Paralelo entre a vida de um vagabundo e de um cachorro, mostra de maneira cômica e afetuosa a cumplicidade de ambos, ora um sendo o salvador, ora sendo salvo pelo outro. Num baile, uma moça que é explorada pelo proprietário do salão junta-se à dupla.
Que filme incrível, toda a fama do Chaplin é super justa pq ele realmente era maravilhoso.
Se esse curta aqui não influenciou vários desenhos animados como Tom e Jerry e Pica-Pau eu sou maluco, foi o curta do Chaplin que mais me fez rir até agora, a cena da fila na vaga de emprego é hilária, e o cachorrinho emociona fácil ainda mais com aquele final.
Um cachorrinho que estava no lixo entra na vida do pobre vagabundo e ambos formam uma parceria imbatível. 11/02/2024
Apesar de eu ser um cinéfilo e cinófilo, nunca tinha visto este curta-metragem, e fiquei impressionado em muitos aspectos, principalmente pela eloqüência do cãozinho protagonista e do desfecho subversivo, em sua aplicação do "sonho convertido em realidade". Numa fase ainda inicial de sua carreira, Chaplin delineia o seu personagem-mor com desenvoltura magna, além de render ótimos e divertidíssimos momentos em cena para seus coadjuvantes freqüentes, como aquele brutamontes encarnando uma repugnante (por causa do modo aleatório como elimina as secreções nasais e bucais) personagem feminina. Lindo exemplo primevo da mestria de um dos maiores baluartes cinematográficos de todos os tempos! (WPC>)
Que curta maravilhoso. Faz parte daqueles em que sentimos um quentinho no coração e ainda foge do padrão criado por Chaplin de, normalmente, colocar o Vagabundo terminando mal ou retornando à mesma situação de seu início.
Apesar de Chaplin comumente ser repetitivo em suas gags em seus filmes, aqui ele traz alguns elementos novos e que funcionam muito bem, como por exemplo "fazer" as mãos de um dos assaltantes quando este está desacordado.
O cachorrinho é o melhor ator do filme.