ioletta é uma fadinha atrevida que se perde no mundo humano. Para voltar ao mundo das fadas ela contará com a ajuda de Maxie, uma garota de 12 anos. Durante a jornada, ela descobre seu verdadeiro destino.
É um filme voltado para crianças menores. Bem colorido, tem uma história simples com viés ambiental, mas que também fala sobre lidar com a frustração, sobre família, sobre como a união em torno de uma causa faz a diferença, sobre mudanças e adaptações.
A história se passa em torno da fada Violeta e da personagem humana Maxie. Ambas se sentem desencaixadas em suas realidades. Violeta desde sempre, já Maxie conheceu esse sentimento recentemente, após ter sido obrigada a abandonar a vida no campo e ir morar na cidade, devido ao emprego e relacionamento amoroso de sua mãe.
Violeta persegue um propósito que lhe foi dado, mas nunca consegue realizá-lo, muito devido a sua falta de interesse genuíno por ele. Mesmo assim, segue perseguindo-o e ao enfrentar mais uma vez a frustração de não conseguir, tenta pular etapas e ignorar regras no desespero de se provar, e quem sabe assim, conseguir se encaixar e sentir-se aceita. Isso desencadeia uma série de confusões para o mundo das fadas que tenta resgatá-la, para a família de Maxie e para ela mesma, que passa a ter a vida em risco devido a sua irresponsabilidade. No fim, uma reviravolta readequa seus propósitos de vida.
Maxie tenta se adaptar a sua nova realidade, mas não é muito bem aceita pelos filhos do seu padrasto, o que dificulta a adaptação e a leva a viver presa no passado recente. Pra piorar, com a chegada de Violeta e após algumas confusões, ela tenta se explicar para a mãe, que não acredita nela, aprofundando um sentimento de incompreensão e solidão, visto que a fada, em quem confiara, também vacila feio com ela.
O tema da preservação da natureza é abordado de modo a mostrar como o futuro está cada vez mais comprometido por sua destruição e da a entender, inclusive, que o grande vilão disso é o capitalismo desenfreado. A escala de trabalho exaustiva e como ela afasta a familía também é abordada rapidamente, mas não é aprofundada.
Após ter visto o filme com uma turma de crianças com que trabalho, digo que o filme acertou em cheio no seu propósito pois consegue despertar o interesse logo no início e prender a atenção do seu público alvo até o fim das suas uma hora e vinte de exibição.
Bem fraco, mesmo sendo pra crianças, seu público alvo…
É um filme voltado para crianças menores. Bem colorido, tem uma história simples com viés ambiental, mas que também fala sobre lidar com a frustração, sobre família, sobre como a união em torno de uma causa faz a diferença, sobre mudanças e adaptações.
A história se passa em torno da fada Violeta e da personagem humana Maxie. Ambas se sentem desencaixadas em suas realidades. Violeta desde sempre, já Maxie conheceu esse sentimento recentemente, após ter sido obrigada a abandonar a vida no campo e ir morar na cidade, devido ao emprego e relacionamento amoroso de sua mãe.
Violeta persegue um propósito que lhe foi dado, mas nunca consegue realizá-lo, muito devido a sua falta de interesse genuíno por ele. Mesmo assim, segue perseguindo-o e ao enfrentar mais uma vez a frustração de não conseguir, tenta pular etapas e ignorar regras no desespero de se provar, e quem sabe assim, conseguir se encaixar e sentir-se aceita. Isso desencadeia uma série de confusões para o mundo das fadas que tenta resgatá-la, para a família de Maxie e para ela mesma, que passa a ter a vida em risco devido a sua irresponsabilidade. No fim, uma reviravolta readequa seus propósitos de vida.
Maxie tenta se adaptar a sua nova realidade, mas não é muito bem aceita pelos filhos do seu padrasto, o que dificulta a adaptação e a leva a viver presa no passado recente. Pra piorar, com a chegada de Violeta e após algumas confusões, ela tenta se explicar para a mãe, que não acredita nela, aprofundando um sentimento de incompreensão e solidão, visto que a fada, em quem confiara, também vacila feio com ela.
O tema da preservação da natureza é abordado de modo a mostrar como o futuro está cada vez mais comprometido por sua destruição e da a entender, inclusive, que o grande vilão disso é o capitalismo desenfreado. A escala de trabalho exaustiva e como ela afasta a familía também é abordada rapidamente, mas não é aprofundada.
Após ter visto o filme com uma turma de crianças com que trabalho, digo que o filme acertou em cheio no seu propósito pois consegue despertar o interesse logo no início e prender a atenção do seu público alvo até o fim das suas uma hora e vinte de exibição.
A Fada Chata do Dente
legal pra criançada!
De fada não tem nada, parece mais um demônio. Personagem irritante.