O filme mostra a ascensão do presidente da francês ao poder, o divórcio do segundo casamento, a rivalidade com o ex-primeiro ministro Dominique de Villepin e os atritos com seu antecessor, Jacques Chirac.
Atua em duas frentes: na primeira, bastante didática, a caminhada política de Nicolas Sarkozy de Ministro do Interior da administração de Jacques Chirac até a sua eleição em 2007 como presidente francês; na outra, o relacionamento conturbado com a sua esposa Cecilia. Em ambas, o filme tem méritos de não soar episódico, embora também não apresente nada de muito novo, colocando Sarkozy mais como vítima (da traição da esposa, da opressão dos demais membros do partido) do que como agente da discórdia (as grosserias contra a mulher são escassas, sua antipatia e intransigência engrenam, mas são acompanhamos por ações mais abruptas da oposição o que o humaniza por comparação).
Falhando também na trilha sonora (muito panache) e na montagem de fades que parece tentar contraria aquilo que falei anteriormente sobre o tom episódico, provando-se inadequada para os fins da narrativa. Mas, Denis Podalydès faz um bom trabalho em criar o atrevido, impulsivo e imponente presidente (mesmo que o seu porte napoleônico não lhe fosse o melhor dos atributos).
Atua em duas frentes: na primeira, bastante didática, a caminhada política de Nicolas Sarkozy de Ministro do Interior da administração de Jacques Chirac até a sua eleição em 2007 como presidente francês; na outra, o relacionamento conturbado com a sua esposa Cecilia. Em ambas, o filme tem méritos de não soar episódico, embora também não apresente nada de muito novo, colocando Sarkozy mais como vítima (da traição da esposa, da opressão dos demais membros do partido) do que como agente da discórdia (as grosserias contra a mulher são escassas, sua antipatia e intransigência engrenam, mas são acompanhamos por ações mais abruptas da oposição o que o humaniza por comparação).
Falhando também na trilha sonora (muito panache) e na montagem de fades que parece tentar contraria aquilo que falei anteriormente sobre o tom episódico, provando-se inadequada para os fins da narrativa. Mas, Denis Podalydès faz um bom trabalho em criar o atrevido, impulsivo e imponente presidente (mesmo que o seu porte napoleônico não lhe fosse o melhor dos atributos).
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