficar focada em uma mesma situação e utilizando-se disso a exaustão.
O anime te apresenta vários personagens que tem histórias próprias, além de também terem o combo casal, que, em muitos momentos, chegam a ser mais interessantes que os protagonistas.
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Acho muito interessante a forma como apresentam a história ao público, com um bom tempo de tela e espaço para cada personagem, sem forçar muito alguns e sem esquecer os outros.
Minha principal crítica é que eu acho que desenvolveram pouco o relacionamento dos personagens, principalmente o principal.
Mas é um anime muito bom de acompanhar e com personagens muito carismáticos e engraçados.
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Nota: 7.8/10
Hell's Paradise: Jigokuraku (2ª Temporada)
4.0 9 Assista AgoraAcredito que essa temporada teve um bom direcionamento, com a apresentação de baste elementos da história, o que tornou a narrativa interessante, mesmo o discurso de alguns personagens e os vilões serem bem repetitivos.
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Gosto em como a narrativa nos colocou na ilha e nos explica sobre ela constantemente, mas me irrita um pouco a história ser meio "reta", ou seja, não existe nuances quando os personagens são sempre os mesmos e você fica 3 ou mais temporadas lutando contra eles e falando sempre as mesmas coisas.
Acredito que eles conseguem deixar os episódios bem dinâmicos com as lutas, que são muito bem feitas, além de nos apresentarem significados diferentes para as situações, porém, não existem elementos que desenvolvam as justificativas, ou seja, mesmo que eles expliquem que "estamos lutando de forma diferente", isso não fica claro na tela, você só acompanha mais uma luta similar a todas as outras (Obs: Mas fico feliz que pelo menos tentem).
Uma coisa que eu gosto nesse anime é a forma como eles se tornaram amigos devido a situação que foram colocados, precisando juntar forças pra sobreviver.
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No geral, é um bom anime, mas sinto que peca um pouco na história, devido aos poucos elementos que tem para direcionar a narrativa, pois são 3 temporadas da mesma coisa, acaba dando uma saturada.
Principalmente quando não existe aquele sentimento de urgência e de que qualquer coisa pode acontecer, pq até agora nenhum personagem realmente importante morreu. No fim, é só mais um shounem genérico.
E claro, como não sou levado por cenas de luta bem animadas, sempre quero algo a mais.
OBS: Mas gosto muito dos personagens.
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Nota: 7.5/10
Trigun Stampede (2ª Temporada)
3.0 2É uma temporada 1, só que 2. A mesma história, o mesmo discurso, só muda alguns visuais e personagens.
Esse anime é aquele papo de talk no jutsu, é os cara o tempo inteiro querendo conversar e achando que "oi, eu gosto de você" resolve guerra.
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Um dos maiores problemas dessa temporada, ao meu ver, é a insistência na narrativa da season 1, que já havia sido exaustiva. Digo isso, pois a animação tinha potencial para ir muito longe, mas resolveu criar raízes em um lugar árido e sem propósito, no fim, se tornou um amontoado de imbecilidade repetitiva.
O retorno do Knives é um dos pontos negativos da história, não necessariamente pela sua volta, mas pq trouxe de volta tudo aquilo que já acompanhamos na season 1, o que tornou a volta dele bem "tá, lá vamos nós de novo".[/apoiler]
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Falta muito desenvolvimento para o negócio ficar atrativo, você é jogado em um universo que não entende muito, mas ninguém se importa em explicar. Você conhece personagens, mas ninguém liga em apresentá-los, apenas jogam uns flashbacks tristes e "tá aí, se vira".
[spoiler]Queria ter tido um background da Milly, pq ela foi jogada do nada como se fizesse parte de tudo. A Meryl Stryfe é outra que a gente só entende que não sabe nada dela lá no episódio final que aparece o pai e a mãe.
