Miguel, um estudante 'nerd', apaixona-se por sua melhor amiga, Júlia. Ele deixa envolver-se até apaixonar-se por ela, mas descobre que ela é homossexual. Transtornado, ele tenta desenvolver uma substância que inverta a sexualidade dela...
Já tinha ouvido os impropérios mais severos contra este filme - e, infelizmente, foram poucos. Esta obra é uma atrocidade sob os mais diferentes aspectos: montagem e direção lamentáveis, composição de personagens e interpretações horríveis, roteiro pútrido e repleto de mensagens vilanazes, egoístas e machistas. O curta-metragem inteiro é pura ode ao ressentimento, às soluções fáceis e, se não é um zero total, é porque dedicou-se ao menos a duas assunções elementares: 1 - enquanto fórmula cômica estereotipada, ele evidencia as suas intenções no primeiro instante, não mente. Demonstra-se chulo em cada filigrana e, como tal, cumpre à risca aquilo a que se pretende. Incoerente em seu projeto de malevolência, ele não é, portanto; 2 - o próprio diretor aparece à frente das câmeras exibindo a sua verve inconveniente, violentadora e propagadora de abusos heteros e homossexuais. Enquanto alter-ego secundarizado, ele expõe-se sob a chancela da violência risória estereotipada. Pouco mais sobra ara ser dito sobre este filme, portanto. Um desserviço funcional, por mais paradoxal que isso pareça em termos da ainda insuficiente produção sergipana! :( - WPC>
Já tinha ouvido os impropérios mais severos contra este filme - e, infelizmente, foram poucos. Esta obra é uma atrocidade sob os mais diferentes aspectos: montagem e direção lamentáveis, composição de personagens e interpretações horríveis, roteiro pútrido e repleto de mensagens vilanazes, egoístas e machistas. O curta-metragem inteiro é pura ode ao ressentimento, às soluções fáceis e, se não é um zero total, é porque dedicou-se ao menos a duas assunções elementares: 1 - enquanto fórmula cômica estereotipada, ele evidencia as suas intenções no primeiro instante, não mente. Demonstra-se chulo em cada filigrana e, como tal, cumpre à risca aquilo a que se pretende. Incoerente em seu projeto de malevolência, ele não é, portanto; 2 - o próprio diretor aparece à frente das câmeras exibindo a sua verve inconveniente, violentadora e propagadora de abusos heteros e homossexuais. Enquanto alter-ego secundarizado, ele expõe-se sob a chancela da violência risória estereotipada. Pouco mais sobra ara ser dito sobre este filme, portanto. Um desserviço funcional, por mais paradoxal que isso pareça em termos da ainda insuficiente produção sergipana! :( - WPC>