Últimas opiniões enviadas
Adorei o filme quando assisti lá no começo dos anos 2000, revisitando posso dizer que o filme continua muito bom. Andrea Beltrão e Daniel Dantas são gigantes, atores de primeira grandeza e levam seus papéis com profundidade e leveza. Confesso que não gosto muito do final, mas o desenrolar do filme e a escolha narrativa de como fazê-lo ainda funciona quase 30 anos depois. Tony Ramos tem um papel meio datado e tosco, mas funciona dentro da história. Teve horas que eu quis dar uns tapas na cara do Daniel Dantas e tinha horas que eu o entendia completamente. Quero ver a continuação.
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É um bom filme e bem curtinho. O personagem de Filip é um pouco estranho, há momentos que nos ligamos emocionalmente a ele, mas a momentos que não criamos nenhum vinculo com o personagem, fico pensando se isso foi proposital. Stanko é mais humano e rouba as cenas quando aparece. Os melhores momentos são quando estão no escritório com o velho Jurak. A trilha sonora com jazz é muito boa. As relações amorosas de Filip é o que menos funciona, acho que tudo o que acontece fora dessa narrativa é muito mais interessante e poderia ser mais bem aproveitado. Acho exagerado dizer que é um dos melhores filmes croatas já feito, mas tem sua enorme importância para a época sim.
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Últimos recados
Vi seu comentário sobre o filme O 5º Poder (1962) (muito bom, por sinal) e dei uma olhada rápida nos seus blogs. Parabéns pela longevidade deles, vou começar a acompanhá-los. Este conteúdo é muito necessário hoje em dia.
Bergman é incrível mesmo, principalmente os filmes dessa fase que tu está vendo, em preto e branco ainda. Uma pergunta: tu conseguiu ver os 1001 filmes, que no fim - ao que parece - são 1311? Pra mim faltava um que nunca achei em lugar nenhum, agora faltam outros dez que eu vou procurar, hora dessas - mas, provável que pelo menos 5 sejam americanos, rs
Único filme que Mike Leigh dirigiu e que ele não escreveu. O roteiro e a atuação de Jim Broadbent estão simplesmente espetaculares aqui. O curta metragem é uma crítica ferrenha a nobreza britânica, mostrando que a riqueza tem seu lado sombrio. Conheço muito pouco do trabalho do diretor e confesso que adorei tudo que vi dele e aqui não é diferente. Simples e direto, cheio de pormenores e de um sarcasmo ímpar. Vale muito a pena a assistida. O estilo de documentário da BBC serve até para satirizar a própria emissora.
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