Doze anos depois de fugir, o criminoso profissional Trojan retorna a Berlim. Uma pintura valiosa está prestes a ser roubada na cidade. Mas o roubo meticulosamente planejado logo sai do controle.
Suspense criminal extremamente bem realizado, A Arte do Caos é mais um exemplo de que o cinema alemão está em alta, lançando diretores brilhantes como Edward Berger, do filme ganhador do Oscar Nada de Novo no Fronte e do indicado a melhor filme Conclave. Thomas Arslan dirigiu e roteirizou esse trabalho estiloso, tenso e envolvente. Sem pressa, com poucos diálogos e algumas cenas de ação, Thomas está interessado na trama e também nos personagens marginais. Trojan, homem de meia idade, retorna a Berlim em busca de trabalho, após uma ausência de 12 anos, e lhe é oferecido participar do roubo a uma obra de arte. Lançado em 2024 no Festival de Berlim, eu não tinha ouvido falar desse filme e assisti, por acaso, na Prime Vídeo, no Canal Imovision. Gostaria de ter visto no cinema, em tela grande.
O longa vai acompanhar o ladrão profissional em uma missão de roubar um quadro e seu percalço por receber pelo serviço, filmado com tanta preguiça e desleixo que chega a dar sono. É bem verdade que o filme é bonito na noite, e o roteiro consegue não ser esdrúxulo, a ponto de ter muita naturalidade e verossimilhança, mas é chato de doer. Uma dose de adrenalina ajudaria aqui.
Com uma história simples mas eficaz, o filme cumpre o que promete!!
Suspense criminal extremamente bem realizado, A Arte do Caos é mais um exemplo de que o cinema alemão está em alta, lançando diretores brilhantes como Edward Berger, do filme ganhador do Oscar Nada de Novo no Fronte e do indicado a melhor filme Conclave. Thomas Arslan dirigiu e roteirizou esse trabalho estiloso, tenso e envolvente. Sem pressa, com poucos diálogos e algumas cenas de ação, Thomas está interessado na trama e também nos personagens marginais. Trojan, homem de meia idade, retorna a Berlim em busca de trabalho, após uma ausência de 12 anos, e lhe é oferecido participar do roubo a uma obra de arte. Lançado em 2024 no Festival de Berlim, eu não tinha ouvido falar desse filme e assisti, por acaso, na Prime Vídeo, no Canal Imovision. Gostaria de ter visto no cinema, em tela grande.
O longa vai acompanhar o ladrão profissional em uma missão de roubar um quadro e seu percalço por receber pelo serviço, filmado com tanta preguiça e desleixo que chega a dar sono. É bem verdade que o filme é bonito na noite, e o roteiro consegue não ser esdrúxulo, a ponto de ter muita naturalidade e verossimilhança, mas é chato de doer. Uma dose de adrenalina ajudaria aqui.
Que filme sem alma. Só não dou nota mais baixa pq não vi o primeiro.