Doze estranhos acordam numa clareira. Eles não sabem o motivo de estarem ali, nem como chegaram. Tampouco sabem que foram escolhidos para um único propósito: A Caçada, um serviço de caça humana para elites privilegiadas.
O filme é uma sátira sociopolítica brilhante e visceral que usa o cinema de sobrevivência para criticar os extremos da polarização ideológica. Com um ritmo frenético e direção afiada de Craig Zobel, o longa subverte as expectativas do público logo nos minutos iniciais, entregando reviravoltas imprevisíveis e sequências de ação executadas com maestria. O grande destaque do filme é a atuação eletrizante de Betty Gilpin, cuja presença imponente equilibra perfeitamente a brutalidade física com um humor ácido irresistível. Longe de tomar partidos, o roteiro debocha astutamente dos dois lados do espectro político. É uma obra corajosa, absurdamente divertida e indispensável.
É sempre bom assistir uma protagonista badass nesse tipo de filme. Crystal desde o início já mostra a que veio. O misto de situações cômicas com ação também foi um aspecto que me agradou bastante. Esse também é o tipo de filme que ninguém é confiável e tanto os personagens como os próprios expectadores vão ter que decidir em quem e em o que acreditar. Só sei que me peguei questionando minhas convicções prévias após assistir ao filme! O final é bem a la Tarantino e achei bem satisfatório. Novamente acreditamos em quem? Os vilões ou a mocinha badass mentiram ou falaram a verdade? Gostei dessa dubiedade da história.
Tinha tudo para ser um filmão. Tinha tudo para ter um puta plotwist, quando no final das contas era so aquilo? Ora, tenha santa paciencia. Daqueles que so se assiste uma vez.
O filme é uma sátira sociopolítica brilhante e visceral que usa o cinema de sobrevivência para criticar os extremos da polarização ideológica. Com um ritmo frenético e direção afiada de Craig Zobel, o longa subverte as expectativas do público logo nos minutos iniciais, entregando reviravoltas imprevisíveis e sequências de ação executadas com maestria. O grande destaque do filme é a atuação eletrizante de Betty Gilpin, cuja presença imponente equilibra perfeitamente a brutalidade física com um humor ácido irresistível. Longe de tomar partidos, o roteiro debocha astutamente dos dois lados do espectro político. É uma obra corajosa, absurdamente divertida e indispensável.
🎃 Maratona Halloween 2026 - 1° Filme.
É sempre bom assistir uma protagonista badass nesse tipo de filme. Crystal desde o início já mostra a que veio.
O misto de situações cômicas com ação também foi um aspecto que me agradou bastante.
Esse também é o tipo de filme que ninguém é confiável e tanto os personagens como os próprios expectadores vão ter que decidir em quem e em o que acreditar. Só sei que me peguei questionando minhas convicções prévias após assistir ao filme! O final é bem a la Tarantino e achei bem satisfatório. Novamente acreditamos em quem? Os vilões ou a mocinha badass mentiram ou falaram a verdade? Gostei dessa dubiedade da história.
Tinha tudo para ser um filmão.
Tinha tudo para ter um puta plotwist, quando no final das contas era so aquilo? Ora, tenha santa paciencia. Daqueles que so se assiste uma vez.
O filme é de médio pra ruim.
Um filme de médio pra ruim e acaba piorando muito cenas mal feitas.