Ricky
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Últimas opiniões enviadas

Ricky
1 dia atrás

Fiquei de olho neste filme durante muito tempo, sendo um tanto difícil de encontrá-lo pela internet e nunca tive sorte de poder tê-lo assistido na TV aberta quando foi exibido nas noites globais. Acabei, após muitos anos, encontrando-o, casualmente, no You Tube em versão dublada da TV com boa imagem. Emergi na sessão com muita ,"sede ao pote". Tanta expectativa acumulada após muitos anos de espera, acabei me frustrando por inúmeras incoesões roteirísticas, para ser mais específico, 'furos de roteiro' que dada a cronologia de fatos e decorrência de situações, o roteiro vai abrindo alguns 'buracos' incômodos e inadmissíveis. A primeira meia hora é a melhor do filme onde o mistério do sumiço das crianças se decorre de modo coerente mantendo o mistério do rapto. A partir daí, um festival de incoerências e personagens burros; aquele homem que pretende alugar uma casa desconfiou de algo por que não ligou logo para a polícia e foi resolver sua dúvida bancando o Sherlock Holmes de araque; Aquela senhora que o acompanhava apresentado o casarão quando em encontrou as luvas no chão de frente ao casarão por que não desconfiou logo que as crianças poderiam estarem lá; aquele personagem masculino que estava sempre escondido, fugindo, e que viu logo no início a mulher no logo desesperada pelo sumiço de seus filhos, quem ele era na narrativa ??? O roteiro não deixou quem ele era, claramente?!!; Após a senhora entregar a luva de sua filha disse a mãe que encontrou as luvas perto do casarão e sai deu "o click" que as crianças poderiam estar lá e ainda falou que a luneta está girada à residência dela, sem no entanto, nem ter saído para varanda para ver, sendo que está cena só dois atores estiveram nela e o senhor que pretendia olhar o casarão, no momento não desconfiava que aquela luneta estava virada em direção a residência da família; quando o senhor estava no bar antes de sair do casarão a cena ficou bem estranha no qual ele começa a desconfiar do sujeito estranho que estava residindo no casarão e sua saída do bar foi ainda mais estranha. Enfim, situações que são incongruentes à narrativa. O vilão sequestrador também põe raiva por ser muito apatetado e não provocar em cena nenhuma um medo, um temor de um 'grande psicopata' cujo foi interpretado pelo ator de modo estereotipado a um paspalho (vide os vilões de Esqueceram de Mim). O filme não levou mais estrelas por estas incongruências, de ponto positivo, o bom clima de mistério e suspense, o cenário da fria cidadezinha litorânea, o drama protagonizado pela boa e saudosa atriz Jill Clayburgh. Mas fiquei com a impressão que o filme poderia ir mais longe, melhor roteirizado e com um final bem melhor do que nos foi apresentado.

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Ricky
½
1 dia atrás

O título, CEMITÉRIO MACABRO, confundi-se com o bom terror, "Cemitério Maldito", dirigido por Mary Lambert e produzido na mesma época. Só que este, Cemitério Macabro, é um telefilme pífio "baseado em fatos reais", sendo uma espécie de "primo pobre" do bem sucedido Poltergeist. O roteiro não consegue de fato, funcionar e dar andamento ao suspense, de modo que, a construção do suspense é tão chula quanto constrangedora. A direção é perdida e não consegue ser inventiva, tendo ainda "efeitos especiais" pobres, aliás, a produção em si é pobre. E só restou a decaída Patty Duke passar vergonha participando de um telefilme tão pífio como este.

editado
Ricky
½
1 dia atrás

Achei que fosse insuportavelmente ruim, mas até que este 'slasher' oitentista me ganhou, sendo recorrentemente, similar como tantos outros títulos deste subgênero que, foi produzido há enxurradas nos anos oitenta e que me parece que, atualmente já está fadado, sem algo novo para acrescentar ao subgênero. Todos os elementos estão lá; o clima de mistério e suspense; um assassino misterioso que fuzila suas vítimas à machadadas, sequencialmente; a filmagem em 1° pessoa e o clima capenga das cidadezinhas norte americanas de interior. E em, A BEIRA DO MACHADO, estes elementos são seguidos à risca. Gostei da boa fotografia, da construção de suspense, de como foi filmado as mortes, do clima capenga da cidadezinha da Califórnia, em meio à florestas e o plot twist final, tanto quanto surpreendente, quanto improvável. No final fica a sensação "do mais do mesmo", mas com sabor de nostalgia de tantas fitas já assistidas deste subgênero.

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  • Ricardo 2 anos atrás

    tu tipo não tem fitas antigas VHS com filmes gravados da Tv anos 80 e 90 DUBLADOS? eu posso converter esse tipo de material.

  • Helio Kopke 3 anos atrás
  • Wesley PC> 5 anos atrás

    Que beleza. Obrigado por mais esta dica valiosa!