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Sinopse
Uma viúva recente, Shigeko, vai à casa de seu irmão em Tóquio com seu filho,que estudava na sexta série, Hideo. Tendo crescido no campo, Hideo não está acostumado à cidade e prefere a companhia de seu bichinho de estimação, Riki.
Simples e bonito. É claro que sigo com muitas ressalvas ao tabalho do Naruse especialmente porque ele nem ao menos disfarçava que seus filmes eram cópias de Ozu e MIzoguchi. Aqui ele sai um pouco da temática feminista tão típica de Mizoguchi e explora o mundo infantil como Ozu teria feito no anterior com Bom Dia. Ainda sim é inegável que o cinema de Naruse é muito bem realizado, em ritmo , cadência e em explorar o cotidiano de seus personagens.
A princípio, "A Chegada do Outono" parece ser um dos filmes mais 'bonitinhos' do Naruse, mas como um bom filho do diretor aos poucos vai revelando ter uma visão melancólica e, de certa forma, bem pessimista sobre a estrutura familiar japonesa pós-Segunda Guerra. A delicadeza com que o roteiro constrói a amizade entre as duas crianças, Hideo e Junko, é o que cativa a simpatia do espectador, em especial pela graciosidade inocente da menininha. Como muitos outros do Naruse, "A Chegada do Outono" é um filme simples, mas encantador.
É o segundo filme que assisto de Mikio Naruse (Quando a Mulher Sobe a Escada) e já posso dizer que é um dos meus diretores japoneses preferido. Simplesmente amei este filme. Me agrada muito filmes com uma visão do ponto de vista de uma criança, em 1960 houve vários filmes assim como: O Rolo Compressor e o Violinista, A Pomba Branca ou O Mundo Novo de Seryozha, mas nenhum deles consegue emocionar como A Chegada de Outono (e olha que tem um Tarkovsky aí no meio). Futaba Ichiki, a atriz que interpreta Junko, simplesmente é fantástica no papel, interpreta maravilhosamente a garotinha amiga do personagem principal. É um filme que amolece o coração de qualquer pessoa e te envolve de uma maneira impressionante. Uma filme memorável de um diretor excepcional.
Simples e bonito. É claro que sigo com muitas ressalvas ao tabalho do Naruse especialmente porque ele nem ao menos disfarçava que seus filmes eram cópias de Ozu e MIzoguchi. Aqui ele sai um pouco da temática feminista tão típica de Mizoguchi e explora o mundo infantil como Ozu teria feito no anterior com Bom Dia. Ainda sim é inegável que o cinema de Naruse é muito bem realizado, em ritmo , cadência e em explorar o cotidiano de seus personagens.
Essa frieza no relacionamentos dos pais com os filhos é bem retratado.
A princípio, "A Chegada do Outono" parece ser um dos filmes mais 'bonitinhos' do Naruse, mas como um bom filho do diretor aos poucos vai revelando ter uma visão melancólica e, de certa forma, bem pessimista sobre a estrutura familiar japonesa pós-Segunda Guerra. A delicadeza com que o roteiro constrói a amizade entre as duas crianças, Hideo e Junko, é o que cativa a simpatia do espectador, em especial pela graciosidade inocente da menininha. Como muitos outros do Naruse, "A Chegada do Outono" é um filme simples, mas encantador.
essa capa do filmow ta zoada
É o segundo filme que assisto de Mikio Naruse (Quando a Mulher Sobe a Escada) e já posso dizer que é um dos meus diretores japoneses preferido. Simplesmente amei este filme. Me agrada muito filmes com uma visão do ponto de vista de uma criança, em 1960 houve vários filmes assim como: O Rolo Compressor e o Violinista, A Pomba Branca ou O Mundo Novo de Seryozha, mas nenhum deles consegue emocionar como A Chegada de Outono (e olha que tem um Tarkovsky aí no meio). Futaba Ichiki, a atriz que interpreta Junko, simplesmente é fantástica no papel, interpreta maravilhosamente a garotinha amiga do personagem principal. É um filme que amolece o coração de qualquer pessoa e te envolve de uma maneira impressionante. Uma filme memorável de um diretor excepcional.
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