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Data de lançamento
18 Maio 2013Duração
“Uma autobiografia imaginada” - assim Alejandro Jodorowsky, um dos mais excêntricos e ousados realizadores vivos, define o seu novo filme. Tomando sua história de vida como ponto de partida, o diretor inicia sua trajetória em Tocopilla, pequena cidade do deserto chileno onde cresceu tendo a imaginação como sua principal aliada. Expandindo a ficção até alcançar seu limite, Jodorowsky justifica a união entre poesia, filosofia, cinema e tarô, e suas evidentes idiossincrasias, numa tentativa de compreender e expor quem de fato é.
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Não foi possível perceber a grandiosidade do filme na primeira vez que o assisti. A segunda metade é uma verdadeira obra de arte, reflexiva e nostálgica ao mesmo tempo. Me peguei lembrando de trechos do filme em um dia aleatório. Nota 9,0
1 - Adoro os comentários de gente "limpinha", que não consegue analisar uma obra sem antes ter que fazer uma anamnese moral do autor;
2 - Alejandro é mestre e, infelizmente, quem não conhece minimamente ocultismo, perde 50% de sua obra;
3 - Esse filme é melhor digerido se você entende que ele é uma primeira parte, a qual é segunda é o - otimo - Poesia Sem Fim;
4 - Esse filme foi o mais perssoal do Jodorowski pra mim, quem tem dad issues e envelheceu pra descobirir que o pai era, tambem, uma vitima, vai entender, exatamente.
Jodorowsky com o passar dos anos perdeu sua essência,esse aqui é a maior prova disso.
>Assistido em 26 de Julho de 2024
Cansativo e grotesco. Vejo masturbação de ego, obsessão com falo. Já não vejo esse diretor com bons olhos, confesso que, por minhas convicções morais, tamanha arrogância a quantidade de animais que ele mata em seus filmes (pesquisei e não achei nada garantindo que eram mortes falsas). E penso que parte dos temas retratados aqui são pertinentes, mas talvez seja o caso de problema de condução e não de conceito. Tem umas cenas de CGI risíveis.
Em certa medida, consigo reconhecer a originalidade e o impacto de sua obra como um todo, mas não posso deixar de me questionar: Será que se fosse uma mulher teria o mesmo prestígio?
Não achei dos melhores do véio, mas é um bom filme. Tenho pena dele de verdade, as coisas que ele botou pra fora aqui são pesaaadas.
E eu achava que a abordagem do Spielberg sobre como mostrar os próprios pais em The Fabelmans tinha sido ousada hahahah