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Eu digo que essa é uma das minhas maiores frustrações dos últimos anos, pq eu realmente esperava alguma coisa boa desse anime, mas ele é uma merda, com uma história até que interessante, mas mal desenvolvida, com personagens, principalmente o Vash, horríveis e sem profundidade alguma.
Essa estética de herói que não mata é batida e chata, mas pelo menos a maioria senta a porrada nos caras, esse imbecil do Vash fica apontando a arma por 2 temporadas e esperando que os caras decidam mudar de opinião, é simplesmente broxante de mais assistir esse anime.
O Vash é um dos piores personagens que eu já acompanhei, o cara simplesmente NÃO FAZ NADA, ele vive com esse ego de protagonista, que precisa salvar o mundo, mas NUNCA, absolutamente NUNCA faz nada, sempre precisa ser salvo por alguém, pq ele mesmo não consegue nem se salvar, é um encosto PATÉTICO.
E como se não pudesse piorar, no final de tudo o Knives ainda virou um dos "salvadores" do mundo, é realmente muito patética a forma como eles forçam ao extremo pra todo mundo ser muito bonzinho.
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Enfim, não é um bom anime de se acompanhar, promete muito e entrega um total de vários nadas, é um repeteco de história e diálogos por longas 2 temporadas, você anda em circulo no meio de uma mesmice chata e cansativa.
A animação é bonita e as lutas são bem boas, mas todo o resto é bem ruim, os personagens são chatos, vazios e totalmente extremos em uma "bondade" inexistência, que beira a penitência.
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Nota: 4.9/10
Yuusha-kei ni Shosu: Choubatsu Yuusha 9004-tai Keimu Kiroku
3.8 10Esse é aquele típico anime clichê que segue absolutamente todos os clichês possíveis do gênero, porém, ele até que da uma sustentada em vários pontos.
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O anime tem uma dinâmica muito boa, uma animação realmente legal, com cenas de luta muito bonitas, mas peca de mais nos personagens, para mim são todos bem ruins, com uma menção honrosa para a Teoritta, que é INSUPORTÁVEL.
E, para mim, isso é geral, eu realmente não gostei de NENHUM personagem, achei que focam de mais nas tiradas cômicas e fica excessivo e cansativo. Além disso, não curto muito a dinâmica dos personagens, acho boa parte deles meio perdidos, sem muito espaço, ficando só pra dizer que tem bastante gente no grupo.
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O clichê nem é um problema em si, mas o fato de que ele permeia toda a narrativa e a história não desenvolve nessa primeira temporada, você vai sentindo o desgaste conforme os episódios vão passando, pq é sempre a mesma coisa acontecendo.
Os caras são enviados para algum lugar, começa um ataque, vem um monstrão, eles vencem.
Essa situação até seria interessante se tivéssemos um background dos locais que eles frequentam ou se existisse um preparo para que nos afeiçoássemos aos populares, mas não, é só um amontoado superficial da mesma coisa.
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Mesmo achando interessante o episódio final e apresentando um bom gancho para uma possível season 2, ainda acredito que poderiam ter criado uma season melhor que isso, para compensar essa finale com um bom desenvolvimento até ela.
Nota: 6.6/10
Isekai no Sata wa Shachiku Shidai
3.0 3Eu tento muito gostar de produções LGBTQIAPN+ japonesas (animes), mas é realmente difícil de mais, é tanto problema que você precisa passar pano pra conseguir assistir de boa, que termina o anime com um contrato em uma empresa de limpeza.
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O anime bebe muito da fonte de 'Seijo no Maryoku wa Bannou desu' e acaba entregando algo bem clichê, com personagens e tramas fracos, sem desenvolvimento, sem complexidade, apenas os personagens andando em círculos na mesma palhaçada forçada.
Esse anime tem uma proposta interessante e seria muito legal ter acompanhado a parte da contabilidade e da dinâmica com o reino e o tesouro nacional, acompanhando as mudanças ativamente, sem espaçamento para focar em coisa superficial.
