Após a morte de seu pai, Saltanat (Dinara Baktybayeva) precisa urgentemente de dinheiro para quitar as dívidas deixadas por ele e livrar sua mãe da cadeia. Para isso, ela deixa o interior ao lado de Kuandyk (Kuandyk Dussenbaev), um amigo de infância que é apaixonado por ela, com a promessa de que ao chegar na cidade, ela se casará com um homem rico, disposto a pagar por todos os débitos de sua família. No entanto, nem tudo sai como esperado, mas o casal não parece disposto a desistir, pelo menos não agora que chegaram, literalmente, tão longe.
(Fonte: AdoroCinema)
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A fotografia é espetacular, mas só ela mesmo, porque a história em si é rasíssima.
A Saltanat é uma manic pixie dream girl má desenvolvida, com toda aquela história de "você é diferente, eu nunca vou desistir de você" e uuuuugh. Preguiça.
Mas toda vez que falavam "Saltanat" eu ouvia "Satanás", então isso era engraçado. Sem falar que ela usava vermelho o tempo todo, o que deixava mais hilário ainda.
Aliás, é tão difícil fazer mais de um figurino pros personagens? Ela não ficava com pizza debaixo do braço por usar tanto aquele vestido? Essas e outras perguntas hoje, no Globo Repórter.
Saltanat é muito marcante como personagem, porém, não a vemos no seu ser mais profundo, apenas sua forma mais rasa, sabemos como ela é, e do que gosta, presenciamos sua luta e sentimos empatia, mas particularmente, fiquei interessada em saber mais sobre ela, o que ia muitas vezes juntando pistas através do Kuandyk, que, sim é um personagem com várias camadas profundas.O filme, em certos momentos me remetia a Godard, até. Apreciei muito as referencias a Camus.