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Em 1940 um rico, mas recluso, escultor de peças metálicas, Thomas Hudson (George C. Scott), vive numa ilha das Bahamas, onde se diverte, bebe e pesca. Invadindo o paraíso de Thomas chegam os três filhos de suas ex-exposas. O mais velho, Tom (Hart Bochner), é o mais próximo do pai. Andrew (Brad Savage) e David (Michael-James Wixted), que são de outro casamento, são bem diferentes um do outro. Andrew mostra afeto, já David mostra uma certa raiva em relação ao pai, que vem à tona numa inocente luta de travesseiros, quando David começa a socar o pai. No entanto esta raiva aos poucos se transforma em afeto. Paralelamente as notícias que vêm de fora não são nada boas, pois a 2ª Guerra Mundial se intensifica e a França se rende. Ao final das férias os três partem e Tom vai lutar na R.A.F. Um dia Hudson recebe a visita de Audrey (Claire Bloom), uma ex-esposa, que lhe dá uma notícia que modificará sua vida.
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Baseado em novela de Ernest Hemingway, este drama sensível e tocante fez a proesa de reunir novamente o bem-sucedido trio de "Patton": o astro Scott, o diretor Schaffner e o músico Jerry Goldsmith. As sequências com os filhos são o ponto alto da história, especialmente a pescaria do enorme Marlin.
Luto, perda e solidão masculina em "A ilha do adeus" (Islands in the stream, 1977) https://youtu.be/Dqje5oG8RIA?si=FHTYDhqBqpHaLa4E
Este filme foi baseado num romance de Ernest Hemingway e conta a história de um homem isolado sentimentalmente depois que se separa da esposa que a amava e vive uma vida de liberdade ao qual recebe a visita dos seus três filhos, porém, a relação com um deles é conturbada. Em meio a esse turbilhão de emoções, o personagem Thomas Hudson, vivido sem muito veracidade por George C. Scott, ainda enfrenta a notícia da intensificação e ataques da segunda guerra mundial. Pela direção e equipe envolvida achei que este romance com pitadas dramáticas seria bem melhor, mas a direção de Franklin J.Schaffner não consegue vivificar bem toda dramaticidade que a história exigia, apesar do belo cenário nas Bahamas. Ah! E aquele filho dele cujo tem problemas de relacionamento é um saco!
Roteiro baseado num livro de romance, cuja história em si não me fascinou, faltando carisma e realismo à figura do personagem principal.
Um sujeito independente, que goza de toda a liberdade do mundo, não demonstra sabedoria à medida que faz o que quer, do jeito que quer, à hora que quer. Tudo na vida tem um preço, e esse preço pode ser a própria infelicidade. Nota 6.
03/06/2018
Gostei