É descrito como “uma jornada picaresca pela América contemporânea empreendida por uma jovem que recebeu acesso às estranhas seitas e cultos deste país por uma série de porteiros ansiosos para conquistá-la”
O filme é interessante, mas não sei bem se gostei. Mas a atriz Talia Ryder é incrível, magnética. Na verdade, esperava que a personagem dela tivesse mais profundidade, que soubéssemos qual (ou quais) os traumas que ela teve para sair fujida para a Costa Leste daquela forma.
Filme muito bem realizado, original, com ótimas atuações e reviravoltas empolgantes. A protagonista, virtuosamente interpretada por Talia Ryder, é uma das grandes personagens do cinema dos últimos anos, com sua maneira peculiar de transitar pelas vidas dos outros e pelas tragédias. Um road movie inspirada em Lollita, On the Road e vários outros clássicos, mas com vida e cores próprias.
O começo é bem chatinho e confesso que não estava com muita expectativa de melhorar mas tudo começa a fluir com os rumos que a personagem toma. E quando finalmente começa a ficar interessante dá uma decaída e fica por isso mesmo, o que é uma pena porque poderia ter sido melhor aproveitado. Mas tem uma fotografia muito bonita, as cores, sons,etc...
fazia muito tempo que nao via um filme que me agradasse tanto (o último talvez tenha sifo meu jantar com andré). é filosofico, é besteirol, é metalinguistico (nisso me lembrou as coisas que vi do godard), é nonsense.
a protagonista nunca é irritante (nao conhecia essa atriz aliás, achei perfeita no papel)
O filme é interessante, mas não sei bem se gostei. Mas a atriz Talia Ryder é incrível, magnética. Na verdade, esperava que a personagem dela tivesse mais profundidade, que soubéssemos qual (ou quais) os traumas que ela teve para sair fujida para a Costa Leste daquela forma.
Filme muito bem realizado, original, com ótimas atuações e reviravoltas empolgantes. A protagonista, virtuosamente interpretada por Talia Ryder, é uma das grandes personagens do cinema dos últimos anos, com sua maneira peculiar de transitar pelas vidas dos outros e pelas tragédias. Um road movie inspirada em Lollita, On the Road e vários outros clássicos, mas com vida e cores próprias.
conversou comigo de formas que não esperava. É cultzera, excesso de direção, mas gostei bem. acredito rever futuramente
O começo é bem chatinho e confesso que não estava com muita expectativa de melhorar mas tudo começa a fluir com os rumos que a personagem toma. E quando finalmente começa a ficar interessante dá uma decaída e fica por isso mesmo, o que é uma pena porque poderia ter sido melhor aproveitado. Mas tem uma fotografia muito bonita, as cores, sons,etc...
fazia muito tempo que nao via um filme que me agradasse tanto (o último talvez tenha sifo meu jantar com andré). é filosofico, é besteirol, é metalinguistico (nisso me lembrou as coisas que vi do godard), é nonsense.
a protagonista nunca é irritante (nao conhecia essa atriz aliás, achei perfeita no papel)
é muito gostoso ver a falta de compromisso da protagonista com tudo