História de um dos maiores revolucionários na época da ditadura burguês militar. Marighella ficará eternizado neste filme, na canção dos Racionais, nas nossas histórias. Ainda que em uma obra cinebiográfica, nos deixa a mesma mensagem: a desorganização dos brasileiros faz com que ajam passivamente em situações que necessitam da união.
Filmaço nacional com excelentes atuações, algumas de revirar o estômago de tanta revolta que dá por imaginar que isso ocorreu com a condescendência de parte da população brasileira, que, ainda hoje, uma parte ao menos, ainda busca reviver esse apagão moral vivido pelo golpe cívico militar de 64. Devemos, todos, comemorar a prisão desses canalhas, cretinos, filhos da juta... que apodreçam na cadeia. E que, neste ano de 2026, consiga-se expurgar do congresso nacional essa corja bolsonarista que tomou de assalto o parlamento brasileiro, vagabundos ligados ao crime organizado e que prosperam na burrice e ingenuidade dos incautos. O Brasil não precisa, não pode, passar por isso novamente. Que os estados unidos queimem no inferno de Dante, por todo o mal que vem causando, repetidamente, a décadas, a diversos países que buscam um caminha de paz, diferente das suas intenções imperialistas. E que o povo brasileiro acorde e busque a educação pública, a qualidade de vida, o amparo social, a distribuição da renda e da terra, enfim, busque a paz e o compartilhamento, e não a violência das ditaduras e teocracias. Amém.
É um filme focado apenas no sofrimento dos militantes. A violência retratada acaba sendo seletiva: enquanto a brutalidade do Estado é exposta com detalhes sádicos para gerar revolta, a violência praticada pela ALN, como assaltos a bancos e execuções, é filmada com uma estética 'cool' de filme de assalto, quase como se fosse um ato de heroísmo glamourizado.
História de um dos maiores revolucionários na época da ditadura burguês militar. Marighella ficará eternizado neste filme, na canção dos Racionais, nas nossas histórias.
Ainda que em uma obra cinebiográfica, nos deixa a mesma mensagem: a desorganização dos brasileiros faz com que ajam passivamente em situações que necessitam da união.
Um filme muito bom, demorei tanto pra assistir.
Seu Jorge é excelente
Filmaço nacional com excelentes atuações, algumas de revirar o estômago de tanta revolta que dá por imaginar que isso ocorreu com a condescendência de parte da população brasileira, que, ainda hoje, uma parte ao menos, ainda busca reviver esse apagão moral vivido pelo golpe cívico militar de 64.
Devemos, todos, comemorar a prisão desses canalhas, cretinos, filhos da juta... que apodreçam na cadeia.
E que, neste ano de 2026, consiga-se expurgar do congresso nacional essa corja bolsonarista que tomou de assalto o parlamento brasileiro, vagabundos ligados ao crime organizado e que prosperam na burrice e ingenuidade dos incautos.
O Brasil não precisa, não pode, passar por isso novamente.
Que os estados unidos queimem no inferno de Dante, por todo o mal que vem causando, repetidamente, a décadas, a diversos países que buscam um caminha de paz, diferente das suas intenções imperialistas.
E que o povo brasileiro acorde e busque a educação pública, a qualidade de vida, o amparo social, a distribuição da renda e da terra, enfim, busque a paz e o compartilhamento, e não a violência das ditaduras e teocracias. Amém.
É um filme focado apenas no sofrimento dos militantes. A violência retratada acaba sendo seletiva: enquanto a brutalidade do Estado é exposta com detalhes sádicos para gerar revolta, a violência praticada pela ALN, como assaltos a bancos e execuções, é filmada com uma estética 'cool' de filme de assalto, quase como se fosse um ato de heroísmo glamourizado.
Muito foda a cena final deles cantando o hino brasileiro.
Atuação foda do Carrão!