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Para mim, o grande problema desse anime é o romance e os personagens principais, pq novamente voltamos aquela premissa de relacionamento tóxico, possessividade, abusos, etc. O que, ao meu ver, torna a narrativa de romance extremamente cansativa e, em vários momentos, revoltante.
Não gosto dos personagens principais juntos e não consegui torcer por eles em momento algum.
É muito triste que, em pleno 2026, precisamos ficar acompanhando relacionamentos LGBTQIAPN+ sendo retratados de uma forma tão tóxica e normalizando isso. É sempre a mesma construção de um personagem insuportavelmente tóxico e possessivo e outro extremamente passivo em relação a toda a situação que o circunda, não se impondo e vive situações extremamente complicadas com a maior atmosfera romântica.
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É um anime fraco e extremamente problemático, que teria sido ótimo se o foco fosse na parte administrativa.
Nota: 5.4/10
Champignon no Majo
4.1 4É um anime que tem bastante potencial, pq segue uma ambientação muito promissora, mas peca de mais em todos os sentidos, é um emaranhado de erros.
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A trama parece ter um ponto interessante, mas acho que tudo que circunda ela é meio ruim, o anime é meio apático.
A personagem principal não tem carisma pra sustentar o anime, os personagens secundários são chatos de acompanhar, a história não é tão atrativa quanto parece e não tem um direcionamento atrativo, mesmo sendo slice of life.
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Chega um ponto que o anime parece que anda em círculos, com uma história que não vai pra lugar nenhum, um repeteco de diálogos, parece que você ta sempre vendo o mesmo episódios por uns 5 episódios, é muito ruim.
Esse anime pode ser resumido nessas duas postagens que eu fiz sobre os episódios 5 e 6.
"Finalmente acordou, agora vamos ver o que vem com isso" Ep 5.
"Porra, menino tonto, já pode voltar a dormir... Só entende o que convém" Ep 6.
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Assim, tem um inicio promissor e parece que vai, mas depois que chega no meio da temporada, mais precisamente no ep 6, você entende que não vai.
Nota: 5.2/10
Golden Kamuy (5ª Temporada)
3.6 4Não acho esse anime muito ruim, mas nunca foi algo que me prendeu e/ou despertou qualquer sentimento positivo.
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Acho interessante a busca pelo ouro e o esquema das tatuagens, mas sinto que o negócio foi se perdendo ao decorrer das temporadas.
Além disso, acho que forçam de mais o Tsurumi e a 7th divisão.
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Essa temporada em especial eu achei um saco assistir esse entulho de flashbacks, pq eu já não curto muito, o excesso pra ligar a história ao passado foi um saco, poderiam ter dividido tudo nas outras temporadas para ir fazendo a ligação aos poucos.
No fim, é mais um daqueles animes que ficam 4 temporadas andando em círculos pra acelerar na 5ª e finalizar na 6ª.
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Nota: 5.3/10
Tojima Wants to Be a Kamen Rider
3.8 11 Assista AgoraEsse é aquele típico anime besteirol, o que não é um problema, mas não é pra mim.
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Eu já não curto muito animes pastelões, mas acredito que o fato de não ter um conhecimento prévio sobre o universo Kamen Rider me fez não ter muita simpatia com o anime.
Além disso, senti um certo tom de machismo sendo colocado nesse anime, o que me incomodou consideravelmente ao decorrer da história.
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Achei um anime meio avulso, sem uma história muito atrativa, com alguns arcos parecendo que você está andando em círculos e personagens consideravelmente ruins.
Nota: 5.2/10
To Your Eternity (3ª Temporada)
3.1 4 Assista AgoraEssa temporada foi difícil de engolir em níveis alarmantes. Foi tudo muito ruim. Mesmo sabendo que esse anime já tinha morrido na primeira temporada, parece que a cada passagem foi ficando pior.
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Sabe, um dos pontos mais chatos e irritantes desse anime é a forçação de barra em cima da Hayase, sendo que essa é uma das, se não a pior coisa da história, é simplesmente insuportável assistir ela e os descendentes.
