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Data de lançamento
8 Ago. 2019Duração
Manaus, uma cidade rodeada pela floresta amazônica. Justino, um indígena de 45 anos, deixou sua aldeia para tentar a vida em Manaus e hoje trabalha como vigilante em um porto de cargas. Desde a morte da sua esposa, sua única companhia tem sido sua filha mais nova, Vanessa, mas ela está de partida para estudar medicina em Brasília. Sob o sol escaldante e as chuvas tropicais, Justino esforça-se para manter-se desperto no trabalho e com o passar dos dias é tomado por uma febre forte. Em seus sonhos, uma criatura vagueia perdida pela floresta. Na televisão, o noticiário fala de um animal selvagem que ronda o bairro. Justino acredita que está sendo seguindo, mas não sabe se quem o persegue é um animal ou um homem.
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14/06/2026
interessante
Mostra somente a realidade do brasileiro e seu governo que destrói a população todo santo dia.
>Assistido em 02 de Janeiro de 2026
Co-produção teuto-franco-brasileira da Tamanduá Vermelho, Enquadramento Produções,
Still Moving e Komplizen Film indicado a 5 Candangos no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro: vencendo os de melhor filme, melhor diretor, melhor ator, Regis Myrupu, melhor fotografia e melhor som; no Grande Prêmio Cinema Brasil, mais 6 nomeações: melhor primeira direção de longa-metragem, melhor direção de arte e melhores efeitos visuais, vencendo os de melhor filme, melhor fotografia e melhor montagem; no Prêmio Guarani, mais 6 indicações: melhor filme, melhor diretor, melhor estreante feminina, Rosa Peixoto, melhor roteiro original e melhor fotografia, vencendo o de melhor estreante masculino, Regis Myrupu, além de ter participado de vários festivais de cinema no mundo.
Este drama de mistério e suspense foi filmado inteiramente em Manaus, Amazonas, Brasil. Falado em português e nas línguas indígenas tukano e tikuna, foi composto por atores indígenas do Alto Rio Negro, pertencentes aos Desanos, Tucanos e Tarianas. Acho que foi a 1° vez que vi um filme nacional com atores indígenas nos papéis principais e tendo alguns atores como coadjuvantes. Por si só, isso me agradou e me surpreendeu positivamente. Pena que faltou iluminação nas imagens nas cenas noturnas que são muito escuras e mal dá de ver o que está por perto.
A abordagem narrativa não cai nas representações banais que humanizam os nativos oprimidos por meio de valores universais como o do ‘homem de família’ . Uma estória silenciosa e comovente de resiliência no Brasil. Ela dá um rosto humano a uma estatística que não reflete o genocídio que o país está sofrendo.
uau
"lá tem muito índio, sabe? índio de verdade [...] mas aqui não tem mais disso, já tão tudo amansado"
PUTZ.