A tarefa de Daisy, nova empregada de uma família rica, é cuidar de uma garota, mas, sem saber, ela está sendo vigiada pelo pai da criança. Quando a tentação surge, a vida da família e de Daisy começa a ruir.
Não achei a narrativa cansativa como alguns disseram, mas o filme ensina tantas lições importantes que achei interessante. Mas a lição principal é que a dependência financeira e o desequilíbrio de poder tornam os mais vulneráveis presas fáceis de manipulação e abuso — e que o silêncio diante disso corrói a todos, ricos e pobres, por dentro. 🏚️🔑😔💔
Eu achei "A Criada Proibida" um filme perturbador não apenas pelo erotismo ou pela tragédia, mas pela forma como transforma o desejo em instrumento de humilhação social dentro de uma casa rica onde quase ninguém tem humanidade de verdade. O que mais me marcou foi que Daisy não é escrita como uma vítima totalmente passiva: ela consente, deseja, se entrega e até espera William, o que torna tudo mais desconfortável, porque o filme mostra que o consentimento não apaga a desigualdade brutal entre patrão e empregada, apenas a torna mais cruel e ambígua. Para mim, a gravidez de Roxanne e, depois, a gravidez de Daisy tornam a história ainda mais violenta, porque a amante deixa de ser apenas um segredo sexual e passa a ameaçar a ordem daquela família, e é nesse momento que a esposa, a sogra e a governanta revelam o verdadeiro horror daquela casa ao tentarem arrancar dela, à força, o filho que carregava. Nami, a menina de quem Daisy cuida, me parece a única figura realmente inocente e afetuosa, e isso torna o final ainda mais devastador: o suicídio de Daisy com gasolina é um grito desesperado de dor, vingança e denúncia diante de uma família que destruiu seu corpo, sua dignidade e sua maternidade, enquanto o epílogo do aniversário mostra o que o filme tem de mais amargo: os ricos seguem vivendo quase normalmente, como se o sofrimento da empregada pudesse ser absorvido e apagado pela rotina, pelo luxo e pela frieza, e a única pessoa que realmente amava Daisy continua presa dentro daquela mesma estrutura monstruosa. Saí com a sensação de que o filme não fala apenas de adultério ou obsessão, mas de poder, classe e da facilidade monstruosa com que uma elite usa, descarta e silencia quem serve dentro de sua casa. No geral, eu não achei que seja um filme bom, e por isso minha nota é 4/10. Não recomendo.
Não achei a narrativa cansativa como alguns disseram, mas o filme ensina tantas lições importantes que achei interessante.
Mas a lição principal é que a dependência financeira e o desequilíbrio de poder tornam os mais vulneráveis presas fáceis de manipulação e abuso — e que o silêncio diante disso corrói a todos, ricos e pobres, por dentro. 🏚️🔑😔💔
Urrivel!!! Estilo novela indiana sem sal! E estava no "mais curtidos" do streaming, satãnagem
a versão mais fraca do filme
Eu achei "A Criada Proibida" um filme perturbador não apenas pelo erotismo ou pela tragédia, mas pela forma como transforma o desejo em instrumento de humilhação social dentro de uma casa rica onde quase ninguém tem humanidade de verdade. O que mais me marcou foi que Daisy não é escrita como uma vítima totalmente passiva: ela consente, deseja, se entrega e até espera William, o que torna tudo mais desconfortável, porque o filme mostra que o consentimento não apaga a desigualdade brutal entre patrão e empregada, apenas a torna mais cruel e ambígua. Para mim, a gravidez de Roxanne e, depois, a gravidez de Daisy tornam a história ainda mais violenta, porque a amante deixa de ser apenas um segredo sexual e passa a ameaçar a ordem daquela família, e é nesse momento que a esposa, a sogra e a governanta revelam o verdadeiro horror daquela casa ao tentarem arrancar dela, à força, o filho que carregava. Nami, a menina de quem Daisy cuida, me parece a única figura realmente inocente e afetuosa, e isso torna o final ainda mais devastador: o suicídio de Daisy com gasolina é um grito desesperado de dor, vingança e denúncia diante de uma família que destruiu seu corpo, sua dignidade e sua maternidade, enquanto o epílogo do aniversário mostra o que o filme tem de mais amargo: os ricos seguem vivendo quase normalmente, como se o sofrimento da empregada pudesse ser absorvido e apagado pela rotina, pelo luxo e pela frieza, e a única pessoa que realmente amava Daisy continua presa dentro daquela mesma estrutura monstruosa. Saí com a sensação de que o filme não fala apenas de adultério ou obsessão, mas de poder, classe e da facilidade monstruosa com que uma elite usa, descarta e silencia quem serve dentro de sua casa. No geral, eu não achei que seja um filme bom, e por isso minha nota é 4/10.
Não recomendo.
Chanchada da Filipinas de quinta categoria.