Essas passagens nunca foram legais e centralizar toda a história em volta disso fez com que perdesse de mais da força narrativa, pq era sempre a mesma coisa que iria acontecer pq o vilão era sempre o mesmo.
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Nessa temporada, me irrita de mais o foco insuportável na Mizuha, pq é tanta insistência em um personagem tão ruim, que você fica se perguntando o pq de NINGUÉM cogitar que isso ficou muito ruim.
Esse direcionamento de temporada com "somos todas amigas, mulheres" é um saco, é uma ingenuidade, uma complacência do Fushi que irrita, pq o cara viveu ZILHÕES de anos e conheceu milhares de coisas e continua a mesma anta do início.
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Sinto que o maior erro dessa história foi não ter ficado no passado, esse direcionamento para o presente tirou completamente a essência do anime e não parece conseguir sustentar a história, é tudo tão desinteressante...
[spoiçer]que nem trazendo todos os principais personagens que foram amados no início, conseguem fazer a história ter a mínima relevância e potencia.[/spoiler]
Os caras forçam a Hayase desde a season 1, algo que já era insuportável, mas com a Mizuja p negócio toma níveis alarmantes, seja pela ambientação sem potencia ou pelo cansaço da narrativa. Parece que o negócio não vai pra lugar nenhum, é um eterno "vamos ser amigos da Mizuha", algo que NINGUÉM realmente liga.
E isso é algo que eu não consigo entender REAL, esse foco absurdo em um personagem que NINGUÉM liga, é uma insistência desproporcional para ajudar essa personagem que a todo momento trai os protagonistas e tenta gerar o caos, é uma forçação tão grande para tentar fazer a história andar, que fica cansativo o desespero por não ter mais história pra contar.
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O sentimento que fica é...
Uma temporada inteira jogada no lixo com a resolução do reset, vamos reviver todo mundo, fingir que nada aconteceu e seguir em frente, simplesmente patético.
Esse anime é uma merda e essa temporada é um completo lixão da mãe Lucinda, com um final patético e desinteressante.
Nota: 4.3/10
Gnosia
3.8 3A premissa é bem interessante, mas é uma narrativa cansativa de assistir e com situações e resoluções bem óbvias, que perde o fôlego bem rápido.
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A história segue um modelo bem interessante, no estilo "among us", mas ele não se sustenta, se torna meio cansativo, não apenas pela história, mas pelo todo, pq nada é realmente interessante.
A exemplo disso, os argumentos que são utilizados nas reuniões desse anime são bobos e básicos de mais, pois, como não existe história para além das reuniões, não tem muito o que dialogar, é sempre baseado em nada.
Nisso, os personagens, principalmente o Yuuri, são muito bestas e chatos de acompanhar, não da vontade de torcer por eles pq é tudo meio bobinho e fácil de questionar, além de que esse protagonista precisa que metade do elenco direcione ele pra chegar em uma resolução simples, simplesmente um pateta.
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Eu nem acho que o anime é ruim, só não consigo entender pq tanto episódio, pq eles não sustentam a história e fica cansativo e aí que se torna ruim.
Se tivessem finalizado no 12, talvez fosse mais aceitável.
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Enfim, é um anime que eu não indicaria, não por achar ruim, mas é muito tempo envolvido em algo que não supre a necessidade inicial.
Nota: 6.1/10
Medalist (2ª Temporada)
4.0 3 Assista AgoraNão entendi pq apenas 9 episódios, mas foi uma boa temporada.
Gosto desse direcionamento narrativo para desenvolvimento de personagem, além de trazer um foco legal para as outras competidores e nos dar a sensação de que a história não é engessada.
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A temporada não trouxe nada de diferente e também acredito que seja difícil esse anime conseguir algo muito além do que está entregando.
Eu amei o CGI da apresentação, os caras investiram muito e ficou realmente muito bom.
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Agora é esperar pra ver o que vem de continuação.
Nota: 7.5/10